VI Paulínia Film Festival | Sinfonia da Necrópole

30 07 2014
Troféu Menina de Ouro do Paulínia Film Festival

Troféu Menina de Ouro do Paulínia Film Festival

BRASIL [2014] – Quem diria que um assunto tão peculiar (o cemitério) poderia render uma boa história contada através de gêneros difíceis de relacionar à essa temática: a comédia e o musical. Tal façanha foi alcançada com extremo sucesso por Juliana Rojas (em segundo longa, depois de dirigir Trabalhar Cansa) e equipe.

Um grande cemitério da cidade de São Paulo recebeu um candidato pouco apto a exercer a profissão da qual é aprendiz – coveiro. A primeira vez que vemos Deodato (Eduardo Gomes) ocorre quando o vemos ser resgatado de dentro da cova de um enterro em andamento. O mal súbito do protagonista é recorrente, o quinto em menos de um mês, ou seja, são praticamente nulas as chances de prosperidade de Deodato nesse cargo.

Um fiel espelho da grande metrópole em que está instalado, o cemitério (ou a necrópole do título) passa pelos mesmos problemas da cidade que o cerca. Só que no primeiro caso os envolvidos são os mortos e os seus túmulos e, no segundo, somos nós e os nossos corpos. Vivos. Por enquanto…

Falta de manutenção, jazigos abandonados e espaço escasso para receber novos inquilinos. A comparação é verdadeira, já que a escassez de espaço é a desculpa recorrente da (pouca) mobilidade urbana. Para solucionar essa mórbida questão entra em cena Jaqueline (Luciana Paes, Onde está a Felicidade? e Crô: O Filme), uma entusiasmada profissional do ramo funerário, contratada pelo administrador do cemitério, Aloíso (Hugo Villavicenzio, O Cheiro do Ralo e Trabalhar Cansa) e encarregada de mapear e recadastrar todas as pessoas enterradas, encontrar espaços ociosos e contatar famílias a serem indenizadas devido a realocação de alguns túmulos. Tudo integrando um plano de verticalização do cemitério (qualquer semelhança com o lado externo é mera coincidência).

Além dos túmulos, o cemitério e suas adjacências são povoados por personagens coadjuvantes carismáticos que auxiliam na criação do humor afiado da produção. O roteiro também assinado pela diretora, por exemplo, recria expressões populares para se adequar ao cenário abordado, ao mesmo tempo em que cria esquetes que não soam tolas e deixam uma dúvida bem-vinda: o riso ocorre por que a produção não se leva a sério? Ou por que leva a sério o que é engraçado? Acredito que um pouco dos dois…

De qualquer forma, a experiência como um todo é gratificante. Claramente uma produção de baixo orçamento, Sinfonia da Necrópole entusiasma mais pelo carisma de seus personagens e pela originalidade de sua história (principalmente as canções) do que pela possibilidade de um relacionamento entre seus protagonistas, que existe, embora seja passageiro.

NOTA: 4/5





VI Paulínia Film Festival | Neblina

26 07 2014
Troféu Menina de Ouro do Paulínia Film Festival

Troféu Menina de Ouro do Paulínia Film Festival

BRASIL [2014] – A essência primordial de um documentário é transmitir o maior número possível de informações sobre determinado assunto, reunindo para tanto: dados históricos, depoimentos de pessoas que conheceram ou vivenciaram o tópico em questão e pesquisa de imagens. Tudo de uma forma orgânica e funcional, e por que não, prazerosa de se assistir.

Com muitos méritos, Neblina consegue preencher muito bem esses quesitos ao enfocar as ruínas ferroviárias da vila de Paranapiacaba, na região da Serra do Mar em São Paulo, distante 74 quilômetros da capital paulista. Frequentemente um denso nevoeiro encobre o cenário da região. O que certamente seria um charme a mais para a pacata vila em seu apogeu no passado, quando era o coração e um importante corredor de exportação do estado, hoje a neblina é sinônimo de depressão para os moradores.

Mas depressivo mesmo é o que a névoa esconde e o sol, em dias límpidos, escancara sem rancor. Todo o sítio ferroviário de Paranapiacaba (que, infelizmente, pode ser estendido a todo Brasil, salvas raríssimas exceções) estão em completo abandono. Vagões são grandes sucatas a céu aberto; as estações, os pátios de manobras e todo o conjunto arquitetônico voltado para o funcionamento da ferrovia estão em degradação perene. A própria vila sofre com a precariedade de suas estruturas antigas e a falta de investimentos necessários para a sua manutenção e conservação.

Como parte de um todo, o que aconteceu e tem acontecido em Paranapiacaba sofreu uma clara influência externa, muitas vezes contrária à vontade daqueles que a habitam. Desde a arquitetura de inspiração portuguesa e inglesa (os primeiros imigrantes que se estabeleceram na região), o humor econômico europeu que determinava o quê, como e de que forma as verbas seriam investidas ali ou decisões políticas internas, conjuntamente com a forte pressão financeira de montadoras de veículos, que foram minando, gradativamente, a importância das estradas de ferro brasileiras. Um grave equívoco para uma nação continental como o Brasil em apostar todas as suas ficha$ na malha rodoviária e relegar as ferrovias ao segundo, terceiro, sétimo plano.

O que se vê hoje em Paranapiacaba é um retrato fiel e melancólico do que se tornou a rede ferroviária no país. Uma sucessão de erros e má decisões que a deixou fragmentada, descontínua e deixou em ruínas um passado que será difícil reconstruir. Em Neblina, importante destacar a abrangência da visão adotada pelos diretores Daniel Pátaro e Fernanda Machado ao abordar essa decadência, que acaba interferindo um pouco no ritmo do documentário. Um campo de visão alicerçado em uma extensa seleção de imagens de arquivo preto-e-branco dos mais variados temas (que jamais suporíamos estarem presentes em um documentário sobre Paranapiacaba), mesclados com os depoimentos de seus moradores, que vivenciaram o tempo de esplendor da vila ou que simplesmente tentam, com muita dificuldade, preservar um pouco dessa história.

NOTA: 4/5  





VI Paulínia Film Festival | O Samba

25 07 2014
Troféu Menina de Ouro do Paulínia Film Festival

Troféu Menina de Ouro do Paulínia Film Festival

SUIÇA [2014] – O olhar estrangeiro sobre um dos mais autênticos ritmos musicais brasileiros. Para construi-lo o diretor francês Georges Gachot (Nana Caymmi em Rio Sonata e Maria Bethânia: Música é Perfume) utiliza duas vertentes do samba: o carnavalesco, apoiando-se nos preparativos para o carnaval da agremiação Unidos de Vila Isabel. Paralelamente, um dos entusiastas da escola de samba de primeira grandeza: Martinho da Vila (Isabel).

O barracão da Unidos de Vila Isabel reúne pessoas de todas as idades e gerações inteiras de várias famílias reunidas em torno de um único objetivo: realizar o desfile mais perfeito possível na Marquês de Sapucaí, a passarela do samba carioca. O que exige um trabalho árduo durante um ano inteiro: a preparação de fantasia, que na ocasião das filmagens do documentário vinham direto da Angola (uma espécie de reafirmação das origens africanas do ritmo), as estruturas complexas dos carros alegóricos e os inúmeros ensaios envolvendo toda a comunidade numa frequência quase que semanal.

Em contraponto ao samba característico do carnaval, sua euforia e suas batidas fortes, há aquele outro mais contido, de ritmo mais lento e fruto do cotidiano brasileiro em todas as suas frustrações e conquistas. Martinho da Vila é um legítimo representante desse gênero. O próprio cantor se declara um compositor das horas difíceis.

Ilustre componente da escola de samba representante da comunidade de Vila Isabel, Martinho também é vascaíno (outra paixão brasileira que ganha certo destaque em O Samba), amante da natureza – aquela em que “tudo cresce devagar” e um brasileiro genuíno, já que em suas mãos ao longo da projeção pode surgir um pandeiro ou uma caipirinha. Para o cantor, a maior alegria que o samba lhe proporciona é a diversidade de reações que suas canções provocam no público. Uma mesma música em uma mesma apresentação pode fazer alguém sorrir, outro chorar e um terceiro sambar. Ao mesmo tempo.

Outros artistas, como Mart’Nália, ajudam com seus depoimentos a contar um pouco da história do samba. Leci Brandão relembra o quanto sambistas já foram perseguidos no passado por serem considerados malandros. Ney Matogrosso quando surge em tela demonstra o quanto o samba permite múltiplas interpretações sem perder  a sua autenticidade.

George Gachot em O Samba enaltece o gênero musical que lhe serve de título e constrói um documentário que ganha muito mais força ao depositar no carisma de Martinho da Vila a condução de sua narração que guarda ainda grandes preciosidades: a performance do compositor em versões acústicas de ‘Canta Canta, Minha Gente‘ e ‘Mulheres‘. Uma produção voltada para algo tão enraizado em nossa cultura ao ponto de ser corriqueiro a presença de pessoas fantasiadas andando pelo metrô carioca no período do carnaval.

NOTA: 5/5

6th PAULINIA FILM FESTIVAL: Acompanhe também a cobertura especial do evento em nosso Tumblr http://bit.ly/UnivTumblr





Porque clássicos nunca são demais: 2º Clássicos Cinemark

19 07 2014

A primeira leva de clássicos (saiba mais aqui) que Cinemark trouxe de volta às suas salas de cinema foi um sucesso. Ainda mais se levarmos em conta que a 1ª temporada concorreu diretamente com as atenções inevitáveis para a Copa do Mundo, o que sempre esvazia os complexos de cinema. Mas o que é bom, ótimo, espetacular, tem que continuar.

Por isso HOJE (corre que ainda dá tempo), a maior rede de cinemas do Brasil estreia a 2ª temporada do Clássicos Cinemark. E não há melhor forma de iniciar essa programação. Depois da Copa das Copas, o clássico dos clássicos do cinema abre essa nova temporada: O Poderoso Chefão, a obra-prima de 1972 de Francis Ford Coppola.

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Nas semanas seguintes, mais cinco filmes terão a rara chance de serem (re)apreciados na tela grande: Forrest Gump, O Contador de Histórias (1994); Império do Sol (1987); A História sem Fim (1984); Quanto Mais Quente Melhor (1959) e Lawrence da Arábia (1962).

Veja as datas programadas para exibição de cada filme:

O PODEROSO CHEFÃO

  • 19/julho – 23h55*
  • 20/julho – 12h30
  • 23/julho – 19h30

FORREST GUMP: O CONTADOR DE HISTÓRIAS

  • 26/julho – 23h55*
  • 27/julho – 12h30
  • 30/julho – 19h30

IMPÉRIO DO SOL

  • 02/agosto: 23h55*
  • 03/agosto: 12h30
  • 06/agosto: 19h30

A HISTÓRIA SEM FIM

  • 09/agosto: 23h55*
  • 10/agosto: 12h30
  • 13/agosto: 19h30

QUANTO MAIS QUENTE MELHOR

  • 16/agosto: 23h55*
  • 17/agosto: 12h30
  • 20/agosto: 19h30

LAWRENCE DA ARÁBIA

  • 23/agosto: 23h55*
  • 24/agosto: 12h30
  • 27/agosto: 19h30

 

*ATENÇÃO: Alguns cinemas da Cinemark não exibirão as sessões das 23h55 aos sábados. Consulte-os: http://cinemark.com.br/classicos-cinemark-segunda-temporada

 





VI Paulínia Film Festival – programação de 22 a 27/07

17 07 2014

De 22 a 27 de julho, a cidade de Paulínia, na região de Campinas, realiza a 6ª edição de seu festival de cinema. Uma celebração inspirada em seu Pólo Cinematográfico que incentiva a produção de filmes na cidade, movimentando a economia e a população do município localizado a cerca de 100 km da capital paulista.

Fachada do Theatro Municipal de Paulínia, a casa do VI Paulínia Film Festival

Fachada do Theatro Municipal de Paulínia, a casa do VI Paulínia Film Festival

Alguns imbróglios políticos interromperam a realização do evento nos últimos anos, então o VI Paulínia Film Festival pode ser considerado a retomada definitiva da celebração, do apoio e da difusão da produção cinematográfica nacional pelo município. Com a política de ingressos gratuitos, o festival possibilita que o grande público tenha acesso às produções mais recentes do cinema mundial, já que sete filmes internacionais farão sua estreia no Brasil durante o evento.

Para a abertura, no dia 22, há a homenagem aos 25 anos da distribuidora brasileira Imovision e a exibição do longa Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho, uma cinebiografia do escritor brasileiro. No encerramento, dia 27, além da cerimônia de premiação, o festival homenageará o cineasta Cacá Diegues. No último dia também está programada a exibição do filme A Imigrante, o trabalho mais recente do diretor americano James Gray e estrelado por Marion Cotillard, Joaquin Phoenix e Jeremy Renner.

Além da competição de longas oficial, o VI Paulínia Film Festival terá uma competição paralela de curtas-metragens, debates com as equipes técnicas dos filmes exibidos e uma programação especialmente dedicada ao público infantil com sessões às 9h e 14h.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

DIA 22/07 – ABERTURA

  • 19h00 – Homenagem aos 25 anos da distribuidora brasileira Imovision
  • 20h30 – Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho

DIA 23/07

  • 09h00 A Guerra dos Botões
  • 14h00 O Pequeno Nicolau
  • 16h00 MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS
  •                  Jessy / O Menino que Sabia Voar
  • 16h30Aprendi a Jogar com Você
  • 18h00O Samba
  • 19h30 – Neblina
  • 21h30 – Sinfonia da Necrópole

DIA 24/07

  • 09h00 – O Pequeno Nicolau
  • 10h00 DEBATE COM EQUIPE DOS CURTAS-METRAGENS*
  • 11h00 DEBATE COM EQUIPE DOS LONGAS-METRAGENS*
  • 14h00 – Minhocas: O Filme
  • 17h00 MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS
  •                 De Bom Tamanho / O Bom Comportamento
  • 18h00 – As Férias do Pequeno Nicolau
  • 20h00 – Boa Sorte
  • 21h30 – Castanha

DIA 25/07

  • 09h00 – Zarafa
  • 10h00 DEBATE COM EQUIPE DOS CURTAS-METRAGENS*
  • 11h00 DEBATE COM EQUIPE DOS LONGAS-METRAGENS*
  • 14h00 – Meu Pé de Laranja Lima
  • 17h00 MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS
  •                  190 / O Clube
  • 17h45 – A Pedra da Paciência
  • 19h30 – Casa Grande
  • 21h30 – Sangue Azul

DIA 26/07

  • 10h00 DEBATE COM EQUIPE DOS CURTAS-METRAGENS*
  • 11h00 DEBATE COM EQUIPE DOS LONGAS-METRAGENS*
  •             Amazônia
  • 15h00 – Paraíso
  • 17h00 MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS
  •                  Recordação / Edifício Tatuapé Mahal
  • 17h30 – Geronimo
  • 19h30 – A Hsitória da Eternidade
  • 21h30 – Infância

DIA 27/07

  • 10h00 DEBATE COM EQUIPE DE CURTAS-METRAGENS*
  • 11h00 DEBATE COM EQUIPE DE LONGAS-METRAGENS*
  • 15h00 – A Imigrante
  • 17h00 – O Casamento de May
  • 19h30 CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO
  •                  Homenagem ao cineasta Cacá Diegues
  • 21h00 – Bem Vindo a Nova York

* Os debates serão realizados no auditório do Paço Municipal e as sessões no Theatro Municipal Paulo Gracindo, ambos localizados no Parque Brasil 500: Avenida Prefeito José Lozano Araújo, 1551, ao lado do RodoShopping de Paulínia.

 

 





A Rede pelo Twitter #8: Dona Lúcia

10 07 2014

Chegou a hora de resgatarmos mais um clássico do Universo E!, A Rede pelo Twitter, para celebrarmos a Copa das Copas, quando o Mundial da FIFA desembarcou em nosso país pela segunda vez. Uma competição que será lembrada pelos jogos aqui disputados, mas também será eternamente marcada pelo chocolate alemão que levamos na semifinal ao sermos goleados por 7×1.

E é exatamente após essa derrota que a edição nº 8 de A Rede pelo Twitter começa quando ele…

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…lê a carta dessa simpática senhora:

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A DONA LÚCIA!!!

Pela imagem anterior, essa informação procede:

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Pela tamanha compreensão de Dona Lúcia com a nossa querida e amada seleção brasileira, nada mais justo…

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Tem que ser uma pessoa muito boa MESMO para pensar assim depois de 7×1.

Será?

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Tem quem ache que sim…

 

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A zueira never ends e a bondade de Dona Lúcia também não…

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Mas meu caro. Dona Lúcia é uma pessoa muito moderna. Quem disse que ela escreveu uma carta? Ela digitou sua linda mensagem para a nossa seleção e a enviou via e-mail para CBF. Tudo muito simples, rápido e fácil.

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Já expliquei isso acima senhor.

Mas como tudo na internet, Dona Lúcia já virou desculpa para tudo:

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Mesmo aposentada, Dona Lúcia já é alvo de investimentos da CBF

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Confesso que com essas palavras sábias de Dona Lúcia também me sinto bem melhor agora. Os 7×1 nem doem mais.

Mas muitos duvidam das qualidades profissionais dela, coisa que a própria Dona Lúcia admite. Uma senhora honesta:

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Mais respeito com a Dona Lúcia gente!!!

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Ahn… não rebaixa a Dona Lúcia a esse nível! Não gostei. Sério! Vou embora pra casa da Dona Lúcia que preparou, carinhosamente, alguns bolinhos de chuva. Tchau!

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O consumo (e a produção) via streaming

6 07 2014

O streaming, com a ajuda de conexões à internet cada vez mais rápidas, tornou-se uma importante ferramenta de difusão de obras audiovisuais. Por um pequeno valor mensal todo mundo pode ter acesso a um catálogo praticamente infinito de séries e filmes para assistir on-demand, sem a necessidade de downloads e nem ocupar espaço no HD do computador. Um televisor devidamente equipado e uma rede de Wi-Fi em casa faz com que a experiência seja irresistível.

Não é a toa que o sucesso do serviço via streaming seja tão grande, vide o sucesso daquele que melhor representa esse novo modo de consumir vídeos do espectador moderno: o Netflix. A empresa americana deixou de ser uma mera plataforma de exibição de filmes e séries para entrar de vez (e com muita qualidade) no mercado de realizadore. Suas produções quebraram barreiras e conquistaram espaço e troféus em premiações destinadas, antigamente, à televisão e o cinema.

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Suas séries originais House of Cards, Orange is the New Black, Hemlock Grove e Derek arrebatam fãs nos países onde o serviço está disponível. Outros fãs são eternamente gratos ao Netflix, que ajudou a desenterrar seriados que tiveram suas produções canceladas pela TV, como é caso de Arrested Development e The Killing. Há quem diga também que Breaking Bad só ganhou notoriedade e sobrevida na TV americana quando a mesma foi inserida e popularizada pelo catálogo do Netflix. Se tudo isso ainda não é o bastante, o site passou a investir também na produção de animês, tendo como primeira experiência nessa área, Knights of Sidonia, disponibilizado recentemente.

Mas você ainda está relutante com essa história toda de “assistir coisas on-line”? Pois o Universo E! tem uma valiosa dica para você experimentar esse mundo novo da internet, e de quebra, ter acesso a cinco filmes consagrados no Festival de Cannes. Uma parceria entre o Telecine Play (o serviço de streaming dos canais Telecine) e a cerveja Stella Artois (patrocinadora oficial de Cannes) disponibilizam gratuitamente cinco filmes que foram sucesso no mais charmoso festival de cinema do mundo.

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Através desse link, http://telecineplay.com.br/especial/cannes, você poderá assistir os seguintes filmes:

  • Cosmópolis, de David Cronemberg, com Robert Pattinson e Juliette Binoche.
  • Amor, de Michael Haneke, com Emmanuelle Riva, Jean-Louis Trintignant e Isabelle Huppert. Vencedor do Oscar e Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro em 2013 e da Palma de Ouro do Festival de Cannes.
  • Vingança, de Johnnie To.
  • O Homem da Máfia, de Andrew Dominiki, com Brad Pitt, James Gandolfini e Ray Liotta.
  • Melancolia, de Lars von Trier, com Charlotte Gainsbourg, Kiefer Sutherland e Kirsten Dunst, que recebeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes.







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