Um cinema; múltiplas atrações

17 05 2012

Embora não tenha vivido o áureo tempo dos elegantes e suntuosos cinemas de rua, é interessante acompanhar a fase que os cinemas de shopping, os multiplex’s, vem passando.

O Brasil, desde que ganhou o seu primeiro complexo de cinemas em 1997, vem consolidando o seu mercado exibidor. E os brasileiros puderam se acostumar a ir aos shoppings centers e encontrar em um só local, diversos filmes em cartaz.

Hoje os cinemas oferecem várias formas para se conferir uma produção cinematográfica: o bom e velho 2D convencional ou utilizando os óculos para os filmes formatos em três dimensões. Outros cinemas selecionados oferecem ainda a possibilidade de imergir na imensa tela IMax. Isso sem contar as opções de dublado e legendado.

Mas de uns tempos para cá, filmes deixaram de ser a única opção a ser exibida nas telonas graças a tecnologia digital. Empresas, com destaque para a Mobz Live, oferecem em parceria com exibidores pelo país uma gama variada de atrações para todos os gostos.

Vários shows podem ser transmitidos ao vivo do país onde se realizam direto para a sala de cinema e tudo em 3D. Também há a possibilidade de gravação desses espetáculos para exibição posterior. Inclui-se aqui também outros shows como os sofisticados ballets e óperas, que podem ter transmissão simultânea às suas realizações em Nova Iorque ou Moscou.

Mais recentemente foi incluída mais uma opção que pode ser desfrutada no cinema: a exibição de partidas de futebol. Muito disso de
ve-se aos grandes espetáculos que são os jogos promovidos pelos campeonatos europeus, cá entre nós, dignos de uma tela grande.

O que pesa ainda contra essas atrações, por enquanto, é o preço salgado  já que o ingresso pode chegar a custar a bagatela de R$ 60,00. Mas vamos torcer para que, com a popularização e com adesão de mais espectadores a essas atrações, os preços caiam e mais gente ainda possa ter a oportunidade de conferir essas outras opções que o cinema pode oferecer.

Oportunidade inédita que poderei acompanhar nesse sábado com a transmissão ao vivo e em 3D da final da UEFA Champions League 2012 (Bayern de Munique x Chelsea) nesse sábado a partir das 15h30. Se sua cidade possuir uma unidade do Kinoplex ou Cineflix são grandes as chances de você poder conferir esse show de bola também!





A primeira vez de um clássico

4 03 2012

Todos possuem um filme especial, muito querido para si. Seja pelas atuações, pela trilha sonora, pela fotografia, pela história ou por tudo isso junto.

Há outros filmes que ultrapassam todos os limites e tornam-se clássicos, entrando para a história da Sétima Arte. Tornam-se memoráveis.

Clássicos ou não, os filmes que cultuamos preenchem um significativo espaço em nossa memória afetiva. Acabam sendo relacionados a uma época, uma fase de nossa vida, a uma situação alegre (ou não), a uma pessoa, a um local. E conforme o tempo passa, essa lembrança permanece vívida no pensamento. Chega até causar espanto quando relembramos o filme e constatamos quanto tempo passou desde a primeira vez que tomamos contato com tal obra. Então, entristecemos também, afinal envelhecemos.

O cinema tem essa capacidade de produzir obras memoráveis (e outras nem tanto) em todas as suas épocas, desde sua origem há mais de 100 anos até o ressurgimento das exibições em 3D. Com pouca tecnologia ou baseando-se totalmente nela, boas histórias sempre foram contadas e tornaram-se relevantes com o passar do tempo, ultrapassando as limitações da mortalidade humana.

Por isso é prazeroso fazer parte da história do cinema como espectador e presenciar a realização de uma obra épica da Sétima Arte – e as nuances desse feito entram para a eternidade e você se lembrar que estava no cinema na época da estréia. Da mesma forma e com prazer equivalente, descobrimos outras grandes realizações do passado, reveladas numa época em que nem sonhávamos existir. Gostoso imaginar a exibição de tal obra em seu lançamento: as filas e as expectativas nas filas dos imponentes cinemas de rua, o burburinho do público, os comentários dos críticos e da imprensa.

Mesmo que uma obra audiovisual esteja cercada e provoque tantos sentimentos, não há emoção maior do que aquela obtida na primeira vista, no primeiro contato, no primeiro vislumbre. Mesmo que, e certamente acontecerá outras vezes, voltemos a assistir posteriormente tal filme, os bons sentimentos estarão presentes, mas não o impacto da primeira vez que você o assistiu.

Outra forma de sentir novamente aquele frio na espinha é quando apresentamos o nosso objeto de desejo pela primeira vez à outra pessoa. Assistindo com uma companhia, você terá a oportunidade de observar as reações e as impressões que a pessoa terá durante a exibição, semelhantes às suas. Essas descobertas devolverão, mesmo que em menor escala, a fantasia do clássico.

Tudo isso que acabei de descrever está prestes a ocorrer comigo. Na minha coleção de DVD’s – o que engloba filmes e séries – está um clássico unânime da Sétima Arte. E esperei o momento oportuno (ou uma melhor ocasião) para ter esse primeiro encontro com o tal ‘clássico’. Assim, mais uma grande produção de Hollywood deixará de ser inédita para mim em um momento muito especial.

Quase nove anos depois de descobrir um dos melhores sites brasileiros (senão o único) de cinema e acompanhar não só a vida profissional (pelo site Cinema em Cena), mas a vida pessoal (através de seus relatos no blog) do crítico Pablo Villaça, terei a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Nessa segunda, dia 05, inicia-se o curso de Teoria, Linguagem e Crítica Cinematográfica ministrado pelo crítico pela segunda vez aqui em Campinas. Uma admiração que inspirou a criação desse blog, Universo E!, embora a minha leitura dos filmes não sejam tão brilhantes quanto a dele.

Para celebrar essa minha conquista especial, já programei para logo após o curso de Pablo Villaça, conferir a premiada e conceituada trilogia de O Poderoso Chefão de Francis Ford Coppola. Depois de aguardar tanto, acho que não há ocasião melhor para conferir tal clássico!





ANÁLISE: A Invenção de Hugo Cabret

3 03 2012

Hugo Cabret é uma singela homenagem ao cinema feita pelo próprio cinema. Uma homenagem ao cinema em seu início, onde as produções eram feitas quase que amadoramente e se concretizavam graças ao esforço e ao empenho de seus idealizadores, tamanha a dificuldade converter um roteiro em uma película.

Hugo Cabret (Asa Butterfield, O Menino de Pijamas Listrados e da série Merlin) é um garoto “especialista em consertar coisas”, como diz um dos personagens em determinado momento do filme. Essa aptidão aprendeu com o seu pai, relojoeiro de profissão (uma participação especial de Jude Law). A habilidade foi mantida ao longo da infância após a morte do pai em um incêndio, quando então ficou aos cuidados do tio, responsável por manter pontuais, os relógios de uma estação ferroviária parisiense.

Mas o apego do menino com o pai permaneceu vívido na figura de um autômato, um androide de lata, que funciona com as mesmas peças e mesmos mecanismos presentes nos relógios. Obtido de um museu com defeito, o conserto do androide tornou-se a obsessão do garoto, já que o pai não teve a oportunidade de vê-lo funcionando.

Para tanto, Hugo precisava de peças que não possuía, mas havia uma abundância delas numa antiga loja de brinquedos na estação. E nos momentos oportunos, o garoto tinha a chance de roubá-las até que, um dia, foi pego pelo proprietário, o senhor George Méliès (o irreconhecível Ben Kingsley,  Ilha do Medo e Príncipe da Pérsia) que retomou algumas de suas peças e uma caderneta cheia de anotações, rascunhos, esboços e outros detalhes técnicos criados pelo pai de Hugo a respeito do conserto do autômato.

Inexplicavelmente, Méliès ficou atônito com aquelas descrições, mais pelas recordações que as marcações traziam do que pela possibilidade de um garoto tê-las escritas. Assim, ficou difícil para o garoto recuperar o pequeno caderno, mesmo tendo a ajuda da filha do George, Isabelle, uma aventureira nata inspirada pelos livros que devorara, que nunca tivera a oportunidade de vivenciar uma aventura real, interpretada aqui pela nova e veterana atriz Chloë Grace Moretz (uma rápida busca no IMDB revela participações em 40 produções com apenas 15 anos, destacando-se (500) Dias com Ela e Deixe-me Entrar).

Sempre pelos esconderijos e corredores ocultos da estação, Hugo obtinha o que queria (peças ou alimentos), sempre observando os passageiros e os comerciantes que tinha expediente no local. Vale ressaltar que a maioria dos personagens parecem ter sidos retirados de uma fábula e inseridos ali na estação: a florista, a madame e o seu cãozinho e a sua paquera, que sempre tentava cortejar a senhora mas era impedido pelo canino e o guarda com perna mecânica (comportado personagem de Sacha Baron Cohen, Borat e o ainda inédito O Ditador), na sua incansável batalha de livrar a estação de toda e qualquer criança órfã que tinha potencial para se tornar um pedinte. Não é a toa que Hugo vive constante embate com o desajeitado guarda ao longo da projeção. São esses personagens que caracterizam A Invenção de Hugo Cabret como uma fábula para adultos.

Interessante notar que Martin Scorsese ao acompanhar Hugo e Isabelle para a montagem definitiva do autômato, explora com muita maestria a tecnologia 3D, com uma profundidade constante nas cenas e até o mais clichê das cenas existentes nesse formato: câmera e personagens caindo através de trilhos e tobogãs; outra utilização recorrente vista anteriormente em O Gato de Botas, por exemplo, é a câmera andando rapidamente bem próxima ao solo em um longo plano.

E é a mais nova tecnologia em uso atualmente em Hollywood, a filmagem e a exibição de filmes em três dimensões (tudo em uma cópia digital) que cultua e homenageia o cinema em sua origem, em sua essência: a montagem e a colagem de fotografias em sequência para criar a impressão de movimento, o filme em si.

Se A Invenção de Hugo Cabret convence habilmente e transporta o seu espectador para o seu mundo mágico e fascinante, com o auxílio de seu experiente elenco (entre outros, é bom ver Christopher Lee em ação novamente), só temos um ponto negativo: o seu ator-mirim principal: em alguns momentos chave da exibição, Butterfield não empregar a carga exata de emoção que a cena exigia, o que nos tirava um pouco do cenário e nos remetia novamente à sala de cinema. Mas nada que conseguisse tirar o brilho de A Invenção de Hugo Cabret nos proporcionou.





Cinesystem traz tecnologia pioneira ao Brasil

21 11 2011

A rede de cinemas Cinesystem trará uma tecnologia pioneira quanto a projeção de filmes no Brasil.

As salas de cinema que o grupo irá inaugurar em março de 2012 em Hortolândia, interior de São Paulo, serão as primeiras do país a não necessitarem de uma sala de projeção. Isso tudo graças a tecnologia digital, onde os filmes serão exibidos e controlados remotamente, inclusive por um iPod por exemplo.

A cidade localizada na região metropolitana de Campinas ganhará um complexo Cinesystem de 4 salas (uma adaptada para exibição 3D) e contará ao todo com 1.277 lugares.

Com informações do Portal RAC.





Necessita-se de caridade

14 08 2011

Alguém está disponível para patrocinar o Universo E? Sério. Os últimos lançamentos do cinema revelam como é grave minha situação.

No momento estão sendo exibidos Melancolia, Super 8 e A Árvore da Vida – e a escassez de verba me impede de conferir esses títulos. Isso porque agosto ainda reserva outras estreias interessante: Planeta dos Macacos: A Origem, Rei Leão 3D…

Para aliviar um pouco esse grave problema, tenho um ingresso cortesia e dinheiro suficiente para pagar meia de uma promoção de meio de semana. Se alguém aí tiver a disponibilidade de realizar uma doação para esse cinéfilo pobre, só entrar em contato, ok?

P.S.: post escrito via celular, por isso que não segue as normas de formatação comuns ao site. verba me impede de conferir esses títulos. Isso porque agosto ainda reserva outras estreias interessante: Planeta dos Macacos: A Origem, Rei Leão 3D…

Para aliviar um pouco esse grave problema, tenho um ingresso cortesia e dinheiro suficiente para pagar meia de uma promoção de meio de semana. Se alguém aí tiver a disponibilidade de realizar uma doação para esse cinéfilo pobre, só entrar em contato, ok?

P.S.: post escrito via celular, por isso que não segue as normas de formatação comuns ao site.





Adaptação – cinema 2.0

22 07 2011

Hollywood de tempos em tempos, lança modismos para manter o interesse do público em pagar ingressos caros e conferir os super lançamentos no cinema.

Tivemos a onda de produções baseadas em super heróis (bem feitas e com o mínimo de respeito pela obra original, para deixar bem claro). Onda iniciada pelo Homem-Aranha.

Simultaneamente à exploração desse filão veio o lançamento das continuações. O apelo do público dizia qual franquia explorar ou não. Raras vezes durante a década de 90 tivemos algum filme com ‘título tal’ 2 ou 3. Após o ano 2000 ficou comum encontrarmos caratzes nos cinemas cujos títulos de filmes eram sucedido por um algarismo: Piratas do Caribe, X-Men, Shrek, Resident Evil, Jogos Mortais, A Era do Gelo, Transformers, etc. E com sucesso de cada franquia tornou-se possível o investimento na nova arma de Hollywood contra a pirataria: as exibições em 3D.

Da mesma forma, aumentou a frequência de chegar aos cinemas histórias oriundas das páginas de livros. Tão comum que muitas vezes, os livros são (re)lançados conjuntamente com suas versões em películas.

Nas adaptações que vou me reter agora. Se já se tornou usual a escrita de um roteiro de cinema a partir de um livro, agora surge uma nova tendência criada pelos estúdios para os próximos lançamentos – a divisão da adaptação em duas partes.

Essa repartição elimina de um lado, aquilo que os fãs mais conservadores de uma determinada publicação mais reclamam: os cortes e as mudanças indesejadas na história original para uma melhor adequação às telonas. Mais tempo de filme, mais espaço para se manter fiel às páginas do livro.

Por outro lado, essa possibilidade a mais pode resultar em longas, se não mal feitos, vazios e desinteressantes para o espectador comum. Muito do que funciona perfeitamente nos livros, não mantem a mesma eficácia nas telas. Relíquias da Morte, último livro da saga Harry Potter e dividido em duas partes (esclareço logo que não foram ruins no seu todo) poderia condensar melhor sua história em um único filme, mais longo é claro, porém mantendo o excelente nível atingido em Enigma do Príncipe e não oscilando da forma que ocorreu entre a parte 1 e 2.

De minha parte, ficaria receoso se O Retorno do Rei, dividido em duas partes, alcançasse a qualidade que possui hoje. E por falar na trilogia de Peter Jackson, depois de O Senhor dos Anéis, o diretor voltará a Terra-média adaptando o prelúdio da guerra do Anel, O Hobbit, em duas partes.

Também na lista de lançamentos futuros em duas partes, figura o último volume da saga Crepúsculo: Amanhacer, cuja história será dividida em dois filmes.

Ainda é muito cedo para afirmar o sucesso dessa nova tendência e se ela funcionará ou não. Financeiramente, claro que é uma ótima aposta dos estúdios e os mais de US$ 480 milhões dos três primeiros dias de Harry Potter 7.2 estão aí para comprovar. Mas e em qualidade? Essa divisão 2.0 será revertida em produções relevantes para o cinema?

Bem, aí só as estreias futuras dirão.





Fenômeno Harry Potter

30 06 2011

O que você fará exatamente a 00:01 do dia 15 de julho de 2011?

Muita gente, mas MUITA gente mesmo já tem um programa reservado para essa data específica. Trata-se da estreia mais aguardada do cinema esse ano e encerrará uma das maiores sagas já produzidas pelo cinema: Harry Potter.

Estão programadas para esse horário sessões do último filme da cinessérie, Relíquias da Morte – parte II, em todos os seus 4 formatos disponíveis: legendado e dublado em 2D e legendado e dublado em 3D.

Por limitações físicas dos complexos de cinema serão poucos aqueles que assistirão nessa tecnologia – e essas sessões estão praticamente todas esgotadas e não há a possibilidade de abertura de novas salas.

Como exemplo, posso citar o Kinoplex do Parque Dom Pedro Shopping em Campinas. Aqui, a opção pela sessão da 00:01 da cópia em 3D legendada já está esgotada na sala 15. Um fato que muito me alegra é da versão 2D dublada ainda não ter lotado ainda sua única sala, enquanto a legendada no mesmo formato  já abriu às vendas para sua terceira sala (sala 13), com os ingressos para as salas 6 e 7 esgotados.

Uma pena porém que não tive tempo hábil de conseguir ingresso para a sala 7 (a maior e melhor do complexo em questão) e vou ter que me contentar com a sala 6.

E você? Participará do fenômeno que será estreia do último Harry Potter? Deixe seus comentários aqui, da sua sessão e da sua cidade, e quem sabe a gente não se vê no Kinoplex Dom Pedro em Campinas?

Até lá!





Universo E! – 2 Anos

7 04 2011

Dois anos!

Um dos motivos principais para a abertura desse cantinho na internet: a inauguração do Topázio Cinemas e sua programação alternativa. De lá que veio o primeiro filme da coluna Análise do Universo E! com Entre os Muros da Escola. É de lá também que veio o post  de mais acessos de nossa recente história: o longa alemão A Onda, que representa 1/5 de nossa audiência.

Foram dois anos, 731 dias,  268 posts, 7.141 acessos (que passaram da média de 5 para 20 visitas ao dia), Oscar’s, Emmy’s, Globo de Ouros, a primeira cabine do blog com U2 3D,  um vício crescente em séries, um vício ainda maior pelo cinema, muitos DVDs adquiridos (incluindo algumas preciosidades), a primeira registro da passagem de um ano oficial (Retrospectiva 2010)…

A audiência do Universo E! vem crescendo muito esse ano especialmente ao serviço de utilidade pública com a informação da mudança de sinal do SBT nas regiões de Campinas e Baixada Santista. Com esse assunto quebramos duas vezes o nosso pico de acessos em único dia: primeiro em fevereiro (passou de 40 para 92 visitas) e agora, no final de março, com 128 pageviews.

Mas nada disso tirou o sucesso de outubro/2010 com quase 700 visitas em único mês – o motivo, a análise de Tropa de Elite 2.

VAMOS AGORA AO TOP FIVE DE ACESSOS: título – (visualizações)

5) SBT mudará de canal. Agora em Santos! – (299)

4) ANÁLISE: Tropa de Elite 2 – O Inimigo agora é Outro – (337)

3) SBT mudou de canal em Campinas – (379)

2) ANÁLISE: Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador – (539)

1) ANÁLISE: A Onda – (1.346)

Esperamos que agora, com o início do terceiro ano on-line esses números multipliquem ainda mais e que sua presença, caro leitor, torne-se cada vez mais constante nesse pedacinho digital dedicado ao grandioso Universo que é o Entretenimento!

Parabéns Universo E! E obrigado a vocês que participaram das realizações desses 2 anos de blog. Até breve!





O bom 3D do U2

23 03 2011

O Universo E! teve a grande oportunidade de asssitir em primeira mão ao show U2 em 3D. O mesmo foi gravado na turnê Vertigo realiado pelo grupo na América Latina e também em Melbourne na Austrália.

Pode-se elogiar com propriedade a ótima qualidade do formato de três dimensões exibido nesse espetáculo. Os espectadores poderão ver com grande nitidez toda a noção de profunidade proporcionada pela nova tecnologia nos dias 25, 26 e 27 março – datas reservadas para a exibição do show em cinemas selecionados pelo Brasil afora.

Se em diversos filmes já lançados o 3D é utilizado (desculpem-me a expressão) ‘porcamente’, aqui ele possibilita uma imersão sem igual no palco e na multidão que compareceu ao show do U2 em seus respectivos países.

U2 3D também é uma aula para todos diretores/produtores que queiram criar em três dimensões. E toda a sua preocupação deve concentrar-se sobre a noção de profundidade e proximidade. A primeira é uma ilusão facilmente de ser criada, sendo o primeiro (e geralmente único) efeito obtido através da conversão de produções de 2D para 3D. Já uma boa noção de proximidade é uma façanha mais difícil de ser alcançada: se o enquadramento de uma cena for feita de forma errada faz com a imagem do objeto e/ou pessoa que esteja mais próximo aos olhos do espectador extrapole os limites da tela, quebrando o encanto do filme.

Embora isso ocorra raras vezes no show, a produção de U2 3D explorou muito a bem a tecnologia, revelando ao espectador diversos detalhes presentes no evento: desde o palco com a banda, o telão gigantesco presente nas apresentações (juntamente com efeitos gráficos especiais para a projeção) e até o público, transportando quem está sentado na poltrona para o meio da plateia em delírio!

Além de uma inovadora e excelente oportunidade de entretenimento para fãs de U2 e de uma boa música, U2 3D servirá também para acostumar o espectador com uma boa qualidade de projeção em 3D e exigir um padrão mais elevado nos próximos lançamentos realizados nesse formato.





U23D – Sessão especial

15 03 2011

Esses títulos: One. Vertigo. With or without you. Beautiful day.

Mais uma tela grande. E uma das maiores bandas do mundo da música: U2

O Universo E!, através de uma promoção via Twitter do site Mobs Live, conseguiu uma vaga na sessão especial e exclusiva para fãs e imprensa do show U2 3D que será exibido nessa terça-feira, as 11 horas.

Nós e outros 46 sortudos espalhados por Brasília, Campinas, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Florianópolis, Porto Alegre, São José dos Campos e outras cidades irão curtir essa mordomia!

O show U2 3D tem exibição garantida, até agora, em 91 cinemas selecionados de 50 cidades de todo o Brasil. A sessão-show ocorrerá as 21:30 dos dias 25, 26 e 27 de março.

Acesse o site www.mobz.com.br para mais informações.

E visite o Universo E! ainda nessa terça para obter mais informações dessa experiência única!

 








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