Casal Smith desmente separação

25 08 2011

Will Smith e Jada Pinkett responderam prontamente às publicações que o casal estaria se separando.

Will Smith desmente problemas no casamento

“Embora relutemos em responder a esse tipo de notícia, os rumores que circulam sobre o nosso relacionamento são completamente falsas. Nós ainda estamos juntos e nosso casamento está intacto”, diz o casal em nota ao E! News.

Por outro lado, fontes dizem ao polêmico TMZ que enquanto o casal não se decide pela separação, há ‘problemas significativos na união deles’ e que ambos estão tentando contornar a situação. Portanto, a separação não pode ser ainda descartada.

Enquanto isso, o astro de filmes como Eu sou a Lenda, Sete Vidas e À Procura da Felicidade não está em nenhum projeto para lançamento próximo. Em pós-produção encontra-se Homens de Preto III, mas com estreia prevista apenas para o nao que vem.

Anúncios




Suspeito para falar de Super 8

23 08 2011

Sou uma pessoa muito suspeita para comentar e falar sobre Super 8. Longa que reúne em seus bastidores pessoas cujo trabalho admiro e muito: Steven Spielberg, J. J. Abrams, Michael Giacchino e Kyle Chandler.

Mesmo que o filme fosse uma grande porcaria – o que felizmente não é o caso – eu estaria ali, sentando na poltrona da sala de cinema com o sorriso de uma orelha a outra só por conferir a junção da criatividade desses caras.

Mesmo que Spielberg de em vez em quando erre a mão em suas produções, ele ainda tem muitos créditos pelo que já vez no cinema.

Jeffrey Jacob Abrams não tem nem o que comentar. Só boas produções nas costas como Lost, Cloverfield e, o ponto alto de sua carreira na minha opinião, Fringe. Ignorando claro alguns deslizes como Undercovers – que como não assisti (de propósito), evitei qualquer desapontamento. E Abrams ainda prepara mais uma produção televisiva: Alcatraz.

Michael Giacchino, a mente brilhante por trás das grandes trilhas sonoras das animações Disney/Pixar e, claro, a marcante trilha de Lost.

Por fim, Kyle Chandler, que conquistou minha admiração com um único e sólido trabalho: seu personagem Eric Taylor, o técnico de futebol americano dos garotos de Friday Night Lights. Seriado que já foi encerrado, mas ainda terei o prazer de conferir as suas três últimas temporadas.

Mas está na hora de voltarmos a falar de Super 8. E mais uma vez repito que não teria a menor chance de me decepcionar se algo desse errado com o longa.

Essa diminuta possibilidade não ocorre, prevalecendo o óbvio. Tanta gente talentosa envolvida nesse projeto resulta num grande exemplar de puro e inteligente entretenimento de tirar o fôlego dos grandes entusiastas da ficção científica. Confesso que nessa parte soe mais alto a minha voz de fã!

Claro que Super 8 não é nenhuma grande obra-prima do ano da Sétima Arte, mas passa muito longe das piores porcarias que só Hollywood, as vezes, cosnegue produzir. Spielberg e Abrams, juntos, dão uma aula de como fazer um blockbuster sem insultar a inteligência de seus espectadores. E realizam aqui uma história que resgata com classe a magia dos antigos filmes de/sobre ET’s dos idos da década de 80 e 90 que tanto fascinavam a minha infância. m cada detalhe do filme temos a genialidade dos dois: seja na criatividade e invencionices de Abrams, quanto o pano de fundo humano familiar marcante de Spielberg.

Sobretudo, Super 8 deveria ser obrigatório para muitos diretores e produtores que ousarão nos próximos anos a investir nesse filão de cinema, o blockbuster: contar uma história relevante, acessível a todos os públicos e que utilize o humor organicamente em toda a produção sem forçação de barra que predominou nos últimos lançamentos voltados para a grande audiência. Pois assim, aprenderão com os mestres, e quem sabe, se tornem fãs deles assim como eu.





Necessita-se de caridade

14 08 2011

Alguém está disponível para patrocinar o Universo E? Sério. Os últimos lançamentos do cinema revelam como é grave minha situação.

No momento estão sendo exibidos Melancolia, Super 8 e A Árvore da Vida – e a escassez de verba me impede de conferir esses títulos. Isso porque agosto ainda reserva outras estreias interessante: Planeta dos Macacos: A Origem, Rei Leão 3D…

Para aliviar um pouco esse grave problema, tenho um ingresso cortesia e dinheiro suficiente para pagar meia de uma promoção de meio de semana. Se alguém aí tiver a disponibilidade de realizar uma doação para esse cinéfilo pobre, só entrar em contato, ok?

P.S.: post escrito via celular, por isso que não segue as normas de formatação comuns ao site. verba me impede de conferir esses títulos. Isso porque agosto ainda reserva outras estreias interessante: Planeta dos Macacos: A Origem, Rei Leão 3D…

Para aliviar um pouco esse grave problema, tenho um ingresso cortesia e dinheiro suficiente para pagar meia de uma promoção de meio de semana. Se alguém aí tiver a disponibilidade de realizar uma doação para esse cinéfilo pobre, só entrar em contato, ok?

P.S.: post escrito via celular, por isso que não segue as normas de formatação comuns ao site.





10º Hora do Horror – Hopi Hari

6 08 2011

Pessoal, vem aí a 10ª edição do Hora do Horror – Hopi Hari.

Sucesso de público e aguardado por milhares de visitantes, a Hora do Horror de Hopi Hari, o maior parque temático da América Latina, chega à sua 10ª edição com atrações inéditas e novidades tecnológicas que levarão o público a entrar no poderoso mundo da fantasia. O evento estreia em 13 de agosto e segue até 14 de outubro com o tema “Epidemia”. Durante a Hora do Horror,  o visitante se surpreenderá com três atrações temáticas inéditas, mais de 100 personagens transformando o parque numa verdadeira cena de filme de ficção, dois shows de horror em um palco especialmente montado para a temporada, balada eletrônica e a famosa “Direversi”, quando a Montezum, a quinta maior montanha-russa de madeira do mundo, faz todo o seu percurso de ré. No período, o parque funcionará das 11h às 21h. A Hora do Horror está inclusa no passaporte.

A Hora do Horror ocorre a partir das 18h30 em duas áreas temáticas do parque: Mistieri e Wild West. Neste ano, todas as atrações levam o visitante ao enredo de Epidemia: cientistas estudam em um laboratório de pesquisas genéticas uma vacina poderosa, capaz de blindar o sistema imunológico humano contra qualquer ameaça. O resultado, ao invés disso, foi um vírus mortal, altamente contagioso, capaz de colocar a raça humana em condição de extermínio e que leva à mutação genética, transformando os contaminados em verdadeiros monstros. “O tema desta temporada, Epidemia, é contemporâneo e alinhado com as tendências dos lançamentos do entretenimento mundial, com requintes de realidade que fazem do conteúdo deste evento um dos mais atrativos de todos os tempos”, declarou Ana Cristina Tuna, gerente geral de Marketing do Hopi Hari.

Atrações Inéditas: Laboratório, Expresso do Horror e Refúgio do Medo. As atrações em formato de túneis temáticos, onde o visitante percorre a pé, permitirão ao visitante participar de um verdadeiro filme de ação. Na edição de 2011, os cenários e a tecnologia de ponta permitem uma experiência surpreendente. Nas novas atrações os visitantes irão percorrer salas cenográficas e percurso sensorial repletos de novidades tecnológicas:

“Estas atrações são espetaculares pelos cenários de realismo e efeitos especiais de alta tecnologia, como laser, paredes falsas, projeções, câmaras frias e quentes, superfícies móveis e deslizantes, pontes e túneis que potencializam a adrenalina dos corajosos. Uma das grandes novidades são os robôs importados, que estreiam nesta temporada, impressionando a todos com seu realismo”, disse a gerente geral de Marketing do parque.

Serviço Hora do Horror – Epidemia

Onde: Hopi Hari – Rodovia dos Bandeirantes, km 72 / Vinhedo – São Paulo.

Quando: 13 de agosto a 14 de outubro, das 11h às 21h. Consulte dias de abertura em www.hopihari.com.br

Preço: R$ 69,00 (antecipado pelo 0300 789 5566 ou no site) e R$ 79,00 (bilheteria).

Gratuidade: Crianças com até 1 metro de altura e adultos a partir de 65 anos.

Estacionamento: R$ 30,00 (carros e vans) e R$ 25,00 (motos – incluindo serviço para guardar capacetes).

Transporte: O parque sugere serviço de transporte que parte de diversos pontos da Capital e da Grande São Paulo, de Campinas, Jundiaí, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Baixada Santista, Rio de Janeiro e outros estados. Consulte o site (www.hopihari.com.br) para obter informações sobre pontos de partida, horários e valores.

INFORMAÇÕES – ASSESSORIA DE IMPRENSA HOPI HARI




Combinação livro x música – um exercício

2 08 2011

Dizem que cada leitor torna-se diretor do livro que lê, construindo mentalmente sua própria versão do que está lendo. Daí a dificuldade de se adaptar para o cinema um livro que agrade todos os leitores que vão para as salas de cinema com uma idéia pré-montada do filme.

Por outro lado, cá entre nós, é muito mais fácil de ler quando já conhecemos os atores e seus personagens. Mais fácil imaginá-los ‘atuando’ na trama e a aceitação da versão cinematográfica torna-se mais natural. O que não ocorre quando a versão de cinema vem muito tempo depois que você já leu uma obra, acrescentando o corte inevitável de algumas partes do livro para sua versão audiovisual.

Pois bem. Eu, confesso, viajo demais nessa construção mental de livros. Ao contrário de muita gente, por exemplo, prefiro degustar o livro com uma leitura pausada que abranja vários dias do que apenas devorá-lo em um único fim de semana ou uma única tarde fria. Isso facilita meu mergulho na narrativa e eleva meu entusiasmo com o capítulo seguinte já que vou ter um tempo de reflexão, imaginando as hipóteses do desenrolar da história até retomá-la. Algo bem no estilo de novela ou seriado.

Mas em um livro que li recentemente viajei ainda mais nessa questão. Antes de começar a ler A Cidade do Sol de Khaled Hosseini (A Thousand Splendid Suns no título original) comecei a pesquisar na internet músicas que pudesse relacionar a história. Algo que até então nunca tinha feito!

Como? Procurando pelo tema central. Mas qual se você ainda não leu, perguntam vocês. Simples: o sol. Joguei no Google e fui ouvindo e lendo a letra de cada música. Confesso que não foi uma busca demorada, nada além de umas vinte músicas, e rapidamente encontrei a música que julgava ser ideal – mesmo não sabendo nada sobre a história e nem mesmo a sinopse. Tomei a decisão definitiva ao ouvir Sunshine on my shoulders, de John Denver, canção e cantor desconhecidos para mim.

Ao longo da leitura, para minha surpresa, a música foi se encaixando perfeitamente na narrativa. E nessa minha versão exclusiva do livro, ela foi se tornando a música tema de Marian. Tanto que – vem aí sérios spoilers, ok? – quando Marian é executada ou Laila lê a carta deixada por Marian no livro, chorei copiosamente com a música ao fundo.

Bem, escrevi tudo isso para deixar duas dicas aos meus leitores: 1º, se ainda não leram A Cidade do Sol, recomendo muito que a leitura seja embalada por Sunshine on my shoulders; e 2°, que vocês tentem realizar esse exercício, de associar um livro à uma música, antes de começar a lê-lo.

Assim, já que criamos nossa própria versão dos livros, podemos deixá-la ainda mais pessoal. Mesmo que no futuro isso não dê certo (já tentei outras vezes depois), o exercício pode tornar-se gratificante e você acabar encontrando coisas novas.

LINK PARA MÚSICA NO YOUTUBE: http://www.youtube.com/watch?v=gQ9kJa_6cBg








PALPITEIRO BRASILEIRO

Campeonato dos Palpiteiros - Temporada 2019

Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atual Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. É o Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Site com atividades e informações sobre a associação que reúne profissionais da crítica cinematográfica de todo o Brasil

Sinfonia Paulistana

um novo olhar

%d blogueiros gostam disto: