O Universo E! 2.0

31 10 2014

O Universo E! começa agora uma nova fase. Você que, gentilmente, nos acompanhou nesses 5 anos, 6 meses e mais alguns dias, saiba que o blog será parte integrante do site Ser ou Não Sei (e não pode ser vendido separadamente =D).

letreiro

A partir desse dia 31 de outubro, as notícias, as análises, os comentários e demais assuntos que seriam aqui postados passam a ser publicados por lá. Inclusive a nossa postagem inicial já se encontra disponível aqui.

A todos os nossos leitores, isso, vocês mesmos que nos ajudaram a atingir os 50 mil acessos ontem, quero deixar o nosso agradecimento (o meu e o do blog) pela companhia e espero contar com o apoio, com a visita e os comentários de vocês nessa nova etapa.

O Universo E! continua a sua história. Agora, logo ali -> Ser ou Não Sei.





O Hobbit e 007 faz MGM renascer

24 03 2013

MGM, o estúdio histórico por trás de grandes produções cinematográficas como O Mágico de Oz, Casablanca ou dona de parte da franquia de James Bond, teve um início de século XXI esquecível: a Metro Goldwyn Mayer teve nos últimos anos a troca de sua gerência após a demissão de vários funcionários e inclusive com sua falência decretada, o que poderia por fim ao tradicional leão que abre os seus filmes.

Mas o ano de 2012 mudou o rumo do futuro do estúdio: em um ano em que a bilheteria mundial dos cinemas cresceu 6%, chegando quase a incríveis US$ 35 bilhões, a MGM abocanhou 2 bilhões desses dólares com os sucessos de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (que ela divide os 50% dos direitos com a Warner Bros) e 007 – Operação Skyfall (detêm 75% dos direitos do famoso agente secreto juntamente com a Sony).

Tais resultados extremamente positivos e um calendário promissor de estreias para os próximos anos (os dois longas restantes de O Hobbit, a continuação da franquia 007 com uma nova produção a cada dois anos e ainda possíveis remakes de Carrie – A Estranha e Hércules) podem possibilitar uma nova abertura de capital da MGM e uma consequente captação de mais recursos no mercado financeiro, operação semelhante a realizada pela Lionsgate, que segundo especialistas, possuía valorização semelhante a da MGM atualmente, cerca de US$ 3 bilhões.

Torcemos para que essa negociação se concretize e o mercado cinematográfico confirme as expectativas e continue aquecido. Melhor para a MGM e melhor para nós, cinéfilos!





Por mais educação nos cinemas #3

2 01 2013

O Universo E! continua sua campanha “Por mais Educação nos Cinemas” com este ‘Código de Conduta‘, livremente inspirado naquele criado por Wittertainment da rádio BBC 5Live de Londres!

Agora, com o início de 2013, nada melhor lembrar (ou ensinar mesmo) os bons modos dentro de uma sala de cinema!

nao coma

Confira os posts anteriores de nossa campanha:

Por Mais Educação nos Cinemas #2;

Por Mais Educação nos Cinemas #1.





A pré da pré-estreia

2 07 2012

Já não chega a exploração das distribuidoras brasileiras em programar para as pré-estreias de 00h01 apenas sessões 3D (legendadas ou nas abomináveis sessões dubladas), agora elas batem sem dó na cara de seus fiéis espectadores. A mais absoluta verdade porque quem está disposto a ir numa sessão a meia-noite é o mais fiel cliente que as redes de cinema tem!

Além da pré-estreia, resolveram criar a pré da pré-estreia, enganando de uma forma extremamente baixa aquelas pessoas que garantiram, com quase um mês de antecedência, o seu lugar na sessão da virada da noite, achando que seriam os primeiros a ter contato com a respectiva produção, pois há essa ‘inveja boa’ de ser um dos primeiros a conferir um longa, algo inerente aos apaixonadas e aficionados por cinema.

Uma semana antes da estreia oficial, numa pura jogada de marketing e sem um mínimo respeito ao consumidor, essa tal distribuidora decide agendar outras sessões nos três dias que antecedem a estreia de O Espetacular Homem-Aranha, muito tempo após o início das vendas para a pré-estreia do primeiro minuto de sexta-feira. Um verdadeiro absurdo! Por que eles acham realmente se houvesse essas duas opções bem antes, eu escolheria a de meia-noite, com tantos horários disponíveis e regulares e BEM antes da abertura de sexta-feira?!

Um acessório indispensável para essa falsa pré-estreia é o nariz de palhaço, não é mesmo Columbia Pictures?





Duas observações comerciais

22 06 2012

No início dessa semana notei duas coisas interessantes que merecem o registro aqui no Universo E! embora não envolvam diretamente o mundo do entretenimento.

A primeira é a boa ideia encontrada para facilitar e a vida de clientes e operadores de caixa nas compras do dia-a-dia. O que acredito valer para toda a rede de farmácias é a forma que a Drogasil encontrou para arredondar o valor total das compras, onde os alguns centavos a mais são oferecidos aos clientes em forma de doação a instituição AACD para o arredondamento do valor final, para que não só a boa ação (uma doação à instituição sem fins relativos e idônea em seus projetos de assistência à criança e ao adolescente com deficiência), como também no ganho de agilidade de concretização da operação comercial que, obviamente, terá a maioria das vendas realizadas com valores inteiros de reais, facilitando consequentemente o troco.

A segunda observação ocorreu na rede de hipermercados Wal*Mart do shopping Parque Dom Pedro em Campinas. Quem frequentemente utilizou essa unidade nos últimos meses sabe o quanto o cliente sofre para vencer as intermináveis filas dos caixas. E pela primeira vez, nessa semana durante minha visita, não havia uma única fila nem nos caixas destinados às compras maiores, nem nos caixas rápidos.

Esse peculiar baixo movimento pode ser relacionado a paralisação no fornecimento de sacolas plásticas, já que muita gente deixa de comprar nos supermercados por simplesmente esquecer levar a sacola retornável consigo (principalmente naquela compra de última hora, que você dá uma ‘passadinha’ na loja) e/ou também porque não concorda em comprar essas mesmas sacolas retornáveis toda bendita vez em que vai ao mercado.

Esse movimento da APAS (Associação Paulista de Supermercados) é mais um oportunismo baseado no consumo sustentável do que uma preocupação ambiental propriamente dita. Eles estão muito mais empenhados em diminuir o custo de suas operações (já que  o custo do corte das sacolinhas sequer é repassado ao consumidor através das baixas dos preços), do que preocupados com a quantidade de sacolas descartáveis produzidas.

Veremos nos capítulos a seguir, com a oposição do Ministério Público paulista a decisão da associação, o real empenho desses empresários com a sustentabilidade do planeta e se eles estão dispostos a deixar de lucrar por defenderem uma causar maior.





Adaptação – cinema 2.0

22 07 2011

Hollywood de tempos em tempos, lança modismos para manter o interesse do público em pagar ingressos caros e conferir os super lançamentos no cinema.

Tivemos a onda de produções baseadas em super heróis (bem feitas e com o mínimo de respeito pela obra original, para deixar bem claro). Onda iniciada pelo Homem-Aranha.

Simultaneamente à exploração desse filão veio o lançamento das continuações. O apelo do público dizia qual franquia explorar ou não. Raras vezes durante a década de 90 tivemos algum filme com ‘título tal’ 2 ou 3. Após o ano 2000 ficou comum encontrarmos caratzes nos cinemas cujos títulos de filmes eram sucedido por um algarismo: Piratas do Caribe, X-Men, Shrek, Resident Evil, Jogos Mortais, A Era do Gelo, Transformers, etc. E com sucesso de cada franquia tornou-se possível o investimento na nova arma de Hollywood contra a pirataria: as exibições em 3D.

Da mesma forma, aumentou a frequência de chegar aos cinemas histórias oriundas das páginas de livros. Tão comum que muitas vezes, os livros são (re)lançados conjuntamente com suas versões em películas.

Nas adaptações que vou me reter agora. Se já se tornou usual a escrita de um roteiro de cinema a partir de um livro, agora surge uma nova tendência criada pelos estúdios para os próximos lançamentos – a divisão da adaptação em duas partes.

Essa repartição elimina de um lado, aquilo que os fãs mais conservadores de uma determinada publicação mais reclamam: os cortes e as mudanças indesejadas na história original para uma melhor adequação às telonas. Mais tempo de filme, mais espaço para se manter fiel às páginas do livro.

Por outro lado, essa possibilidade a mais pode resultar em longas, se não mal feitos, vazios e desinteressantes para o espectador comum. Muito do que funciona perfeitamente nos livros, não mantem a mesma eficácia nas telas. Relíquias da Morte, último livro da saga Harry Potter e dividido em duas partes (esclareço logo que não foram ruins no seu todo) poderia condensar melhor sua história em um único filme, mais longo é claro, porém mantendo o excelente nível atingido em Enigma do Príncipe e não oscilando da forma que ocorreu entre a parte 1 e 2.

De minha parte, ficaria receoso se O Retorno do Rei, dividido em duas partes, alcançasse a qualidade que possui hoje. E por falar na trilogia de Peter Jackson, depois de O Senhor dos Anéis, o diretor voltará a Terra-média adaptando o prelúdio da guerra do Anel, O Hobbit, em duas partes.

Também na lista de lançamentos futuros em duas partes, figura o último volume da saga Crepúsculo: Amanhacer, cuja história será dividida em dois filmes.

Ainda é muito cedo para afirmar o sucesso dessa nova tendência e se ela funcionará ou não. Financeiramente, claro que é uma ótima aposta dos estúdios e os mais de US$ 480 milhões dos três primeiros dias de Harry Potter 7.2 estão aí para comprovar. Mas e em qualidade? Essa divisão 2.0 será revertida em produções relevantes para o cinema?

Bem, aí só as estreias futuras dirão.





Transtornos do mundo moderno

3 05 2011

Todos os problemas que enfrentei durante praticamente todo o mês de abril e se arrastará por boa parte do mês de maio pode ser resumido no título desse post: ‘transtornos do mundo moderno’.

Algo que provavelmente não conheço, talvez uma entidade sobrenatural, recaiu sobre a minha humilde residência e me impede desde então de acessar decentemente a internet. Por que desconhecido? Meu PC de uma hora para outra desaprendeu a conectar na web. Antes fosse problema apenas de placa de rede. Mas não. A tal peça foi trocada e nada de conectar. Problema no modem e acessórios e afins? Não! Funcionam perfeitamente na casa dos outros, mas na minha não.

Enquanto não contrato uma equipe especializada em exorcismo cibernético, meu mundo on-line fica off-line. E o maior problema disso tudo reside no marasmo em que o Universo E! entrou. Quase um mês sem atualizações e um imensa tortura não poder escrever um mínimo post sequer.

Como a internet também é quase uma exclusividade na minha obtenção de notícias, ando muito mal desinformado sobre as coisas. Se pretendia acompanhar de perto a programação dos seriados americanos, o sonho foi por água abaixo… Tenho que voltar a correr atrás do prejuízo, de novo!

Pois bem.

Vamos esquecer as lamúrias. Esse post além de comunicar-lhes que estou sã e salvo e sobrevivo (com dificuldades, mas sobrevivo) a minha grave crise de abstinência de internet, serve para anunciar duas atualizações do Universo E! depois de quase um mês sem atualizações:

1) Vocês já visitaram a página do Universo E! dedicada as frases que recheam o universo do entretenimento? Não? Visite-a então. As duas últimas postagens (as duas primeiras da página) já indicam a minha ocupação num mundo off-line. Terminando a pendência da leitura de Marley & Eu e revendo (nem sei qual o número que estou fazendo isso de novo) a primeira temporada de Fringe.

2) E a segunda atualização é sobre um especial dedicado a saga de Harry Potter nos cinemas. A primeira parte você já encontra na nossa página Impressão Digital. E conforme as continuações forem escritas serão postadas por lá e, claro, avisadas aqui na página principal.

Bom. Por enquanto é o que temos para o momento. Em breve estabeleceremos contato novamente com vocês!

PS.: Queria agradecer muito a vocês, meus leitores! Durante todo esse tempo ‘em branco’ do Universo E! os números de acessos continuaram ótimos. Muito obrigado pelo prestígio!





Por mais educação nos cinemas #2

26 03 2011

Primeira mente, nossa conversa começou aqui com esse excelente texto de Pablo Villaça, editor do site Cinema em Cena.

E por incrível que pareça, já vinha martelando desde aquela época um texto sobre os problemas enfrentando nos multiplex’s da vida. E agora o texto está aqui, tornando-se a segunda parte do tema Por mais educação nos cinemas!”.

Mas antes:

 

A cada dia que passa torna-se praticamente impossível ir ao cinema e assistir a um filme tranquilamente. É notória, perceptível a falta de educação que as pessoas estão tendo ao freqüentar uma sessão. Cinema é uma atividade coletiva onde você paga para entrar numa sala para curtir ao máximo aquele momento, se divertir, entreter. Para passar o seu tempo.

Por se tratar de uma atividade coletiva é óbvio que, por dedução, você não está na sua casa então espera-se um certo respeito ao seu vizinho de poltrona ou de fileira. Durante a projeção procurar fazer o máximo de silêncio, passando quase imperceptível aos olhos do próximo. O único fator que deve chamar a nossa atenção são as projeções na tela grande.

E é cada vez mais raro isso acontecer atualmente. Não há sessão que se salve e sempre em um momento ou em outro você acaba sendo importunado por alguém, seja:

1) MEXENDO NO CELULAR – a pessoa tem, desde que chega na sala e desde (não deveria, mas dá-se o desconto) a exibição dos trailers, tempo suficiente para desligar o bendito do telemóvel. Não tem que colocá-lo no silencioso e muito menos no vibratório, você TEM que desligar o seu aparelho de comunicação. Não fazendo isso, você irrita quem está ao seu lado, atendendo uma chamada ou olhando as horas. Se você está no cinema, pra quê você quer saber as horas? Se você tem algum compromisso marcado, uma sala de cinema, definitivamente, não é o lugar ideal para esperar o tempo passar. Vá folhear uma revista na livraria, tomar um café, comer um lanche, mas jamais entre no cinema preocupado com que horas você vai sair ou quando a sessão vai acabar. Siga estas sábias palavras – relaxe e goze!

2) FAZENDO BARULHO NO PIQUENIQUE – seja com guloseimas internas: misturando o sal no saco de pipoca como se fosse uma batedeira ou chupando o gelo do seu copo sem refrigerante; ou então, com as externas: abrindo saquinhos plásticos ou amassando os de papel, pegando guardanapos, abrindo garrafas/latas de refrigerantes e afins. Não precisamos ter tolerância zero nesse aspecto. Só pede-se o bom senso – se for fazer um banquete com um monte de porcaria no cinema, chegue com antecedência e faça todos os barulhos possíveis ANTES do filme começar.

3) COMPORTE-SE NUM AMBIENTE PÚBLICO – não irrite o seu vizinho batendo o pé/a perna na poltrona da frente e não seja incoveniente colocando essas mesmas partes do corpo em uma poltrona vazia a sua frente.

* * * Só mais um adendo, raro de acontecer, mas já aconteceu comigo assistindo O Vencedor em fevereiro: se você se deslocar da sua casa de chinelo, não comece a coçar as suas friei… os seus pés no cinema, porque isso é EXTREMAMENTE deselegante para dizer o mínimo. Ainda mais se a pessoa ao seu lado estiver apenas a uma poltrona de distância de você!

4) NADA DE DIÁLOGOS – deixe para fazer suas conclusões, comentários e achismos sobre o filme APÓS a sessão. Eu não sou burro! Tenho capacidade para compreender o que está se desenrolando na tela e não preciso que ninguém fique narrando/descrevendo/explicando/discutindo as cenas para mim.

 

 

Quando vou ao cinema, eu tento ao máximo me precaver desses problemas, evitando os lugares mais procurados e sentando nas fileiras dos cantos. O que pode ou não ser uma boa estratégia. Se a sessão estiver vazia, beleza, senão, as fileiras dos cantos serão preenchidas pelos retardatários que em geral, são os piores frequentadores de cinema. E se você sentou ali para evitar os tais problemas descritos aqui, sinto muito!

Isso não pode acontecer: está esperando uma ligação? Tem um compromisso com hora marcada? Se a fome é maior do que sua vontade de ver um filme, NÃO VÁ ao cinema.Quer asssitir o filme mesmo assim? Emita todos os barulhos possíveis antes do filme começar e pelo menos tente ter uma boa sessão. Pra você e para os outros!





O bom 3D do U2

23 03 2011

O Universo E! teve a grande oportunidade de asssitir em primeira mão ao show U2 em 3D. O mesmo foi gravado na turnê Vertigo realiado pelo grupo na América Latina e também em Melbourne na Austrália.

Pode-se elogiar com propriedade a ótima qualidade do formato de três dimensões exibido nesse espetáculo. Os espectadores poderão ver com grande nitidez toda a noção de profunidade proporcionada pela nova tecnologia nos dias 25, 26 e 27 março – datas reservadas para a exibição do show em cinemas selecionados pelo Brasil afora.

Se em diversos filmes já lançados o 3D é utilizado (desculpem-me a expressão) ‘porcamente’, aqui ele possibilita uma imersão sem igual no palco e na multidão que compareceu ao show do U2 em seus respectivos países.

U2 3D também é uma aula para todos diretores/produtores que queiram criar em três dimensões. E toda a sua preocupação deve concentrar-se sobre a noção de profundidade e proximidade. A primeira é uma ilusão facilmente de ser criada, sendo o primeiro (e geralmente único) efeito obtido através da conversão de produções de 2D para 3D. Já uma boa noção de proximidade é uma façanha mais difícil de ser alcançada: se o enquadramento de uma cena for feita de forma errada faz com a imagem do objeto e/ou pessoa que esteja mais próximo aos olhos do espectador extrapole os limites da tela, quebrando o encanto do filme.

Embora isso ocorra raras vezes no show, a produção de U2 3D explorou muito a bem a tecnologia, revelando ao espectador diversos detalhes presentes no evento: desde o palco com a banda, o telão gigantesco presente nas apresentações (juntamente com efeitos gráficos especiais para a projeção) e até o público, transportando quem está sentado na poltrona para o meio da plateia em delírio!

Além de uma inovadora e excelente oportunidade de entretenimento para fãs de U2 e de uma boa música, U2 3D servirá também para acostumar o espectador com uma boa qualidade de projeção em 3D e exigir um padrão mais elevado nos próximos lançamentos realizados nesse formato.





Charlie Sheen está fora de Two and Half Men

7 03 2011

A Warner Bros tomou sua decisão final. Muito tarde mas tomou.

Segundo informações do Folha.com, o estúdio decidiu demitir o ator Charlie Sheen que veio colecionando várias polêmicas desde que foi internado para tratar da sua dependência química. A vida desloucada do ator – um dos mais bem pagos da televisão americana – acabou prejudicando as gravações da série Two and Half Men (Dois Homens e Meio), que teve sua produção paralisada antes do programado.

O burburinho em cima das atitudes e confusões do ator, dia após dia, ultrapassaram o limite do aceitável, tornando-se uma novela cansativa e patética, com o artista principal, a razão de tudo isso, sendo o mais ridículo possível.

Charlie Sheen achando pouco a desgraça em que se encontrava, decidiu partir para os insultos contra a equipe da produção, o criador da sitcom, Chuck Lorre, para o emissora e o estúdio que o contrataram. Muito estranho para quem desejava, após sair da clínica de recuperação, recomeçar as gravações ou quem participou durante 9 anos seguidos sem reclamar de nada.

Agora ele pode continuar a explorar publicamente suas maluquices – seja no Twitter e em vídeos pela internet –, isto é, enquanto restar da fortuna obtida nesses quase dez anos.

Descanse em paz Charlie Sheen!








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Secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação.

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