Enfim… A venda antecipada para A Desolação de Smaug

1 12 2013

1370812775032-o-hobbitFinalmente, com um pouco mais de duas semanas para sua estreia, começaram as vendas antecipadas para as sessões de meia-noite de O Hobbit: A Desolação de Smaug!

Um início tímido, mas ainda assim já está valendo, com as sessões 3D sendo priorizadas nesse momento. As vendas, por exemplo, ainda não iniciaram na rede Cinemark, a maior rede de cinemas do país, mas os ingressos já podem ser adquiridos em outras redes como Kinoplex, Cinépolis, UCI, Espaço Itaú, entre outros.

Em breve, mais novidades!

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Gravidade e um fato raro nos cinemas brasileiros

20 10 2013

Além de um espetáculo em termos de filme (com uma narrativa inovadora e angustiante), o longa de Alfonso Cuáron ainda trouxe um outro aspecto interessante, que deixa qualquer cinéfilo extasiado com uma lágrima escorrendo pelo olho: há muito tempo, considerando os primórdios das minhas idas constantes ao cinema (o longínquo ano de 2001), que não via esse fato ocorrer.

Gravidade chegou aos cinemas brasileiros apenas com cópias LEGENDADAS. E isso quase passou despercebido por mim. A primeira constatação foi realizada no multiplex do Cine Araújo do Shopping Parque das Bandeiras aqui em Campinas. Recém-inaugurado (menos de um ano) passou a ser um novo endereço para os filmes dublados da cidade. Mas de algumas semanas pra cá, o próprio perfil do shopping no Facebook vinha noticiando a existência de uma única sessão legendada no empreendimento com a divertida temática do “Dubladofobia“. E sim, eu sofro desse bem (dubladofobia não é um mal), de não tolerar a existência de sessões dubladas para o público adulto (classificação de 12 anos em diante). Então achei que as sessões legendadas de Gravidade fizessem parte desse programa.

Mas na segunda semana de Gravidade em cartaz, fui conferir a programação de outro cinema de Campinas: o caçula da cidade, o Cinesercla no Spazio Ouro Verde. Assim como o primeiro, também tornou-se outro complexo para os dublados por aqui. Mas qual não foi a minha surpresa ao me deparar com as únicas duas sessões de Gravidade legendadas? Embora não tenha acompanhado a programação desse cinema desde sua inauguração, mas acredito que seja o primeiro filme “com letrinhas” a ser exibido por ali. Por outro lado, nos cinemas Moviecom no Shopping Unimart não realiza exibições de Gravidade, mantendo sua programação 100% dublada.

A partir de então procurei a fazer uma pesquisa em várias cidades e vários cinemas e a história se repetia: Gravidade exibido legendado ou deixando de ser exibido naquelas redes que se curvam a mutilação que a dublagem faz nas obras originais. Isso até chegar numa pesquisa nacional por Gravidade no site da maior empresa exibidora do país: a rede Cinemark. E não deu outra: Gravidade APENAS legendado em todo o Brasil (inclusive na única sala da rede que exibe Gravidade no formato convencional (2D) no Shopping Aricanduva, sendo aqui o único filme legendado nas 14 salas do multiplex).

Um fato surpreendente a se comemorar e muito! Por isso faço um apelo aos meus leitores: se esforcem (se ainda não o fizeram) a assistir Gravidade onde estiver disponível aí na sua cidade e mostrem aos exibidores e distribuidoras que o filme legendado tem sim público aqui no Brasil. E se puderem, façam ainda mais: assistam novamente, levem amigos juntos! Eu, por exemplo, aproveitarei essa rara oportunidade para conhecer os complexos aqui citados (o Cinesercla que não conheço e o Cine Araújo, onde já fui, mas não ainda na sala VIP onde Gravidade está sendo exibido).

E não há melhor filme para essa corrente ser feita nesse momento do que Gravidade, que merece muito nossa audiência!

P.S.: Por último e igualmente importante, deixo aqui meu testemunho de ter uma sessão exemplar de Gravidade na sala XD do Cinemark Iguatemi Campinas na última quarta-feira (16). Desde o público, que se comportou à altura do filme e à altura da educação que uma sala de cinema exige até a decisão do complexo em acender as luzes da sala apenas após o fim dos créditos finais! São de mais sessões assim que precisamos e necessitamos!

P.S.2: Se por acaso você souber da (infeliz) existência de uma sessão de Gravidade dublado nas suas redondezas, por favor me informei através dos comentários, que com pesar, atualizarei as informações nesse post! E se for possível me passe o nome/site do cinema para serem incluídos aqui!





ANÁLISE: O Grande Gatsby

9 07 2013

O Grande Gatsby demonstra como o amor pode exercer forte influência na vida de alguém tanto para o bem, quanto para o mal. Como amor pode te levar a conquistar algo incrível, mas também pode te levar ao completo fracasso, ao desperdício de uma vida.

Narrado a partir do ponto de vista de Nick Carraway, um personagem que sofre com a apatia em tela de Tobey Maguire (da trilogia Homem-Aranha e Entre Irmãos), que não transmite qualquer tipo de energia à ele com uma atuação extremamente apagada e esquecível e isso acaba influenciando diretamente a fraca primeira metade do longa de Baz Luhrmann (Moulin Rouge – Amor em Vermelho e Austrália), sem fascinar o espectador sobre sua história de vida, contaminando assim toda a obra.

Em uma histérica Nova York de 1922 com sua elite nadando à grandes braçadas em rios de dólares, Nick nos apresenta um casal de conhecidos seus: Daisy (Carey Mulligan, Drive e Não me Abandone Jamais) e Tom Buchanan (Joel Edgerton, A Hora mais Escura e na animação A Origem dos Guardiões) que sofrem com a falta de amor no relacionamento – agravado pelo caso latente de traição do marido, até receber o inesperado convite para uma das espetaculares festas realizadas na mansão vizinha à sua residência. Mansão onde residia, claro, Gatsby. Essa demora em revelar o personagem principal (que não era segredo algum para os espectadores mais antenados) só prejudica o filme ao deixar a responsabilidade de condução da história sobre os ombros de Maguire.

O repentino carisma que Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio, A Origem e Os Infiltrados) passa a demonstrar por Nick, seu ‘old spot’, ocorre por puro interesse pessoal: se aproximar por Daisy, o grande amor de sua vida. Não só se tornar amigo íntimo de Nick, mas as festas promovidas por ele, a mansão escolhida estrategicamente, o seu estilo de vida, tudo o que diz respeito a Gatsby é de tal forma com o único intuito de ter novamente Daisy em seus braços, o que a vida e o seu passado humilde não permitiram.

Embora megalomaníaco, o plano de Gatsby chega muito próximo de seu objetivo e só não atinge o sucesso por sua culpa e de seu orgulho e a forma como isso é demonstrado no filme é decepcionante: ou devido a história original (de autoria de F. Scott Fitzgerald com a qual não tive contato anteriormente), ou por erro de adaptação mesmo. Mas como dizem, o filme tem que caminhar por si mesmo, acredito muito na última opção.

Se a história quase não rende, figurino e direção de arte são bastante elogiáveis ao retratar os modos e cotidiano americano da década de 20 – enquanto o primeiro não perdeu a oportunidade de realizar um belíssimo trabalho nas cenas de festas na grande residência de Gatsby ao vestir os inúmeros convidados, o segundo sabe contrastar muito bem o velho com o novo: nesse caso os logotipos em preto-e-branco no início do longa com a tecnologia em 3D. Já a forma de se abordar o aspecto das três dimensões ao longo da narração é completamente equivocada com os movimentos bruscos de câmera (mais clichê que isso, impossível) que não condizem com a história contada.

Nota-se, portanto, que o fraco O Grande Gatsby é um grande conjunto de escolhas e decisões equivocadas sendo poucos os pontos realmente positivos a serem apontados e com grande dificuldade em estabelecer sua trama, pecando tanto na construção de um possível clássico cinematográfico (estigma que a obra original carrega), quanto em colocá-lo como um filme moderno porque até os seus diversos efeitos especiais também falham, por exemplo, na construção dos cenários externos da Nova York da época. Tantas incongruências na história deixam dúvidas nessa análise também: O Grande Gatsby é um filme ruim com poucos detalhes positivos ou um filme mediano com vários pontos negativos?

NOTA: 2/5





ANÁLISE: Star Trek – Além da Escuridão

22 06 2013

A missão que salvou o planeta Nibiru Classe M e sua densa floresta vermelha da extinção custou o comando da nave USS Enterprise para o capitão Kirk (Chris Pine, de Incontrolável e Guerra é Guerra). Ele violou uma das regras da Federação ao permitir que os nativos do planeta vissem a espaçonave (audaciosamente pousada nas águas do oceano) após a bem-sucedida missão, executada por Spock (Zachary Quinto, da série Heroes e Margin Call – O Dia Antes do Fim), de neutralizar um vulcão em atividade e evitar sua erupção, que causaria a extinção do astro. Um excelente prelúdio do que Além da Escuridão nos reservaria e uma triunfante sequência inicial até a chegada dos caracteres do título do filme, embalados pela trilha sonora original que arrepia a todo momento que ecoa pela sala de cinema.

De volta a Terra, mais especificamente em Londres, um dos integrantes da Frota Estelar é fortemente chantageado. No desespero de conseguir a cura para sua filha internada internada em um hospital, o pai, em troca, comete um atentado suicida em uma das instalações com o arquivo da Federação na capital britânica. Ciente de todo o protocolo que a Frota segue nessas ocasiões, John Harrison (Benedict Cumberbatch, de Sherlock da BBC e Cavalo de Guerra) cria assim a oportunidade ideal para atacar todos os altos comandantes em único local, declarando guerra a Frota num claro movimento planejado, mesmo falhando em seus cruéis objetivos.

Numa história muito bem construída (escrita a seis mãos por Robert Orci, Alex Kurtzman e Damon Lindelof, velhos parceiros de J. J. Abrams), aproveitando de forma inteligente e o mais abrangente possível toda a mitologia e o universo criado por Gene Roddenberry, a narração segue para o hostil planeta de Kronos, lar dos Klingons. O roteiro consegue equacionar muito bem os momentos de bom humor (funcional através do carisma de Chris Pine) com o ritmo frenético da aventura baseado num escalonamento de ação com novas situações a todo momento, sem perder ritmo e foco e destinando importantes participações dos coadjuvantes, sem deixá-los de lado.

Mesmo sendo o diretor mais bem cotado atualmente em Hollywood (afinal está sob suas mãos a próxima leva de filmes inéditos de Star Wars), J. J. Abrams (Lost, Fringe, Felicity, Missão Impossível 3, Cloverfield – O Monstro e a lista de seus trabalhos não acaba mais) peca em não saber aproveitar a profundidade oferecida pelo 3D em sua primeira produção nesse formato. Sempre nos momentos de interação entre os atores, Abrams teima em colocar um ou outro personagem em primeiro plano, prejudicando a imersão do espectador na história, embora isso não deva ocorrer nas exibições convencionais em 2D e posteriormente em casa através do DVD. Mas como primeira experiência, J.J. se sai muito bem em outros momentos: as cenas especiais, obviamente, dando forte destaque para poeira espacial deixada pelas naves em velocidade de dobra; na sequência inicial por entre as árvores vermelhas ou o emergir da Enterprise do oceano.

Com uma participação menor em relação ao primeiro filme, o surgimento de Leonard Nimoy (da série Jornada nas Estrelas clássica) em tela continua emocionante. Um delírio nostálgico para muitos fãs do trabalho original.

Para quem conseguiu cativar a atenção de alguém que jamais teve contato com o Jornada antes de Star Trek em 2009 (e visto somente este ano), J. J. Abrams apresenta mais um trabalho bem executado ao ponto de deixar essa mesma pessoa ansiosa para 2016, provável ano de lançamento do terceiro filme. Uma leve deixa foi dada. Aguardemos então!

“O Espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave

estelar Enterprise prosseguindo em sua missão de explorar

novos mundos, pesquisar novas vidas e novas civilizações.

Audaciosamente indo aonde ninguém jamais esteve!”

NOTA: 5/5





O calendário das grandes franquias

15 01 2013

As grandes franquias cinematográficas que dominaram as bilheterias mundiais entre a década de 90 e a década passada, prometem movimentar mais uma vez o bilionário mercado do cinema.

Só pelos números ordinários das sequências, a gente pode ter alguma ideia do sucesso que elas trazem consigo: 5, 7, 5*, 5, 4, 2…

5 —>PIRATAS DO CARIBE 5:

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Johnny Depp (Edward Mãos de Tesoura e Alice no País das Maravilhas) vem reprisar mais uma vez o excêntrico capitão Jack Sparrow. Retorna com ele também, o produtor Jerry Bruckheimer. Enquanto o roteiro da nova aventura irá passar por uma revisão, a Disney já marcou a sua data de estreia: 10 de julho de 2015. Anotem aí!

 

 

7 —> STAR WARS 7:

star-wars-guerra-nas-estrelas-yoda-mcdonalds-zx_MLB-O-2711451588_052012Mais uma grande estreia incluída com assinatura Disney. O sétimo filme de Star Wars veio junto com anúncio da compra da Lucasfilm (até então com George Lucas como proprietário) pela Walt Disney Company por US$ 4 bilhões, colocando já em seus planos não apenas o 7º, mas mais uma nova trilogia inteira pela frente. Seguindo os planos inciais, Star Wars VII chega as telonas também em 2015, sendo sucedido por Star Wars VIII em 2017/2018 e Star Wars IX lá para 2019/2020.

 

5 —> (o apelidado carinhosamente de O Senhor dos Anéis 5) O HOBBIT – A DESOLAÇÃO DE SMAUG:

o hobbit 250Já tem data certinha nesse final de ano: 13 de dezembro (preciso lembrar da ilustre e exorbitante presença de Evangeline Lilly – da série Lost e Gigantes de Aço – aqui?) . Enquanto o início da aventura de Bilbo Bolseiro ao lado de Gandalf e mais 12 anões já ultrapassou os 600 milhões de dólares na bilheteria mundial, essa nova trilogia baseada na obra homônima de J. R. R. Tolkien já tem data para acabar: 18 de julho de 2014 com a estreia de O Hobbit: Lá e de Volta Outra Vez.

 

5 —> DURO DE MATAR – UM BOM DIA PARA MORRER:

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Com Bruce Willis (O Sexto Sentido e Moonrise Kingdom) encarnando novamente John McClane. O longa, assim como o último Missão Impossível de Tom Cruise (Top Gun – Ases Indomáveis e Minority Report – A Nova Lei), tem a Rússia como pano de fundo para o desenrolar da sua história. Entre todas as franquias listadas nesse post, esse é o filme que tem a estreia mais próxima: dia 22 do próximo mês.

 

 

4 —> JURASSIC PARK 4:

jpark 250Outro filme que só chega aos cinemas em 2014: mais precisamente em 14 de junho (ao menos nos EUA). Além da data de estreia sabe-se apenas que Steven Spielberg ocupará o cargo de produtor e que os roteiristas do bom Planeta dos Macacos – A Origem, Rick Jaffa e Amanda Silver, serão responsáveis pelo script dessa quarta aventura jurássica que chegará as telonas em três dimensões. E por falar em 3D, o terceiro Jurassic Park reestreia dia 30 de agosto de 2013 nesse formato.

 

2 —> AVATAR 2:

avatar 350O roteiro, por enquanto, está apenas na cabeça de seu criador, James Cameron. Mas assim que as palavras estiverem no papel e a FOX liberar mais essa (quem sabe, milionária) produção, Avatar 2 tem tudo para chegar aos cinemas em dezembro de 2014 e o terceiro em dezembro do ano seguinte. A exemplo do realizado na trilogia de O Hobbit, James Cameron também irá adotar a tecnologia dos HFR (high frame rated) na captação das imagens de retorno ao planeta de Pandora.





O Hobbit | Vendas antecipadas a partir de 15 de novembro

9 11 2012

ATENÇÃO: Se você quer mais informações sobre a venda antecipada de O Hobbit: A Desolação de Smaug, saiba que o post correto é esse -> http://wp.me/puugm-Au

POST COM UPDATE EM 15/11, 16/11 e 22/11/2012

A partir do próximo dia 15 de novembro, quinta-feira, você já pode ir garantindo sua passagem de retorno ao fantástico mundo da Terra-média.

Seja o primeiro a embarcar numa jornada inesperada com Bilbo Bolseiro e Gandalf, adquirindo antecipadamente seu ingresso para o primeiro filme de uma trilogia baseada no livro O Hobbit, que antecede os acontecimentos narrados em O Senhor dos Anéis, que volta contar com a direção de Peter Jackson e retorno de grande parte do elenco da excepcional saga do Um Anel!

O HOBBIT – UMA JORNADA INESPERADA

  • VENDAS ANTECIPADAS: 15 de novembro nas principais redes de cinema!
  • ESTREIA: 14 de dezembro!

EDIT 15/11/2012: De acordo com a apuração do Universo E!, ao contrário de nossa informação anterior, as vendas antecipadas para O Hobbit – Uma Jornada Inesperada foram realmente liberadas para hoje, dia 15, mas não nas principais redes como dito aí em cima.

A aquisição da entrada antecipada é válida apenas para os complexos da rede Cinemark em São Paulo e o Kinoplex Vila Olímpia também na capital paulista. Para tanto, o usuário deverá comprar através do site Ingresso.com usando o navegador Chrome. O horário disponível é para a pré-estreia no dia 13 de dezembro às 23h55 (print da tela abaixo).

Agradecemos a sua audiência e nos desculpamos pela informação equivocada. Assim que surgir mais detalhes esse post será atualizado imediatamente!

EDIT 16/11/2012: Vídeo de divulgação do Chrome a respeito da vendas de ingressos para a pré-estreia. Embora a narração se refira apenas a rede Cinemark, também há possibilidade compra para o Kinoplex Vila Olímpia.

EDIT 22/11/2012: Agora sim! Válida para principais redes exibidoras em determinadas cidades do Brasil. A partir dessa sexta, tem venda liberada para  a pré-estreia de O Hobbit – Uma Jornada Inesperada em sessões convencionais legendadas e dubladas, como também em 3D, também dublado e legendado.

Em uma pesquisa rápida em Campinas, a venda estará liberada no Kinoplex Dom Pedro com o longa nas quatro versões descritas acima. Como é humanamente impossível conferir uma a uma as cidades, vocês leitores tem disponível o comentário desse post para indicar onde as vendas para a pré-estreia estão disponíveis. Se quiserem, também podem deixar o seu local de interesse nos comentários que tentarei lhes manterem informados. Qualquer novidade sobre as pré-vendas nas salas IMAX de São Paulo também terão sua própria atualização nesse post.

O grande dia está chegando!!! E sabem o melhor? O Hobbit – Uma Jornada Inesperada terá 195 minutos de duração, ou 3h15min!!!





A pré da pré-estreia

2 07 2012

Já não chega a exploração das distribuidoras brasileiras em programar para as pré-estreias de 00h01 apenas sessões 3D (legendadas ou nas abomináveis sessões dubladas), agora elas batem sem dó na cara de seus fiéis espectadores. A mais absoluta verdade porque quem está disposto a ir numa sessão a meia-noite é o mais fiel cliente que as redes de cinema tem!

Além da pré-estreia, resolveram criar a pré da pré-estreia, enganando de uma forma extremamente baixa aquelas pessoas que garantiram, com quase um mês de antecedência, o seu lugar na sessão da virada da noite, achando que seriam os primeiros a ter contato com a respectiva produção, pois há essa ‘inveja boa’ de ser um dos primeiros a conferir um longa, algo inerente aos apaixonadas e aficionados por cinema.

Uma semana antes da estreia oficial, numa pura jogada de marketing e sem um mínimo respeito ao consumidor, essa tal distribuidora decide agendar outras sessões nos três dias que antecedem a estreia de O Espetacular Homem-Aranha, muito tempo após o início das vendas para a pré-estreia do primeiro minuto de sexta-feira. Um verdadeiro absurdo! Por que eles acham realmente se houvesse essas duas opções bem antes, eu escolheria a de meia-noite, com tantos horários disponíveis e regulares e BEM antes da abertura de sexta-feira?!

Um acessório indispensável para essa falsa pré-estreia é o nariz de palhaço, não é mesmo Columbia Pictures?





Um cinema; múltiplas atrações

17 05 2012

Embora não tenha vivido o áureo tempo dos elegantes e suntuosos cinemas de rua, é interessante acompanhar a fase que os cinemas de shopping, os multiplex’s, vem passando.

O Brasil, desde que ganhou o seu primeiro complexo de cinemas em 1997, vem consolidando o seu mercado exibidor. E os brasileiros puderam se acostumar a ir aos shoppings centers e encontrar em um só local, diversos filmes em cartaz.

Hoje os cinemas oferecem várias formas para se conferir uma produção cinematográfica: o bom e velho 2D convencional ou utilizando os óculos para os filmes formatos em três dimensões. Outros cinemas selecionados oferecem ainda a possibilidade de imergir na imensa tela IMax. Isso sem contar as opções de dublado e legendado.

Mas de uns tempos para cá, filmes deixaram de ser a única opção a ser exibida nas telonas graças a tecnologia digital. Empresas, com destaque para a Mobz Live, oferecem em parceria com exibidores pelo país uma gama variada de atrações para todos os gostos.

Vários shows podem ser transmitidos ao vivo do país onde se realizam direto para a sala de cinema e tudo em 3D. Também há a possibilidade de gravação desses espetáculos para exibição posterior. Inclui-se aqui também outros shows como os sofisticados ballets e óperas, que podem ter transmissão simultânea às suas realizações em Nova Iorque ou Moscou.

Mais recentemente foi incluída mais uma opção que pode ser desfrutada no cinema: a exibição de partidas de futebol. Muito disso de
ve-se aos grandes espetáculos que são os jogos promovidos pelos campeonatos europeus, cá entre nós, dignos de uma tela grande.

O que pesa ainda contra essas atrações, por enquanto, é o preço salgado  já que o ingresso pode chegar a custar a bagatela de R$ 60,00. Mas vamos torcer para que, com a popularização e com adesão de mais espectadores a essas atrações, os preços caiam e mais gente ainda possa ter a oportunidade de conferir essas outras opções que o cinema pode oferecer.

Oportunidade inédita que poderei acompanhar nesse sábado com a transmissão ao vivo e em 3D da final da UEFA Champions League 2012 (Bayern de Munique x Chelsea) nesse sábado a partir das 15h30. Se sua cidade possuir uma unidade do Kinoplex ou Cineflix são grandes as chances de você poder conferir esse show de bola também!





A primeira vez de um clássico

4 03 2012

Todos possuem um filme especial, muito querido para si. Seja pelas atuações, pela trilha sonora, pela fotografia, pela história ou por tudo isso junto.

Há outros filmes que ultrapassam todos os limites e tornam-se clássicos, entrando para a história da Sétima Arte. Tornam-se memoráveis.

Clássicos ou não, os filmes que cultuamos preenchem um significativo espaço em nossa memória afetiva. Acabam sendo relacionados a uma época, uma fase de nossa vida, a uma situação alegre (ou não), a uma pessoa, a um local. E conforme o tempo passa, essa lembrança permanece vívida no pensamento. Chega até causar espanto quando relembramos o filme e constatamos quanto tempo passou desde a primeira vez que tomamos contato com tal obra. Então, entristecemos também, afinal envelhecemos.

O cinema tem essa capacidade de produzir obras memoráveis (e outras nem tanto) em todas as suas épocas, desde sua origem há mais de 100 anos até o ressurgimento das exibições em 3D. Com pouca tecnologia ou baseando-se totalmente nela, boas histórias sempre foram contadas e tornaram-se relevantes com o passar do tempo, ultrapassando as limitações da mortalidade humana.

Por isso é prazeroso fazer parte da história do cinema como espectador e presenciar a realização de uma obra épica da Sétima Arte – e as nuances desse feito entram para a eternidade e você se lembrar que estava no cinema na época da estréia. Da mesma forma e com prazer equivalente, descobrimos outras grandes realizações do passado, reveladas numa época em que nem sonhávamos existir. Gostoso imaginar a exibição de tal obra em seu lançamento: as filas e as expectativas nas filas dos imponentes cinemas de rua, o burburinho do público, os comentários dos críticos e da imprensa.

Mesmo que uma obra audiovisual esteja cercada e provoque tantos sentimentos, não há emoção maior do que aquela obtida na primeira vista, no primeiro contato, no primeiro vislumbre. Mesmo que, e certamente acontecerá outras vezes, voltemos a assistir posteriormente tal filme, os bons sentimentos estarão presentes, mas não o impacto da primeira vez que você o assistiu.

Outra forma de sentir novamente aquele frio na espinha é quando apresentamos o nosso objeto de desejo pela primeira vez à outra pessoa. Assistindo com uma companhia, você terá a oportunidade de observar as reações e as impressões que a pessoa terá durante a exibição, semelhantes às suas. Essas descobertas devolverão, mesmo que em menor escala, a fantasia do clássico.

Tudo isso que acabei de descrever está prestes a ocorrer comigo. Na minha coleção de DVD’s – o que engloba filmes e séries – está um clássico unânime da Sétima Arte. E esperei o momento oportuno (ou uma melhor ocasião) para ter esse primeiro encontro com o tal ‘clássico’. Assim, mais uma grande produção de Hollywood deixará de ser inédita para mim em um momento muito especial.

Quase nove anos depois de descobrir um dos melhores sites brasileiros (senão o único) de cinema e acompanhar não só a vida profissional (pelo site Cinema em Cena), mas a vida pessoal (através de seus relatos no blog) do crítico Pablo Villaça, terei a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Nessa segunda, dia 05, inicia-se o curso de Teoria, Linguagem e Crítica Cinematográfica ministrado pelo crítico pela segunda vez aqui em Campinas. Uma admiração que inspirou a criação desse blog, Universo E!, embora a minha leitura dos filmes não sejam tão brilhantes quanto a dele.

Para celebrar essa minha conquista especial, já programei para logo após o curso de Pablo Villaça, conferir a premiada e conceituada trilogia de O Poderoso Chefão de Francis Ford Coppola. Depois de aguardar tanto, acho que não há ocasião melhor para conferir tal clássico!





ANÁLISE: A Invenção de Hugo Cabret

3 03 2012

Hugo Cabret é uma singela homenagem ao cinema feita pelo próprio cinema. Uma homenagem ao cinema em seu início, onde as produções eram feitas quase que amadoramente e se concretizavam graças ao esforço e ao empenho de seus idealizadores, tamanha a dificuldade converter um roteiro em uma película.

Hugo Cabret (Asa Butterfield, O Menino de Pijamas Listrados e da série Merlin) é um garoto “especialista em consertar coisas”, como diz um dos personagens em determinado momento do filme. Essa aptidão aprendeu com o seu pai, relojoeiro de profissão (uma participação especial de Jude Law). A habilidade foi mantida ao longo da infância após a morte do pai em um incêndio, quando então ficou aos cuidados do tio, responsável por manter pontuais, os relógios de uma estação ferroviária parisiense.

Mas o apego do menino com o pai permaneceu vívido na figura de um autômato, um androide de lata, que funciona com as mesmas peças e mesmos mecanismos presentes nos relógios. Obtido de um museu com defeito, o conserto do androide tornou-se a obsessão do garoto, já que o pai não teve a oportunidade de vê-lo funcionando.

Para tanto, Hugo precisava de peças que não possuía, mas havia uma abundância delas numa antiga loja de brinquedos na estação. E nos momentos oportunos, o garoto tinha a chance de roubá-las até que, um dia, foi pego pelo proprietário, o senhor George Méliès (o irreconhecível Ben Kingsley,  Ilha do Medo e Príncipe da Pérsia) que retomou algumas de suas peças e uma caderneta cheia de anotações, rascunhos, esboços e outros detalhes técnicos criados pelo pai de Hugo a respeito do conserto do autômato.

Inexplicavelmente, Méliès ficou atônito com aquelas descrições, mais pelas recordações que as marcações traziam do que pela possibilidade de um garoto tê-las escritas. Assim, ficou difícil para o garoto recuperar o pequeno caderno, mesmo tendo a ajuda da filha do George, Isabelle, uma aventureira nata inspirada pelos livros que devorara, que nunca tivera a oportunidade de vivenciar uma aventura real, interpretada aqui pela nova e veterana atriz Chloë Grace Moretz (uma rápida busca no IMDB revela participações em 40 produções com apenas 15 anos, destacando-se (500) Dias com Ela e Deixe-me Entrar).

Sempre pelos esconderijos e corredores ocultos da estação, Hugo obtinha o que queria (peças ou alimentos), sempre observando os passageiros e os comerciantes que tinha expediente no local. Vale ressaltar que a maioria dos personagens parecem ter sidos retirados de uma fábula e inseridos ali na estação: a florista, a madame e o seu cãozinho e a sua paquera, que sempre tentava cortejar a senhora mas era impedido pelo canino e o guarda com perna mecânica (comportado personagem de Sacha Baron Cohen, Borat e o ainda inédito O Ditador), na sua incansável batalha de livrar a estação de toda e qualquer criança órfã que tinha potencial para se tornar um pedinte. Não é a toa que Hugo vive constante embate com o desajeitado guarda ao longo da projeção. São esses personagens que caracterizam A Invenção de Hugo Cabret como uma fábula para adultos.

Interessante notar que Martin Scorsese ao acompanhar Hugo e Isabelle para a montagem definitiva do autômato, explora com muita maestria a tecnologia 3D, com uma profundidade constante nas cenas e até o mais clichê das cenas existentes nesse formato: câmera e personagens caindo através de trilhos e tobogãs; outra utilização recorrente vista anteriormente em O Gato de Botas, por exemplo, é a câmera andando rapidamente bem próxima ao solo em um longo plano.

E é a mais nova tecnologia em uso atualmente em Hollywood, a filmagem e a exibição de filmes em três dimensões (tudo em uma cópia digital) que cultua e homenageia o cinema em sua origem, em sua essência: a montagem e a colagem de fotografias em sequência para criar a impressão de movimento, o filme em si.

Se A Invenção de Hugo Cabret convence habilmente e transporta o seu espectador para o seu mundo mágico e fascinante, com o auxílio de seu experiente elenco (entre outros, é bom ver Christopher Lee em ação novamente), só temos um ponto negativo: o seu ator-mirim principal: em alguns momentos chave da exibição, Butterfield não empregar a carga exata de emoção que a cena exigia, o que nos tirava um pouco do cenário e nos remetia novamente à sala de cinema. Mas nada que conseguisse tirar o brilho de A Invenção de Hugo Cabret nos proporcionou.








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Secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação.

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