Breves & Curtas #8 (Especial Oscar 2014)

22 02 2014
Tom Hanks voltando ao campo das grandes atuações.

Tom Hanks voltando ao campo das grandes atuações.

CAPITÃO PHILLIPS – Richard Phillips (Tom Hanks, de A Viagem, O Código da Vinci e do inédito Walt nos Bastidores de Mary Poppins) é um experiente capitão de uma empresa de navios cargueiros. Mesmo com os anos de profissão, a família ainda não se acostumou com essa rotina constante em que ele fica durante longos períodos fora de casa. Como um filme que se foca basicamente com os apuros do personagem de Tom Hanks em alto-mar próximo à costa da Somália, o longa reserva uma breve introdução para construir essa dinâmica familiar.

Uma vez em águas internacionais, o cargueiro pelo qual Phillips é responsável começa a ser ameaçado pelos conhecidos piratas do país africano com quem o capitão lida de todas as formas possíveis para afugentá-los até que o inevitável acontece e o cargueiro é sequestrado. Até certo ponto é irônico perceber como algo tão grande como um cargueiro pode ser tão vulnerável à dois pontos verdes e minúsculos no radar.

Tom Hanks vem de muitos projetos de qualidade duvidosa ultimamente, quer por comodismo quer por falta de opções melhores, acabavam não exigindo todo o potencial dramático que ele, Hanks, certamente possui. Isso é facilmente perceptível ao longo do filme de Paul Greengrass (também diretor de dois filmes da trilogia Bourne – A Supremacia e O Ultimato e Voo United 93), uma projeção que exige, de tempos em tempos, esse profissionalismo do veterano: seja a expressão facial de preocupação de Hanks quando seu navio é invadido ou nos outros diversos momentos de grande aflição, quando o capitão lida diretamente com os piratas.

Um dos pontos fortes do longa é a forma do desenrolar de sua ação dentro de um espaço limitado – o cargueiro – com cenas tão intensas que nem filmes com uma cidade inteira de cenário conseguem alcançar. Se isso é facilmente atingido aqui, muito se deve ao inimigo a altura que Hanks tem pela frente: o somaliano inexperiente Barkhad Abdi, indicado ao Oscar como melhor ator coadjuvante e ganhador do BAFTA pela mesma categoria no seu primeiro trabalho no cinema.

Para solucionar toda a situação o Capitão Phillips acaba caindo no estereótipo dos filmes que reafirmam a soberania e a supremacia dos EUA perante o mundo, quando a situação do capitão ganha importância internacional, merecendo uma operação militar americana à altura. Mas nada suficiente o bastante que pudesse comprometer a interessante narrativa apresentada até aqui.

NOTA: 4/5

Quando o livro é melhor que o filme. De novo!

Quando o livro é melhor que o filme. De novo!

A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS – Como é difícil a adaptação de um livro para os cinemas, não é mesmo? Como diz meu irmão, o livro é o complemento narrativo em relação aos cinemas. Embora muitas vezes a narrativa escrita venha primeiro que a cinematográfica, o primeiro contato que devemos ter com a história deve ser sempre com o filme e aí então, deveremos partir para o livro. Essa regrinha básica, se respeitada, evitará grande transtornos ao cinéfilo/leitor como o que me acometeu com a obra de Marcus Zusak.

Tudo o que o autor colocou entre as páginas de A Menina que Roubava Livros está lá no filme. Mas pelo simples fato de ter o lido (numa época que nem sabia e nem se planejava a adaptação dele para os cinemas), fez com que não funcionasse para mim. Mas pela quantidade de gente que saiu chorando ou fungando da sessão, sou um fato isolado aqui.

As passagens que considero as melhores do livro, tanto em questão de emoção ou de humor, estão no filme. Até os atores escalados (com uma única exceção que comentarei no parágrafo a seguir) para os seus respectivos personagens em momento nenhum causam algum tipo de repulsa: a menina e canadense Sophie Nélisse (O Que Traz Boas Novas) está ótima como Liesel, retratando a inocência e a coragem na medida certa da protagonista; Rudy com Nico Liersch (Blackout) continua sendo o malandro e companheiro dela como nas páginas; Hans e Rosa Hubbermann, os veteranos Geoffrey Rush (da franquia Piratas do Caribe e O Discurso do Rei) e Emily Watson (da animação A Noiva Cadáver e Cavalo de Guerra) respectivamente, não podiam ter atores melhores escalados; Ben Schnetzer (Ben’s Plan e da série Happy Town) como Max também. Inclusive os papéis menores tiveram suas escolhas acertadas. Mas afinal, o que há de errado com o filme de A Menina que Roubava Livros?

Sinceramente, não consigo responder essa questão. Logo no primeiro momento o que me causa estranheza é o narrador no filme. Todos sabem que os fatos da vida de Liesel Meminger são narrados a partir do ponto de vista peculiar da Morte. Na minha leitura, todas as intervenções pessoais que a Morte realizava no livro possuía uma voz feminina, jamais imaginei que fossem adotar uma voz masculina para esse papel. Esse grande ‘pequeno detalhe’ talvez seja o crucial para a minha experiência negativa com o filme.

Se já não estava comprando a história mostrada ali vem um aspecto que considero vergonhoso e que o filme não merecia: como pode um produto vendido aos quatro ventos como uma produção do mesmo estúdio de As Aventuras de Pi ser concluído com efeitos especiais tão mesquinhos? Principalmente na parte final com os ataques de bombas, os efeitos delas (ridícula a forma como um caminhão é explodido) são terrivelmente amadores. Isso porque o filme se beneficia do fato da presença de todos os personagens (com a exceção de Max) estarem no porão e a abordagem das explosões serem apenas a partir de efeitos sonoros. Inadmissível!

Posso afirmar então que o problema de A Menina que Roubava Livros seja a junção de dois fatores: um que afeta todos que o assistem que são os efeitos visuais muito aquém para os padrões atuais do cinema e outro, que afeta diretamente quem já leu o livro (e variará de pessoa para pessoa), que é a falta de um pouco de magia e encantamento da história que se perdeu durante a sua adaptação. Mas confesso: é uma pena que isso tenha acontecido!

NOTA: 2/5

Ocupando a vaga de outro filme melhor na categoria de melhores filmes

Ocupando a vaga de outro filme melhor na categoria de melhores filmes

PHILOMENA – Philomena é de longe, um dos filmes mais fracos dos indicados ao Oscar de melhor filme esse ano. Menos por sua história e mais pelo sério problema de ritmo que sua narração apresenta. A personagem que dá título à trama teve duas grandes infelicidades em sua adolescência na Irlanda: primeiro, estudar em um internato de freiras e segundo, ficar grávida durante esse período.

Devido às aventuras carnais, Philomena (Judi Dench, esteve presente nos últimos sete (!) filmes de James Bond e Notas sobre um Escândalo) foi devidamente castigada pelas irmãs, sofrendo barbaridades durante o complicado parto que teve sem auxílio médico algum, trabalhando sem remuneração durante sete dias por semana até que se vê permanentemente separada de seu filho ao ver este ser adotado sem o seu consentimento. Fato que escondeu durante 50 anos.

O longa passa a acompanhar a busca, por três países, de uma mãe pelo paradeiro do filho cinquenta anos depois de seu nascimento com o auxílio do jornalista em crise Martin Sixsmith (Steve Coogan, Trovão Tropical e A Festa nunca Termina) em soube do caso por intermédio da filha dela Jane (Anna Maxwell Martin, de Amor e Inocência). Nessa trajetória que Philomena tem os seus maiores problemas. Nem o característico humor britânico consegue melhorar a interação de Judi Dench (com uma atuação mediana que nem de longe lembra a carismática agente M dos filmes de James Bond) com Steve Coogan, que não convence em momento algum com o seu personagem. Quando os poucos flashbacks – onde Sophie Kennedy Clark (Ninfomaníaca e Sombras da Noite) vive Philomena em sua fase jovem) – se tornam mais interessantes que a narrativa principal é justamente porque alguma coisa está errada.

E olha que a história poderia muito bem render um filme melhor até pelas características que possui e pelas denúncias que evidencia, onde emocionaria facilmente o seu espectador, mas não consegue fazê-lo. De aproveitável mesmo é a atitude de Philomena em sua conclusão, uma escolha muito mais cristã do que aquelas que juraram fidelidade, se declararam servas e viveram única e exclusivamente em nome de um ser superior.

NOTA: 2/5

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RETROSPECTIVA 2012 – parte 2

28 12 2012

JULHO – O segundo semestre de 2012 começou com uma crítica a distribuidora Columbia Pictures que, iniciando as vendas para a sessão de pré-estreia a meia-noite para  O Espetacular Homem-Aranha, resolve numa grande picaretagem, abrir pré-estreias regulares ao longo da semana de estreia. E sem nenhum aviso prévio acaba cancelando as sessões da meia-noite. Mas mesmo assim, o fraco longa do aracnídeo protagonizado por Andrew Garfield (A Rede Social e Não me Abandone Jamais) ganhou a sua análise.

Carly Rae Jepsen, dona de um dos grandes hits de 2012: Call me Maybe!

Carly Rae Jepsen, dona de um dos grandes hits de 2012: Call me Maybe!

Uma desculpa recorrente ao longo do último semestre foi o ‘vazio criativo’ na elaboração de novos posts para o Universo E!. Para manter o blog porcamente atualizado, um dos métodos mais utilizados por mim é partir para as músicas. Em julho os hits de Rihanna (Where Have You Been), Carl Rae Jepsen (Call me Maybe) e The Wanted (Chasing the Sun) foram os escolhidos para, popularmente dizendo, tapar o sol com a peneira, ou seja, colocar algum conteúdo novo por aqui quando a criatividade não ajuda.

Para finalizar este mês tivemos o triste incidente que manchou a estreia da conclusão de uma das mais bem-sucedidas franquias baseadas em super-heróis com o massacre da cidade de Aurora nos EUA, durante uma sessão de pré-estreia do filme Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, vitimando 12 vidas inocentes…

Cena de Um Evento Feliz, com o ator Pio Marmaï (esq), que também protagonizou o francês Alyah

Cena de Um Evento Feliz, com o ator Pio Marmaï (esq), que também protagonizou o francês Alyah

AGOSTO – Foi um mês de felicidade extrema com a realização do Festival Varilux de Cinema Francês 2012. Dos 17 filmes inéditos exibidos, o Universo E! comentou sobre 11 filmes: A Filha do Pai, A Vida vai Melhorar, Um Evento Feliz, Intocáveis, Paris-Manhattan, Aqui Embaixo, My Way – O Mito além da Música, E Agora, Aonde Vamos?, O Monge, Alyah e Políssia. Realizamos assim a maior cobertura até aqui de um festival de cinema, em quase um mês inteiro dedicado a este evento (dia 01, dia 02 e considerações finais), uma vez que foi finalizado com algumas análises sendo postadas em setembro.

SETEMBRO – O ano de 2012 pode ser marcado como um ano de extremos. Saímos de um mês de grandes alegrias para um setembro de grandes perdas tanto para o Cinema quanto para a cultura brasileira: perdemos o ator Michael Clark Duncan, dia 03  (À Espera de um Milagre) e a apresentadora de televisão Hebe Camargo, dia 29. E foi também no funeral da comunicadora que obtivemos uma das imagens mais tocantes, com o selinho dado por Silvio Santos no corpo de Hebe durante o velório.

Para não ficarmos apenas nos fatos tristes, o Google comemorou o 46º aniversário de Star Trek com um doodle muito bem produzido e tivemos o anúncio das vendas antecipadas para o filme de conclusão da saga Crepúsculo: Amanhecer – parte 2.

OUTUBRO – Mais uma evidência de como a criatividade andou em baixa por aqui com apenas duas atualizações, no primeiro e no último dias do mês: no primeiro dia foi mais uma edição de A Rede pelo Twitter alertando sobre um possível retorno da girl band Rouge. Ficou reservado para o último dia de outubro o anúncio da venda da Lucasfilm para a Walt Disney Company, um negócio feito por George Lucas, o fundador, e pegou a todos de surpresa. Foi engatilhado junto com a venda o início da produção de um sétimo filme baseado na saga de Star Wars.

NOVEMBRO – Mais um comentário sobre o interessante exercício de associar uma música à um livro, o que digo sempre, enriquece a sua experiência literária. O livro da vez foi A Menina que Roubava Livros. Música: Shadow of the Day, do grupo Linkin Park, mas na versão dos meninos do Boyce Avenue.

Em novembro tivemos a conturbada informação sobre as vendas de ingressos para a pré-estreia de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, que teve uma abertura inicialmente restrita a Cinemark em São Paulo e depois, gradualmente, sendo liberada em outras redes de cinema nas mais diversas cidades brasileiras. Outra excelente boa notícia foi a realização de maratona das versões estendidas dos filmes da trilogia O Senhor dos Anéis.

A rede Cinemark (apesar dos pesares) também trouxe O Hobbit em HFR e ainda promove o Projeta Brasil Cinemark nos meses de novembro!

A rede Cinemark (apesar dos pesares) também trouxe O Hobbit em HFR e ainda promove o Projeta Brasil Cinemark nos meses de novembro!

Análises dos filmes inéditos: o argentino Elefante Branco e o juvenil As Vantagens de ser Invisível. E o projeto Projeta Brasil Cinemark finalizou o mês, sendo vistos os longas Xingu e Gonzaga – De Pai pra Filho.

DEZEMBRO – Mês de festas. Mês de retrospectivas. Mês do fim do mundo. Mês de poucas atualizações. Mês reservado para falarmos sobre o problemático Moonrise Kingdom (em breve). Mês de retornamos a Terra-média com O Hobbit – Uma Jornada Inesperada, inclusive com um novo formato de imagem – o HFR (high frame rate). Mês de conferirmos As Aventuras de Pi, o novo longa de Ang Lee, que em breve também ganhará sua análise por aqui.

Dezembro é o mês de agradecermos a você, caro e querido leitor, pelas visitas e pelos comentários realizados ao longo desse ano e convidá-los a continuar conosco em 2013. Afinal sua presença é essencial ao Universo E!

O UNIVERSO E! deseja a todos vocês, um feliz e próspero 2013!!!

O UNIVERSO E! deseja a todos vocês, um feliz e próspero 2013!!!

É em dezembro também que desejamos a vocês, os mais sinceros votos de felicidade, prosperidade e de grandes realizações para 2013. E que o próximo ano seja repleto de bons filmes e boas séries! Até lá!





Combinação livro x música – um exercício (parte 2)

2 11 2012

Cumprindo o prometido, volto a comentar com vocês o excelente exercício que encontrei de associar uma canção à um livro.

Na primeira vez (clique aqui se você ainda não leu a primeira parte), falei como ‘Sunshine on my shoulders’ encaixou-se perfeitamente em minha leitura de A Cidade do Sol. Dessa vez, a tarefa foi encontrar uma música que combinasse com a narrativa de A Menina que Roubava Livros, o que não foi uma decisão fácil.

O interessante nessa atividade é fazer a combinação livro x música as cegas, uma vez que não se tem nenhum contato anterior a obra literária. Assim, a escolha baseia-se na grande parte das vezes na própria sinopse do livro e com a música (título e/ou letra) tenha algo que remeta ao nome e/ou temática do livro.

Na trama de Markus Zusak não tinha muito detalhe que pudesse me ajudar. Fugindo de possíveis spoilers que resumos espalhados pela internet, só havia essa forte afirmação na contra-capa para me direcionar: “Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler”.

Foi assim que passei a buscar algo relacionado ao tom sombrio que o livro eventualmente assumiria e não fosse óbvio com death logo de cara. A minha escolha (da qual tive imenso orgulho conforme a leitura transcorria) foi ‘Shadow of the day’ do Linkin Park, mas na batida tranquila e acústica dos meninos de Boyce Avenue. E se tornou muito bem apropriada para as idas e vindas de Liesel Meminger. Principalmente na parte “In cards and flowers on your window /// your friends all plead for you to stay” relembra a movimentada Rua Himmel e as interações de Liesel com seus colegas, incluindo aí a sua paixão juvenil Rudy Steiner.

Mesmo com as passagens bem-humoradas, já sabemos de antemão que a história irá adotar e abordar passagens trágicas. Não se pode esperar algo diferente de um relato contado pela própria Morte “em pessoa”.

Reforço, mais uma vez, de como é gratificante o processo de busca e de relacionar uma música à uma leitura. Um estudo que inevitavelmente trará ao seu conhecimento novos cantores e tornará o ato de leitura ainda mais prazeroso!

P.S.: E já há um livro e uma música para um terceiro post!





RETROSPECTIVA 2011 – parte 2

21 12 2011

RETROSPECTIVA 2011

JULHO

Era julho de 2011 quando a guerra chegou a Hogwarts.

O Universo E! não teve descanso no mês das férias!

Logo no início do mês, noticiamos o prêmio ganho pelo documentário Senna no Festival de Cinema de Los Angeles. Depois foi a vez de Evangeline Lilly se juntar ao elenco de O Hobbit, que resgatará quase em sua totalidade todo o elenco presente na trilogia original.

A 00:01 de 15 de julho de 2011 (após 7 horas de fila) chegou ao fim uma das maiores sagas já produzidas pelo cinema: neste exato momento teve a exibição de Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 2. O gran finale ganhou sua análise no mesmo dia de exibição e uma descrição um pouco mais detalhada sobre a grande farra que foi a ocasião ao lado de centenas de fãs que lotavam o saguão do Kinoplex do Parque Dom Pedro Shopping em Campinas.

A Rede pelo Twitter ganhou sua segunda edição abordando as férias, o Vale a Pena Ver de Novo e a novela O Clone:

Sobre as nossas cabeças o sol 

Sobre as nossas cabeças a luz

 Sobre as nossas mãos a criação

 Sobretudo o que mais for o coração”…

E enquanto fazíamos a nossa observação sobre a nova tendência cinematográfica de partir em dois filmes a adaptação de um livro ou assistíamos ao longa Não me Abandone Jamais, morria na Inglaterra a cantora Amy Winehouse.

AGOSTO

No mês do folclore revelei uma das maiores bizarrices que cometo: associar uma música para que ela seja tema de um livro que estou lendo. Na época, a leitura era A Cidade do Sol. E a maluquice repetiu novamente, dessa vez com A Menina que Roubava Livros, que compartilharei novamente assim que terminar a leitura.

Em agosto a Hora do Horror – Hopi Hari chegava em sua 10ª edição, e a primeira vez que o evento foi noticiado aqui no Universo E! No mesmo mês, como fã incontestável de J. J. Abrams e Steve Spielberg, tive certo receio de comentar sobre o fruto da parceria cinematográfica dos dois: Super 8.

SETEMBRO

Universo E! mais de 100 acessos por hora durante o Rock in Rio

Em setembro não teve para ninguém: Rock in Rio; Rock in Rio e Rock in Rio, bebê!!!

Mas antes do mega evento de música que ocorreu no Rio de Janeiro, vamos nos focar nas outras novidades que o mês de setembro teve: começamos a disponibilizar com mais frequência matérias especiais traduzidas das edições internacionais do grupo Metro – por exemplo, nesse mês falamos de Zoe Saldana no filme Em Busca de Vingança e de Taylor Lautner no thriller Sem Saída; tornamos viciados no Angry Birds para o Google Chrome; Nissan colhia os bons frutos dos pôneis malditos; era lançado nos cinemas Planeta dos Macacos – A Origem e a Disney anunciava a instalação do parque temático de Avatar em sua propriedade na Flórida.

Setembro. Um mês de grandes glórias para o Universo E! Durante a realização do Rock in Rio 2011, tivemos um recorde histórico de acessos ao nosso blog. Recorde que vai demorar muito para ser batido novamente! A terceira edição de A Rede pelo Twitter foi responsável por esse feito ao abordar a celebridade instantânea de Júlio de Sorocaba no show de Katy Perry. Confira abaixo os dados desse dia histórico:

 

A Rede pelo Twitter #3: Júlio de Sorocaba (Rock in Rio 2011): 3.197 visualizações

Home page: 55 visualizações

Tablóide revela que Jim Parsons é homossexual: 3 visualizações

ANÁLISE: Gilbert Grape – Aprendiz de um Sonhador: 2 visualizações

ANÁLISE: A Onda: 2 visualizações

QUEM FAZ O UNIVERSO E!: 1 visualização

SBT mudou de canal em Campinas: 1 visualização

10º Hora de Horror – Hopi Hari: 1 visualização

ANÁLISE: A Origem: 1 visualização

TOTAL DE VISITAS EM 24 DE SETEMBRO DE 2011: 3.263.

 

Só esse dia teve mais visitas do que todo o nosso ano de 2009 e mais visitas do que o acumulado de janeiro a maio de 2010. Toda essa movimentação colocou o Universo E! como um dos destaques na página de acesso aos blogs do WordPress.

Embarcamos de vez no evento, acompanhando os shows madrugada afora e realizando nossa cobertura pelo Twitter. Após o 1º fim de semana (o melhor na minha opinião), colocamos disponibilizamos um post com quatro vídeos no YouTube com shows completos dos três primeiros dias.

OUTUBRO

Demos uma diminuída no ritmo de atualizações em outubro.

Passamos por uma vergonha alheia quando a banda Marron 5 (e não Maroon 5) dominou o Trend Topics do Twitter.

No dia 05 veio a falecer um dos fundadores da Apple, Steve Jobs aos 56 anos de idade.

Compartilhamos aqui a saída de Rupert Grint dos muros de Hogwarts, indo para o divertidíssimo clipe da música Lego house de Ed Sheeran.

NOVEMBRO

Harry Potter continuou dominando os assuntos publicados por aqui no penúltimo mês de 2011. Primeiro pelo lançamento do último filme em DVD e Blu-ray e depois pelo lançamento de vídeo da Warner Bros que busca colocar Harry Potter 7.2 nas principais categorias no Oscar de 2012.

As notícias baseadas na publicação mundial Metro renderam três posts: sobre Robert Pattinson nas vésperas do lançamento de Amanhacer – parte 1; uma matéria especial sobre o trabalho de Elijah Wood e o anúncio da aposentadoria de Brad Pitt quando este vier a completar 50 anos.

A Rede pelo Twitter homenageou o grande apresentador da televisão brasileira, Silvio Santos, na sua quinta edição; Cinesystem anunciou que a inauguração de um novo complexo da rede em março do ano que vem trará uma nova tecnologia em projeção em salas de cinema no Brasil e Dexter Morgan teve seu show renovado por mais duas temporadas completando assim 8 anos de produção.

DEZEMBRO

Para o mês de dezembro essa Retrospectiva já se antecipa, afinal, faltam 10 dias para o fim do mês quando essa segunda parte do especial for publicada.

Até aqui já falamos da aquisição dos direitos da série The Walking Dead pela Band e a notícia mais especial de todas. A mais aguardada, a notícia que deixará qualquer fã de Tolkien em seu nível máximo de ansiedade: o lançamento oficial do 1º trailer de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada.

E daqui a aproximadamente 3 horas de quando esse especial é editado, teremos a  pré-estreia de Missão: Impossível 4 – Protocolo Fantasma.

 

Bem pessoal, esperamos que tenham gostado dessa nossa Retrospectiva que resumiu tudo o que foi acompanhado pelo Universo E! nesse ano de 2011. Agora esperamos novamente por sua companhia porque em 2012 tem muito mais!

 








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Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atual Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. É o Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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