Dia 11/11 é dia do 14º Projeta Brasil Cinemark

5 11 2013

Próxima segunda-feira (dia 11), a rede Cinemark abre as portas de seus 65 complexos espalhados por todo o Brasil para apoiar o ascendente cinema brasileiro: é a 14ª edição do Projeta Brasil Cinemark.

Serão mais de 500 salas dedicadas exclusivamente aos filmes brasileiros. Na edição de 2013 serão 28 filmes selecionados, entre eles os possíveis candidatos brasileiros para o Oscar 2014: O Som ao Redor ( na categoria de melhor filme estrangeiro) e Uma História de Amor e Fúria (em melhor animação). Cada complexo da rede terá a sua programação específica, por isso, para mais informações, consulte a aqui a programação aqui do seu Cinemark mais próximo de sua residência.

Os ingressos custarão R$ 3,00 e toda a renda líquida total arrecadada será destinada para programas que incentivam e apoiam o cinema nacional. Apoie você também e prestigie o 14º Projeta Brasil Cinemark e vá conferir de perto a excelente fase pelo qual o cinema do Brasil vem passando, tanto em questão de público quanto na questão da qualidade dos filmes aqui feitos!

Confira os filmes que estarão em exibição, somente nesse dia 11 de novembro:

  1. Os Penetras
  2. De Pernas pro Ar 2
  3. O Som ao Redor
  4. Jorge Mautner – O Filho do Holocausto
  5. Tainá 3 – A Origem
  6. Colegas
  7. A Busca
  8. Vai que dá Certo
  9. Uma História de Amor e Fúria
  10. Meu Pé de Laranja Lima
  11. Somos tão Jovens
  12. Elena
  13. Giovanni Improtta
  14. Bonitinha mas Ordinária
  15. Faroeste Caboclo
  16. Odeio o Dia dos Namorados
  17. Minha Mãe é uma Peça
  18. O Concurso
  19. Renascimento do Parto
  20. Vendo ou Alugo
  21. Cine Holliúdi
  22. Flores Raras
  23. Se Puder… Dirija!
  24. A Casa da Mãe Joana
  25. O Tempo e o Vento
  26. Mato sem Cachorro
  27. Serra Pelada
  28. Meu Passado me Condena
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ANÁLISE: O Grande Gatsby

9 07 2013

O Grande Gatsby demonstra como o amor pode exercer forte influência na vida de alguém tanto para o bem, quanto para o mal. Como amor pode te levar a conquistar algo incrível, mas também pode te levar ao completo fracasso, ao desperdício de uma vida.

Narrado a partir do ponto de vista de Nick Carraway, um personagem que sofre com a apatia em tela de Tobey Maguire (da trilogia Homem-Aranha e Entre Irmãos), que não transmite qualquer tipo de energia à ele com uma atuação extremamente apagada e esquecível e isso acaba influenciando diretamente a fraca primeira metade do longa de Baz Luhrmann (Moulin Rouge – Amor em Vermelho e Austrália), sem fascinar o espectador sobre sua história de vida, contaminando assim toda a obra.

Em uma histérica Nova York de 1922 com sua elite nadando à grandes braçadas em rios de dólares, Nick nos apresenta um casal de conhecidos seus: Daisy (Carey Mulligan, Drive e Não me Abandone Jamais) e Tom Buchanan (Joel Edgerton, A Hora mais Escura e na animação A Origem dos Guardiões) que sofrem com a falta de amor no relacionamento – agravado pelo caso latente de traição do marido, até receber o inesperado convite para uma das espetaculares festas realizadas na mansão vizinha à sua residência. Mansão onde residia, claro, Gatsby. Essa demora em revelar o personagem principal (que não era segredo algum para os espectadores mais antenados) só prejudica o filme ao deixar a responsabilidade de condução da história sobre os ombros de Maguire.

O repentino carisma que Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio, A Origem e Os Infiltrados) passa a demonstrar por Nick, seu ‘old spot’, ocorre por puro interesse pessoal: se aproximar por Daisy, o grande amor de sua vida. Não só se tornar amigo íntimo de Nick, mas as festas promovidas por ele, a mansão escolhida estrategicamente, o seu estilo de vida, tudo o que diz respeito a Gatsby é de tal forma com o único intuito de ter novamente Daisy em seus braços, o que a vida e o seu passado humilde não permitiram.

Embora megalomaníaco, o plano de Gatsby chega muito próximo de seu objetivo e só não atinge o sucesso por sua culpa e de seu orgulho e a forma como isso é demonstrado no filme é decepcionante: ou devido a história original (de autoria de F. Scott Fitzgerald com a qual não tive contato anteriormente), ou por erro de adaptação mesmo. Mas como dizem, o filme tem que caminhar por si mesmo, acredito muito na última opção.

Se a história quase não rende, figurino e direção de arte são bastante elogiáveis ao retratar os modos e cotidiano americano da década de 20 – enquanto o primeiro não perdeu a oportunidade de realizar um belíssimo trabalho nas cenas de festas na grande residência de Gatsby ao vestir os inúmeros convidados, o segundo sabe contrastar muito bem o velho com o novo: nesse caso os logotipos em preto-e-branco no início do longa com a tecnologia em 3D. Já a forma de se abordar o aspecto das três dimensões ao longo da narração é completamente equivocada com os movimentos bruscos de câmera (mais clichê que isso, impossível) que não condizem com a história contada.

Nota-se, portanto, que o fraco O Grande Gatsby é um grande conjunto de escolhas e decisões equivocadas sendo poucos os pontos realmente positivos a serem apontados e com grande dificuldade em estabelecer sua trama, pecando tanto na construção de um possível clássico cinematográfico (estigma que a obra original carrega), quanto em colocá-lo como um filme moderno porque até os seus diversos efeitos especiais também falham, por exemplo, na construção dos cenários externos da Nova York da época. Tantas incongruências na história deixam dúvidas nessa análise também: O Grande Gatsby é um filme ruim com poucos detalhes positivos ou um filme mediano com vários pontos negativos?

NOTA: 2/5





Christopher Nolan une dois gigantes do cinema

8 03 2013

Com essa união arrebatadora já temos o filme de ficção científica mais aguardado da temporada com estreia agendada para novembro de 2014 nos cinemas e nas salas IMAX de todo o mundo. A Paramount será responsável pelo seu lançamento no mercado doméstico dos EUA, enquanto a Warner Bros será responsável por essa mesma função no mercado internacional.

Essa raríssima união de dois grandes estúdios de cinema demonstra o tamanho potencial de Interstellar, a nova aventura de Christopher Nolan, aquele responsável por reerguer a franquia do Batman nas telonas. O anúncio da parceira realizado hoje (08/03) foi surpreendente pois tanto Paramount quanto Warner Bros nunca trabalharam conjuntamente, mas ambos estúdios irão co-produzir e distribuir a ficção científica baseada no roteiro de Jonathan Nolan, irmão do aclamado diretor.

Interessante observar também que, ao contrário da trilogia do Batman e/ou de A Origem, a parceira comercial dos irmãos Warner, Legendary Pictures, não está associada ao projeto, que será produzido pela Syncopy Films (do casal Chris Nolan e Emma Thomas) e Lynda Obst Productions. Interstellar (ainda sem tradução para o português) contará a história de uma heroica viagem espacial muito além de nossa compreensão científica.

Se a ciência ainda não compreende tal empreitada, Warner e Paramount apostam e alto no retorno financeiro dessa nova jornada dos Nolan.

The Nolan Brothers: o Jonathan (a esq.) escreve e Christopher (a dir.) dirige. Essa é a fórmula do sucesso!

The Nolan Brothers: o Jonathan (a esq.) escreve e Christopher (a dir.) dirige. Essa é a fórmula do sucesso!





O inflado elenco do novo X-Men

3 03 2013

O novo filme baseado nos heróis das HQ’s traz renomadas estrelas em seu elenco. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido com estreia prevista para julho de 2014 tem uma lista quase infinita de astros e estrelas já escalados: Hugh Jackman (Wolverine e Os Miseráveis), Ian McKellen (trilogia O Senhor dos Anéis, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada e O Código da Vinci), Jennifer Lawrence (musa de Jogos Vorazes e O Lado Bom da Vida), Michael Fassbender (Bastardos Inglórios e Prometheus), James McAvoy (O Procurado e Desejo e Reparação), Anna Paquin (Jane Eyre – Encontro com o Amor e da série True Blood), Peter Dinklage (Morte no Funeral e a série Game of Thrones), Halle Berry (A Viagem e a A Última Ceia), Ellen Page (A Origem e Juno), Nicholas Hoult (Fúria de Titãs e Meu Namorado é um Zumbi)…

Todos os citados estarão a bordo nessa nova aventuras dos justiceiros mutantes, agora tanto com os X-Men da trilogia original quanto daqueles jovens atores vistos no recente X-Men: Primeira Classe. O diretor responsável pela produção híbrida, Bryan Singer (Superman – O Retorno e do ainda inédito Jack – O Matador de Gigantes) já anunciou em seu perfil no Twitter que outro nome em evidência recentemente nos holofotes de Hollywood também participará dos inícios das filmagens previstas para o mês que vem: o ator francês Omar Sy presente no grande sucesso de seu país, Intocáveis.

Omar Sy, estrela do sucesso francês Intocáveis, estará presente no novo X-Men.

Omar Sy, estrela do sucesso francês Intocáveis, estará presente no novo X-Men.





ANÁLISE: Django Livre

18 02 2013

CORRIDA DE OURO – OSCAR 2013

Tarantino, Tarantino… A loucura (em seu bom sentido) de Quentin Tarantino é acompanhar, nos idos dos EUA de 1858, o doutor King Schultz (Christoph Waltz, Bastardos Inglórios e Água para Elefantes), que se finge de dentista para ocultar sua real profissão: caçador de recompensa.

Para a concretização de um de seus trabalhos, doutor King busca auxílio de um escravo que pudesse lhe orientar e reconhecer três irmãos fazendeiros e escravocratas, o que lhe renderia alguns dólares. O único entrave na situação era o fato que o tal escravo, o Django do título personificado por Jamie Foxx (Ray e Código de Conduta), pertencia a terceiros que o transportavam a um mercado de escravos. Uma situação deveras complicada se Tarantino considerasse levar a sério o seu novo trabalho. Mas como tudo o que ele quer é se divertir um pouco, brincar de fazer cinema… não é o que acontece em Django Livre.

Assim, a divertida e rigorosa retórica de doutor King consegue solucionar os seus problemas, contando sempre com o modo Tarantino de resoluções de questões: muito tiro e muito sangue. Desse modo, a companhia de Django é facilmente conquistada e os dois homens partem para a próxima missão a bordo de uma carruagem curiosamente ornada com um dente sacolejante!

Da parceria e do interessante entrosamento dos dois sai grande parte do humor que Django Livre apresenta. Cabe a Christoph Waltz solucionar grande parte dos conflitos com a divertida diplomacia de seu personagem, enquanto o Django de Jamie Foxx tem apenas que ‘dançar conforme a música’ ditada pelo novo colega e encenar os tipos certos para cada enrascada em que os dois se metem: se tornar mero coadjuvante na discussão com o xerife de uma cidadezinha (cenário típico dos western’s como discutiremos a seguir); assumir uma postura mais enérgica na captura dos três irmão, matando dois deles ou tornando-se um negociador na parte final do longa.

Além de garantir sua diversão sentado na cadeira de diretor, Quentin Tarantino também presta uma singela homenagem aos filmes de velho-oeste, de bangue-bangue. Não só a ambientação de seu novo longa remete a este gênero com a cena inicial que retrata um mar de pedras, por exemplo, mas também com a tipografia da fonte nas letras usadas nos créditos iniciais e nos que encerram o filme, mais a empolgante trilha sonora que mesmo uma vez ou outra surge com acordes e músicas mais atuais, traz participações tradicionais de Luis Bacalov e Ennio Morricone.

Em meio ao trabalho conjunto, doutor King conhece um pouco mais do passado de Django e em consequência disso, a vontade do escravo em reencontrar sua esposa. Por ironia do destino e por uma característica única dela (sua fluência na língua alemã), a escrava Brunhilde (Kerry Washington, O Último Rei da Escócia e Sr e Sra Smith) é também uma velha conhecida do falso dentista.

O resgate de Brunhilde leva a trama até a fazenda de Calvin Candie (Leonardo DiCaprio, A Origem, J. Edgar e Gilbert Grape – Um Aprendiz de Sonhador), um magnata agrícola extremamente impiedoso a ponto de estimular uma espécie de MMA mortal entre escravos, um gosto da mais pura crueldade, mas que também possui um lado extremamente inocente e manipulável. Se não fosse pela perspicácia de seu escravo-capataz Stephen (o irreconhecível Samuel L. Jackson, o Nick Fury de toda e qualquer produção da Marvel), as reais intenções de doutor King e Django jamais seriam descobertas.

Claro que Django Livre não terminaria sem uma das mais ilustres assinaturas de Quentin Tarantino: já mencionamos a presença do sangue e dos tiros. Só faltavam a sua participação especial e a carnificina geral, duas carnificas na verdade, que ocorrem dentro da casa-grande de Candie, personificando a vingança e a liberdade definitivas de Django, prolongando a duração do filme além do desejável. Na escala do bom e do ruim, a classificação de Django Livre oscila: até que ponto você gosta das brincadeiras de Tarantino? Fãs fervorosos dele tendem a adorar. Não-fãs podem achar regular ou até detestar, vai depender do perfil de cada um.

NOTA: 3/5





ANÁLISE: 50%

7 02 2012

A única coisa que me preocupava nesse filme era a presença de Seth Rogen (Superbad – É Hoje, Segurando as Pontas). Tenho um certo bloqueio pessoal contra esse cidadão que não apresenta uma carreira muito versátil. Praticamente é o mesmo papel em filmes diferentes. Em 50% esse cenário não se modifica, mas se beneficia pela história depender muito pouco dele.

Já Joseph Gordon-Levitt (A Origem, (500) Dias com Ela e no ainda inédito Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge) continua apresentando o mesmo talento de sempre. Sofredor apaixonado, integrante de uma equipe que rouba sonhos, um pastor evangélico, ou alguém com câncer (como aqui), ele consegue moldar sua interpretação a cada um de seus personagens, tornando-os verossímeis.

Quem vem se destacando aos meus olhos também é Anna Kendrick (A Saga Crepúsculo, Scott Pilgrim contra o Mundo, Amor sem Escalas). Mesmo não tendo muita beleza consegue desempenhar seus papéis muito bem e se destacar ao lado de quem quer que seja: Kristen Stewart, George Clooney…

Joseph Gordon-Levitt vive Adam em 50%. Trabalhando em uma rádio juntamente com seu colega Kyle (Seth Rogen) – ou Seth Rogen (interpretado por Seth Rogen) se você preferir – e leva uma vida tipicamente de um rapaz solteiro na sua idade. Morando junto com sua namorada Rachael (Bryce Dallas Howard, Além da Vida e Histórias Cruzadas) e longe de seus pais, tudo ocorre normalmente até que uma leve dor nas costas o obriga a visitar um consultório médico.

A partir desse momento que a normalidade da vida de Adam acaba por completo. Não só pelo fato dele ser diagnosticado por um câncer na espinha, mas pelas pessoas que o cercam e deveriam lhe dar atenção. A começar pela forma natural e despreocupada com que o médico lhe informa o diagnóstico.

Seu colega Kyle tenta da sua louca maneira auxiliar o colega. Embora não seja o comediante que se acha ser, o roteiro lhe ajuda muito bem nessa tarefa, por exemplo, ao se referir ao ‘cara’ de Dexter ou Patrick Swayze que conseguiram vencer o câncer (ou não!). Isso sem contar o fato de sempre querer obter vantagem ao demonstrar preocupação com o amigo nas mais variadas situações.

Já na família os problemas são menores devido a distância. Por não estar sempre presente, Adam se livra de uma mãe que se preocupa em excesso (do ponto de vista do jovem), restando-lhe algumas dezenas de ligações não atendidas ou pequenas discussões em algumas de suas visitas, somando-se ao fato de seu pai ser portador do mal de Alzheimer.

Para fechar o ciclo pessoal: Rachael, a pintora de quadros. Mesmo escolhendo ficar ao lado do namorado, ela não tem a mínima ideia de como se comportar e de como cuidar de Adam agora. Sua aversão aos hospitais a impede de acompanha-lo em suas sessões de quimioterapia limitando-se a deixa-lo na porta do hospital e esquecer-se de buscá-lo depois. O seu nível de atenção é tão grande a ponto de achar que um cão de corrida aposentado (e feio por sinal) seja o suficiente para curar o baixo-astral de Adam. Se bem que, comparado a essas pessoas, o cachorro é o mais sensato de todos. É natural que recebemos, em determinado momento, a notícia de que ela traía Adam.

Se as coisas estão ruins, não reclame, pois pode piorar ainda mais! Esperando algum consolo, algumas sábias palavras, a ajuda de uma terapeuta profissional também não deu muito certo. Novata, ainda fazendo o seu doutorado, uma caloura, Katherine (papel de Anna Kendrick) tem em Adam o terceiro paciente de sua ainda recente carreira. E o estado de nervo que ele se encontra, aliada a sua inexperiência, complicam bastante o bom desenrolar das consultas.

Essa é a complicada situação de Adam. Com câncer e completamente desamparado, não há outra escolha a não ser cuidar de si mesmo e controlar-se da melhor maneira possível. A única tranquilidade que ele encontra é com os companheiros de quimioterapia no hospital: o retrato do futuro de Adam. É de se esperar que ele perca o controle a qualquer momento. Por tudo isso é de se impressionar com a forma que Adam passou por todas essas dificuldades e conseguiu derrotar a difícil doença que é o câncer.

NOTA: 4/5





Fraca cerimônia premia o fraco O Discurso do Rei

28 02 2011

E chega ao fim mais um Oscar.

As estatuetas foram diluídas entre todos os indicados. O Oscar 2011 teve dois grandes vencedores com 4 prêmios: O Discurso do Rei e a garnde surpresa da noite e que merecia muito mais do que isso, A Origem, de Christopher Nolan. Mas já é alguma coisa ele figurar entre os mais premiados da noite.

De toda forma, A Rede Social veio logo atrás, vencendo três categorias e O Vencedor, Alice no País das Maravilhas e Toy Story 3 com dois prêmios cada. O reconhecimento da Academia pelo excelente trabalho realizado por Natalie Portman em Cisne Negro.

E pela primeira vez, o Universo E! fez sua cobertura completa através do perfil no Twitter: www.twitter.com/universo_e.

É isso aí! A partir de agora, começa para valer o ano 2011 do Cinema!





COBERTURA COMPLETA: Globo de Ouro 2011

16 01 2011
AS ATUALIZAÇÕES MAIS RECENTES SERÃO AS PRIMEIRAS. PORTANTO, A ORDEM DE LEITURA SERÁ DE BAIXO PARA CIMA

– Michael Douglas apresentando os indicados a melhor filme drama. E A RedEe Social ganha mais um Globo de Ouro.

– Chegou a vez de Sandra Bullock para apresentar os indicados para melhor ator drama. O vencedor é Colin Firth por O Discurso do Rei.

– Enquanto isso no Twitter… Globo de Ouro domina o trend topics mundial.

– Alice, Burlesque, Red passam batidos.  O Globo de Ouro dessa categoria para The Kids are All Right.

– A dupla dinâmica de Toy Story – Tom Hanks e TimAllen sobem ao palco para apresentarem os indicados a melhor filme comédia/musical.

– Vamos agora para as indicadas a melhor atriz defilme drama. E a ganhadora é: Natalie Portman por O Cisne Negro.

– Joseph Gordon-Levitt apresenta A Origem, que concorre a melhor filme drama. O favorito do Universo E!

– Mas o prêmio vai para Paul Giamatti por Minha Versão para o Amor.

– Halle Berry chega ao palco para apresentar os indicados a melhor ator de filme musical/comédia.  Com o Johnny Depp concorrendo por dois papéis ( O Turista e Alice).

– O Cisne Negro apresentado por Alicia Keys, concorrendo a melhor filme drama.

– Vamos para os indicados a melhor série musical/comédia: a grande vencedora é Glee, desbancando as favoritas Modern Family e The Big C.

– O caldo começa a engrossar.Os indicados para melhor direção: o grande vencedor é David Fincher por A Rede Social.

– Uma prévia de O Turista, concorrendo a melhor filme musical/comédia.

– Globo de Ouro homenageia Robert de Niro com trechos dos filmes que ele participou.

– A vez de Jeremy Irons apresentar as indicadas a melhoratriz de filme drama: vence The Fighter com Melissa Leo.

– Nada melhor para comemorar a renovação por três temporadas do que esse prêmio não?

– Os indicados a melhor ator de série musical/comédia.Apresentados por Kaley Cuoco, de The Big Bang Theory, que entrega o prêmio  para o seu colega Jim Parsons.

– O presidente dos EUA de The Event, Blair Underwood, anuncia a vencedora de melhor atriz de série musical/comédia. O prêmio sai para The Big C: Laura Linney, que não estava presente na cerimônia.

– Hellen Mirren nos apresenta um dos indicados amelhor filme drama: O Discurso do Rei.

– Robert Pattinson fica incumbido de apresentar os indicados a melhor filme estrangeiro.Dinamarca vence com In a Better World.

– Por mais que não gostem de Glee, tem que se admitir que os dois prêmios dessa noite foram merecidos.

– O Capitão América, Chris Evans, apresenta as indicadas a melhor atriz coadjuvante para séries, mini-série e filme para TV. E a honra vai para Jane Lynch de Glee. A série mantem a sua aura de sensação do momento, arrebatando prêmios ainda no seu segundo ano. E a febre Glee ainda não acabou.

– Steve Carrel e Tina Fey sobem ao palco e nos apresentam os indicados a melhor roteiro. E o Globo de Ouro vai para A Rede Social.

– Zach Efron apresenta mais um indicado para melhor filme musical/comédia:  The Kids All Right.

– Claire Danes sai vencedora por Temple Grandie.

– Depois deles, chegou a vez das indicadas para melhor atriz de filme para TV ou mini-série.

– Todos atentos para ouvir as palavras do mestre Al Pacino.

– Melhor ator de filme para TV ou mini-série. Nessas categorias somos peixes fora d’água. E o Globo de Ouro foi para Al Pacino em You don’t Know Jack.

– Nas palavras de Rick Gervais, vem aíum ícone de Hollywood: Sylvester Stalone para apresentar mais um indicado a melhor filme de drama: The Fighter.

– Robert Downey Jr, melhor ator do ano passado por Sherlock Holmes sobe ao palco para anunciar a melhor atriz de filme comédia/musical: Annete Benning por Minhas Mães e Meu Pai.

– “Vocês eram nascidos quando o primeiro Toy Story estreou?”. O produtor brinca com o cantor ao subir no palco.

– Justin Bieber sobe ao palco para apresentaros indicados a melhor animação. Meu Malvado Favorito, Como Treinar seu Dragão?, O Ilusionista, Enrolados e Toy Story 3. Vencedor:  a continuação do sucesso da Pixar – Toy Story 3.

– O Globo de Ouro de melhor trilha sonora agora. Globo de Ouro vai para A Rede Social. Injusto,  já que Hans Zimmer fez um trabalho excepcional em A Origem.

– Próximo anúncio, a de melhor canção original.E a vencedora é You haven’t seen the last of me de Burlesque.

– Rick Gervais diz que esse é o seu filme favorito.

– Andrew Garfield, que concorre por melhor atorcoadjuvante por A Rede Social, sobe ao palco para apresentar a produção da qual faz parte.

– E em seguida temos os indicados a melhor série drmática. Torcendo para The Walking Dead, mas o Globo de Ouro foi memsopara Boardwalk Empire. Mais um prêmio para a HBO.

– E na categoria de melhor ator de série dramática: Boardwalk Empire, Breaking Bad, Dexter, Mad Men e House estão no páreo. E Globo de Ouro foi para a badalada produção da HBO, Boardwalk Empire, para Steve Buscemi.

– A sumida Michele Pfeiffer vai ao palcopara nos apresentar a Alice no Paísdas Maravilhas.

– Melhor ator coadjuvante de série de TV, mini-Série ou filme para TV. E que surpresa: o prêmio vai para Glee, para Chris Colfer.- Bruce Willis no microfone agora e apresentaruma prévia de seu filme Red que concorre em melhorde comédia/musical.

– De volta dos comerciais, mais uma premiação. A de melhor filme para TV ou mini-série. A favorita The Paificé desbancada por Carlos.

– Começou! Com Rick Gervais fazendo referências a The Walking Dead, a última temporada de Lost.

– Scarlett Johansson sobe ao palco. Primeira premiação é de melhor ator coadjuvante. E o Globo de Ouro vai para o cabeludo Christian Bale por The Fighter (ainda não sei a tradução usada aqui no Brasil).

– A melhor atriz de série dramática: Katey Sagal por Sons of Anarchy.

– Os primeiros artistas já começam a desfilar pelo tapete vermelho de mais uma edição do Globo de Ouro.





RETROSPECTIVA 2010 – parte 2

6 01 2011

O Universo E! traz agora a segunda e última parte de sua RETROSPECTIVA 2010, relembrando os momentos mais marcantes do ano que passou para a indústria do entretenimento em suas várias formas: música, filmes, artes, animação…

JULHO

Julho, mês de férias. O mês onde os 31 dias podem ser traduzidos em uma única palavra: diversão. Mas as distribuidoras brasileiras conseguem provocar ainda mais risos nos fãs que adquirem os boxes de suas séries favoritas. Como no caso retratado pelo post de 02 de julho: a série Fringe, de J. J. Abrams, com o único título em inglês. Óbvio. Mas essa certeza não se aplica na versão brasileira do seriado. Fringe recebe, na arte de capa da embalagem o subtítulo A Grande Conspiração. Já na abertura dos episódios em versão legendada, o título e subtítulo desaparecem para serem substituídos por, simplesmente, Fronteiras. Agora não sei mais de qual série sou fã: Fringe? Fringe – A Grande Conspiração? Fronteiras?!!!

Em julho chegou ao fim mais uma edição da Copa do Mundo onde a Espanha sagrou-se campeã. Além do fracasso da seleção brasileira (que pegou carona no voo de volta com a Argentina), a Copa de 2010 ficou marcada pelo som. E não apenas o das vuvuzelas. Teve K’naan cantando ‘The Waving Flag’; Skank cantando a versão brasileira utilizada na propaganda da Coca-Cola e Shakira cantarolando ‘Waka Waka’.

Taí. A grande responsável pela falta de atualizações do blog durante os meses de junho e julho foi o Mundial da África do Sul, emendando com o início de merecidas férias.

AGOSTO

Este mês começou com um resumo superficial de minhas férias: leituras, revendo séries e muito descanso. Agosto também marca a época em que o friozinho na barriga começa nos fanáticos por séries porque o mês seguinte traz grandes retornos e estréias no fall season da televisão americana.

Na primeira sexta-feira desse mês estreou nos cinemas o longa A Origem. Uma estréia que quebrou uma tradição da Sétima Arte: de reservar sempre os seus melhores filmes para época de final de ano, onde uma produção está mais visível para a corrida do Oscar. E não há mais o que falar, A Origem é, continua sendo e provavelmente será o melhor filme apresentado em 2010, como disse antes: “Agora dificilmente algum filme poderá retirar o título de melhor filme de 2010 de A Origem e das mãos de Christopher Nolan”. Espere e veremos!

Uma pausa para reflexão? Também tivemos nesse post!

Os brasileiros especialistas em séries deram seus palpites sobre as melhores séries em exibição, em um aquecimento para o Emmy 2010. Especialista ou não, se você assiste à muitas séries, demos uma dica de como se organizar utilizando o site o Orangotag. As exibições em 3D novamente dando o que falar: dessa vez ocorreu com as cópias de O Último Mestre do Ar, que fez muita gente economizar uma graninha e desistir de conferi-lo nos cinemas.

E informamos também no finalzinho do mês, um vídeo com a prévia do ainda não-fenômeno The Walking Dead.

SETEMBRO

No mês em que o Universo E! mudou para o visual atual, também foi reservado por grandes informações que você viu primeiro aqui. Fomos conferir a refilmagem do Karate Kid (e não é que gostei?). Revelamos o fim de ano azul que Avatar (e Fox, e James Cameron) teria em 2010… começaram, com um mês de antecedência, as vendas para a estréia de Tropa de Elite 2… o Ministério da Cultura inicou uma votação em seu site sobre a escolha do representante brasileiro na categoria de filme estrangeiro do Oscar 2011… Jim Parsons, Sheldon de The Big Bang Theory revelou a sua homossexualidade… Justin Bieber invadindo telonas e telinhas: trilha de Karate Kid, participação na temporada atual de CSI, e mais cinebiografia…

Ufa! Muita coisa aconteceu em setembro. Mas não acabou por aqui: finalmente comentamos sobre Antes que o Mundo Acabe. Sessenta (!) séries (re)estrearam em uma única semana de setembro! E o Google Street View chegou ás ruas das principais cidades brasileiras.

OUTUBRO

Consolidou o cinema brasileiro pra o ano de 2010 com a chegada triunfal de Tropa de Elite 2 aos cinemas. Com a ajuda do Capitão Nascimento, o Brasil ocupou mais da metade das salas de cinema com suas produções

Mas em meio á uma onda verde e amarela, conseguimos ver Resident Evil 4: Recomeço e noticiar o lançamento da segunda temporada de Fringe.

Para os fãs da saga do Um Anel pela Terra-Média, outubro foi um mês especial: primeiro a eliminação das pendências envolvendo MGM e Warner Bros que impediam o início das filmagens de O Hobbit. E segundo, a chegada ao mercado brasileiro da edição de luxo da trilogia O Senhor dos Anéis em suas versões estendidas.

Enquanto informações eram liberadas para o lançamento da edição de colecionador de Avatar, o CQC chegava na era 3.0, com o programa ganhando mais meia hora em sua duração com transmissão ao vivo pela internet.

Mas de especial nesse mês mesmo teve a estréia, no dia 31, da série The Walking Dead!!!

NOVEMBRO

Chegando ao fim o ano de 2010. E novembro traz consigo notícias e nem tão boas assim…

Era levantada a hipótese real (e até a publicação desse post, essa informação não está descartada) do cancelamento do seriado Fringe após o seu terceiro ano. E logo seguida, a Fox americana informava a mudança de horário da produção das quintas para as temidas sextas-feiras. E mais, se o fenômeno de The Walking Dead ganhava fãs ao redor do mundo com tão pouco tempo de vida, o canal Fox brasileiro tratava de afasta-los com a exibição de episódios dublados e retalhados por aqui.

A rede Cinemark realizava a 11ª edição do seu projeto Projeta Brasil Cinemark. O YouTube também programava uma edição do YouTube Live no Brasil, reunindo os grandes nomes da música sertaneja.

Também em novembro revivemos (ou para alguns, conferiram pela primeira vez) as habilidades fantásticas do piloto Ayrton nas corridas de Fórmula 1 no documentário Senna. E no despedimos de uma das mais importantes figuras do humor em Hollywood: Leslie Nielsen.

DEZEMBRO

No último mês do ano as novidades voltaram a ficar escassas por aqui. Teve o trailer do quarto Piratas do Caribe.

E enquanto essa RETROSPECTIVA estava constrangedoramente atrasada, publicamos uma produzida pelo Google, para 2010 não passar em branco por aqui.

– * – * – * –

Agora sim! Missão dada é missão cumprida! Realizamos aqui a primeira retrospectiva do Universo E! Podemos agora, finalmente, fincar os pés no ano de 2011 e que ele venha repleto de atrações especiais por aqui. Até lá!





Dica para lista de presentes

28 11 2010

Se é um cinéfilo de carteirinha, e por extensão, um bom colecionador de DVDs, prepare-se para abrilhantar sua coleção com os lançamentos de fim de ano das distribuidoras aqui no Brasil.

E com tantas boas opções, o investimento promete ser grande e abocanhar uma parte do seu 13º salário..

1ª SUGESTÃO – Este é um sonho de consumo antigo de cinéfilos brasileiros e fãs da trilogia de J. R. R. Tolkien, que finalmente se concretizou esse ano: a edição luxo de colecionador da trilogia O Senhor dos Anéis, de Peter Jackson. Um super box com nada mais, nada menos do que 12 DVDs, contendo além dos extras, todas as versões estendidas dos filmes: A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei.

Mais informações clique aqui.

2ª SUGESTÃO – Uma edição super especial de um dos maiores fenômenos de bilheteria do cinema mundial. A edição de colecionador lançado esse mês pela FOX traz a versão estendida de quase três horas de Avatar.

O especial pode ser encontrado em duas versões: com três DVDs e um BD (blue disc ou blu-ray) ou com somente três BDs.

Uma capa de fundo preto contendo no centro uma mão avatar é a envoltura para a embalagem do DVD cuja capa não contem o título do filme. Apenas uma imagem do corpo extraterreno de Jake Sully. A contracapa contem a mensagem: “OEL NGATI KAMELE”, traduzindo: continue a viagem.

Uma Mensagem de Pandora’, ‘Acesso Direto a Cenas Novas/Adicionais’, ‘Cenas Excluídas Inéditas’ e ‘Capturando Avatar’ são os bônus incluídos nessa edição estendida de colecionador.

3ª SUGESTÃO – A próxima sugestão tem lançamento previsto para o dia 09 de dezembro. Trata-se de mais um sucesso assinado por Christopher Nolan que chegou aos cinemas em agosto desse ano: A Origem.

Até aqui o melhor filme do ano, A Origem traz no elenco nomes como Joseph Gordon-Levitt, Leonardo DiCaprio, Ellen Page e Ken Watanabe. E deve ser um item imprescindível no acervo de qualquer colecionador.

As duas últimas sugestões a seguir são os itens mais recentes da minha coleção:

4ª SUGESTÃO – Apesar de todo o temor do cancelamento (injusto, se ocorrer) que cerca a série Fringe, não dá para deixar de fora o box que traz a segunda temporada completa da produção de J. J. Abrams.

Com um primeiro episódio intrigante, a segunda temporada termina levando seus espectadores para um outro universo. E entre aquele e este episódio, o segundo ano de Fringe traz ainda mais episódios fantásticos.

5ª SUGESTÃO – E para finalizar, mais um box de série. Já lançado há algum tempo, foi efetivamente adquirido a segunda temporada da trama vampiresca Crepús…, ops, True Blood. Esqueça Stephenie Meyer!

Retorne a cidade de Bon Temps na companhia de Sookie Stackhouse e Bill Compton.








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