ANÁLISE: O Menino e o Mundo

16 08 2014

 

Texto republicado em nossa página no Ser ou Não Seihttp://bit.ly/1Weuo5x

Anúncios




Abril: os festivais

25 03 2014

Finalmente podemos declarar que o ano de 2014 começou. Como todo bom cinéfilo, o ano só se inicia depois da cerimônia do Oscar, que nesse ano premiou Gravidade e 12 Anos de Escravidão. Depois de uma intensa maratona para conferir todos os indicados e comentá-los aqui no Universo E!, na medida do possível, veio as merecidas férias.

Um período de descanso que não necessariamente quer dizer que ficamos afastados do cinema. Ainda pude conferir a última animação de Hayao Miyazaki, Vidas ao Vento, que fez dobradinha com outra animação, dessa vez a brasileira: O Menino e o Mundo. O início de 2014, aliás, começou na base das sessões duplas, já que Alemão e Ninfomaníaca – Volume 2 foram vistos em seguida também no mesmo dia.

Passada a ressaca, março se encerra daqui a poucos dias e já podemos vislumbrar um abril recheado de atrações. Dois grandes festivais tradicionais aqui no Universo E! chegam no mês de Tiradentes e do dia da mentira: o festival internacional de documentários É Tudo Verdade e o Festival Varilux de Cinema Francês 2014.

etv2014

Amanhã publicaremos aqui a programação da edição de número 19 do Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade e o que destacamos de mais importante na extensa programação do maior festival latino-americano destinado às produções não-ficcionais. E no fim de semana, chegará a vez dos principais lançamentos que ocorreram no berço cinematográfico nos últimos meses e desembarcam no Brasil no Festival Varilux. Aguardem!

fvcf2014





Dia 11/11 é dia do 14º Projeta Brasil Cinemark

5 11 2013

Próxima segunda-feira (dia 11), a rede Cinemark abre as portas de seus 65 complexos espalhados por todo o Brasil para apoiar o ascendente cinema brasileiro: é a 14ª edição do Projeta Brasil Cinemark.

Serão mais de 500 salas dedicadas exclusivamente aos filmes brasileiros. Na edição de 2013 serão 28 filmes selecionados, entre eles os possíveis candidatos brasileiros para o Oscar 2014: O Som ao Redor ( na categoria de melhor filme estrangeiro) e Uma História de Amor e Fúria (em melhor animação). Cada complexo da rede terá a sua programação específica, por isso, para mais informações, consulte a aqui a programação aqui do seu Cinemark mais próximo de sua residência.

Os ingressos custarão R$ 3,00 e toda a renda líquida total arrecadada será destinada para programas que incentivam e apoiam o cinema nacional. Apoie você também e prestigie o 14º Projeta Brasil Cinemark e vá conferir de perto a excelente fase pelo qual o cinema do Brasil vem passando, tanto em questão de público quanto na questão da qualidade dos filmes aqui feitos!

Confira os filmes que estarão em exibição, somente nesse dia 11 de novembro:

  1. Os Penetras
  2. De Pernas pro Ar 2
  3. O Som ao Redor
  4. Jorge Mautner – O Filho do Holocausto
  5. Tainá 3 – A Origem
  6. Colegas
  7. A Busca
  8. Vai que dá Certo
  9. Uma História de Amor e Fúria
  10. Meu Pé de Laranja Lima
  11. Somos tão Jovens
  12. Elena
  13. Giovanni Improtta
  14. Bonitinha mas Ordinária
  15. Faroeste Caboclo
  16. Odeio o Dia dos Namorados
  17. Minha Mãe é uma Peça
  18. O Concurso
  19. Renascimento do Parto
  20. Vendo ou Alugo
  21. Cine Holliúdi
  22. Flores Raras
  23. Se Puder… Dirija!
  24. A Casa da Mãe Joana
  25. O Tempo e o Vento
  26. Mato sem Cachorro
  27. Serra Pelada
  28. Meu Passado me Condena




ANÁLISE: O Grande Gatsby

9 07 2013

O Grande Gatsby demonstra como o amor pode exercer forte influência na vida de alguém tanto para o bem, quanto para o mal. Como amor pode te levar a conquistar algo incrível, mas também pode te levar ao completo fracasso, ao desperdício de uma vida.

Narrado a partir do ponto de vista de Nick Carraway, um personagem que sofre com a apatia em tela de Tobey Maguire (da trilogia Homem-Aranha e Entre Irmãos), que não transmite qualquer tipo de energia à ele com uma atuação extremamente apagada e esquecível e isso acaba influenciando diretamente a fraca primeira metade do longa de Baz Luhrmann (Moulin Rouge – Amor em Vermelho e Austrália), sem fascinar o espectador sobre sua história de vida, contaminando assim toda a obra.

Em uma histérica Nova York de 1922 com sua elite nadando à grandes braçadas em rios de dólares, Nick nos apresenta um casal de conhecidos seus: Daisy (Carey Mulligan, Drive e Não me Abandone Jamais) e Tom Buchanan (Joel Edgerton, A Hora mais Escura e na animação A Origem dos Guardiões) que sofrem com a falta de amor no relacionamento – agravado pelo caso latente de traição do marido, até receber o inesperado convite para uma das espetaculares festas realizadas na mansão vizinha à sua residência. Mansão onde residia, claro, Gatsby. Essa demora em revelar o personagem principal (que não era segredo algum para os espectadores mais antenados) só prejudica o filme ao deixar a responsabilidade de condução da história sobre os ombros de Maguire.

O repentino carisma que Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio, A Origem e Os Infiltrados) passa a demonstrar por Nick, seu ‘old spot’, ocorre por puro interesse pessoal: se aproximar por Daisy, o grande amor de sua vida. Não só se tornar amigo íntimo de Nick, mas as festas promovidas por ele, a mansão escolhida estrategicamente, o seu estilo de vida, tudo o que diz respeito a Gatsby é de tal forma com o único intuito de ter novamente Daisy em seus braços, o que a vida e o seu passado humilde não permitiram.

Embora megalomaníaco, o plano de Gatsby chega muito próximo de seu objetivo e só não atinge o sucesso por sua culpa e de seu orgulho e a forma como isso é demonstrado no filme é decepcionante: ou devido a história original (de autoria de F. Scott Fitzgerald com a qual não tive contato anteriormente), ou por erro de adaptação mesmo. Mas como dizem, o filme tem que caminhar por si mesmo, acredito muito na última opção.

Se a história quase não rende, figurino e direção de arte são bastante elogiáveis ao retratar os modos e cotidiano americano da década de 20 – enquanto o primeiro não perdeu a oportunidade de realizar um belíssimo trabalho nas cenas de festas na grande residência de Gatsby ao vestir os inúmeros convidados, o segundo sabe contrastar muito bem o velho com o novo: nesse caso os logotipos em preto-e-branco no início do longa com a tecnologia em 3D. Já a forma de se abordar o aspecto das três dimensões ao longo da narração é completamente equivocada com os movimentos bruscos de câmera (mais clichê que isso, impossível) que não condizem com a história contada.

Nota-se, portanto, que o fraco O Grande Gatsby é um grande conjunto de escolhas e decisões equivocadas sendo poucos os pontos realmente positivos a serem apontados e com grande dificuldade em estabelecer sua trama, pecando tanto na construção de um possível clássico cinematográfico (estigma que a obra original carrega), quanto em colocá-lo como um filme moderno porque até os seus diversos efeitos especiais também falham, por exemplo, na construção dos cenários externos da Nova York da época. Tantas incongruências na história deixam dúvidas nessa análise também: O Grande Gatsby é um filme ruim com poucos detalhes positivos ou um filme mediano com vários pontos negativos?

NOTA: 2/5





Vazio criativo

18 07 2012

Acho que todo mundo que possui um blog e gosta de compartilhar suas ideias pelas ondas da web sofre algumas vezes desse tal ‘vazio criativo’. Período onde nenhum bom post aparece e o seu site fica às moscas. Mais uma vez, o Universo E! passa por esse período.

Isso porque já faz um longo tempo (três semanas mais precisamente) sem entrar numa sala de cinema. Abstinência curada essa semana após conferir O Espetacular Homem-Aranha, que ganhará em breve sua análise aqui. Um bom sinal, mais um post a vista.

Em seguida, temos a imensa ansiedade referente a uma estreia de Christopher Nolan nos cinemas e a concretização de sua trilogia do Batman, cuja ingresso para conferir esse espetáculo na sala IMAX em São Paulo já está garantido. E mais vez, isso exige uma (re)visita aos filmes anteriores: o Batman Begins que ainda não vi, mas já está aqui locado; e rever O Cavaleiro das Trevas. Aí é só assistir o que provavelmente será o final épico do homem-morcego.

Mas, enquanto essas atualizações não surgem por aqui, recorro à uma das soluções que encontrei para retirar o Universo E! do marasmo: a música.

* * *

1) Indico a seguir o clipe de uma jovem cantora, que se você a essa altura do campeonato ainda não conhece, vai conhecer e ainda ouvi-la muito pela frente. A canadense Carly Rae Jepsen, cujo sucesso repentino explodiu com o hit ‘Call me Maybe’. O clipe a seguir é divertidíssimo e toda vez que ouço a canção não consigo segurar o riso:

Carly Rae Jepsen, Call Me Maybe

2) Se você é baladeiro, o que por incrível que pareça, tornou-se um dos meus últimos ofícios nos últimos trinta dias, provavelmente já dançou ao ritmo dessa música. Se isso ainda não ocorreu, então precisa urgentemente trocar de casa noturna. Fica a dica:

Rihanna, Where Have You Been

3) E por último, indico também mais um recente sucesso nas rádios hoje. E parece que a moda agora é a criação de boyband, provavelmente passageira até que os egos inflados dos componentes impeçam a união. E tento sair do lugar-comum aqui, indicando uma música que faz parte da trilha sonora da animação A Era do Gelo 4 que ainda não vi.

The Wanted, Chasing the Sun

Aqui, um clipe alternativo da banda, sem a temática do filme – http://youtu.be/RFS5N_yAGTo





ANÁLISE: Um Gato em Paris

2 05 2012

O título da animação francesa indicada ao Oscar,  refere-se a Dino, um felino que leva duas vidas na capital da França: de dia é o melhor amigo de Zoe, filha de uma detetive e traumatizada pela perda recente do pai; e a noite, o gato é o companheiro do ousado ladrão Nico.

Com estrutura narrativa simples, mas ao mesmo tempo ágil para um padrão infantil, a animação ganha mais intensidade ao apresentar o maléfico sr. Colosso, responsável  pela morte do pai de Zoe, que falha ao executar um grande assalto sendo atrapalhado justamente por Nico e Dino e acaba fazendo a inocente menina de refém.

Com o perdão do trocadilho, mas Um Gato em Paris vira um gato-e-rato divertido com Nico tentando tirar Zoe das mãos do Senhor Colosso e a mãe da garota, buscando vingar a morte do marido, promove uma caça ao gângster ao mesmo tempo em que descobre estar perseguindo também o responsável por diversos roubos a joalherias na cidade, além do fato inusitado de contar com o apoio deste na captura do sequestrador de sua filha.

Uma vez resolvido todos os casos, os personagens voltam ao seu cotidiano normal com alguns acréscimos apenas: o gato do título ainda presenteia sua fiel companheira (ou pelo menos tenta) com coisas inusitadas; o resistente cachorro da vizinha ainda ladra muito para o seu tamanho, enquanto a família de Zoe ganha mais um membro ao mesmo que ela supera o trauma da perda do pai e vira uma garota tagarela.

NOTA: 4/5





RETROSPECTIVA 2011 – parte 1

18 12 2011

RETROSPECTIVA 2011

JANEIRO

A Rede Social: um dos destaques de 2011

O primeiro filme comentado em 2011 foi A Rede Social. O longa onde tomei conhecimento de Jesse Eisenberg, que pelo trabalho realizado nesse filme já está no grupo de atores/atrizes que merecem ter a carreira acompanhada de perto. Se ainda não assisti aos outros filmes dele, gostei bastante da dublagem de Blu na animação Rio. Quem também pintou na sessão de Análises do Universo E! foi Scott Pilgrim.

O ano de 2011 começou com um pequeno equívoco que já estou me precavendo para não cometê-lo novamente: a publicação da Retrospectiva 2010 em janeiro de 2011! Este ano (como você já está lendo agora), a Retrospectiva foi publicada no seu mês tradicional que é dezembro.

Felizmente, uma das minhas previsões (ainda) não se concretizou. Nas vésperas do lançamento para home vídeo de Tropa de Elite 2, o único formato disponível para compra era o blu-ray. Que bom que esse caso foi a exceção, pois não tivemos outros casos que o DVD tenha sido deixado de lado, priorizando apenas o lançamento do raio azul. Embora muita gente se vanglorie por aí com a qualidade superior de som e imagem (e realmente são superiores), não pretendo investir tão cedo nessa nova tecnologia. Não vejo problema nenhum em continuar consumindo boxes de séries e filmes em DVD.

Em janeiro o Universo E! só comeu bola. Depois de prever errado o blu-ray versus DVD, noticiamos um especial de Justin Bieber na febre televisiva da época, Glee. E fui prontamente desmentido pelo criador da atração, Ryan Murphy. Se bem que desde maio de 2010, já tínhamos um post falando sobre a distância que Glee queria manter (e mantem) de Bieber. Bem ou mal, a informação errada já tinha sido postada.

Neste mês os nerds fãs dos nerds de The Big Bang Theory só tiveram razões para comemorar: a sua série favorita foi renovada de uma só vez até a 7ª temporada, enquanto na época ainda era exibida os episódios finais da 4ª temporada. Uma decisão mais do que acertada, pois o decorrer do ano e a fatídica queda de Charlie Sheen de Two and Half Men colocariam TBBT como a principal atração do horário nobre da CBS, emissora responsável pela exibição dessas atrações nos EUA.

Evento tradicional do primeiro mês de cada ano é a entrega do Globo de Ouro que em 2011 premiou A Rede Social como melhor filme dramático, que também levou o de melhor direção por David Fincher o e melhor filme de comédia foi Minhas Mães e Meu Pai.

Na preparação para o Oscar 2011, foram soltas em janeiro, as chamadas para a transmissão envolvendo Anne Hathaway e James Franco. Pena que a diversão presente nesses ‘comerciais’ não tenham sido levadas para o show em Kodak Theatre.

 

FEVEREIRO

A emissora mais feliz do Brasil garantiu a felicidade desse blogueiro em fevereiro

Já chegou batendo recordes no Universo E! Logo no primeiro dia do mês passamos dos mais de 100 acessos em único dia com a informação da troca de canal do SBT na cidade de Campinas. A TVB Campinas passou a ser a afiliada da Rede Record na cidade, enquanto o canal do Silvio Santos passara a ser transmitido pelo canal 29 sem os programas locais.

Precedendo a grande festa do cinema mundial (não me canso de repetir essa frase SEMPRE!), os cinemas ou as distribuidoras mais precisamente, despejaram uma overdose de bons filmes nas telonas: Cisne Negro, Lixo Extraordinário, Minhas Mães e Meu Pai, O Vencedor, O Turista, O Discurso do Reiopção de filme era o que não faltava!

O Discurso do Rei seria, em 27 de fevereiro, o coroado com o Oscar de melhor filme. A transmissão foi acompanhada ao vivo pelo Universo E! que apresentava seus comentários não mais pelo post do blog, mas sim pelo seu perfil na rede social Twitter – modelo que passou a vigorar para qualquer cobertura nossa desde então.

Foi lançado aqui, simultaneamente com o blog Diário de Bordo do crítico Pablo Villaça do site Cinema em Cena, a campanha Por Mais Educação nos Cinemas. Digo simultaneamente, porque antes mesmo da publicação do manifesto pelo Pablo, já vinha escrevendo um esboço de um texto sobre o mesmo tema já há algum tempo devido aos contratempos que vinha tendo nas sessões em que estava presente.

MARÇO

A animação Rio caiu nas graças da audiência mundial

 

Foi o mês que Charlie Sheen foi demitido de Two and Half Men.

Foi o mês em que a fachada do Copacabana Palace serviu de tela para a projeção de Rio. A animação com a tutela de Carlos Saldanha (trilogia Era do Gelo) encantaria o mundo todo.

O Universo E! teve a primeira oportunidade de participar de uma cabine de imprensa ao ganhar um ingresso para conferir em primeira mão o show U2 3D pela Mobz Live.

A campanha Por Mais Educação nos Cinemas ganhou o seu segundo post. Nele, relatei as principais dificuldades que passei (e continuo passando) dentro das salas de cinema.

E The Walking Dead ainda pode ter uma participação (que ainda não ocorreu) de Stephen King. De acordo com a nota na época, King pode vir a escrever um episódio para a série do canal AMC. Atualmente no hiatus da 2ª temporada, a participação do escritor ainda pode ocorrer no terceiro ano do drama.

ABRIL

O mês de abril de 2011 foi negro! Não pelo fato do blog completar 2 anos e os números até a data de aniversário você pode conferir aqui, no post original.

Mas abril foi negro devido a interrupção de acesso a internet desse que vos fala. Nunca na minha vida, desde que virei internauta, passei tanto tempo sem ter uma conexão decente a internet em casa. Apartir de abril, as atualizações do Universo E! ficaram pendentes de uma boa lan-house, o que é difícil de achar.

Resultado: o post sobre os dois anos do Universo E! foi a única atualização de abril. Abril negro!!!

MAIO

Piratas do Caribe liderou as férias de meio de ano nos cinemas em 2011

Devido ao grande tempo em fiquei off-line, uma das maneiras que encontrei para não deixar o blog parado foi criar a sessão A Rede pelo Twitter. Uma forma fácil e rápida de construir um post off-line, utilizando basicamente a porca conexão de internet do celular. O tema de estreia teve como base o lançamento mundial de Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Misteriosas, abordando o famoso capitão de Johnny Depp, a antipatia dos fãs pela Penelope Cruz, etc e tal.

Nas telonas, conferimos Os Agentes do Destino. Ficamos sabendo que Rei Leão, quem diria, ganharia as salas de cinema novamente coma conversão da animação para a projeção 3D. E mudamos um pouquinho a nossa programação ao fazer uma observação sobre o momento que o mercado fonográfico vinha passando naquela época.

JUNHO

Três assuntos dominaram o mês de junho no Universo E!.

1)     Amanhecer – Parte 1 ganhou o seu primeiro trailer. Bom!

2)     Saiu a primeira imagem de O Hobbit dias depois dos dois filmes baseados na obra de J. R. R. Tolkien terem seus subtítulos e estreias definidos.

3)     Harry Potter. Encantando gerações desde 2001, o mais famoso bruxinho do cinema teria sua saga encerrada no mês seguinte e para celebrar essa ocasião, o Universo E! começou a preparar um especial revisitando todos os longas produzidos até então. O fenômeno do bruxinho ainda ganhou mais uma atualização devido ao rápido esgotamento dos ingressos para a pré-estreia de Relíquias da Morte – parte 2 em 15 de julho.

 

 





Hakuna Matata em 3D!

27 05 2011

Essa é para aqueles fãs fervorosos do clássico Disney da década de 90: O Rei Leão, vencedor de dois Oscar e item raríssimo de ser encontrado para compra em qualquer loja, seja ela on-line ou física, retornará aos cinemas brasileiros ainda este ano.

A animação de Simba e companhia voltam aos cinemas com um novo formato: em 3D. De acordo com as informações do jornal Metro, a reestréia da animação ocorre no final de agosto, antecedendo ao relaçamento em DVD e blu-ray, que pode ocorrer até outubro.





Veja os curtas de animação do Oscar

6 03 2010

A PARTIR DAS 21 HORAS DESTE DOMINGO VOCÊ NÃO PODE PERDER O UNIVERSO E! NA COBERTURA DO MAIOR EVENTO DO CINEMA MUNDIAL: OSCAR 2010.

COBERTURA AO VIVO, COM TUDO O QUE ACONTECE NO TAPETE VERMELHO, NA PLATEIA E NO PALCO DO KODAK THEATHER EM HOLLYWOOD!!!

Talvez essa seja uma das muitas maravilhas da Internet. Se nesse quase dez anos acompanhando o cinema e o Oscar bem mais de perto, quase sempre tive dificuldade para opinar sobre uma ou outra categoria, agora a Internet está aí para diminuir ainda mais essa distância entre nós, espectadores, e ele, o Oscar, o evento.

Em poucos cliques, estamos vendo toda a preparação dessa grande festa mundial do Cinema como se estivésemos nos bastidores: montagem e design do palco, concurso para eleger o vestido a ser usado na cerimônia, até a cédula oficial usada por aqueles que elegem os vencedores… tudo está disponível num pequeno monitor espalhado pelo mundo e em um aí na sua casa, no trabalho, numa lan house.

Agora, a novidade da vez, uma grande dica obtida através do blog de Pablo Villaça (editor do site Cinema em Cena): os curtas de animação indicados ao Oscar desse ano.

Vamos aos indicados:

French Roast

Granny O’Grimm’s Sleeping Beauty

The Lady and The Reaper (La Dama y La Muerte)

Logorama (dividido em duas partes): infelizmente, foi retirado do YouTube por violação de direitos autorais.

A Matter of Loaf and Death: pode ser visualizado nesse link

 

E DOMINGO, 21 HORAS, ACOMPANHE A MAIOR COBERTURA FEITA POR UM BLOG DO OSCAR 2010!





ANÁLISE: Up – Altas Aventuras

2 10 2009

Antes de mais nada, desde de Ratatouille que não ia ao cinema para ver uma animação da Disney, ou seja, desde 2007. E sim, cometi o pecado de não assistir Wall.E na telona.

Mas continua-se impossível não se maravilhar com mais uma produção Dinsey/Pixar, embora Up – Altas Aventuras esteja muito aquém da complexidade, da beleza e dos mínimos detalhes que caracterizaram as produções da dupla D/P que o antecederam.

Up se baseia num velhinho muito rabugento, porém simpático chamado Carl Fredricksen (dublado aqui muito bem por Chico Anysio) que passou grande parte da sua vida sonhando em participar de grandes aventuras, de grandes explorações. Admirando o maior ícone do gênero na sua época de menino, Carl conhece a sua futura esposa, Ellie, que partilha do mesmo espírito aventureiro e uma vez juntos almejam um sonho: conhecer o grande Paraíso das Cachoeiras. Mas por inúmeros contratempos, esse sonho jamais pode ser realizado e com a morte de sua esposa, essa ‘expedição’ fora definitivamente cancelada.

O início da animação cumbe de explicar ao espectador todos esses momentos da vida matrimonial de Fredricksen, de uma forma rápida porém bastante compreensível.

Aposentado e viúvo, Carl passa a prezar por uma vida tranqüila e sossegada. Até mesmo quando a sua velha e colorida casa esteja rodeada por grandes empreendimentos de edifícios e o barulho ao seu redor seja infernal.

E é todo esse movimento na vizinhança que muda drasticamente o cotidiano pacato de Carl. Acidentalmente, um trator acaba danificando a caixa de correio do velhinho, que tem um enorme zelo em tudo em sua casa que o faça lembrar de Ellie. Enfurecido, ele acerta o responsável pelo incidente com sua bengala e passar a ser considerado uma ameaça pública sendo convidado a se internar num asilo.

Sem escapatória, Fredricksen decide então partir para Amércia do Sul, onde fica o encantado ‘Paraíso das Cachoeiras’ de um modo inusitado: indo até lá levando a sua casa presa a inúmeros balões.

Uma vez alçado vôo, ele acaba sendo surpreendido por uma visita inusitada: o inquieto Russel, um garoto de 8 anos, que vinha o perturbando há algum tempo para ajudá-lo em algo e ganhar a insígnia de auxílio aos idosos para completar a sua coleção. Por mais tagarela que Russel fosse, Carl sabia ver um pouco de si naquela criança, embora os tempos fossem outros e a disposição para falar intermitentemente do garoto contrastasse com o modo sempre mudo de Fredricksen.

Assim, essa improvável dupla parte em direção ao ‘Paraíso das Cachoeiras’ encontrando lá aquele aventureiro que Carl tanto cultuava em sua infância e que está disposto a aprisionar uma exótica ave da região, mostrá-la ao mundo e livrar-se da humilhação pública que sofrera no auge da sua carreira ao ser acusado de mostrar um falso esqueleto do tal pássaro.

E começa aqui a grande confusão da animação: Russel, como grande explorador da natureza se nega a entregar a ave que encontrara logo após a sua ‘aterrisagem’ no lugar. E Carl, de admirador, passa a ser um inimigo para o grande aventureiro, tendo que enfrentá-lo para salvar a ave e Russel e encontrar o caminho de volta para casa.

Disney/Pixar novamente nos brinda com uma linda história, que, como sempre digo, está cada vez mais voltada para os adultos do que para as crianças, com as mensagens que permeiam as histórias de suas animações. Porém, Up – Altas Aventuras não conseguiu atingir o excelente patamar que Os Incríveis, Carros, Ratatouille ou Wall.E conquistaram. Up sem dúvida é um excelente passatempo, mas faltou aquele ‘algo a mais’, para que ocupasse um lugar em nossa memória e que trouxesse as ‘boas recordações’ que as outras animações, mesmo vistas há muito tempo, ainda possuem.

COTAÇÃO: 4/5.








PALPITEIRO BRASILEIRO

Campeonato dos Palpiteiros - Temporada 2018

Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ex-Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. Atual Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Site com atividades e informações sobre a associação que reúne profissionais da crítica cinematográfica de todo o Brasil

Sinfonia Paulistana

um novo olhar

%d blogueiros gostam disto: