Breves & Curtas #7

8 02 2014
A insanidade de uma torcida fanática resultado num excelente drama!

A insanidade de uma torcida fanática resultado num excelente drama!

 

HOOLIGANS – Se arrependimento matasse, não estaria aqui para escrever sobre Hooligans, dirigido e roteirizado pela pouca conhecida Lexi Alexander (O Justiceiro: Em Zona de Guerra e Lifted), que nos entrega uma grata surpresa com uma surpreendente história.

A narração acompanha a entrada de Matt Buckner (Elijah Wood, o Frodo na trilogia O Senhor dos Anéis e Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças) na cruel e violenta torcida organizada do West Ham após ser expulso, injustamente, da faculdade de jornalismo em Harvard. Assim, vê-se obrigado a mudar para a casa da irmã Shannon Dunham (Claire Forlani) em Londres, residência em que mal permanece após frequentar os jogos do West Ham ao lado do problemático Pete Dunham (Charlie Hunnam, Círculo de Fogo e Son’s of Anarchy), irmão de seu cunhado.

Sem apoio familiar para confortá-lo dos seus problemas, Matt vê na figura de Pete e ainda mais na torcida organizada do West Ham, a Green Street Elite (GSE), uma visão completamente distorcida de companheirismo que jamais obteve de seu pai, Carl Buckner (Henry Goodman, Aconteceu em Woodstock e Um Lugar Chamado Notting Hill), jornalista sempre ausente na vida do filho. Aquele jovem aflito e até certo ponto, inocente, vindo dos EUA passa a frequentar um mundo violento e sangrento nos arredores dos estádios ingleses, onde brigas fúteis na rua são mais importantes do que os resultados conquistados entre as quatro linhas do campo.

A conjunção de dois fatores, no entanto, resultam no surpreendente desenvolvimento da trama: a descoberta da ‘profissão’ de Matt num ambiente onde jornalistas são odiados e o descontentamento de certos integrantes da GSE com a direção exercida por Pete, que herdou do seu irmão Steve Dunham (Marc Warren, O Procurado e Hogfather) o comando da torcida, assim como a fúria descomunal de seus arqui-rivais que buscam se vingar de um trágico acidente do passado. Aqui Hooligans atinge o seu ápice numa emocionante sequência de desdobramentos, onde praticamente todos os seus personagens estão envolvidos.

Apesar de toda a irracionalidade enraizada em todas essas torcidas organizadas é notável o amadurecimento do personagem de Elijah Wood nesse processo, onde o mesmo reconhece que essa experiência mudou radicalmente a sua personalidade, as suas atitudes e seu estilo de vida. O único proveito de tudo isso mesmo foi a coragem de enfrentar aquilo que alterou a jornada de sua vida para de encontro à esses tristes acontecimentos.

NOTA: 5/5

Curiosidade –> O ator Terence Jay, que interpreta Jeremy Van Holden, colega de quarto de Matt em Harvard e responsável pela expulsão deste da instituição, é quem canta a linda música One Blood ouvida ao fundo na sequência da briga final mostrada no filme. Clique aqui para ouvi-la e ter acesso a letra!

O mal abordado pela franquia Atividade Paranormal é uma herança de família.

O mal abordado pela franquia Atividade Paranormal é uma herança de família.

ATIVIDADE PARANORMAL 2 – A franquia abandona o seu “ar amador” do primeiro longa para um verdadeiro reality-show nessa sequência que se passa cerca de dois meses antes dos acontecimentos envolvendo o terror vivido por Micah e Katie no primeiro filme.

Se antes um casal documentava  os estranhos acontecimentos em sua residência, agora uma casa inteira é monitorada em vários ângulos, em seus ambientes internos e externos. Saem duas pessoas e entra uma família inteira: os Reys, sua governanta e a pastora alemã deles. Para manter a aura de franquia construída no filme original, quem constitui família com Daniel Rey (Brian Boland, A Morte de George W. Bush e Alma Perdida) e sua filha Ali (Molly Ephraim, da série Last Man Standing) e Kristi (Sprague Grayden, da série Jericho e do filme The Last Lullaby) , irmã de Katie do primeiro Atividade Paranormal. Dessa união nasce Hunter Rey, o recém-nascido por quem a encarnação do mal está obcecada agora.

Dos três anos que separam o primeiro do segundo filme pouca coisa se alterou, o modus-operandi da narrativa permanece o mesmo (só que envolvendo agora mais pessoas): um início documental falso,  a descrença do marido, a evolução gradual das sequências de terror que vai de objetos se moverem sozinho até alguém ser arrastado escada abaixo e passar a ser a personificação concreta do mal.

Nem o fato de o alvo da vez ser uma criança é capaz de criar alguma angústia válida. Se a história não consegue fazer jus à alcunha do gênero de terror, a explicação para os acontecimentos vistos aqui soa ainda mais simplista e pouco satisfatória e só piora quando se descobre que a ‘maldição’ pode ser transferida para outrem (desencadeando os acontecimentos do longa de 2007) como um objeto qualquer.

Atividade Paranormal 2 acaba se tornado aqueles brinquedos radicais, mas feitos para crianças: é feito para tal propósito (o de assustar), mas só consegue fazê-lo com os mais inocentes.

NOTA: 2/5

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Um documentário-show para o One Direction chamar de seu

ONE DIRECTION – THIS IS US – Liam Payne. Zayn Malik. Niall Horan. Louis Tomlinson. Harry Styles. Para muita gente seja muito provável que esses cinco nomes não queira dizer muito. Mas tais nomes deixam ensandecida outra mesma quantidade de fãs ao redor do mundo, fãs loucas pelo One Direction, um dos maiores sucessos da música pop atual, quando resolveram resgatar o formato das boy band.

As histórias de Liam, Zayn, Niall, Louis e Harry ganham o formato de documentário nas mãos do diretor Morgan Spurlock (Super Size Me – A Dieta do Palhaço) que tem a responsabilidade de levar para a telona os caminhos que cada um desses integrantes trilhou até chegar ao estrelato mundial.

Para tanto, Morgan usa a turnê mundial realizada pelo grupo One Direction como pano de fundo para apresentar o passado menos popular dos cinco integrantes em suas respectivas famílias, assim como a participação deles no reality-show britânico The X-Factor, onde coube ao jurado Simon Cowell (que exerceu a mesma função no American Idol) juntá-los em um mesmo grupo e catapultá-los para a fama.

Enquanto as maiores casas de espetáculos e estádios dos países por onde passavam eram ocupados pelo 1D e sua ode de fãs, os bastidores eram captados pelas lentes do documentário. Entre um embarque e uma partida em um avião pela face da Terra, grandes sucessos da banda como What Makes You Beautiful, Little Things, Live While We’re Young e One Thing ganhavam as suas versões compactas de vídeo.

A parte de toda euforia e badalação resultantes do sucesso, um lado mais solitário de cada um deles é apresentado nos momentos em que a agenda do grupo reserva-lhes uma pausa dos shows. E o que menos se espera de uma obra dessa estirpe é se emocionar com os depoimentos das famílias (especialmente dos pais) que, de certa forma perderam os seus filhos, literalmente, para o mundo. Independentemente da aprovação ou não de suas músicas, torço para que a filosofia de vida que cada um deles afirma ter, não seja apenas uma declaração jogada ao vento e seja realmente praticada por eles. Se isso não garantir um sucesso duradouro para o One Direction, pelo menos os tornarão pessoas melhores.

NOTA: 4/5

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Breves & Curtas #6

11 01 2014

Ano novo, ideias novas. Para manter o Universo E! sempre com postagens pelo menos uma vez a cada quinze dias, decidimos repaginar a edição do Breves & Curtas, que era destinado a pequenas notas e notícias sobre o cinema (cuja última edição foi postada em 2010) e adaptá-lo para resenhas sobre diversos filmes existentes, sem se apeguar ao fato de ser estreia, recente ou não.

Aqui tudo será válido: filme em DVD/blu-ray, nos cinemas, na Netflix, ou se estiver apenas disponível internet a fora. Cada edição trará três longas com a minha opinião e sua respectiva nota. Me parece ser um formato promissor dada a minha empolgação e espero que vocês aproveitem para discutir, comentar, opinar e discordar, afinal esse espaço também é de vocês.

Boa leitura!

Zelando pela boa noite de sono do namorado!

Zelando pela boa noite de sono do namorado!

ATIVIDADE PARANORMAL – Depois de muito tempo finalmente tive a oportunidade de conferir o primeiro longa dessa já famosa franquia do cinema de terror. A opinião daqueles que conheço e o tinham visto estava bem dividida: alguns se apavoraram com esse exemplar e outros não sentiram tanto pavor assim.

Tenho que concordar com esses últimos. Mas acrescento que não podemos deixar de elogiar a eficácia que esse primeiro Atividade Paranormal carrega consigo. Primeiro pelo casal de atores (os novatos Katie Featherston e Micah Sloat) que convencem como duas pessoas próximas entre si, que possuem um cotidiano em comum, convencimento que se estende ao ponto de ambos emprestarem os seus nomes reais aos seus respectivos personagens. Segundo, pela decisão do inexperiente (até então) diretor Oren Peli (responsável pelo roteiro do igualmente eficiente Chernobyl: Sinta a Radiação) em abandonar as características comuns dos filmes, optando por excluir os créditos iniciais e finais aqui, aproximando essa obra de ficção da realidade.

Com seus defeitos ao não explicar o motivo pelo qual o casal vive completamente isolado – isolamento pelo qual a narrativa se beneficia – e suas virtudes, ao moldar as características da “criatura” da vez num crescente de terror e ação entre sons e imagens, Atividade Paranormal não chega a ser um épico e singular exemplar do terror, mas funciona o suficiente para ocupar um lugar de destaque do gênero (repleto de porcarias) em desencadear uma franquia em massa nos cinemas. Espero apenas que a quantidade não resulte na queda de sua qualidade, tal qual Jogos Mortais.

NOTA: 4/5

Chama o Dexter, tenente Debra Morgan.

Chama o Dexter, tenente Debra Morgan.

QUARENTENA – Bebeu a água da mesma fonte de Atividade Paranormal. Um enredo sombrio contado do ponto de vista de uma câmera, mas não convence como o filme que o inspirou. Dessa vez é uma matéria sobre o dia-a-dia do Corpo de Bombeiros de Los Angeles para a TV que é a espinha dorsal da narrativa. Na frente da câmera temos a repórter Angela Vidal que está guiando a narrativa para o espectador, papel da eterna irmã de Dexter, Jennifer Carpenter (que também pode ser vista em O Exorcismo de Emily Rose).

Numa das ocorrências, as equipes de bombeiro e de reportagem, chegam a um edifício onde gritos aterrorizantes assustam os seus moradores. No local, uma senhora revela ser o motivo de tanta preocupação onde, inesperadamente, ataca um dos policiais que atendiam a ocorrência. Com a mesma rapidez, o Centro de Controle de Doenças americano isola o prédio do ambiente externo, entregando os seus ocupantes à lenta e certeira morte.

O maior defeito de Quarentena é que seu roteiro não consegue embasar a sua premissa apresentando-nos uma narrativa falha e colocando uma pesquisa de um veterinário como responsável por todo esse caos não é o suficiente, assim como outras ações e atitudes de seus personagens não condizem com a realidade ou com o quê se esperava de alguém numa situação dessas, sem citar os vários clichês onde a grande maioria do elenco se entrega ‘inocentemente’ às criaturas vis.

De bom temos as performances dos atores. Jamais imaginei que Jennifer Carpenter pudesse tremer e gritar tanto, assim como Jay Hernandez (O Albergue e O Pagamento Final: Rumo ao Poder) que sempre se sai bem em seus muitos papéis coadjuvantes ou o experiente Doug Jones (O Labirinto do Fauno e Hellboy) que se especializou (tal como Andy Sarkis) em dar vida digital a criaturas nada bonitas.

NOTA: 2/5

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É, a vida não tá fácil Hanks.

O TERMINAL – Viktor Navorski (Tom Hanks, O Código da Vinci e À Espera de um Milagre) teve a infelicidade de chegar aos EUA justamente quando seu país fictício do Leste Europeu, Krakozhia, sofre um terrível golpe de estado e entra numa grande crise diplomática onde passa a não ser reconhecido pelo governo americano. Resultado: Navorski fica impedido de entrar em solo americano, sendo obrigado a vagar pelo salão internacional do aeroporto JKF até que sua situação seja resolvida. Só que não tão rápido quanto se esperava.

Durante os nove meses em que fixou, forçadamente, residência no aeroporto, Navorski improvisou um curso instantâneo de inglês, idioma que não dominava causando-lhe grandes dificuldades e proporcionando divertidas cenas. Criou novas amizades com os trabalhadores do local, auxiliando-os e sendo auxiliados por eles a todo instante. Tornou-se um grande empecilho para Frank Dixon (Stanley Tucci, da franquia Jogos Vorazes e O Diabo Veste Prada) que se aproximou e muito de uma promoção a diretor responsável pelo gerenciamento de segurança do aeroporto, o que não ocorreu por não saber lidar com o peculiar caso do cidadão de Krakozhia. Mal sucedido no campo profissional passa a alimentar uma vingança infantil contra Viktor.

Entre as muitas idas e vindas dos passageiros, Navorski se apaixona por uma comissária de bordo, interpretada por Catherine Zeta-Jones (Chicago e Doze Homens e Outro Segredo), que tal como a inconstante rotina de seu trabalho apresentava uma tumultuada vida amorosa, que nem os conselhos e o interesse de Navorski foram capazes de modificar o seu comportamento.

Mesmo com um fraco anti-herói cuja motivação para atrapalhar a vida do protagonista soa mais como uma rixa entre crianças, O Terminal constrói um fascinante cotidiano de um aeroporto real, com grandes planos abertos que descrevem esse ambiente amplo (mas fechado) e com diversos personagens coadjuvantes cujas histórias inevitavelmente cruzam com a do protagonista, ao mesmo tempo que cria uma poderosa verossimilhança para a situação narrada ao abrir oportunidades para acompanhar os bastidores de um aeroporto muito semelhante à um shopping center. Isso sem levarmos em conta o evidente carisma de Tom Hanks nos idos de 2004, que dá traços marcantes e simpáticos a esse atrapalhado cidadão sem país, em busca da realização de um sonho pessoal que nem o inesperado cativeiro num saguão de aeroporto foi capaz de impedir.

NOTA: 4/5





Prepare-se para o MTV Movie Awards 2010

29 04 2010

As premiações de cinema ainda não acabaram: Avatar, Lua Nova, (500) Dias com Ela, Alice no País das Maravilhas, Distrito 9, Se Beber não Case, Guerra ao Terror, Bastardos Inglórios, Atividade Paranormal, Preciosa – Uma História de Esperança, Sherlock Holmes, Ilha do Medo, Exterminador do Futuro – A Salvação, Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados, Up – Altas Aventuras ou X-Men Origins: Wolverine ainda podem levar mais um prêmio para casa.

Estes são apenas alguns dos filmes elegíveis que poderão concorrer a Pipoca Dourada do MTV Movie Awards 2010, o evento de premiação mais bem humorado do Cinema mundial.

É aqui que os mais fanáticos fãs de Crepúsculo, Harry Potter e outros gêneros de filmes praticados ignorados pelas premiações de início de ano poderão torcer pelo seu projeto de idolatração. Afinal no MTV Movie Awards tudo, absolutamente TUDO é possível.

Além dos tradicionais melhores filme, ator e atriz, há outras categorias mais, digamos, liberais como melhor beijo, melhor luta, o momento What The Fuck? (ou Que Merda é essa?) ou a novidade desse ano que é a premiação para superastro global.

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O que vai sair desse calderão de filmes e atores e quem vai levar a Pipoca Dourada, a gente só vai saber no MTV Movie Awards 2010 – que ocorre domingo, 06 de junho e com cobertura completa e especial do Universo E!.

Ao longo de todo o mês de maio você acompanha todos os preparativos para festa e no dia da premiação, você acompanha minuto-a-minuto com a gente a última premiação cinematográfica da temporada de 2009.

Vai uma pipoquinha aí?





Nos Cinemas #2: Dezembro

29 11 2009

Como vão ser as estreias desse último mês de 2009? Universo E! antecipa as novidades da telona para você:

Na sexta-feira, 04 de dezembro, temos a estreia do thriller A Caixa com Cameron Diaz: o que você faria se lhe entregassem uma caixa com um único botão e que se você o apertasse te deixaria milionário, mas ao mesmo tempo tirasse a vida de alguém que você não conhece? Uma professora e seu marido, um engenheiro da NASA, formam um casal típico com um filho, moradores do subúrbio. Tudo muda quando um misterioso homem aparece com uma proposta tentadora: a tal caixa. Agora eles tem 24 horas para tomarem a fatídica escolha. E logo irão decobrir que certas escolhas estão fora de seu controle e vão muito além da fortuna.

No mesmo dia estreia a animação O Fantástico Senhor Raposo que conta com a dublagem em inglês de Owen Wilson, Bill Murray, Meryl Streep e George Clooney. Ainda dia 04, você não pode deixar de conferir mais um trabalho dos irmãos Coen (do fabuloso Onde os Fracos não Tem Vez e do detestável Queime Depois de Ler): a comédia Um Homem Sério. Além de diversas outras comedinhas requentadas, dia 04 nos reserva o tão bem comentado terror de Atividade Paranormal.

Na semana seguinte, dia 11, tem Confusões em Família com Andy Garcia. A Disney também volta a animação em 2D com a A Princesa e o Sapo, trazendo a primeira princesa negra dos contos de fada dos estúdios Disney.

Já na segunda metade de dezembro temos a estreia mais esperada e aguardada desse ano: Avatar no dia 18. Ficção científica repleta de efeitos especiais, que ocupou toda a estrutura da Weta Workshop (companhia criada por Peter Jackson para a criação das criaturas digitais da trilogia O Senhor dos Anéis). E quando o próprio Peter Jackson quis produzir Distrito 9, teve que procurar outra produtora de efeitos porque a Weta estava 100% envolvida no trabalho de Avatar. Só aqui temos uma ideia do que esperar desse trabalho de James Cameron.

Para competir com Avatar temos estreias de comédias fracas (salvo engano) de: A Mente que Mente e Encontro de Casais que provavelmente passarão despercebidas.

Na próxima sexta-feira já será Natal que, infelizmente, trará mais um (MAIS UM?!!) tele-filme de Xuxa em O Mistério da Feiurinha… Em seguida temos, quem sabe, o sucessor do canino Marley & Eu com Sempre ao Seu Lado com Richard Gere. Coseguirá ele atingir o mesmo nível de emoção e sucesso da história do pior cachorro do mundo?

Sexta-feira seguinte já será 1º de janeiro, um novo ano, o primeiro dia de 2010. Mais isso já é um assunto para outra coluna de Nos Cinemas. Até lá e bons filmes!

ATENÇÃO: PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÕES POR PARTE DAS PRODUTORAS E/OU DISTRIBUIDORAS. CONSULTE SEMPRE O CINEMA DE SUA PREFERÊNCIA







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Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atual Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. É o Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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