Campinas terá a 11ª sala IMAX do Brasil

21 09 2014

EDIT 2: Chegou o grande dia! Após dois meses do prazo previsto, a sala IMAX de Campinas será inaugurada nessa quinta (dia 12/02) no Kinoplex do Parque Dom Pedro Shopping. A programação dessa primeira semana festiva será a seguinte: O Destino de Júpiter (DUB) 15h20 e (LEG) 18h00. E se encerra com a pré-estreia do drama de Clint Eastwood, Sniper Americano (LEG) as 21h00.

EDIT: Olá leitor. Muito obrigado pela visita. Saiba que o Universo E! desde 31/10/2014 está em uma nova casa. Todas as nossas novas postagens você confere nesse link: http://www.serounaosei.com/category/universo-e/

Kinoplex, o maior cinema de Campinas com 15 salas, trará para a cidade a 11ª sala IMAX a ser instalada no Brasil. A inauguração da tecnologia inédita no município está prevista para o mês de dezembro e faz parte de um investimento de R$ 12 milhões da rede na modernização de seu complexo localizado no Parque Dom Pedro Shopping.

As 15 salas da rede Kinoplex em Campinas passam por renovação e modernização, num custo total de R$ 12 milhões.

A instalação da sala IMAX é a última etapa desse projeto, uma vez que complexo já reformou toda a parte externa do complexo (bilheteria, terminais de auto-atendimento, bombonière e também o hall de entrada que passou a contar com vídeo wall), as salas tiveram  todo o interior reformado e ainda foram instaladas duas salas Kinoplex Platinum (VIP) com poltronas reclináveis que contam com uma bilheteria exclusiva para a venda de ingressos.

Maior grupo exibidor de filmes 100% brasileiro, o Grupo Severino Ribeiro terá na cidade do interior de São Paulo a sua primeira sala IMAX no país, que será instalado no primeiro multiplex do grupo sob a bandeira Kinoplex, inaugurado em 2003 em Campinas.

Além de uma forma de competir com os demais cinemas da cidade (os principais concorrentes são a rede Cinemark com a sala Xtreme Digital no Shopping Iguatemi Campinas e a rede Cinematográfica Araújo com sua sala VIP e suas duas salas com super-telas no Shopping Parque das Bandeiras), o Grupo Severiano Ribeiro incluiu a cidade em seu plano nacional de modernização e expansão, onde estão previstas a aberturas de 100 novas salas no Brasil, além do processo de digitalização de toda a sua rede.

IMAX

Uma das mais 800 salas IMAX espalhadas pelo mundo

Uma das mais de 800 salas IMAX espalhadas pelo mundo

 

O mesmo crescimento é esperado para as salas IMAX no período. Atualmente, o Brasil possui dez salas em operação nas seguintes cidades: São Paulo (com 3 salas, sendo a primeira do país instalada no Espaço Itaú de Cinemas – Pompeia, no Shopping Bourbon); Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Cotia/SP, Ribeirão Preto/SP, Fortaleza e Recife são as demais cidades com uma sala cada uma. Até 2016 estão previstas a inauguração de mais 14 salas com o circuito IMAX totalizando 25 salas ao todo.

Imagem Maximum (IMAX) é um formato de projeção de filmes que tem a capacidade de transmitir imagens bem maiores em tamanho e resolução do que o sistema convencional hoje existente nos cinemas. De acordo com o Wikipedia, a tela padrão IMAX tem 22 metros de largura por 16,1 metros de altura (354,2m² de projeção), mas podem dimensões grandiosas: a sala IMAX Big Cinemas de Mumbai na Índia, utiliza a tecnologia IMAX Dome e tem uma tela de 1.180m², enquanto o IMAX Theatre Sydney, na Austrália, conta a maior tela retangular nesse formato no mundo com uma área de projeção de 1.051m².

Campinas, a partir de dezembro, pertencerá a um seleto grupo de 837 cinemas em 57 países a contarem com a uma sala IMAX.

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ANÁLISE: O Grande Gatsby

9 07 2013

O Grande Gatsby demonstra como o amor pode exercer forte influência na vida de alguém tanto para o bem, quanto para o mal. Como amor pode te levar a conquistar algo incrível, mas também pode te levar ao completo fracasso, ao desperdício de uma vida.

Narrado a partir do ponto de vista de Nick Carraway, um personagem que sofre com a apatia em tela de Tobey Maguire (da trilogia Homem-Aranha e Entre Irmãos), que não transmite qualquer tipo de energia à ele com uma atuação extremamente apagada e esquecível e isso acaba influenciando diretamente a fraca primeira metade do longa de Baz Luhrmann (Moulin Rouge – Amor em Vermelho e Austrália), sem fascinar o espectador sobre sua história de vida, contaminando assim toda a obra.

Em uma histérica Nova York de 1922 com sua elite nadando à grandes braçadas em rios de dólares, Nick nos apresenta um casal de conhecidos seus: Daisy (Carey Mulligan, Drive e Não me Abandone Jamais) e Tom Buchanan (Joel Edgerton, A Hora mais Escura e na animação A Origem dos Guardiões) que sofrem com a falta de amor no relacionamento – agravado pelo caso latente de traição do marido, até receber o inesperado convite para uma das espetaculares festas realizadas na mansão vizinha à sua residência. Mansão onde residia, claro, Gatsby. Essa demora em revelar o personagem principal (que não era segredo algum para os espectadores mais antenados) só prejudica o filme ao deixar a responsabilidade de condução da história sobre os ombros de Maguire.

O repentino carisma que Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio, A Origem e Os Infiltrados) passa a demonstrar por Nick, seu ‘old spot’, ocorre por puro interesse pessoal: se aproximar por Daisy, o grande amor de sua vida. Não só se tornar amigo íntimo de Nick, mas as festas promovidas por ele, a mansão escolhida estrategicamente, o seu estilo de vida, tudo o que diz respeito a Gatsby é de tal forma com o único intuito de ter novamente Daisy em seus braços, o que a vida e o seu passado humilde não permitiram.

Embora megalomaníaco, o plano de Gatsby chega muito próximo de seu objetivo e só não atinge o sucesso por sua culpa e de seu orgulho e a forma como isso é demonstrado no filme é decepcionante: ou devido a história original (de autoria de F. Scott Fitzgerald com a qual não tive contato anteriormente), ou por erro de adaptação mesmo. Mas como dizem, o filme tem que caminhar por si mesmo, acredito muito na última opção.

Se a história quase não rende, figurino e direção de arte são bastante elogiáveis ao retratar os modos e cotidiano americano da década de 20 – enquanto o primeiro não perdeu a oportunidade de realizar um belíssimo trabalho nas cenas de festas na grande residência de Gatsby ao vestir os inúmeros convidados, o segundo sabe contrastar muito bem o velho com o novo: nesse caso os logotipos em preto-e-branco no início do longa com a tecnologia em 3D. Já a forma de se abordar o aspecto das três dimensões ao longo da narração é completamente equivocada com os movimentos bruscos de câmera (mais clichê que isso, impossível) que não condizem com a história contada.

Nota-se, portanto, que o fraco O Grande Gatsby é um grande conjunto de escolhas e decisões equivocadas sendo poucos os pontos realmente positivos a serem apontados e com grande dificuldade em estabelecer sua trama, pecando tanto na construção de um possível clássico cinematográfico (estigma que a obra original carrega), quanto em colocá-lo como um filme moderno porque até os seus diversos efeitos especiais também falham, por exemplo, na construção dos cenários externos da Nova York da época. Tantas incongruências na história deixam dúvidas nessa análise também: O Grande Gatsby é um filme ruim com poucos detalhes positivos ou um filme mediano com vários pontos negativos?

NOTA: 2/5





Feliz aniversário Anna Torv!

6 06 2013

De uma coisa eu tenho a mais absoluta certeza: Fringe não seria o espetáculo que foi se não fosse a presença exuberante, o carisma, o talento e o profissionalismo de Anna Torv em cada cena e em cada episódio.

Anna Torv conseguia com pequenos gestos nos emocionar com suas cenas. Sem nenhum esforço, Anna transmitia à sua personagem e à nós, espectadores, toda a emoção, tristeza e simpatia que a história exigia. Era até difícil definir se a agente Olivia Dunham foi feita para Anna Torv ou se foi a Anna Torv quem fez Olivia Dunham ser perfeita.

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Então, nas vésperas de comemorar os seus 35 anos de vida (15 de junho), nada mais justo que a homenagem realizada por diversos fãs espalhados pelo mundo inteiro dando as felicitações à nossa querida australiana de Melbourne num belíssimo vídeo copilado pelo pessoal da página We Want Anna Torv on TV Very Soon After Fringe no Facebook.

Happy Birthday Anna Torv!

P.S.: Não sei vocês, mas eu ainda tenho 3 episódios e uma 5ª temporada inteira de Fringe inédito pela frente! ;D





O bom 3D do U2

23 03 2011

O Universo E! teve a grande oportunidade de asssitir em primeira mão ao show U2 em 3D. O mesmo foi gravado na turnê Vertigo realiado pelo grupo na América Latina e também em Melbourne na Austrália.

Pode-se elogiar com propriedade a ótima qualidade do formato de três dimensões exibido nesse espetáculo. Os espectadores poderão ver com grande nitidez toda a noção de profunidade proporcionada pela nova tecnologia nos dias 25, 26 e 27 março – datas reservadas para a exibição do show em cinemas selecionados pelo Brasil afora.

Se em diversos filmes já lançados o 3D é utilizado (desculpem-me a expressão) ‘porcamente’, aqui ele possibilita uma imersão sem igual no palco e na multidão que compareceu ao show do U2 em seus respectivos países.

U2 3D também é uma aula para todos diretores/produtores que queiram criar em três dimensões. E toda a sua preocupação deve concentrar-se sobre a noção de profundidade e proximidade. A primeira é uma ilusão facilmente de ser criada, sendo o primeiro (e geralmente único) efeito obtido através da conversão de produções de 2D para 3D. Já uma boa noção de proximidade é uma façanha mais difícil de ser alcançada: se o enquadramento de uma cena for feita de forma errada faz com a imagem do objeto e/ou pessoa que esteja mais próximo aos olhos do espectador extrapole os limites da tela, quebrando o encanto do filme.

Embora isso ocorra raras vezes no show, a produção de U2 3D explorou muito a bem a tecnologia, revelando ao espectador diversos detalhes presentes no evento: desde o palco com a banda, o telão gigantesco presente nas apresentações (juntamente com efeitos gráficos especiais para a projeção) e até o público, transportando quem está sentado na poltrona para o meio da plateia em delírio!

Além de uma inovadora e excelente oportunidade de entretenimento para fãs de U2 e de uma boa música, U2 3D servirá também para acostumar o espectador com uma boa qualidade de projeção em 3D e exigir um padrão mais elevado nos próximos lançamentos realizados nesse formato.








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Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ex-Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. Atual Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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