ANÁLISE: Rush – No Limite da Emoção

28 10 2013

Uma coisa Rush – No Limite da Emoção deixa bem claro em toda a sua duração: a dualidade marcante entre os pilotos de sua história James Hunt (Chris Hemsworth, Thor e Os Vingadores) e Niki Lauda (Daniel Brühl, Edukators e Bastardos Inglórios), tanto em personalidade, quanto em pilotagem. Juntos, eles protagonizaram uma das maiores disputas entre pilotos da história da Fórmula 1. Dentro e fora dos circuitos.

Ao colocar os dois atores narrando a introdução da história de seus respectivos personagens, Ron Howard (diretor vencedor do Oscar por Uma Mente Brilhante e indicado na mesma categoria por Frost/Nixon) estabelece uma característica interessante de sua produção: ambos não são os protagonistas aqui e sim a rivalidade entre eles, que começa desde muito cedo, na Fórmula 3, categoria de base do automobilismo, e chega até aos holofotes da F-1.

Mesmo com muitas diferenças, algumas semelhanças marcaram a trajetória da carreira dos dois pilotos: por exemplo, a ausência do apoio familiar direto. James Hunt contava apenas com a ajuda de amigos que compunham a sua equipe, que se preocupavam apenas em colocá-lo dentro de um bom carro. Lauda vinha de uma tradicional família austríaca de negócios e suas aventuras pelas pistas não eram bem vistas aos olhos de seu pai. Resultado? Tentar a sorte por si mesmo e alcançar uma vaga na F-1 com dinheiro adquirido com um empréstimo. Tática utilizada também por seu grande rival para atingir o mesmo objetivo.

Extremamente concentrado e focado, Niki Lauda alcançava cada vez mais fama e admiração através de sua disciplina, aliada aos seus conhecimentos técnicos de mecânica e aerodinâmica dos carros de corrida, o que inclusive é muito bem explanado pelo roteiro (lapidado pelas mãos de Peter Morgan, que repete aqui a parceria feita com Howard em Frost/Nixon e também responsável pelo roteiro de Além da Vida), que consegue em algumas rápidas cenas, explicar tal habilidade até mesmo para aqueles que desconhecem tudo aquilo que envolve uma corrida de carro. James Hunt, por outro lado, tinha o seu talento nato (não é a toa que o mesmo conquiste em determinado ano o prêmio de melhor piloto da temporada pela imprensa especializada), um dom mesmo e não algo conquistado, estudado ou aperfeiçoado. Quando não estava dentro de seu cockpit, as preocupações de Hunt limitavam-se a bebidas, mulheres e festas, não necessariamente nessa ordem.

Em meio a tantas disputas e brigas entre os pilotos, Rush ainda consegue abordar um pouco a vida pessoal destes e ainda encontra espaço para alocar passagens bem-humoradas, sejam elas as constantes provocações de Hunt em cima do adversário ou as implicações da falta de sociabilidade, de tato com as outras pessoas, de Lauda: como ser impedido de entrar numa festa. E a partir daí: depender de uma carona para retornar para casa, conseguir explicar o quanto sua bunda é importante na identificação de problemas mecânicos em um veículo e o seu sucesso nas pistas ser o real motivo para dois marmanjos o auxiliarem no meio da estrada e não a beleza da mulher que o acompanhava, Marlene (Alexandra Maria Lara, de A Queda! As Últimas Horas de Hitler e Velhas Juventude) que viria a ser a sua esposa. Vale salientar até aqui o excepcional trabalho nas atuações de Chris e Daniel, responsáveis pela absoluta imersão do espectador na trama ao conseguirem se desvencilhar de suas personalidades e convencerem como pilotos profissionais.

Antecedida por problemas financeiros de Hunt, enquanto seu rival já alcançara a Scuderia Ferrari, a trama de Rush chega ao campeonato de 1976, o ano do ápice da rivalidade entre os dois. Aqui Rush estabelece um ritmo alucinante ao abordar algumas corridas existentes no calendário daquele ano e beneficiado, claro, pela intensa disputa ponto a ponto entre Hunt e Lauda a cada grande prêmio. A dramaticidade e apreensão também ganham peso ao abordarem os tempos tenebrosos que a Fórmula 1 enfrentava na época com os vários acidentes graves e fatais em suas corridas e dos quais Niki Lauda foi uma de suas mais conhecidas vítimas, durante o GP da Alemanha de 1976, no lendário circuito de Nurburgring, considerado naquele tempo como o cemitério da F-1.

Nesse ponto, Rush – No Limite da Emoção nos apresenta outro ponto positivo de sua narração: os efeitos, tantos visuais quanto sonoros. Desde a recriação histórica dos circuitos (entre eles o de Interlagos em São Paulo) até a caracterização das feridas deixadas pelas queimaduras no rosto de Daniel Brühl. Efeitos visuais, felizmente, aperfeiçoados durante a projeção, já que na sua primeira metade de duração, algumas ultrapassagens e até batidas entre os carros soavam artificiais demais. Já no aspecto sonoro, os sons foram ótimos instrumentos para realçar a dramaticidade da trama, especialmente no seu ato principal, durante as corridas da temporada de 76 com o ronco dos motores, a combustão dos pistões. Um trabalho de primeira qualidade.

O mais novo trabalho de Ron Howard se revela uma grata surpresa nas estreias de 2013, sabendo utilizar e recriar todos os grandes momentos da história de um mundo avesso ao da cinematografia: o automobilismo e em especial a Fórmula 1. E igualmente surpreendente foi a inteligente escolha da história em si adotar uma abordagem que fosse equidistante dos dois pilotos, uma abordagem onde não há heróis e nem vilões. Há sim, dois competidores disputando entre si pelo campeonato do qual participam. E com essa competição e suas diferenças pessoais que despertavam, entre eles, o melhor de cada um, tornando-se um combustível indispensável para Niki Lauda e James Hunt buscarem a excelência em suas performances em pista. E possibilitou a realização desse grande filme.

NOTA: 5/5





O inflado elenco do novo X-Men

3 03 2013

O novo filme baseado nos heróis das HQ’s traz renomadas estrelas em seu elenco. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido com estreia prevista para julho de 2014 tem uma lista quase infinita de astros e estrelas já escalados: Hugh Jackman (Wolverine e Os Miseráveis), Ian McKellen (trilogia O Senhor dos Anéis, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada e O Código da Vinci), Jennifer Lawrence (musa de Jogos Vorazes e O Lado Bom da Vida), Michael Fassbender (Bastardos Inglórios e Prometheus), James McAvoy (O Procurado e Desejo e Reparação), Anna Paquin (Jane Eyre – Encontro com o Amor e da série True Blood), Peter Dinklage (Morte no Funeral e a série Game of Thrones), Halle Berry (A Viagem e a A Última Ceia), Ellen Page (A Origem e Juno), Nicholas Hoult (Fúria de Titãs e Meu Namorado é um Zumbi)…

Todos os citados estarão a bordo nessa nova aventuras dos justiceiros mutantes, agora tanto com os X-Men da trilogia original quanto daqueles jovens atores vistos no recente X-Men: Primeira Classe. O diretor responsável pela produção híbrida, Bryan Singer (Superman – O Retorno e do ainda inédito Jack – O Matador de Gigantes) já anunciou em seu perfil no Twitter que outro nome em evidência recentemente nos holofotes de Hollywood também participará dos inícios das filmagens previstas para o mês que vem: o ator francês Omar Sy presente no grande sucesso de seu país, Intocáveis.

Omar Sy, estrela do sucesso francês Intocáveis, estará presente no novo X-Men.

Omar Sy, estrela do sucesso francês Intocáveis, estará presente no novo X-Men.





ANÁLISE: Django Livre

18 02 2013

CORRIDA DE OURO – OSCAR 2013

Tarantino, Tarantino… A loucura (em seu bom sentido) de Quentin Tarantino é acompanhar, nos idos dos EUA de 1858, o doutor King Schultz (Christoph Waltz, Bastardos Inglórios e Água para Elefantes), que se finge de dentista para ocultar sua real profissão: caçador de recompensa.

Para a concretização de um de seus trabalhos, doutor King busca auxílio de um escravo que pudesse lhe orientar e reconhecer três irmãos fazendeiros e escravocratas, o que lhe renderia alguns dólares. O único entrave na situação era o fato que o tal escravo, o Django do título personificado por Jamie Foxx (Ray e Código de Conduta), pertencia a terceiros que o transportavam a um mercado de escravos. Uma situação deveras complicada se Tarantino considerasse levar a sério o seu novo trabalho. Mas como tudo o que ele quer é se divertir um pouco, brincar de fazer cinema… não é o que acontece em Django Livre.

Assim, a divertida e rigorosa retórica de doutor King consegue solucionar os seus problemas, contando sempre com o modo Tarantino de resoluções de questões: muito tiro e muito sangue. Desse modo, a companhia de Django é facilmente conquistada e os dois homens partem para a próxima missão a bordo de uma carruagem curiosamente ornada com um dente sacolejante!

Da parceria e do interessante entrosamento dos dois sai grande parte do humor que Django Livre apresenta. Cabe a Christoph Waltz solucionar grande parte dos conflitos com a divertida diplomacia de seu personagem, enquanto o Django de Jamie Foxx tem apenas que ‘dançar conforme a música’ ditada pelo novo colega e encenar os tipos certos para cada enrascada em que os dois se metem: se tornar mero coadjuvante na discussão com o xerife de uma cidadezinha (cenário típico dos western’s como discutiremos a seguir); assumir uma postura mais enérgica na captura dos três irmão, matando dois deles ou tornando-se um negociador na parte final do longa.

Além de garantir sua diversão sentado na cadeira de diretor, Quentin Tarantino também presta uma singela homenagem aos filmes de velho-oeste, de bangue-bangue. Não só a ambientação de seu novo longa remete a este gênero com a cena inicial que retrata um mar de pedras, por exemplo, mas também com a tipografia da fonte nas letras usadas nos créditos iniciais e nos que encerram o filme, mais a empolgante trilha sonora que mesmo uma vez ou outra surge com acordes e músicas mais atuais, traz participações tradicionais de Luis Bacalov e Ennio Morricone.

Em meio ao trabalho conjunto, doutor King conhece um pouco mais do passado de Django e em consequência disso, a vontade do escravo em reencontrar sua esposa. Por ironia do destino e por uma característica única dela (sua fluência na língua alemã), a escrava Brunhilde (Kerry Washington, O Último Rei da Escócia e Sr e Sra Smith) é também uma velha conhecida do falso dentista.

O resgate de Brunhilde leva a trama até a fazenda de Calvin Candie (Leonardo DiCaprio, A Origem, J. Edgar e Gilbert Grape – Um Aprendiz de Sonhador), um magnata agrícola extremamente impiedoso a ponto de estimular uma espécie de MMA mortal entre escravos, um gosto da mais pura crueldade, mas que também possui um lado extremamente inocente e manipulável. Se não fosse pela perspicácia de seu escravo-capataz Stephen (o irreconhecível Samuel L. Jackson, o Nick Fury de toda e qualquer produção da Marvel), as reais intenções de doutor King e Django jamais seriam descobertas.

Claro que Django Livre não terminaria sem uma das mais ilustres assinaturas de Quentin Tarantino: já mencionamos a presença do sangue e dos tiros. Só faltavam a sua participação especial e a carnificina geral, duas carnificas na verdade, que ocorrem dentro da casa-grande de Candie, personificando a vingança e a liberdade definitivas de Django, prolongando a duração do filme além do desejável. Na escala do bom e do ruim, a classificação de Django Livre oscila: até que ponto você gosta das brincadeiras de Tarantino? Fãs fervorosos dele tendem a adorar. Não-fãs podem achar regular ou até detestar, vai depender do perfil de cada um.

NOTA: 3/5





Universo E! no MTV Movie Awards 2010 #7

6 06 2010

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MELHOR VILÃO

Falou em vilão, já me lembro dos últimos e aflitos minutos de Avatar na luta do avatar de Sam Worthington com o coronel nervos-de-aço de Stephen Lang. Mas por outro lado, tem o bem falado vilão oscarizado de Christoph Waltz de Bastardos Inglórios.

Portanto, meu voto vai para esse último e não mexer em time que está ganhando.





Indicados ao MTV Movie Awards 2010

22 05 2010

image Vá se preparando! Dia 06 de junho está chegando e com ele, a premiação mais bem humorada do cinema – prepare-se para as muitas Pipocas Douradas a serem distribuídas no MTV Movie Awards 2010.

Uma das mais tradicionais premiações da MTV americana, o MTV Movie Awards contará com a segunda cobertura do Universo E! . A primeira, de 2009, contou com o maior pico de visitas já registrado em nosso blog.

E para prepará-los para a festa, divulgamos (só) agora a lista dos indicados ao prêmio de Pipoca Dourada para cada categoria. Para esse ano, a MTV criou três novas categorias (destacadas em negrito a seguir). Uma delas, a de Super Astro Global, contará com a participação do público que poderá votar nesse endereço.

Sem mais delongas vamos aos indicados:

MELHOR FILME

  • Alice no País das Maravilhas
  • Harry Potter e o Enigma do Príncipe
  • Se Beber não Case
  • A Saga Crepúsculo: Lua Nova

MELHOR ATUAÇÃO FEMININA

  • Amanda Seyfried por Querido John
  • Emma Watson por Harry Potter e o Enigma do Príncipe
  • Kristen Stewart por A Saga Crepúsculo: Lua Nova
  • Sandra Bullock por Um Sonho Possível
  • Zoe Saldana por Avatar

MELHOR ATUAÇÃO MASCULINA

  • Channing Tatum por Querido John
  • Daniel Radcliffe por Harry Potter e o Enigma do Príncipe
  • Robert Pattinson por A Saga Crepúsculo: Lua Nova
  • Taylor Lautner por A Saga Crepúsculo: Lua Nova
  • Zac Efron por 17 Outra Vez

REVELAÇÃO

  • Anna Kendrick por Amor sem Escalas
  • Chris Pine por Star Trek
  • Gabourey Sidibe por Preciosa – Uma História de Esperança
  • Logan Lerman por Percy Jackson e o Ladrão de Raios
  • Quinton Aaron por Um Sonho Possível
  • Zach Galifianakis por Se Beber não Case

MELHOR ATUAÇÃO CÔMICA

  • Ben Stiller por Uma Noite no Museu 2
  • Bradley Cooper por Se Beber não Case
  • Ryan Reynolds por A Proposta
  • Sandra Bullock por A Proposta
  • Zach Galifianakis por Se Beber não Case

MELHOR VILÃO

  • Christoph Waltz em Bastardos Inglórios
  • Helena Bonham Carter em Alice no País das Maravilhas
  • Ken Jeong em Se Beber não Case
  • Stephen Lang em Avatar
  • Tom Felton em Harry Potter e o Enigma do Príncipe

MELHOR BRIGA

  • Beyonce Knowles versus Ali Larter em Obsessão
  • Hugh Jackman versus Liev Schreiber vs Ryan Reynolds em X-Men Origens: Wolverine
  • Logan Lerman vs Jake Abel em Percy Jackson e o Ladrão de Raios
  • Robert Downey Jr versus Mark Strong em Sherlock Holmes
  • Sam Worthington versus Stephen Lang em Avatar

MELHOR BEIJO

  • Kristen Stewart com Robert Pattinson em A Saga Crepúsculo: Lua Nova
  • Kristen Stewart com Dakota Fanning em The Runaways
  • Sandra Bullock com Ryan Reynolds em A Proposta
  • Taylor Swift com Taylor Lautner em Idas e Vindas do Amor
  • Zoe Saldana e Sam Worthington em Avatar

MOMENTO ‘WHAT THE FUCK?!!…”

  • Betty White em A Proposta
  • Bill Murray em Zumbilândiia
  • Isabel Lucas em Transformers: A Vingança dos Derrotados
  • Ken Jeong por Se Beber não Case
  • Megan Fox por Garota Infernal

SUPER ASTRO GLOBAL (Permitida a votação do público em http://ma.mtv.uol.com.br/)

  • Robert Pattinson
  • Kristen Stewart
  • Taylor Lautner
  • Johnny Depp
  • Daniel Radcliffe

MELHOR “CARA ASSUSTADA”

  • Alison Lohman em Arraste-me para o Inferno
  • Amanda Seyfried em Garota Infernal
  • Jesse Eisenberg em Zumbilândia
  • Katie Featherston em Atividade Paranormal
  • Sharlto Copley em Distrito 9

MELHOR ASTRO DURÃO

  • Angelina Jolie
  • Channing Tatum
  • Chris Pine
  • Rain
  • Sam Worthington

Anotado? Dia 06 de junho, a partir das 21 horas a gente se encontra aqui no Universo E! para acompanhar mais um MTV Movie Awards.

E ao longo das próximas duas semanas, mais notícias da premiação e os pitacos para essa premiação totalmente non-sense…

Até lá!





Prepare-se para o MTV Movie Awards 2010

29 04 2010

As premiações de cinema ainda não acabaram: Avatar, Lua Nova, (500) Dias com Ela, Alice no País das Maravilhas, Distrito 9, Se Beber não Case, Guerra ao Terror, Bastardos Inglórios, Atividade Paranormal, Preciosa – Uma História de Esperança, Sherlock Holmes, Ilha do Medo, Exterminador do Futuro – A Salvação, Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados, Up – Altas Aventuras ou X-Men Origins: Wolverine ainda podem levar mais um prêmio para casa.

Estes são apenas alguns dos filmes elegíveis que poderão concorrer a Pipoca Dourada do MTV Movie Awards 2010, o evento de premiação mais bem humorado do Cinema mundial.

É aqui que os mais fanáticos fãs de Crepúsculo, Harry Potter e outros gêneros de filmes praticados ignorados pelas premiações de início de ano poderão torcer pelo seu projeto de idolatração. Afinal no MTV Movie Awards tudo, absolutamente TUDO é possível.

Além dos tradicionais melhores filme, ator e atriz, há outras categorias mais, digamos, liberais como melhor beijo, melhor luta, o momento What The Fuck? (ou Que Merda é essa?) ou a novidade desse ano que é a premiação para superastro global.

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O que vai sair desse calderão de filmes e atores e quem vai levar a Pipoca Dourada, a gente só vai saber no MTV Movie Awards 2010 – que ocorre domingo, 06 de junho e com cobertura completa e especial do Universo E!.

Ao longo de todo o mês de maio você acompanha todos os preparativos para festa e no dia da premiação, você acompanha minuto-a-minuto com a gente a última premiação cinematográfica da temporada de 2009.

Vai uma pipoquinha aí?





Globo de Ouro 2010

16 01 2010

Está chegando a hora. A primeira grande premiação do cinema e da TV norte-americanos de 2010 ocorre na noite desse domingo, dia 17.

E com cobertura completa do Universo E! – quem sobe no palco, quem venceu, quem chorou, quem perdeu… No palco, centenas de estrelas. E na frente de nossa telinha, você, caro leitor, acompanhando minuto-a-minuto, a grande festa da 67ª edição do Globo de Ouro.

Amanhã, a partir das 21h30min, aqui no Universo E!

E para esquentar os holofotes, aqui vai a lista completa dos indicados ao Globo de Ouro 2010:

MELHOR FILME DE DRAMA

  • Avatar
  • Guerra ao Terror
  • Bastardos Inglórios
  • Precious
  • Amor sem Escalas

MELHOR FILME DE COMÉDIA OU MUSICAL

  • (500) Dias com Ela
  • Se Beber não Case
  • Simplesmente Complicado
  • Julie e Julia
  • Nine – O Musical

MELHOR DIRETOR

  • Jason Rietman (Amor sem Escalas)
  • James Cameron (Avatar)
  • Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios)
  • Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror)
  • Clint Eastwood (Invictus)

MELHOR ATRIZ DRAMÁTICA

  • Sandra Bullock (The Blind Side)
  • Gabire Sadibe (Precious)
  • Carey Mulligan (Educação)
  • Hellen Mirren (The Last Station)
  • Emily Blunt (The Young Victoria)

MELHOR ATOR DRAMÁTICO

  • Tobey Maguire (Entre Irmãos)
  • Colin Firth (A Single Man)
  • Jeff Bridges (Crazy Hearth)
  • George Clooney (Amor sem Escalas)
  • Morgan Freeman (Invictus)

MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA OU MUSICAL

  • Marion Cotillard (Nine – O Musical)
  • Sandra Bullock (A Proposta)
  • Meryl Streep (Julie e Julia)
  • Julia Roberts (Duplicidade)
  • Meryl Streep (Simplesmente Complicado)

MELHOR ATOR EM COMÉDIA OU MUSICAL

  • Joseph Gordon Levitt ( (500) Dias com Ela)
  • Michael Stuhlbarg (A Serious Man)
  • Daniel Day Lewis (Nine – O Musical)
  • Robert Downey Jr (Sherlock Holmes)
  • Matt Damon (O Desinformante)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

  • Christopher Waltz (Bastardos Inglórios)
  • Matt damon (Invictus)
  • Woody Harrelson (The Messenger)
  • Stanley Tucci (Um Olhar do Paraíso)
  • Christopher Plummer (The Last Station)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

  • Penelope Cruz (Nine – O Musical)
  • Julianne Moore (A Single Man)
  • Anna Kendrick (Amor sem Escalas)
  • Mo-Nique (Precious)
  • Vera Farmiga (Amor sem Escalas)

MELHOR ROTEIRO

  • Simplesmente Complicado, por Nancy Meyers
  • Distrito 9, por Neil Blomkamp e Terri Tatchell
  • Guerra ao Terror, por Mark Boal
  • Bastardos Inglórios, por Quentin Tarantino
  • Amor sem Escalas, por Jason Reitman e Sheldon Turner

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

  • Baaria, Giuseppe Tomatore ( )
  • A Fita Branca, Michael Haneke ( )
  • The Maid, Sebastián Silva ( )
  • Abraços Partidos, Pedro Almodóvar ( )
  • A Prophet, Jacques Audiard ( )

MELHOR ANIMAÇÃO

  • Up – Altas Aventuras
  • Coraline
  • O Fantástico Sr Raposo
  • A Princesa e o Sapo
  • Está Chovendo Hambúrguer

MELHOR CANÇÃO

  • I See You (Avatar)
  • The Weary Kind (The Crazy Heart)
  • Winter (Brothers)
  • I Want to Come Home (Everybody’s Fine)
  • Cinema Italiano (Nine – O Musical)

MELHOR TRILHA SONORA

  • Onde Vivem os Monstros, por Karen O. e Carter Burnwell
  • Up – Altas Aventuras, por Michael Giacchino
  • Avatar, por James Horner
  • A Single Man, por Abel Krozeniowski
  • O Dseinformante, por Marvin Hamlisch

MELHOR SÉRIE DE TV (DRAMA):

  • Big Love – Amor Imenso
  • Dexter
  • House
  • Mad Men
  • True Blood

MELHOR SÉRIE DE TV (COMÉDIA OU MUSICAL):

  • Entourage
  • Glee
  • The Office
  • Modern Family
  • 30 Rock

MELHOR PRODUÇÃO (MINISSÉRIE OU FILME) PARA TV:

  • Georgia O’Keeffe
  • Grey Gardens
  • Little Dorrit
  • Taking Chance
  • Into the Storm

MELHOR ATOR EM PRODUÇÃO PARA TV:

  • Kevin Bacon, por Taking Chance
  • Kenneth Branagh, por Wallander
  • Brendan Gleeson, por Into the Storm
  • Jeremy Irons, por Georgia O’Keeffe
  • Chiwetel Ejiofor, por Endgame

MELHOR ATRIZ EM PRODUÇÃO PARA TV:

  • Joan Allen, por Georgia O’Keeffe
  • Drew Barrymore, por Grey Gardens
  • Jessica Lange, por Grey Gardens
  • Anna Paquin, por The Courageous Heart of Irena Sendler
  • Sigourney Weaver, por Prayers for Bobby

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV (COMÉDIA OU MUSICAL):

  • Alec Baldwin, 30 Rock
  • Steve Carell, The Office
  • David Duchovny, Californication
  • Thomas Jane, Hung
  • Matthew Morrinson, Glee

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV (DRAMA):

  • Simon Baker, The Mentalist
  • Michael C. Hall, Dexter
  • Jon Hamm, Mad Men
  • Hugh Laurie, House
  • Bill Paxton, Big Love

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE TV (COMÉDIA OU MUSICAL):

  • Toni Collete, United States of Tara
  • Courteney Cox, Cougar Town
  • Edie Falco, Nurse Jackie
  • Tina Fey, 30 Rock
  • Lea Michele, Glee

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE TV (DRAMA):

  • Gleen Close, Damages
  • January Jones, Mad Men
  • Julianna Margulies, The Good Wife
  • Anna Paquin, True Blood
  • Kyra Sedgwick, The Closer

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE OU PRODUÇÃO PARA TV:

  • Michael Emerson, Lost
  • Neil Patrick Harris, How I Met Your Mother
  • William Hurt, Damages
  • John Lithgow, Dexter
  • Jeremy Piven, Entourage

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE PARA SÉRIE OU PRODUÇÃO PARA TV:

  • Rose Byrne, Damages
  • Jane Adams, Hung
  • Jane Lynch, Glee
  • Janet McTeer, Into the Storm
  • Chlöe Sevigny, Big Love




Lua Nova entre os três mais vendidos

11 11 2009

A continuação da saga Crepúsculo, Lua Nova, mesmo sem estrear nos cinemas mantém sua hegemonia nas vendas de ingressos. Mesmo durante pré-vendas, o longa detém duas das três colocações das maiores vendas em bilheterias pela internet.

A maior venda, de acordo com o site Ingresso.com, concentra-se na cópia legendada de Lua Nova. A cópia dublada ocupa a terceira posição das vendas de ingressos na semana, perdendo para o documentário Michael Jackson’s This is It vice-líder.

Nos lançamentos, quem se sai melhor é a animação em 3D da Disney Os Fantasmas de Scrooge na quarta posição que conta com a participação de Jim Carrey. Entre as estreias da semana: Código de Conduta ocupa a 5ª posição; (500) Dias com Ela em 7º, seguido por Jogos Mortais VI (8º).

Quem ainda está bem na venda de ingressos é o novo longa de Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios que mantém a sexta colocação. O longa brasileiro Besouro não faz feio e ocupa a nona posição após uma semana em cartaz, enquanto Coco antes de Channel fecha a lista na décima posição.

Poisção garantida nesse ranking na próxima semana será o blockbuster apocalíptico 2012 com estreia mundial amanhã (dia 13) nos cinemas.








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Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atual Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. É o Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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