Breves & Curtas #13

24 08 2014
Quando a simplicidade é o bastante para transmitir algo essencial: respeito!

Quando a simplicidade é o bastante para transmitir algo essencial: respeito!

WHITE FROG – Nick Young (Booboo Stewart, a saga Crepúsculo e X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido) sofre de síndrome de Asperger, que lhe causa uma timidez fora do comum, além de uma preferência exclusiva por camisetas azuis. Extremamente antissocial, mas inteligente. Não é a toa que seu irmão Chaz (Harry Shum Jr, Ela Dança Eu Danço e da série Glee) aproveita-se dessa habilidade para que Nick faça o seu dever de casa.

Não veja isso como uma maldade. Chaz é a única pessoa com quem Nick sinta-se normal, sempre ávido por compartilhar bons momentos com o irmão, a ponto de esperá-lo ansiosamente na janela. Um conforto que não encontra em seus pais omissos e conservadores e nem na psiquiatra contratada para melhorar o seu comportamento.

Numa das frequentes saídas para curtir a noite de sexta-feira, Chaz acaba perdendo a vida precocemente. Uma tragédia muito grande para Nick assimilar. Inconformado, ele passa a trilhar os mesmos caminhos que o irmão percorrera, aproximando-se de seu grupo de amigos e descobrindo histórias, detalhes e segredos da vida que desconhecia do seu irmão.

Uma história emocionante e comovente que incentiva e reforça a aceitação das diferenças entre as pessoas, afinal somos todos diferentes e a vida é uma eterna estrada de mão dupla. Também com as participações de Gregg Sulkin (Os Feiticeiros de Waverly Place), Tyler Posey (da série Teen Wolf e Efeito Colateral), Justin Martin (O Voo e O Solista) e Manish Dayal (O Aprendiz de Feiticeiro e do inédito A 100 Passos de um Sonho).

NOTA: 4/5

Nada mais do que: TUDO É INCRÍVEL!!! TUDO É INCRÍVEL!!!

Nada mais do que: TUDO É INCRÍVEL!!! TUDO É INCRÍVEL!!!

UMA AVENTURA LEGO – “Tudo é incrível! Tudo é incrível!” Realmente essa música gruda na cabeça e com ela o senhor Negócios controla todos os habitantes de Blocópolis, um dos diversos mundos temáticos feitos apenas de blocos Lego.

Aqui o monopólio é generalizado e todos seguem as mesmas regras, possuem os mesmos comportamentos, gostam das mesmas coisas. Mas isso não basta para o senhor Negócios que crê que seus comandados teimam em estragar todas as coisas boas que constrói. Agora ele planeja acabar com essa interferência de uma vez por todas.

Aí entra Emmet, um rapaz de mente prodigiosamente vazia (e extremamente manipulável), que se encaixa razoavelmente bem em uma profecia que elege aquele que irá combater os planos maléficos do senhor Negócios.

Na empreitada, Emmet contará com a ajuda de Megaestilo, namorada do – ninguém mais ninguém menos – Batman e ainda uma penca de personagens do mundo pop atual: Dumbledore e Gandalf, por exemplo, protagonizam a cena mais hilária da animação; mais há ainda espaço para Milhouse de Os Simpsons, Star Wars, As Tartarugas Ninjas, o presidente Lincoln, Saquille O’Neal,  Cleópatra e por aí vai.

Uma animação divertidíssima e despretensiosa até mesmo em sua resolução onde o ‘cara lá de cima’ torna-se, na realidade, o adulto pai de uma criança que mantem no porão de casa um mundo montado de brinquedo Lego. Ele era, portanto, literalmente o cara lá de cima. Assim como a coleção de blocos montáveis, Uma Aventura Lego aproveita-se muito bem de uma característica inerente à esses brinquedos: a de se moldar a qualquer história.

NOTA: 5/5

Ryan Gosling sabe escolher bem os seus trabalhos. Outro grande filme!

Ryan Gosling sabe escolher bem os seus trabalhos. Outro grande filme!

O LUGAR ONDE TUDO TERMINA – Um motociclista acrobata, cuja vida é itinerante tal qual o parque de diversões em que trabalha, resolve se fixar numa pequena cidade do estado de Nova York após descobrir ter um filho com quem teve um caso rápido e agora vive junto com outro homem.

Sem emprego, sem um local para ficar e sem condições de assumir a nova família, ele decide então, com a ajuda do único amigo na nova localidade, entrar para o mundo do crime. Com o dinheiro de assalto a bancos que ele quer convencer (a si próprio e a mãe de seu filho) que os dois juntos podem si dar certo. Só que tudo não sai como o planejado…

Entra na história o policial vivido por Bradley Cooper (Trapaça e O Lado Bom da Vida), que se torna um herói no vilarejo ao matar o Bandido da Moto, como o personagem de Ryan Gosling (Drive e Tudo pelo Poder) passa a ser conhecido. A vida do agora herói também vai do paraíso ao inferno ao cair nas engrenagens da parte corrupta da polícia.

Até que quinze se passam e o destino se encarrega de aproximar os filhos do assaltante e do policial: o primeiro levando até então uma vida, na medida do possível, tranquila e o segundo tornando-se um filho problemático e rebelde, cujo pai se encontra no meio de uma disputa política. Uma inversão dos papéis em relação aos seus respectivos pais quinze anos atrás.

Mas a vida acaba, injustamente, castigando aquele que perdeu o pai precocemente, aquele que sofreu as piores consequências do rápido e repentino envolvimento com o ‘colega’ problemático, enquanto este sempre terá a proteção do cargo público que o pai conquista!

NOTA: 5/5

Anúncios




Fundação Make-a-Wish transforma São Francisco em Gotham City por um dia…

15 11 2013

… para realizar o grande sonho de uma criança!

Hoje, dia 15 de novembro, a cidade de São Francisco nos EUA tornou-se a cidade natal do Batman. E tudo isso fez parte de um projeto inspirador da fundação Make-a-Wish, que possibilitou ao pequeno Miles de 5 anos  (que luta contra a leucemia),  a chance de combater o crime fantasiado como seu super-herói favorito.

Toda a ação do garoto combatendo alguns dos arqui-inimigos do Cavaleiro das Trevas foi televisionada ao vivo pela rede americana ABC, enquanto o perfil da fundação no Twitter postou fotos dessa jornada heroica durante todo o dia.

O Batkid, como foi carinhosamente apelidado, teve direito a um batmóvel personalizado para derrotar vilões como Charada e o Pinguim e salvar reféns por toda a cidade, numa operação que reuniu mais de 10 mil voluntários que culminou com o garoto homenageado por uma multidão recebendo a chave da cidade!

Veja as fotos dessa emocionante ação:

1) A aventura de Miles por toda São Francisco ocorreu a bordo desse autêntico batmóvel:

miles01

2) Dá pra imaginar a felicidade do garoto a bordo do veículo…

miles02

3) Para salvar os cidadãos em perigo, Miles contou com a ajuda de Batman “crescidinho”:

miles03

4) Charada não foi páreo para a bravura do pequeno herói:

miles04

5) Miles, 5 anos, dá uma pausa na aventura para uma sessão de fotos mais do que merecida:

miles05

6) Após um árduo dia de combate ao crime, Miles recebe a chave da cidade:

miles06

7) Uma multidão acompanha de perto as aventuras de Miles:

miles07

8) Batkid arrebata milhares de fãs por São Francisco:

miles08





Festival Varilux de Cinema Francês 2013 | parte 1

11 05 2013
  • Resenhas  dos filmes vistos durante o Festival Varilux de Cinema Francês 2013 em Campinas de 03 a 09 de maio

cabeçalho cinefrances

O MENINO DA FLORESTA – Podemos considerar O Menino da Floresta a versão francesa para o clássico Mogli – O Menino Lobo, reservadas, claro, suas diferenças. Aqui temos um garotinho habituado a vida selvagem na floresta ao lado seu velho pai (com a voz de Jean Reno, da animação Por Água Baixo e O Código da Vinci). Seja caçando, seja brincando ou ‘conversando’ com seres misteriosos, meio animais meio humanos, no interior da mata cuja simbologia é explicada durante o filme.

O grande mote da animação, no entanto, é revelar os motivos que levaram o pai a se isolar na mata junto com o filho. Isso porque a raiva e o pavor que o pai revela ter quando o filho menciona o simples desejo em sair da floresta indicam que o velhote já vivia anteriormente fora dela. Durante uma tempestade porém, o pai sofre um acidente e o garoto é aconselhado pelos seres antropomorfizados (que são na verdade espíritos dos antepassados) a levá-lo para um tratamento ao vilarejo mais próximo, além das fronteiras da floresta.

É nessa pequena comunidade que os grandes mistérios de O Menino da Floresta são respondidos. Como já era de se esperar, o pai realmente era um antigo morador do local e acontecimentos passados o forçaram a adotar uma vida selvagem. Acontecimentos que provocaram uma grande ira da população forçando-os a impedir, inclusive, que o médico tratasse do ‘ogro’, como eles passaram a apelidar o senhor Courge.

O seu filho, por outro lado, teve seu desejo realizado ao conhecer o mundo exterior e passou a viver novas experiências na sociedade moderna ao lado da garotinha Manon (voz de Isabelle Carré, Românticos Anônimos e Feito Gente Grande), filha do doutor. Uma história leve e descontraída, mas também triste em certos aspectos, principalmente em sua conclusão ao permitir que o ‘Mogli francês’ só pudesse sair da vida selvagem se as amarras que o prendiam na floresta fossem rompidas. NOTA: 4/5

O HOMEM QUE RI – Abandonado no litoral ainda criança, Gwynplaine (Marc-André Grondin, de Os Brutamontes) tenta obter abrigo batendo de porta em porta nos vilarejos mais próximos. Nesse difícil percurso ele ainda encontra uma recém-nascida, Déa (a linda Christa Theret, de Rindo à Toa e Renoir), que chora nos braços de uma mãe já morta em meio a uma nevasca e que fica cega por ter olhos queimados pelo frio intenso.

Depois de muitas recusas, Gwynplaine, a quem o título da produção do título se refere devido ao sorriso formado por uma cicatriz no rosto (a là Coringa do Batman), acaba encontrando o auxílio de Ursus (interpretado por Gerárd Depardieu, As Aventuras de Pi e Piaf – Um Hino ao Amor), que mal tendo condições para se manter, será o responsável daqui para frente por dois órfãos.

Situado numa espécie de limbo fantástico, o tempo passa e as crianças crescem e já adultas colaboram também para garantir o sustento do trio formado. Assim, eles passam do charlatanismo para peças teatrais improvisadas a bordo de uma carruagem, explorando sempre as características físicas peculiares de Gwyn e Déa com relativo sucesso.

O Home que Ri, uma adaptação da obra de Victor Hugo, é uma bem-vinda mistura do mundo fantástico dos contos de fadas com suas rainhas más com as histórias clássicas da literatura mundial e seus amores impossíveis, se inspirando nesse último para construir a sua trágica conclusão! NOTA 4/5

ALÉM DO ARCO-ÍRIS Saber de antemão a data de sua morte provavelmente não é uma das coisas mais agradáveis de se ter gravado na memória. A prova disso é a tão temida data causar certo desconforto no mais cético dos homens franceses: o rabugento Pierre (vivido por Jean-Pierre Bacri, Amores Parisienses e Questão de Imagem).

De outro lado é difícil definir precisamente do que se trata a comédia Além do Arco-íris. A sina e a preocupação de Pierre com a data de sua morte diverte, mas é uma apenas uma mísera parte do caldeirão de histórias que o filme consegue abordar em seus 112 minutos de duração com as mais variadas situações da família, amigos, conhecidos e agregados que rondam direta ou indiretamente a vida de Pierre.

O personagem de Jean-Pierre Bacri tem o seu mau humor característico (um sentimento recorrente na cinematografia francesa) com crianças, o isolamento auto-imposto, a exploração do mito da má dirigibilidade das mulheres (será?), uma improvável iniciação religiosa de uma garota causando algumas controvérsias com os seus pais, a ascensão de Sandro (Arthur Dupont, de Os Sabores do Palácio e One Two Another), filho de Pierre, no mundo da música clássica principalmente após conhecer o famoso crítico Maxime (que vivido por Benjamin Biolay protagoniza a cena mais inacreditável do filme), que por sua vez rouba a Laura (Agathe Bonitzer, de Uma Garrafa no Mar de Gaza e De Volta para Casa) dos braços de Sandro e as desavenças deste com o pai a respeito da herança deixada pelo avô, cujo enterro marca o início do filme… E por aí vai!

Além do Arco-íris consegue abordar tantos e diversos temas sem se perder em sua narrativa mesmo sendo expostos rapidamente em sequência e envolver diferentes personagens. NOTA: 4/5

ACONTECEU EM SAINT-TROPEZ Foi interessante a sessão dupla criada pela programação com este filme e o anterior (Além do Arco-íris), duas comédias contemporâneas francesas com suas narrativas dinâmicas e ambas com críticas veladas a religião, que em Aconteceu em Saint-Tropez ocorre com os costumes burocráticos de cada congregação ao lidar com a perda de um ente querido, o que resulta na realização de dois eventos simultâneas e antagônicos em uma mesma casa: um velório e uma festa de casamento. Mais uma vez são os bons momentos de humor funcionando como uma crítica indireta seguindo a máxima: “seria engraçado se não fosse trágico”.

Outra característica recorrente do cinema francês é a presença da orquestra sinfônica, seja ela presente na narrativa inerente a determinando personagem da trama ou seja presente em uma trilha sonora clássica, tradicional e bela. Diferentemente do primeiro,a história concentra-se apenas num núcleo familiar de classe alta e com seu patriarca amalucado e de língua afiada, temperado com um amor inesperado que surge devido a tragédia central da história, mas que não são do círculo familiar. Se deveria arruinar todos os alicerces da família, surpreendentemente isso não ocorre! NOTA: 4/5 





39º Festival SESC de Melhores Filmes – Programação 2013

31 03 2013

Está chegando mais uma edição do Festival SESC de Melhores Filmes. Uma retrospectiva super bacana do Cinema que traz uma ótima oportunidade de você ver aquele filme que passou batido em 2012.

A programação em Campinas, a exemplo do ano passado, ocorrerá novamente no complexo Topázio Cinemas instalado no Shopping Prado e serão duas sessões diárias as 19h00 e 21h30 de 05 a 14 de abril, com exceção com a sessão de abertura do festival com o longa brasileiro Febre de Rato, que ocorre quarta (dia 03) as 20 horas.

FESTIVAL SESC DE MELHORES FILMES – PROGRAMAÇÃO 2013 (Campinas)

QUARTA-FEIRA (03/04) – SESSÃO DE ABERTURA 

  • 20h00 – Febre de Rato

SEXTA-FEIRA (05/04)

  • 19h00 – O Homem que não Dormia
  • 21h30 – Cara ou Coroa

SÁBADO (06/04)

  • 19h00 – A Separação
  • 21h30 – Intocáveis

DOMINGO (07/04)

  • 19h00 – Vou Rifar meu Coração
  • 21h30 – Holy Motors

SEGUNDA-FEIRA (08/04)

  • 19h00 – Era Uma Vez Eu, Verônica
  • 21h30 – 007 – Operação Skyfall

TERÇA-FEIRA (09/04)

  • 19h00 – Eu Receberia as Piores Notícias de seus Lindos Lábios
  • 21h30 – As Aventuras de Pi

QUARTA-FEIRA (10/04)

  • 19h00 – Xingu
  • 21h30 – Um Alguém Apaixonado

QUINTA-FEIRA (11/04)

  • 19h00 – Raul – O Início, o Meio e o Fim
  • 21h30 – Drive

SEXTA-FEIRA (12/04)

  • 19h00 – Entre o Amor e a Paixão
  • 21h30 – Hotel Transilvânia

SÁBADO (13/04)

  • 19h00 – Dois Coelhos
  • 21h30 – Girimunho

DOMINGO (14/04)

  • 19h00 – Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge
  • 21h30 – A Invenção de Hugo Cabret

Para mais informações sobre o Festival ou para obter a programação completa de sua cidade acesse: http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/





Christopher Nolan une dois gigantes do cinema

8 03 2013

Com essa união arrebatadora já temos o filme de ficção científica mais aguardado da temporada com estreia agendada para novembro de 2014 nos cinemas e nas salas IMAX de todo o mundo. A Paramount será responsável pelo seu lançamento no mercado doméstico dos EUA, enquanto a Warner Bros será responsável por essa mesma função no mercado internacional.

Essa raríssima união de dois grandes estúdios de cinema demonstra o tamanho potencial de Interstellar, a nova aventura de Christopher Nolan, aquele responsável por reerguer a franquia do Batman nas telonas. O anúncio da parceira realizado hoje (08/03) foi surpreendente pois tanto Paramount quanto Warner Bros nunca trabalharam conjuntamente, mas ambos estúdios irão co-produzir e distribuir a ficção científica baseada no roteiro de Jonathan Nolan, irmão do aclamado diretor.

Interessante observar também que, ao contrário da trilogia do Batman e/ou de A Origem, a parceira comercial dos irmãos Warner, Legendary Pictures, não está associada ao projeto, que será produzido pela Syncopy Films (do casal Chris Nolan e Emma Thomas) e Lynda Obst Productions. Interstellar (ainda sem tradução para o português) contará a história de uma heroica viagem espacial muito além de nossa compreensão científica.

Se a ciência ainda não compreende tal empreitada, Warner e Paramount apostam e alto no retorno financeiro dessa nova jornada dos Nolan.

The Nolan Brothers: o Jonathan (a esq.) escreve e Christopher (a dir.) dirige. Essa é a fórmula do sucesso!

The Nolan Brothers: o Jonathan (a esq.) escreve e Christopher (a dir.) dirige. Essa é a fórmula do sucesso!





ANÁLISE: Os Miseráveis

23 02 2013

Hugh Jackman (o Wolverine dos X-Men e Gigantes de Aço) canta na pele de Jean Valjean, um homem de muito crimes numa França pós Revolução Francesa. O início de Os Miseráveis já revela aquilo que tem de mais emocionante: as cenas musicais cantadas em grupo ou coro e são três ou quatro músicas que possuem essa característica durante a sua projeção e, não podia ser diferente, uma dessas canções é a responsável por finalizá-lo. Muito pouco se levarmos em conta os seus 157 minutos de duração. Todos eles cantados, praticamente!

Nas diversas passagens de tempo que ocorre no longa assinado por Tom Hooper (do oscarizável O Discurso do Rei), Valjean está sempre tentando reconstruir a sua vida, sem necessariamente estar disposto a cumprir a pena que lhe foi imposta. Por isso mesmo, ele é continuamente perseguido pelo incompetente oficial Javert (papel de Russell Crowe, de Uma Mente Brilhante e Mestre dos Mares – O Lado mais Distante do Mundo) que jamais o conseguiu capturar em definitivo.

O formato escolhido para se c(a)ontar a história deixa Os Miseráveis muito fragmentado. As poucas histórias complementares que o compõem (e necessárias para o estabelecimento da trama principal) são incluídas de uma tal forma abrupta que há a sensação de pausa na transição de uma história para outra como se elas não ocorressem simultaneamente. É o caso da participação de Anne Hathaway (O Casamento de Rachel e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge) e sua personagem Fantine. Todo o seu drama envolvendo a inveja das colegas de trabalho na fábrica e o seu sofrimento nas ruas com a prostituição forçada na luta para conseguir sustentar a sua filha é abordado meio a parte da trama envolvendo Valjean, enfraquecendo o ritmo do longa.

O rápido envolvimento dos dois (motivado pela morte precoce de Fantine) desencadeia uma repentina afeição dele por Cosette (vivida inicialmente pela novata Isabelle Allen), filha de Fantine, que sofre exploração de trabalho infantil na estalagem comandada pelo casal salafrário Thénardier, interpretados pelos coadjuvantes de luxo Helena Bonham Carter (do também musical Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet e Alice no País das Maravilhas) e Sacha Baron Cohen (dos excêntricos Borat, Bruno e O Ditador), que sempre trazem algo interessante e divertido em suas interpretações cantadas.

Diferentemente do que se espera de todo filme, Os Miseráveis perde um pouco do interesse ao enfocar os adolescentes revolucionários a que pertence Marius (Eddie Redmayne, Morte Negra e Sete Dias com Marilyn) que se apaixona perdidamente pela jovem Cosette (agora interpretada por Amanda Seyfried, de O Preço do Amanhã e Mamma Mia). Um legítimo caso de paixão a primeira vista! A história já desperta certo desinteresse mesmo contando com um bom elenco jovem e talentoso em todo esse núcleo. O maior dos destaques é o ator mirim Daniel Huttlestone que no primeiro momento em que seu personagem Gavroche aparece, domina a tela como poucos atores conseguem, mesmo sendo este o seu primeiro trabalho no cinema. O modo como que o filme aborda a luta armada desses jovens a deixa extremamente tola com uma cara mais de brincadeira de rua do que uma revolução, contando pontos desfavoráveis a produção por ser parte integrante de seu desfecho e deveria se tornar o ápice do filme.

Tom Hooper por sua vez, lidando com um grande clássico da literatura e dos musicais, não ousa e faz bem a sua lição de casa cinematográfica, colocando Anne Hathaway, Hugh Jackman e Eddie Redmayne em seus momentos de maior intensidade dramática sempre no ponto forte da tela no lado direito, o chamado lado forte do Cinema, o lado em que o espectador mais observa. Isso inclusive, ele poderia tê-lo feito com um pouco mais de sutileza. Mas por tratar o ato final do filme burocraticamente, os momentos mais emocionantes em Os Miseráveis ficam atrelados as canções cantadas em coro pelo excelente elenco reunido ao invés de seu desfecho. Talvez esteja aqui um dos seus maiores defeitos!

NOTA: 3/5





RETROSPECTIVA 2012 – parte 2

28 12 2012

JULHO – O segundo semestre de 2012 começou com uma crítica a distribuidora Columbia Pictures que, iniciando as vendas para a sessão de pré-estreia a meia-noite para  O Espetacular Homem-Aranha, resolve numa grande picaretagem, abrir pré-estreias regulares ao longo da semana de estreia. E sem nenhum aviso prévio acaba cancelando as sessões da meia-noite. Mas mesmo assim, o fraco longa do aracnídeo protagonizado por Andrew Garfield (A Rede Social e Não me Abandone Jamais) ganhou a sua análise.

Carly Rae Jepsen, dona de um dos grandes hits de 2012: Call me Maybe!

Carly Rae Jepsen, dona de um dos grandes hits de 2012: Call me Maybe!

Uma desculpa recorrente ao longo do último semestre foi o ‘vazio criativo’ na elaboração de novos posts para o Universo E!. Para manter o blog porcamente atualizado, um dos métodos mais utilizados por mim é partir para as músicas. Em julho os hits de Rihanna (Where Have You Been), Carl Rae Jepsen (Call me Maybe) e The Wanted (Chasing the Sun) foram os escolhidos para, popularmente dizendo, tapar o sol com a peneira, ou seja, colocar algum conteúdo novo por aqui quando a criatividade não ajuda.

Para finalizar este mês tivemos o triste incidente que manchou a estreia da conclusão de uma das mais bem-sucedidas franquias baseadas em super-heróis com o massacre da cidade de Aurora nos EUA, durante uma sessão de pré-estreia do filme Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, vitimando 12 vidas inocentes…

Cena de Um Evento Feliz, com o ator Pio Marmaï (esq), que também protagonizou o francês Alyah

Cena de Um Evento Feliz, com o ator Pio Marmaï (esq), que também protagonizou o francês Alyah

AGOSTO – Foi um mês de felicidade extrema com a realização do Festival Varilux de Cinema Francês 2012. Dos 17 filmes inéditos exibidos, o Universo E! comentou sobre 11 filmes: A Filha do Pai, A Vida vai Melhorar, Um Evento Feliz, Intocáveis, Paris-Manhattan, Aqui Embaixo, My Way – O Mito além da Música, E Agora, Aonde Vamos?, O Monge, Alyah e Políssia. Realizamos assim a maior cobertura até aqui de um festival de cinema, em quase um mês inteiro dedicado a este evento (dia 01, dia 02 e considerações finais), uma vez que foi finalizado com algumas análises sendo postadas em setembro.

SETEMBRO – O ano de 2012 pode ser marcado como um ano de extremos. Saímos de um mês de grandes alegrias para um setembro de grandes perdas tanto para o Cinema quanto para a cultura brasileira: perdemos o ator Michael Clark Duncan, dia 03  (À Espera de um Milagre) e a apresentadora de televisão Hebe Camargo, dia 29. E foi também no funeral da comunicadora que obtivemos uma das imagens mais tocantes, com o selinho dado por Silvio Santos no corpo de Hebe durante o velório.

Para não ficarmos apenas nos fatos tristes, o Google comemorou o 46º aniversário de Star Trek com um doodle muito bem produzido e tivemos o anúncio das vendas antecipadas para o filme de conclusão da saga Crepúsculo: Amanhecer – parte 2.

OUTUBRO – Mais uma evidência de como a criatividade andou em baixa por aqui com apenas duas atualizações, no primeiro e no último dias do mês: no primeiro dia foi mais uma edição de A Rede pelo Twitter alertando sobre um possível retorno da girl band Rouge. Ficou reservado para o último dia de outubro o anúncio da venda da Lucasfilm para a Walt Disney Company, um negócio feito por George Lucas, o fundador, e pegou a todos de surpresa. Foi engatilhado junto com a venda o início da produção de um sétimo filme baseado na saga de Star Wars.

NOVEMBRO – Mais um comentário sobre o interessante exercício de associar uma música à um livro, o que digo sempre, enriquece a sua experiência literária. O livro da vez foi A Menina que Roubava Livros. Música: Shadow of the Day, do grupo Linkin Park, mas na versão dos meninos do Boyce Avenue.

Em novembro tivemos a conturbada informação sobre as vendas de ingressos para a pré-estreia de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, que teve uma abertura inicialmente restrita a Cinemark em São Paulo e depois, gradualmente, sendo liberada em outras redes de cinema nas mais diversas cidades brasileiras. Outra excelente boa notícia foi a realização de maratona das versões estendidas dos filmes da trilogia O Senhor dos Anéis.

A rede Cinemark (apesar dos pesares) também trouxe O Hobbit em HFR e ainda promove o Projeta Brasil Cinemark nos meses de novembro!

A rede Cinemark (apesar dos pesares) também trouxe O Hobbit em HFR e ainda promove o Projeta Brasil Cinemark nos meses de novembro!

Análises dos filmes inéditos: o argentino Elefante Branco e o juvenil As Vantagens de ser Invisível. E o projeto Projeta Brasil Cinemark finalizou o mês, sendo vistos os longas Xingu e Gonzaga – De Pai pra Filho.

DEZEMBRO – Mês de festas. Mês de retrospectivas. Mês do fim do mundo. Mês de poucas atualizações. Mês reservado para falarmos sobre o problemático Moonrise Kingdom (em breve). Mês de retornamos a Terra-média com O Hobbit – Uma Jornada Inesperada, inclusive com um novo formato de imagem – o HFR (high frame rate). Mês de conferirmos As Aventuras de Pi, o novo longa de Ang Lee, que em breve também ganhará sua análise por aqui.

Dezembro é o mês de agradecermos a você, caro e querido leitor, pelas visitas e pelos comentários realizados ao longo desse ano e convidá-los a continuar conosco em 2013. Afinal sua presença é essencial ao Universo E!

O UNIVERSO E! deseja a todos vocês, um feliz e próspero 2013!!!

O UNIVERSO E! deseja a todos vocês, um feliz e próspero 2013!!!

É em dezembro também que desejamos a vocês, os mais sinceros votos de felicidade, prosperidade e de grandes realizações para 2013. E que o próximo ano seja repleto de bons filmes e boas séries! Até lá!





† HOMENAGEM UNIVERSO E! ÀS VÍTIMAS DO ATENTADO AO CINEMA EM AURORA †

22 07 2012
  • Veronica Moser, 6 anos;
  • Jon Blunk, 26 anos;
  • John Larimer, 27 anos;
  • Jessica Ghawi;
  • Rebecca Ann Wigo, 32 anos;
  • Alex Sullivan, 27 anos;
  • Micayla Medek, 23 anos;
  • Alexander C. Teves, 24 anos;
  • Gordon W. Cowden, 51 anos;
  • Jesse Childress, 29 anos;
  • Matthew R. McQuinn, 25 anos;
  • Alexander “A. J.” Boik, 18 anos.

Estas pessoas pagaram com a vida pela delinquência de uma única, que atirou, sem propósito algum, no meio de uma sessão de pré-estreia de Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge na cidade de Aurora, Colorado, nos EUA.

É inacreditável que o momento tão prazeroso quanto esse, naquela ansiedade de conferir um lançamento tão aguardado nos cinemas e posso sentir a felicidade e o êxtase dessas pessoas naquele momento, e acabar se tornado parte de uma tragédia dessas!

Lamentável!!!

Universo E! presta aqui nossas homenagens! ESTEJAM EM PAZ





ANÁLISE: O Espetacular Homem-Aranha

22 07 2012

O Espetacular Homem-Aranha recria novamente todo o universo do super-herói a partir do momento em que, fugindo de uma terrível ameaça, os pais de Peter Parker o deixam, ainda criança, morando com os tios para nunca mais voltarem.

Já adolescente, vemos toda a dinâmica do bom relacionamento de Peter com os tios Ben e May; a sua timidez atrapalhando o cotidiano escolar e uma suposta aptidão por zelar pelo bem-estar do outros. Aqui o diretor Marc Webb ( (500) Dias com Ela) não sai do lugar-comum, apresentando uma seqüência episódica para exemplificar tais passagens da vida do futuro herói aracnídeo, demorando em captar o interesse do espectador. Por ser posterior uma trilogia recente do personagem (cinematograficamente falando), essa adaptação deveria ter uma preocupação maior com a forma como a história seria contada e aqui não houve ousadia nenhuma nessa sentido.

Tudo no início ocorre de maneira muito correta. Ao encontrar antigas pesquisas do pai, Peter Parker acaba chegando à empresa Oscorp, onde pesquisas genéticas estavam sendo desenvolvidas e que poderiam modificar completamente o rumo da Humanidade caso viessem a se concretizar. Para tanto, haveria a necessidade de uma fórmula secreta que se encontrava nas anotações de seu pai, o chamado algoritmo do decaimento. Nas dependências da Oscorp é que Peter Parker adquire seus poderes ao ser picado por uma aranha geneticamente modificada e é nesse mesmo local, que inocentemente, ele fornece a solução matemática de seu pai ao doutor Curt Connors (Rhys Ifans, Um Lugar Chamado Notting Hill e Elizabeth: A Era de Ouro), abrindo assim para o inimigo da vez: o Lagarto.

No núcleo familiar dos Parker temos uma sólida interpretação de Martin Sheen (da produção televisiva West Wing e Os Infiltrados)  como tio Ben, substituindo a figura paterna de Peter e sua relação com a tia May (Sally Field, também bastante conhecida da TV por Brothers & Sisters e Forrest Gump) nos momentos em que contracenam juntos: um casal de meia-idade muito palpável, demonstrando realmente que passaram por muita coisa juntos. Nota-se que isso funciona perfeitamente quando a emoção aflora naturalmente no momento de seu assassinato. Com o conhecimento prévio do desenrolar da história não deixamos de sentir o baque dessa terrível perda.

São nesses momentos de dor que Andrew Garfield (A Rede Social e Não me Abandone Jamais) atinge a sua melhor atuação como o novo Homem-Aranha, ainda mais quando este está envolvido indiretamente na morte do tio. Enquanto vive desconfortavelmente um Peter Parker jovem, nerd e tímido, o ator não atinge a sutileza necessária para transpassar corretamente esse perfil do personagem. Nas cenas bem-humoradas o ator se sai bem nos momentos em que divide o argumento com alguém (principalmente nos momentos que envolvem a família Stacy) e tem um desempenho pouco satisfatório no sarcasmo característico quando o herói aracnídeo encontra-se sozinho, falando consigo mesmo.

O bom humor, por sua vez, é muito bem empregado nas ações ilustrativas para a chegada dos poderes de Peter. Seja no banheiro de casa, enfrentando o valentão na escola ou dentro do metrô, tais cenas além de atingirem o propósito de mostrar ao espectador os poderes do personagem-título também confere rapidez e agilidade à narração.

Uma grande falha do roteiro é sua tentativa de estabelecer precocemente esse Homem-Aranha como um grande mito, quando na verdade ele ainda não mostrou a que veio. Nós ainda não sabemos a capacidade, a habilidade, a inteligência desse Peter Parker e se realmente ele merece ser acompanhado pela imponente trilha sonora de James Horner quando este veste o seu uniforme pela primeira vez. Aí é válido o questionamento: “Peraí, ele ainda não se tornou o Batman de Christopher Nolan para ter essa imponência toda!”.

Agora quando essa mesma trilha é utilizada na ótima sequência envolvendo as gruas, ali sim ela atinge corretamente seu propósito, uma vez que já observamos as dificuldades com que o Homem-Aranha enfrentou e a sua disposição e coragem para continuar lutando, não só para defender a sua amada, mas também toda a cidade e impedir as más intenções de Lagarto. Apesar de que este plano fora desvendado facilmente no subsolo de Nova York, com o roteiro e o vilão não impondo nenhuma dificuldade significativa ao mascarado, sendo raros os momentos em que sentimos alguma aflição. Tanto que só constatávamos certa dificuldade através dos ferimentos cada vez maiores testemunhados por Tia May quando Peter retornava para casa.

Gwen Stacy, personagem de Emma Stone (Histórias Cruzadas, Zumbilândia) funciona no mínimo, corretamente, já que o seu papel não tem muita relevância no desenrolar da história, se limitando apenas a ser o par romântico do protagonista e a razão da batalha final no prédio da Oscorp, pois está justamente ali para auxiliar o herói, criando o antídoto (outro clichê), local onde Lagarto pretende por em prática o seu plano maquiavélico.

Se foi razoável em toda a sua execução, o roteiro de O Espetacular Homem-Aranha oferece, com muita eficiência, um gancho formidável para sua continuação, mesmo que este se baseie naquilo que foi pouco desenvolvido anteriormente: o relacionamento de Peter Parker e Gwen Stacy e a impossibilidade desse romance tornar-se algo maior, não só pelas grandes responsabilidades que irão surgir na vida do Homem-Aranha, mas também pela sua promessa junto ao capitão Stacy. Aqui sim temos alguma ansiedade em relação ao desenrolar da história, onde Prometheus falhou absurdamente!

O Espetacular Homem-Aranha tem suas falhas mas consegue, ao seu modo, recriar o universo do aracnídeo, não elevando o super-herói a um novo patamar. Essa franquia não será para o Homem-Aranha aquilo que a trilogia de Christopher Nolan foi para o Batman!

NOTA: 3/5

 

 





Vazio criativo

18 07 2012

Acho que todo mundo que possui um blog e gosta de compartilhar suas ideias pelas ondas da web sofre algumas vezes desse tal ‘vazio criativo’. Período onde nenhum bom post aparece e o seu site fica às moscas. Mais uma vez, o Universo E! passa por esse período.

Isso porque já faz um longo tempo (três semanas mais precisamente) sem entrar numa sala de cinema. Abstinência curada essa semana após conferir O Espetacular Homem-Aranha, que ganhará em breve sua análise aqui. Um bom sinal, mais um post a vista.

Em seguida, temos a imensa ansiedade referente a uma estreia de Christopher Nolan nos cinemas e a concretização de sua trilogia do Batman, cuja ingresso para conferir esse espetáculo na sala IMAX em São Paulo já está garantido. E mais vez, isso exige uma (re)visita aos filmes anteriores: o Batman Begins que ainda não vi, mas já está aqui locado; e rever O Cavaleiro das Trevas. Aí é só assistir o que provavelmente será o final épico do homem-morcego.

Mas, enquanto essas atualizações não surgem por aqui, recorro à uma das soluções que encontrei para retirar o Universo E! do marasmo: a música.

* * *

1) Indico a seguir o clipe de uma jovem cantora, que se você a essa altura do campeonato ainda não conhece, vai conhecer e ainda ouvi-la muito pela frente. A canadense Carly Rae Jepsen, cujo sucesso repentino explodiu com o hit ‘Call me Maybe’. O clipe a seguir é divertidíssimo e toda vez que ouço a canção não consigo segurar o riso:

Carly Rae Jepsen, Call Me Maybe

2) Se você é baladeiro, o que por incrível que pareça, tornou-se um dos meus últimos ofícios nos últimos trinta dias, provavelmente já dançou ao ritmo dessa música. Se isso ainda não ocorreu, então precisa urgentemente trocar de casa noturna. Fica a dica:

Rihanna, Where Have You Been

3) E por último, indico também mais um recente sucesso nas rádios hoje. E parece que a moda agora é a criação de boyband, provavelmente passageira até que os egos inflados dos componentes impeçam a união. E tento sair do lugar-comum aqui, indicando uma música que faz parte da trilha sonora da animação A Era do Gelo 4 que ainda não vi.

The Wanted, Chasing the Sun

Aqui, um clipe alternativo da banda, sem a temática do filme – http://youtu.be/RFS5N_yAGTo








PALPITEIRO BRASILEIRO

Campeonato dos Palpiteiros - Temporada 2017

Blog do Renato Nalini

Secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação.

Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Site com atividades e informações sobre a associação que reúne profissionais da crítica cinematográfica de todo o Brasil

Sinfonia Paulistana

um novo olhar

%d blogueiros gostam disto: