Amanhecer – parte 2 | Ingressos antecipados a partir de 1º de outubro

29 09 2012

A largada para a finalização da saga Crepúsculo será dada a partir de 1º de outubro. Nessa segunda começa a venda antecipada dos ingressos do quinto filme baseado nos livros de Stephenie Meyer: Amanhecer – Parte 2. Os ingressos poderão ser adquiridos nas principais redes de cinema do país: Cinemark, Kinoplex, Cinépolis e Cinesystem.

A venda antecipada ocorrerá há mais de 45 dias de estreia do filme, marcada para 16 de novembro.

Essa antecipação deixa evidente a grande expectativa da distribuidora Paris Filmes com o potencial de bilheteria do longa que encerra cinematograficamente a história de Bella (Kristen Stewart), Edward (Robert Pattinson) e Jacob (Taylor Lautner). Amanhecer – parte 2 sempre foi apontado como um dos favoritos para conquistar o posto de maior bilheteria não só aqui no Brasil, mas no mundo em 2012! O primeiro lugar desse ranking é ocupado atualmente por Os Vingadores.

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A Hospedeira: a nova adaptação de Stephenie Meyer

5 05 2012

 

Mais uma obra literária de Stephenie Meyer, autora da saga Crepúsculo, vai ganhar as telonas em breve.

O filme A Hospedeira, baseado no livro homônimo, teve o início das filmagens em fevereiro agora, tendo nomes como Saoirse Ronan (Um Olhar do Paraíso e Desejo e Reparação) e William Hurt (Marcas da Violência e O Incrível Hulk) no elenco e encontra-se agora na fase de pós-produção.
O cartaz nacional foi divulgado recentemente (a esquerda) e o teaser trailer (logo abaixo) já anuncia a chegada da produção nos cinemas nacionais em 29 de março de 2013, mas não revelam grandes detalhes do longa
O neo-zelandês Andrew Niccol é o responsável pela direção e adaptação de A Hospedeira, as mesmas funções que desempenhou em O Preço do Amanhã, atualmente disponível em DVD e blu-ray.

 

 

 





ANÁLISE: 50%

7 02 2012

A única coisa que me preocupava nesse filme era a presença de Seth Rogen (Superbad – É Hoje, Segurando as Pontas). Tenho um certo bloqueio pessoal contra esse cidadão que não apresenta uma carreira muito versátil. Praticamente é o mesmo papel em filmes diferentes. Em 50% esse cenário não se modifica, mas se beneficia pela história depender muito pouco dele.

Já Joseph Gordon-Levitt (A Origem, (500) Dias com Ela e no ainda inédito Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge) continua apresentando o mesmo talento de sempre. Sofredor apaixonado, integrante de uma equipe que rouba sonhos, um pastor evangélico, ou alguém com câncer (como aqui), ele consegue moldar sua interpretação a cada um de seus personagens, tornando-os verossímeis.

Quem vem se destacando aos meus olhos também é Anna Kendrick (A Saga Crepúsculo, Scott Pilgrim contra o Mundo, Amor sem Escalas). Mesmo não tendo muita beleza consegue desempenhar seus papéis muito bem e se destacar ao lado de quem quer que seja: Kristen Stewart, George Clooney…

Joseph Gordon-Levitt vive Adam em 50%. Trabalhando em uma rádio juntamente com seu colega Kyle (Seth Rogen) – ou Seth Rogen (interpretado por Seth Rogen) se você preferir – e leva uma vida tipicamente de um rapaz solteiro na sua idade. Morando junto com sua namorada Rachael (Bryce Dallas Howard, Além da Vida e Histórias Cruzadas) e longe de seus pais, tudo ocorre normalmente até que uma leve dor nas costas o obriga a visitar um consultório médico.

A partir desse momento que a normalidade da vida de Adam acaba por completo. Não só pelo fato dele ser diagnosticado por um câncer na espinha, mas pelas pessoas que o cercam e deveriam lhe dar atenção. A começar pela forma natural e despreocupada com que o médico lhe informa o diagnóstico.

Seu colega Kyle tenta da sua louca maneira auxiliar o colega. Embora não seja o comediante que se acha ser, o roteiro lhe ajuda muito bem nessa tarefa, por exemplo, ao se referir ao ‘cara’ de Dexter ou Patrick Swayze que conseguiram vencer o câncer (ou não!). Isso sem contar o fato de sempre querer obter vantagem ao demonstrar preocupação com o amigo nas mais variadas situações.

Já na família os problemas são menores devido a distância. Por não estar sempre presente, Adam se livra de uma mãe que se preocupa em excesso (do ponto de vista do jovem), restando-lhe algumas dezenas de ligações não atendidas ou pequenas discussões em algumas de suas visitas, somando-se ao fato de seu pai ser portador do mal de Alzheimer.

Para fechar o ciclo pessoal: Rachael, a pintora de quadros. Mesmo escolhendo ficar ao lado do namorado, ela não tem a mínima ideia de como se comportar e de como cuidar de Adam agora. Sua aversão aos hospitais a impede de acompanha-lo em suas sessões de quimioterapia limitando-se a deixa-lo na porta do hospital e esquecer-se de buscá-lo depois. O seu nível de atenção é tão grande a ponto de achar que um cão de corrida aposentado (e feio por sinal) seja o suficiente para curar o baixo-astral de Adam. Se bem que, comparado a essas pessoas, o cachorro é o mais sensato de todos. É natural que recebemos, em determinado momento, a notícia de que ela traía Adam.

Se as coisas estão ruins, não reclame, pois pode piorar ainda mais! Esperando algum consolo, algumas sábias palavras, a ajuda de uma terapeuta profissional também não deu muito certo. Novata, ainda fazendo o seu doutorado, uma caloura, Katherine (papel de Anna Kendrick) tem em Adam o terceiro paciente de sua ainda recente carreira. E o estado de nervo que ele se encontra, aliada a sua inexperiência, complicam bastante o bom desenrolar das consultas.

Essa é a complicada situação de Adam. Com câncer e completamente desamparado, não há outra escolha a não ser cuidar de si mesmo e controlar-se da melhor maneira possível. A única tranquilidade que ele encontra é com os companheiros de quimioterapia no hospital: o retrato do futuro de Adam. É de se esperar que ele perca o controle a qualquer momento. Por tudo isso é de se impressionar com a forma que Adam passou por todas essas dificuldades e conseguiu derrotar a difícil doença que é o câncer.

NOTA: 4/5





O preguiçoso Robert Pattinson

11 11 2011

No quarto filme da saga Crepúsculo, Amanhecer – parte 1, os recém-casados Edward (Robert Pattinson) e Bella (Kristen Stewart) finalmente partem para os finalmente.

As cenas de lua-de-mel do casal nesse longa exigiram muita preparação de Robert, que tem, digamos, um estilo de vida não muito saudável. O ator teve uma intensa preparação na academia durante quatro meses antes de fazer suas cenas.

“Sou um cara que raramente se exercita e realmente detesto ir a academia, então tive que me esforçar. Abdiquei da cerveja e das comidas gordurosas que são basicamente minha vida! Substitui tudo isso pelos exercícios físicos na academia, todos os dias nesses meses. Ia a academia as quatro horas da manhã, praticava atividades durante duas horas e depois seguia para as filmagens. Foi absolutamente exaustivo.”, ele conta.

Mas o ator, responsável por dar vida ao vampiro Edward Cullen nas telonas, manteve essa rotina?

“Agora não preciso mais tirar minha camisa. Academia nunca mais.”, diz ele rindo.

Quem apresenta uma nova perspectiva na saga vampiresca é a irmã de Eward, Alice, papel de Ashley Greene: “Vocês irão ver Alice numa espécie de tortura emocional, ela está muito atormentada. Ela quer proteger e ajudar Bella, o que é um conflito pessoal de emoções muito grande para a personagem. Isso é uma das grandes coisas que temos na saga… o desenvolvimento dos personagens”, completa Ashley.

Amanhecer – parte 1 tem estreia mundial para a próxima sexta, dia 18 de novembro.

Com informações do jornal mundial Metro




O próximo Tom Cruise

23 09 2011

Uma sala repleta de seguranças atentos a toda e qualquer movimentação em seu interior. É em salas como essas que o novo galã de cinema, Taylor Lautner, concede suas cobiçadas entrevistas.

Até faz sentido Lautner tome certas precauções. Afinal, graças ao sucesso alcançado pela saga Crepúsculo, o  rapaz, aos 16 anos, virou uma estrela internacional.

Agora com seus 19 anos e com a história de seu lobo Jacob Black chegando ao fim (Amanhecer – Parte 1, primeira parte do último livro da saga escrita por Stephenie Meyer, chega aos cinemas em novembro próximo), Lautner começa a se despedir do seu papel teen para voar em projetos solos. Ele encara o seu primeiro protagonista em Sem Saída.

Dessa forma, Taylor pode se distanciar um pouco da grande excitação das fãs histéricas da franquia vampiresca por onde passa: “Amo esse barulho [dos gritos das fãs]”, responde o ator quando é indagado sobre o assunto. “Nós nos alimentamos dessa energia. Quando entramos numa sala, quando chegamos num auditório ou passamos pelo tapete vermelho e há milhares de fãs gritando, ficamos muito entusiasmados. Me lembro da primeira vez que passamos por isso na Comic Con e nos perguntávamos: ‘nossa, o que está acontecendo?’. Mas já nos acostumamos. Amamos isso.”

Deixando Crepúsculo para trás e escolhendo agora papéis mais maduros para interpretar no cinema, Lautner já foi apontado como o novo Tom Cruise. Comparação que o deixa surpreso: “Tom Cruise foi meu ídolo a vida inteira. Adoro a carreira dele, suas escolhas. Se atingir um décimo da carreira dele seria um sonho para mim”, declara Taylor.

Uma semelhança entre Cruise e Lautner, além do sorriso cativante, é o fato dos dois serem os seus próprios dublês. Como um excelente praticante de artes marciais, Taylor possui porte físico que o habilita a executar as principais cenas de ação de Sem Saída, seja com um carro em movimento ou deslizando sobre paredes de vidros de um arranha-céu como no cartaz acima. “Quando soube o que meus dublês iriam fazer, eu mesmo quis fazer as cenas”. Ainda segundo Lautner, esse seu comprometimento atende seu ideal de cinema: o de tornar os longas o mais real possível.

Com informações do grupo global de notícias Metro, só nos resta acompanhar o desempenho da bilheteria do novo filme para saber se Taylor também herda o retorno e sucesso financeiro de Tom Cruise.





Adaptação – cinema 2.0

22 07 2011

Hollywood de tempos em tempos, lança modismos para manter o interesse do público em pagar ingressos caros e conferir os super lançamentos no cinema.

Tivemos a onda de produções baseadas em super heróis (bem feitas e com o mínimo de respeito pela obra original, para deixar bem claro). Onda iniciada pelo Homem-Aranha.

Simultaneamente à exploração desse filão veio o lançamento das continuações. O apelo do público dizia qual franquia explorar ou não. Raras vezes durante a década de 90 tivemos algum filme com ‘título tal’ 2 ou 3. Após o ano 2000 ficou comum encontrarmos caratzes nos cinemas cujos títulos de filmes eram sucedido por um algarismo: Piratas do Caribe, X-Men, Shrek, Resident Evil, Jogos Mortais, A Era do Gelo, Transformers, etc. E com sucesso de cada franquia tornou-se possível o investimento na nova arma de Hollywood contra a pirataria: as exibições em 3D.

Da mesma forma, aumentou a frequência de chegar aos cinemas histórias oriundas das páginas de livros. Tão comum que muitas vezes, os livros são (re)lançados conjuntamente com suas versões em películas.

Nas adaptações que vou me reter agora. Se já se tornou usual a escrita de um roteiro de cinema a partir de um livro, agora surge uma nova tendência criada pelos estúdios para os próximos lançamentos – a divisão da adaptação em duas partes.

Essa repartição elimina de um lado, aquilo que os fãs mais conservadores de uma determinada publicação mais reclamam: os cortes e as mudanças indesejadas na história original para uma melhor adequação às telonas. Mais tempo de filme, mais espaço para se manter fiel às páginas do livro.

Por outro lado, essa possibilidade a mais pode resultar em longas, se não mal feitos, vazios e desinteressantes para o espectador comum. Muito do que funciona perfeitamente nos livros, não mantem a mesma eficácia nas telas. Relíquias da Morte, último livro da saga Harry Potter e dividido em duas partes (esclareço logo que não foram ruins no seu todo) poderia condensar melhor sua história em um único filme, mais longo é claro, porém mantendo o excelente nível atingido em Enigma do Príncipe e não oscilando da forma que ocorreu entre a parte 1 e 2.

De minha parte, ficaria receoso se O Retorno do Rei, dividido em duas partes, alcançasse a qualidade que possui hoje. E por falar na trilogia de Peter Jackson, depois de O Senhor dos Anéis, o diretor voltará a Terra-média adaptando o prelúdio da guerra do Anel, O Hobbit, em duas partes.

Também na lista de lançamentos futuros em duas partes, figura o último volume da saga Crepúsculo: Amanhacer, cuja história será dividida em dois filmes.

Ainda é muito cedo para afirmar o sucesso dessa nova tendência e se ela funcionará ou não. Financeiramente, claro que é uma ótima aposta dos estúdios e os mais de US$ 480 milhões dos três primeiros dias de Harry Potter 7.2 estão aí para comprovar. Mas e em qualidade? Essa divisão 2.0 será revertida em produções relevantes para o cinema?

Bem, aí só as estreias futuras dirão.





ANÁLISE – Scott Pilgrim contra o Mundo

13 01 2011

Scott Pilgrim contra o Mundo trata-se de uma homenagem, uma celebração à cultura pop moderna, brincando a todo o momento através de sua história com as fórmulas, os sons, as formas marcantes dessa indústria específica de entretenimento.

A história de Scott Pilgrim (Michael Cera, de Juno) é retratada na telona sempre na base dos elementos inerentes à cultura pop: com gráficos que lembram os videogames, desenhos animados, histórias em quadrinhos, os próprios filmes de super-heróis ou os japoneses mangás e animês. E nada mais natural que finalizar essas referências do que a banda de rock do qual o protagonista é integrante.

Depois de uma grave e nada convencional desilusão amorosa, Scott inicia um tímido relacionamento com uma menina não muito adequada aos seus 22 anos de idade. Tal namoro não o impede, pelo menos, de observar e apaixonar-se a primeira vista por uma garota de cabelos coloridos, de gênio difícil, com um passado misterioso e funcionário da famosa loja americana Amazon: Ramona.

Passada a dificuldade inicial de se aproximar dela, Scott descobre que um simples relacionamento com Ramona desencadeia uma série de tarefas árduas a serem cumpridas: enfrentar todos os setes integrantes da Liga de Ex-Namorados de Ramona. Isso mesmo, totalmente trash!

Se a cultura pop prioriza por produtos de conteúdo rápido, a edição de Scott Pilgrim contra o Mundo se incumbe de dar essa velocidade a narrativa. E de tão veloz, chega a ‘nocautear’ o espectador, que em certos momentos pode se sentir perdido na trama com a constante mudança local e temporal dos personagens, embora o roteiro mantenha-se contínuo nessas alterações. Como se diz popularmente, o filme não deixa a peteca cair.

Como uma aura independente, o longa permite-se brincar a todo momento com o mundo dos nerds e com si mesmo. Numa espécie de ‘obra dentro de obra’ é hilário a aparição de um dos ex-namorados de Ramona, o ator interpretado por Chris Evans: de vilão na história principal para o super-herói do filme no qual seu personagem é o ator principal, Chris Evans surge ao som tema da Universal Studios, estúdio responsável pela produção de Scott Pilgrim. (Vale destacar também a abertura do filme no qual o globo, marca da Universal está estilizado com pixels e o som tema é tocado na forma daquelas musiquinhas irritantes, mas notálgicas, de minigame).

Muitos besteróis americanos (categoria em que muitos podem encaixar esse filme) se contentariam em contar a história até aqui relatada. Mas Scott Pilgrim trata logo de quebrar esse clichê acrescentando uma reviravolta em sua parte final, onde Gideon, ex-atual-futuro namorado de Ramona é responsável pela criação da liga dos ex-namorados, quebrando a obviedade da trama e trazendo um rumo novo para a narração.

Totalmente non-sense, Scott Pilgrim contra o Mundo nos diverte na medida certa e por não se levar a sério, não se importando com o quê as pessoas vão achar, a montagem despreocupada torna-se o principal êxito da trama. E por ser um gênero pouco chamativo para Hollywood, o longa traz rostos conhecidos por cinéfilos: além dos já mencionados Michael Cera e Chris Evans, conta com a participação também de Brandon Routh (Superman – O Retorno) como um dos ex-namorados e Anna Kendrick (Amor sem Escalas, A Saga Crepúsculo), irmã do protagonista.

NOTA: 4/5.





Dica para lista de presentes

28 11 2010

Se é um cinéfilo de carteirinha, e por extensão, um bom colecionador de DVDs, prepare-se para abrilhantar sua coleção com os lançamentos de fim de ano das distribuidoras aqui no Brasil.

E com tantas boas opções, o investimento promete ser grande e abocanhar uma parte do seu 13º salário..

1ª SUGESTÃO – Este é um sonho de consumo antigo de cinéfilos brasileiros e fãs da trilogia de J. R. R. Tolkien, que finalmente se concretizou esse ano: a edição luxo de colecionador da trilogia O Senhor dos Anéis, de Peter Jackson. Um super box com nada mais, nada menos do que 12 DVDs, contendo além dos extras, todas as versões estendidas dos filmes: A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei.

Mais informações clique aqui.

2ª SUGESTÃO – Uma edição super especial de um dos maiores fenômenos de bilheteria do cinema mundial. A edição de colecionador lançado esse mês pela FOX traz a versão estendida de quase três horas de Avatar.

O especial pode ser encontrado em duas versões: com três DVDs e um BD (blue disc ou blu-ray) ou com somente três BDs.

Uma capa de fundo preto contendo no centro uma mão avatar é a envoltura para a embalagem do DVD cuja capa não contem o título do filme. Apenas uma imagem do corpo extraterreno de Jake Sully. A contracapa contem a mensagem: “OEL NGATI KAMELE”, traduzindo: continue a viagem.

Uma Mensagem de Pandora’, ‘Acesso Direto a Cenas Novas/Adicionais’, ‘Cenas Excluídas Inéditas’ e ‘Capturando Avatar’ são os bônus incluídos nessa edição estendida de colecionador.

3ª SUGESTÃO – A próxima sugestão tem lançamento previsto para o dia 09 de dezembro. Trata-se de mais um sucesso assinado por Christopher Nolan que chegou aos cinemas em agosto desse ano: A Origem.

Até aqui o melhor filme do ano, A Origem traz no elenco nomes como Joseph Gordon-Levitt, Leonardo DiCaprio, Ellen Page e Ken Watanabe. E deve ser um item imprescindível no acervo de qualquer colecionador.

As duas últimas sugestões a seguir são os itens mais recentes da minha coleção:

4ª SUGESTÃO – Apesar de todo o temor do cancelamento (injusto, se ocorrer) que cerca a série Fringe, não dá para deixar de fora o box que traz a segunda temporada completa da produção de J. J. Abrams.

Com um primeiro episódio intrigante, a segunda temporada termina levando seus espectadores para um outro universo. E entre aquele e este episódio, o segundo ano de Fringe traz ainda mais episódios fantásticos.

5ª SUGESTÃO – E para finalizar, mais um box de série. Já lançado há algum tempo, foi efetivamente adquirido a segunda temporada da trama vampiresca Crepús…, ops, True Blood. Esqueça Stephenie Meyer!

Retorne a cidade de Bon Temps na companhia de Sookie Stackhouse e Bill Compton.





Universo E! no MTV Movie Awards 2010 #6

6 06 2010

imageREVELAÇÃO

Só conferi Amor sem Escalas e Preciosa dos indicados aqui. E gostei de ambas. Anna Kendrick, além de contracenar com George Clonney na comédia romântica, também tem os pés fincados na saga Crepúsculo.

Mas meu voto vai Gabourey Sidibe por Preciosa.





Universo E! no MTV Movie Awards 2010 #3

6 06 2010

image SUPER ASTRO GLOBAL

Agora sou que pergunto: WHAT THE FUCK?!!! Por que que o trio da saga Crepúsculo ta fazendo nessa categoria? Tá bom, vamos baixar a bola, é a premiação da MTV, permitida para menores de 18 anos…. Mas de global ali (acho melhor dizer mundial, senão dá a entender que é ator da novela das oito) só o Johnny Depp mesmo.








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