Mostra Internacional de Cinema SP 2014 | parte 4

27 10 2014

-> Antes de mais nada, me perdoem por qualquer erro de concordância/português/edição que venha aparecer nos textos a seguir. A correria é grande e o tempo para escrever/revisar/editar é pouco. Espero que aproveitem! 

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TEMOS QUE SAIR DAQUI (EUA, 2013)– Bobby e os namorados BJ e Sue são um trio de amigos com uma típica juventude no estado do Texas. Os dois últimos vão se mudar da pequena cidade rumo a faculdade, deixando BJ para trás. Para bancar uma festa de despedida digna para a amizade entre eles, BJ assalta Giff, sem saber que o mesmo trabalha para um gângster da região, o Big Red.

O autor do furto e seus cúmplices (já que o ajudaram a gastar toda a grana em um único final de semana), ou seja, os três amigos são obrigados a repor a quantia roubada. O alvo? Big Red em uma de suas conhecidas transações de lavagem de dinheiro.

Soma-se a confusão a traição de Sue com Bobby descoberta por BJ. Sem ter ninguém com quem contar numa situação dessas, BJ revela o caso para Giff que se aproveita da situação e trama em segredo sem que saibamos se o que vem em seguida seja realmente uma consequência da ação dos protagonistas ou uma armação.

Assim, Temos que Sair Daqui envereda por caminhos interessantes entre o indie e o thriller, saindo-se bem nos dois campos, enquanto o seu título vai ganhando diferentes interpretações até a chegada de seus créditos finais.

NOTA: 4/5

QUANDO OS ANIMAIS SONHAM (Dinamarca, 2014) – Marie está começando uma nova etapa em sua vida ao começar em um novo trabalho com cortes de peixes. Em casa, junto com o pai, ela ajuda a cuidar de sua mãe que precisa de atenção constante.

O fato de estranhas manchas vermelhas surgirem em eu corpo, o que exige acompanhamento médico frequente, está intimamente ligado ao fato de sua mãe viver numa cadeira de rodas agora. Assim como sua protagonista, o espectador de Quando os Animais Sonham também vai, aos poucos, descobrindo os segredos que envolvem Marie e sua mãe e o porquê as duas despertam tanta desconfiança naqueles que a conhecem.

As revelações ocorrem lentamente, a medida que o aparecimento das características físicas da criatura interna em Marie vão surgindo. As humilhações que esta sofre dos colegas no emprego apenas aceleram o processo de transformação e intensificam as explosões temperamentais, cada vez mais recorrentes, da garota. Uma ficção inteligente na construção do suspense e na explicação de sua própria mitologia de lobisomens, que fica subtendida entre os acontecimentos.

NOTA: 4/5

A GANGUE (Ucrânia, 2014) – Um grupo de adolescentes vive numa espécie de internato onde aparentemente não há controle algum após o término das aulas. Estudam ali durante o dia, mas saem com extrema facilidade durante a noite sem serem impedidos por ninguém.

Com essas escapadas noturnas, eles conseguem manter o grupo informalmente constituído por eles. Assaltam vítimas indefesas na saída de supermercados, passageiros de trens de viagem e usam as poucas meninas que o compõem para arrecadar dinheiro satisfazendo o prazer sexual de caminhoneiros. A crise ocorre quando um dos garotos começa a gostar de uma das meninas e torna-se um empecilho para o funcionamento habitual da gangue.

A Gangue é uma realização extremamente corajosa e ousada. A história em seu resumo é comum para todos os seus espectadores, mas a construção da mensagem em cada uma de suas cenas é uma tarefa individual. A menos, é claro, que você compreenda a língua dos sinais. O filme em todos os seus 132 minutos é “falado” nessa língua e uma mensagem em seu início é clara: não haverá legendas na sessão que se inicia. Saem os nomes dos personagens e entram as características físicas dos atores para distinguirmos quem é quem na trama. Por essa razão que o filme possui um trabalho primoroso em mixagem e edição de som.

Mas não se deixe enganar. Apesar de ser todo em libras, esse fato não alivia e nem atenua a imensa carga de violência que o filme traz consigo. Não só pelas ações desses jovens, mas envolve também a realização de um aborto clandestino e um ato de vingança em sua última sequência. Crueldade é pouco para descrevê-lo.

NOTA: 5/5





Breves & Curtas #9: Festival É Tudo Verdade | Campinas

28 04 2014

A mais nova edição do Breves & Curtas traz a nossa cobertura especial do Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade em sua itinerância por Campinas. A passagem do festival pela cidade do interior paulista e nessa semana por Brasília (de 30/04 a 04/05) e por Belo Horizonte em julho, traz os vencedores e os principais destaques produções das edições integrais do É Tudo Verdade que ocorreram em São Paulo e no Rio de Janeiro no início do mês.

Os nossos textos durante os três dias em que estivemos na capital paulista pode ser visto nos links a seguir: dia 01, dia 02 e dia 03.

Vamos conferir agora o que vimos em Campinas:

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HOMEM COMUM (Brasil, 2013)  Vencedor do prêmio CPFL Energia / É Tudo Verdade: Janela para o Contemporâneo (melhor documentário brasileiro de longa/média-metragem

Utiliza das semelhanças de dois filmes – o dinamarquês Ordet (1955) e o americano Life, the Dream (2012) – para moldar o retrato de vida de um caminhoneiro e sua família durante quase 20 anos. Uma mescla interessante entre o que é real e o que é ficção.

NOTA: 4/5

SOBRE A VIOLÊNCIA (Suécia, EUA, Dinamarca e Finlândia, 2014) – Uma análise da violência a partir do colonialismo e, principalmente, quando esta surge com a descolonização. Aqui, países como Zimbábue, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau são as grandes vítimas da opressão religiosa, militar, social e econômica dos países europeus, uma intervenção dizimadora de culturas.

Em troca de suas riquezas naturais, o povo explorado recebia miséria, pobreza, fome e desolação. Incisivo em suas denúncias, Sobre a Violência levanta outras questões interessantes: o prevalecimento de valores cristãos (tal como a supremacia do branco perante o negro) e do porquê as nações africanas não tiveram o seu devido ressarcimento tal qual as nações europeias após a expansão e extinção do nazismo no Velho Continente. Não se trata de uma questão financeira, mas sim de oferecimento de condições propícias ao próprio desenvolvimento da África: a lógica de menos comida e mais ferramentas.

O documentário de Göran Hugo Olsson ainda é corajoso em sua conclusão ao defender uma nova organização social mais humana, distanciando-se o máximo possível daquela propagada pelos europeus. Algo muito mais complexo do que a simples substituição do capitalismo pelo socialismo.

NOTA: 5/5

UM HOMEM DESAPARECE (Japão, 1967) – Um conturbado, complicado, burocrático e confuso documentário sobre uma única questão: por que, num país pequeno como o Japão, tantas pessoas desaparecem? A produção de Shohei Imamura persegue os passos de um homem que abandonando sua família e sua noiva.

A investigação tenta reconstruir os passos do desaparecido com as limitações tecnológicas da época sem nenhum registro eletrônico – seja de imagens de câmera ou de informações bancárias confiáveis.

Tudo é baseado 100% em entrevistas de testemunhas que por ventura tenham visto tal pessoa muito tempo depois dos fatos ocorridos. Um tempo o suficiente para que a memória apague qualquer detalhe mais preciso.

Embora entremos em contato com um lado desconhecido da sociedade japonesa (como a traição e a prostituição), a base da narrativa enfraquece completamente Um Homem Desaparece. Tanto pela mudança constante de foco da “investigação”, quanto pela perda de um longo tempo com discussões irritantes e banais entre acusado e acusador.

NOTA: 1/5

JASMINE (França, 2013) – Vencedor do prêmio de melhor documentário internacional de longa/média-metragem

Não foi só na política que França e Irã se relacionaram diretamente, uma vez que Paris foi refúgio do aiatolá Ruhollah Khomeini durante as Revolução Iraniana de 1979. Na mesma época e envolvendo os mesmos países está a história de amor entre o francês Alain e a iraniana Jasmine.

Para documentar esse conturbado relacionamento, que evoluiu e definhou tal como o estado político do Irã, entram em cena a leitura de cartas trocadas entre os dois, a animação em stop-motion (e seus bonecos de argila) e imagens de arquivo para registrar outra história de amor impossível. Mais uma entre tantas outras, mas contada de forma inesperada.

NOTA: 3/5

20 CENTAVOS (Brasil, 2014) – Com a transformação de celulares e smartphones em pequenas centrais de mídia, os protestos de junho de 2013 puderam ser vistos e compartilhados pelas redes sociais, onde coube a cada manifestante registrar em seu aparelho os gritos, os excessos da polícia, o vandalismo irracional de delinquentes encapuzados de uma manifestação plural e de múltiplos objetivos e interesses.

O documentário de 53 minutos de Tiago Tambelli nada mais é do que um apanhado geral dessas imagens (com uma qualidade melhor do que a de um celular), com poucos efeitos gráficos e envolto por trilha sonora. Apesar do ineditismo, de ser o primeiro produto audiovisual finalizado a menos de um ano dos protestos, a produção não acrescenta nada de novo aos olhos mais atentos que acompanharam a cobertura da mídia tradicional. Cobertura que utilizou fartamente dos aparelhos portáteis dos manifestantes.

NOTA: 2/5





19º Festival É Tudo Verdade | dia 02

8 04 2014

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EIXO ÓPTICO (Rússia, 2013) – Esse documentário russo é dos típicos casos em que a premissa é interessante, mas a execução deixa a desejar.

A ideia de retratar as diferenças culturais, sociais e tecnológicas entre os 100 anos que separam a Rússia atual daquela registrada pelo fotógrafo Maxim Dmitriev é interessante. Para tanto a diretora Marina Razbezhkina utiliza gigantescas fotos em preto-e-branco, e nos mesmos cenários com ajuda de personagens análogos, tenta reconstruir a mesma visão (mais contemporânea) da fotografia.

Só que ao invés de se limitar ao contraste entre as fotografias, o documentário passa a se focar mais e demoradamente nos novos e desconhecidos personagens tornando o projeto longo e cansativo em excesso.

NOTA: 1/5

BERNARDES (Brasil, 2013) O brasileiro Sérgio Bernardes foi um arquiteto, que pertencendo à mesma leva de profissionais de calibre como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, tinha uma visão e ambição muito além da época em que vivia. Com um talento nato para a arquitetura, um dom que desenvolvia desde pequeno, era tanto a sua criatividade que muitos de seus projetos (grande maioria deles residenciais no início da carreira) chegavam a ser confundidos com os de Niemeyer.

Além de criativo, Bernardes também era visionário. Evidências não faltam. Sejam aquelas espalhadas pelo território brasileiro (residências pelo estado carioca como a residência da família do arquiteto ou a do cirurgião-plástico Ivo Pitanguy), o Tropical Hotel Tambaú em João Pessoa (localizado no extremo oriente do litoral brasileiro e seus detalhes minuciosos únicos), o Pavilhão São Cristóvão no Rio (mesmo desfigurado sem a cobertura original, que exigia alto investimento em manutenção) ou no exterior, com o Pavilhão Brasil em Bruxelas cujo balão vermelho exercia diferentes funções conforme o clima. Mas muitos outros tesouros, fruto da mente de Bernardes, podem ser descoberta nos documentos deixados por seu extinto escritório.

Por outro lado, o documentário também retrata com propriedade os motivos pelos quais Sérgio Bernardes é um nome ignorado pela arquitetura contemporânea brasileira. Bernardes trabalhava com muito afinco, “inventando coisas sem parar”. Tinha em mente algo que falta a nossa política desde sempre: um planejamento em longo prazo em seus projetos, vislumbrando um Rio de Janeiro organizado em vários micros distritos e um Brasil futurista servido nacionalmente por grandes vias fluviais. O trabalho do arquiteto funcionava constantemente assim, em larga escala. E com o advento do golpe militar em 1964, havia um ambiente propício para a realização dessas grandes obras, o mais próximo possível que esse grande trabalho de Bernardes teve de sair dos papéis e virar algo, digamos, concreto.

Uma grande injustiça! O modo de viver intenso de Sérgio (que sabia aproveitar como ninguém a vida e oferecia isso em seus projetos residenciais de alto-padrão), não o permitia se entregar às picuinhas e burocracias que permeavam e ainda permeiam o nosso mundo político. Ele não tinha nenhuma vocação para isso. O que realmente  jogou contra o reconhecimento da genialidade de Sérgio Bernardes foi sua ambição desenfreada e sua ingenuidade política, que em conjunto, colocaram o arquiteto fora das quatro linhas do campo da arquitetura brasileira. Erro histórico que pesquisas acadêmicas em cima de seus milhares projetos e desenhos poderão corrigir e, assim, recolocar o nome de Sérgio Bernardes em destaque novamente.

NOTA: 5/5

AI WEIWEI: O CASO FALSO (Dinamarca, 2013) – Tem como protagonista Ai Weiwei, artista plástico e designer arquitetônico chinês, que viveu um inferno jurídico ao ser acusado pelo governo chinês de ser subversivo, principalmente por suas atividades virtuais e ser considerado um grande influenciador político.

Para exercer a sua censura, o governo chinês utiliza-se de várias artimanhas para prender Weiwei e assim calá-lo, já que respondia os processos em prisão domiciliar. Valia tudo, até acusações de algo que não existe na China (sonegação fiscal) ou pornografia em uma das fotos de nudez que tem a participação do artista. A perseguição política, inclusive, é algo recorrente na família dele. Seu pai sofreu a mesma pressão em 1957.

Conhecido pela sua participação na construção do Ninho de Pássaro, o Estádio Nacional, para as Olimpíadas de 2008, Weiwei contou com grande apoio popular de chineses e de seus amigos artistas e/ou da imprensa internacional nesse período. Ao mesmo tempo em que enfrentava o furor do maniqueísta poder judiciário chinês, o artista tratava de abordar artisticamente o que vivenciara. Enquanto era “perdoado” pela justiça, as peças que retratavam o interrogatório e sua breve passagem pela cadeia deixavam o país clandestinamente, rumo a Bienal de Veneza.

NOTA: 4/5

TUDO POR AMOR AO CINEMA (Brasil, 2014) O Cine Livraria Cultura no Conjunto Nacional em São Paulo, pelo festival É Tudo Verdade, sediou no último domingo (dia 06/04), a segunda exibição nacional do documentário Tudo por Amor ao Cinema, que foi a sessão de abertura do mesmo festival na cidade do Rio de Janeiro. A sessão contou com a participação do idealizador do evento, Amir Labaki, com o diretor Aurélio Michiles e parte de sua equipe (técnica e de elenco).

Amir Labaki (a esq), Aurélio Michiles (ao centro com microfone) e parte da equipe do doc Tudo pelo Amor ao Cinema

Amir Labaki (a esq), Aurélio Michiles (ao centro com microfone) e parte da equipe do doc Tudo pelo Amor ao Cinema

A missão era documentar a vida do amazonense Cosme Alves Netto, curador da Cinemateca do Museu de Arte Moderna carioca, que com o seu incansável trabalho tornou-se sinônimo de restauração, conservação e propagação da cultura cinematográfica, no Rio de Janeiro e em todo o Brasil. Algo construído a partir do seu garimpo nos arquivos censurados pela ditadura militar (e eram salvos da destruição por ele) e em outras cinematecas internacionais que por ventura poderiam conter qualquer obra brasileira que fosse.

Com seu poder de aglutinação, Cosme também criou um celeiro de novos cineastas brasileiros, frequentadores assíduos da Cinemateca gerenciada por ele e do Cine Paissandu, importante cinema de arte carioca. Sua atuação contribuiu de duas formas para o Cinema brasileiro: a histórica, com a preservação de filmes raros, e pelo fomento da produção nacional, já que seus amigos viriam a consolidar o mercado doméstico cinematográfico no Brasil com suas obras.

Um personagem de fundamental importância para o nosso Cinema, sem dúvidas.

NOTA: 5/5





COBERTURA COMPLETA: Globo de Ouro 2011

16 01 2011
AS ATUALIZAÇÕES MAIS RECENTES SERÃO AS PRIMEIRAS. PORTANTO, A ORDEM DE LEITURA SERÁ DE BAIXO PARA CIMA

– Michael Douglas apresentando os indicados a melhor filme drama. E A RedEe Social ganha mais um Globo de Ouro.

– Chegou a vez de Sandra Bullock para apresentar os indicados para melhor ator drama. O vencedor é Colin Firth por O Discurso do Rei.

– Enquanto isso no Twitter… Globo de Ouro domina o trend topics mundial.

– Alice, Burlesque, Red passam batidos.  O Globo de Ouro dessa categoria para The Kids are All Right.

– A dupla dinâmica de Toy Story – Tom Hanks e TimAllen sobem ao palco para apresentarem os indicados a melhor filme comédia/musical.

– Vamos agora para as indicadas a melhor atriz defilme drama. E a ganhadora é: Natalie Portman por O Cisne Negro.

– Joseph Gordon-Levitt apresenta A Origem, que concorre a melhor filme drama. O favorito do Universo E!

– Mas o prêmio vai para Paul Giamatti por Minha Versão para o Amor.

– Halle Berry chega ao palco para apresentar os indicados a melhor ator de filme musical/comédia.  Com o Johnny Depp concorrendo por dois papéis ( O Turista e Alice).

– O Cisne Negro apresentado por Alicia Keys, concorrendo a melhor filme drama.

– Vamos para os indicados a melhor série musical/comédia: a grande vencedora é Glee, desbancando as favoritas Modern Family e The Big C.

– O caldo começa a engrossar.Os indicados para melhor direção: o grande vencedor é David Fincher por A Rede Social.

– Uma prévia de O Turista, concorrendo a melhor filme musical/comédia.

– Globo de Ouro homenageia Robert de Niro com trechos dos filmes que ele participou.

– A vez de Jeremy Irons apresentar as indicadas a melhoratriz de filme drama: vence The Fighter com Melissa Leo.

– Nada melhor para comemorar a renovação por três temporadas do que esse prêmio não?

– Os indicados a melhor ator de série musical/comédia.Apresentados por Kaley Cuoco, de The Big Bang Theory, que entrega o prêmio  para o seu colega Jim Parsons.

– O presidente dos EUA de The Event, Blair Underwood, anuncia a vencedora de melhor atriz de série musical/comédia. O prêmio sai para The Big C: Laura Linney, que não estava presente na cerimônia.

– Hellen Mirren nos apresenta um dos indicados amelhor filme drama: O Discurso do Rei.

– Robert Pattinson fica incumbido de apresentar os indicados a melhor filme estrangeiro.Dinamarca vence com In a Better World.

– Por mais que não gostem de Glee, tem que se admitir que os dois prêmios dessa noite foram merecidos.

– O Capitão América, Chris Evans, apresenta as indicadas a melhor atriz coadjuvante para séries, mini-série e filme para TV. E a honra vai para Jane Lynch de Glee. A série mantem a sua aura de sensação do momento, arrebatando prêmios ainda no seu segundo ano. E a febre Glee ainda não acabou.

– Steve Carrel e Tina Fey sobem ao palco e nos apresentam os indicados a melhor roteiro. E o Globo de Ouro vai para A Rede Social.

– Zach Efron apresenta mais um indicado para melhor filme musical/comédia:  The Kids All Right.

– Claire Danes sai vencedora por Temple Grandie.

– Depois deles, chegou a vez das indicadas para melhor atriz de filme para TV ou mini-série.

– Todos atentos para ouvir as palavras do mestre Al Pacino.

– Melhor ator de filme para TV ou mini-série. Nessas categorias somos peixes fora d’água. E o Globo de Ouro foi para Al Pacino em You don’t Know Jack.

– Nas palavras de Rick Gervais, vem aíum ícone de Hollywood: Sylvester Stalone para apresentar mais um indicado a melhor filme de drama: The Fighter.

– Robert Downey Jr, melhor ator do ano passado por Sherlock Holmes sobe ao palco para anunciar a melhor atriz de filme comédia/musical: Annete Benning por Minhas Mães e Meu Pai.

– “Vocês eram nascidos quando o primeiro Toy Story estreou?”. O produtor brinca com o cantor ao subir no palco.

– Justin Bieber sobe ao palco para apresentaros indicados a melhor animação. Meu Malvado Favorito, Como Treinar seu Dragão?, O Ilusionista, Enrolados e Toy Story 3. Vencedor:  a continuação do sucesso da Pixar – Toy Story 3.

– O Globo de Ouro de melhor trilha sonora agora. Globo de Ouro vai para A Rede Social. Injusto,  já que Hans Zimmer fez um trabalho excepcional em A Origem.

– Próximo anúncio, a de melhor canção original.E a vencedora é You haven’t seen the last of me de Burlesque.

– Rick Gervais diz que esse é o seu filme favorito.

– Andrew Garfield, que concorre por melhor atorcoadjuvante por A Rede Social, sobe ao palco para apresentar a produção da qual faz parte.

– E em seguida temos os indicados a melhor série drmática. Torcendo para The Walking Dead, mas o Globo de Ouro foi memsopara Boardwalk Empire. Mais um prêmio para a HBO.

– E na categoria de melhor ator de série dramática: Boardwalk Empire, Breaking Bad, Dexter, Mad Men e House estão no páreo. E Globo de Ouro foi para a badalada produção da HBO, Boardwalk Empire, para Steve Buscemi.

– A sumida Michele Pfeiffer vai ao palcopara nos apresentar a Alice no Paísdas Maravilhas.

– Melhor ator coadjuvante de série de TV, mini-Série ou filme para TV. E que surpresa: o prêmio vai para Glee, para Chris Colfer.- Bruce Willis no microfone agora e apresentaruma prévia de seu filme Red que concorre em melhorde comédia/musical.

– De volta dos comerciais, mais uma premiação. A de melhor filme para TV ou mini-série. A favorita The Paificé desbancada por Carlos.

– Começou! Com Rick Gervais fazendo referências a The Walking Dead, a última temporada de Lost.

– Scarlett Johansson sobe ao palco. Primeira premiação é de melhor ator coadjuvante. E o Globo de Ouro vai para o cabeludo Christian Bale por The Fighter (ainda não sei a tradução usada aqui no Brasil).

– A melhor atriz de série dramática: Katey Sagal por Sons of Anarchy.

– Os primeiros artistas já começam a desfilar pelo tapete vermelho de mais uma edição do Globo de Ouro.








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Secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação.

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