18º Festival Internacional de Documentários “É Tudo Verdade” | Campinas – 1º dia

24 04 2013

Começou nessa terça-feira, dia 23, a 18ª edição do festival É Tudo Verdade na cidade de Campinas.

O evento tem entrada franca e segue até o próximo domingo, 28 de abril, sempre no auditório Umuarama do espaço CPFL Cultura. O dia de abertura contou com as exibições de três documentários: o uruguaio O Almanaque, o americano Dinheiro á Toa: Dentro da Reserva Federal e o brasileiro Mataram meu Irmão.

O Universo E! esteve presente nesse primeiro dia e conferiu o panorama dos bastidores dos quase 100 anos de atividade do banco central dos EUA com uma visão nada otimista de Dinheiro à Toa sobre a sua intervenção após o estouro da bolha imobiliária em 2007 e como a crise econômica não esteja, necessariamente, finalizada.

A abertura oficial da mostra em Campinas ficou reservada para a exibição de Mataram meu Irmão, que teve a presença de Amir Labaki, fundador e diretor da mostra É Tudo Verdade com um breve discurso sobre os 18 anos do festival, uma longevidade incomum para eventos do gênero no mundo e uma breve sessão de perguntas com o diretor Cristiano Burlan, que reconstitui em Mataram meu Irmão os caminhos percorridos pelo irmão Rafael Burlan (a infância, o envolvimento com o mundo das drogas e do crime) até ser assassinado com sete tiros em 2001 na comunidade de Capão Redondo na capital paulista.

O diretor Cristiano Burlan participou da abertura do É Tudo Verdade em Campinas. CRÉDITOS: site CPFL Cultura

O diretor Cristiano Burlan participou da abertura do É Tudo Verdade em Campinas. CRÉDITOS: site CPFL Cultura

Cristiano contou também sobre sua experiência de reviver tais emoções passados 12 anos da perda do irmão e sobre o processo de realização independente de seu documentário, fruto de seu contato como espectador do próprio festival É Tudo Verdade: “resistir a emoção para emocionar!”.

Relacionamos a seguir a programação dos demais dias:

QUARTA-FEIRA, 24/04:

  • 17hJango
  • 19hA Rainha de Versailles
  • 21hA Máquina que faz Tudo Sumir

QUINTA-FEIRA, 25/04:

  • 17hO Homem com a Câmera
  • 19hComissário
  • 21hSinfonia Paulistana, Um Novo Olhar

SÁBADO, 27/04:

  • 17h Plimpton! Estrelando George Plimpton como Ele Mesmo
  • 19hA Máquina que faz Tudo Sumir
  • 21hDinheiro á Toa: Dentro da Reserva Federal

DOMINGO, 28/04:

  • 17hO Fantasma de Valentino
  • 19hMataram meu Irmão
  • 21hPAULO MOURA Alma Brasileira

MAIS INFORMAÇÕES: http://www.cpflcultura.com.br/evento/e-tudo-verdade-18-festival-internacional-de-documentarios-2013/

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Grandes canções em Uma Noite em 67

25 04 2010

Navegando pelas ondas da Internet nesse domingo, deparei-me com a descrição desse documentário nacional muito interessante que despertou minha atenção: Uma Noite em 67.

A produção dirigida por Renato Terra e Ricardo Calil, nos leva para uma das mais criativas, mais emocionantes e mais vibrantes eras vividas pelo Brasil – a Era dos Festivais.

Grandes canções, hoje imortalizadas, saíram dos palcos de festivais transmitidos nacionalmente pela televisão naquela época. Uma batalha entre composições e compositores que revelou grandes músicos e grandes canções.

O documentário (e desconhecia o fato até então) foi escolhido para a abertura do festival É Tudo Verdade, ocorrido recentemente em abril em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Uma grande oportunidade para reviver ou acompanhar pela primeira vez (o meu caso) uma das grandes realizações proporcionadas pela música brasileira.

SINOPSE (obtida do site www.nacabeca.com.br) – No teatro: aplausos, vaias, um violão quebrado, guitarras estridentes. No palco: os jovens Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo. As músicas: “Roda Viva”, “Ponteio”, “Alegria, Alegria”, “Domingo no Parque”. E só um deles sairia vencedor. Isso é Uma Noite em 67, um convite para viver a final do Festival da Record que mudou os rumos da MPB.

E com vocês, o trailer do documentário, com estreia prevista para 30 de julho nos cinemas. Data já marcada aqui no calendário:








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Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atual Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. É o Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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