A Rede pelo Twitter #5: Silvio Santos

27 11 2011

@aloisiolisboajr: Com vcs o mestre da TV brasileira SILVIO SANTOS!!!! #UmMilhãoNaMesa

As palavras e os vídeos já dizem por si e é a mais pura verdade: Silvio Santos é o mestre. Ele é o cara!

Mesmo que o meu fanatismo por ele seja enorme e que muitos achem cafona que em pleno século XXI eu admire um apresentador que comanda um programa com o mesmo formato, há sei lá, uns 30 anos, não dá para negar. O carisma de Silvio Santos é cativante.

Só o carisma mesmo para explicar porque Silvio faz tanto sucesso ainda. Como consegue atingir audiência de dois dígitos com uma atração muito simplória como é o programa dele aos domingos. Só que nesse caso, o programa em si não é o mais importante. O que vale a pena aqui é a performance do apresentador. O programa é um mero detalhe, ou seja, apenas uma conseqüência: para vermos Silvio Santos precisamos de um programa para que ele possa apresenta-lo, certo?

E torço para que esteja cada vez mais distante um mundo que não tenha mais Silvio Santos. Aliás, pensando melhor, torço para dois mundos, esse e mais este:

@Hugo_Avelar: Por um mundo onde tenhamos programas do Silvio Santos todos os dias.

Mas como tudo na vida, Silvio Santos não é unanimidade. Há quem goste e quem deteste. No caso do ex-dono do Baú, as gerações antigas são as que mantem um maior carinho pelo apresentador:

@kauee_celso: tava bem assistindo o filme da globo, minha mãe coloca no silviosantos caralho -.-‘ 

@nuneskind: eu chego em casa querendo assistir o filme e minha vó vendosilvio santos nao ta demais ja vai tirar nooow 

@thataferreira2: Minha vó que ver o silvio santos, mas eu ja tinha programado em ver o filme da globo, queria rir um pouco *-* vou pro meu qurto ve la bjs* 

@rafiinha06: vou assistiir #ummilhaonamesa que decadência ! programa dosilvio santos ! kkk

Felizmente nem tudo está perdido, pois novos fãs estão chegando:

@leticiacosgrove: nossa cara toda quarta-feria eu tenho que assistir 1 milhão na mesa com Sílvio Santos, será que eu tô virando fã dele? O.o OAKSOAKSOASASK’ 

@pelanzacolorful: Vendo Silvio Santos . Me SONHO é ir no progama dele e ele tocar amusica aiaiai uiui kkkkkk –n

Além desse grupo de pessoas, há aquelas que simplesmente optam por essa ou aquela atração. E num dia da semana que não é o tradicional para Silvio Santos, pois seu nome é e sempre será vinculado aos domingos:

@ricardovitor07: silvio santos>>>>>> jogo do vasco 

@isamatias: O que salva minha quarta a noites é o programa do silvio santoskkk

@joaotonhah: Pra quê jogo da seleção quando você tem Silvio Santos?

E para encerrar mais esta edição do A Rede pelo Twitter, temos essa foto muito bem sacada que encontrei no perfil do @SCCP_Lell que traz, num lugar inusitado, mais uma das marcas registradas de Silvio Santos. Impossível não ver e associa-la imediatamente ao grande mestre da televisão brasileira:


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O próximo Tom Cruise

23 09 2011

Uma sala repleta de seguranças atentos a toda e qualquer movimentação em seu interior. É em salas como essas que o novo galã de cinema, Taylor Lautner, concede suas cobiçadas entrevistas.

Até faz sentido Lautner tome certas precauções. Afinal, graças ao sucesso alcançado pela saga Crepúsculo, o  rapaz, aos 16 anos, virou uma estrela internacional.

Agora com seus 19 anos e com a história de seu lobo Jacob Black chegando ao fim (Amanhecer – Parte 1, primeira parte do último livro da saga escrita por Stephenie Meyer, chega aos cinemas em novembro próximo), Lautner começa a se despedir do seu papel teen para voar em projetos solos. Ele encara o seu primeiro protagonista em Sem Saída.

Dessa forma, Taylor pode se distanciar um pouco da grande excitação das fãs histéricas da franquia vampiresca por onde passa: “Amo esse barulho [dos gritos das fãs]”, responde o ator quando é indagado sobre o assunto. “Nós nos alimentamos dessa energia. Quando entramos numa sala, quando chegamos num auditório ou passamos pelo tapete vermelho e há milhares de fãs gritando, ficamos muito entusiasmados. Me lembro da primeira vez que passamos por isso na Comic Con e nos perguntávamos: ‘nossa, o que está acontecendo?’. Mas já nos acostumamos. Amamos isso.”

Deixando Crepúsculo para trás e escolhendo agora papéis mais maduros para interpretar no cinema, Lautner já foi apontado como o novo Tom Cruise. Comparação que o deixa surpreso: “Tom Cruise foi meu ídolo a vida inteira. Adoro a carreira dele, suas escolhas. Se atingir um décimo da carreira dele seria um sonho para mim”, declara Taylor.

Uma semelhança entre Cruise e Lautner, além do sorriso cativante, é o fato dos dois serem os seus próprios dublês. Como um excelente praticante de artes marciais, Taylor possui porte físico que o habilita a executar as principais cenas de ação de Sem Saída, seja com um carro em movimento ou deslizando sobre paredes de vidros de um arranha-céu como no cartaz acima. “Quando soube o que meus dublês iriam fazer, eu mesmo quis fazer as cenas”. Ainda segundo Lautner, esse seu comprometimento atende seu ideal de cinema: o de tornar os longas o mais real possível.

Com informações do grupo global de notícias Metro, só nos resta acompanhar o desempenho da bilheteria do novo filme para saber se Taylor também herda o retorno e sucesso financeiro de Tom Cruise.





Adaptação – cinema 2.0

22 07 2011

Hollywood de tempos em tempos, lança modismos para manter o interesse do público em pagar ingressos caros e conferir os super lançamentos no cinema.

Tivemos a onda de produções baseadas em super heróis (bem feitas e com o mínimo de respeito pela obra original, para deixar bem claro). Onda iniciada pelo Homem-Aranha.

Simultaneamente à exploração desse filão veio o lançamento das continuações. O apelo do público dizia qual franquia explorar ou não. Raras vezes durante a década de 90 tivemos algum filme com ‘título tal’ 2 ou 3. Após o ano 2000 ficou comum encontrarmos caratzes nos cinemas cujos títulos de filmes eram sucedido por um algarismo: Piratas do Caribe, X-Men, Shrek, Resident Evil, Jogos Mortais, A Era do Gelo, Transformers, etc. E com sucesso de cada franquia tornou-se possível o investimento na nova arma de Hollywood contra a pirataria: as exibições em 3D.

Da mesma forma, aumentou a frequência de chegar aos cinemas histórias oriundas das páginas de livros. Tão comum que muitas vezes, os livros são (re)lançados conjuntamente com suas versões em películas.

Nas adaptações que vou me reter agora. Se já se tornou usual a escrita de um roteiro de cinema a partir de um livro, agora surge uma nova tendência criada pelos estúdios para os próximos lançamentos – a divisão da adaptação em duas partes.

Essa repartição elimina de um lado, aquilo que os fãs mais conservadores de uma determinada publicação mais reclamam: os cortes e as mudanças indesejadas na história original para uma melhor adequação às telonas. Mais tempo de filme, mais espaço para se manter fiel às páginas do livro.

Por outro lado, essa possibilidade a mais pode resultar em longas, se não mal feitos, vazios e desinteressantes para o espectador comum. Muito do que funciona perfeitamente nos livros, não mantem a mesma eficácia nas telas. Relíquias da Morte, último livro da saga Harry Potter e dividido em duas partes (esclareço logo que não foram ruins no seu todo) poderia condensar melhor sua história em um único filme, mais longo é claro, porém mantendo o excelente nível atingido em Enigma do Príncipe e não oscilando da forma que ocorreu entre a parte 1 e 2.

De minha parte, ficaria receoso se O Retorno do Rei, dividido em duas partes, alcançasse a qualidade que possui hoje. E por falar na trilogia de Peter Jackson, depois de O Senhor dos Anéis, o diretor voltará a Terra-média adaptando o prelúdio da guerra do Anel, O Hobbit, em duas partes.

Também na lista de lançamentos futuros em duas partes, figura o último volume da saga Crepúsculo: Amanhacer, cuja história será dividida em dois filmes.

Ainda é muito cedo para afirmar o sucesso dessa nova tendência e se ela funcionará ou não. Financeiramente, claro que é uma ótima aposta dos estúdios e os mais de US$ 480 milhões dos três primeiros dias de Harry Potter 7.2 estão aí para comprovar. Mas e em qualidade? Essa divisão 2.0 será revertida em produções relevantes para o cinema?

Bem, aí só as estreias futuras dirão.





O bom 3D do U2

23 03 2011

O Universo E! teve a grande oportunidade de asssitir em primeira mão ao show U2 em 3D. O mesmo foi gravado na turnê Vertigo realiado pelo grupo na América Latina e também em Melbourne na Austrália.

Pode-se elogiar com propriedade a ótima qualidade do formato de três dimensões exibido nesse espetáculo. Os espectadores poderão ver com grande nitidez toda a noção de profunidade proporcionada pela nova tecnologia nos dias 25, 26 e 27 março – datas reservadas para a exibição do show em cinemas selecionados pelo Brasil afora.

Se em diversos filmes já lançados o 3D é utilizado (desculpem-me a expressão) ‘porcamente’, aqui ele possibilita uma imersão sem igual no palco e na multidão que compareceu ao show do U2 em seus respectivos países.

U2 3D também é uma aula para todos diretores/produtores que queiram criar em três dimensões. E toda a sua preocupação deve concentrar-se sobre a noção de profundidade e proximidade. A primeira é uma ilusão facilmente de ser criada, sendo o primeiro (e geralmente único) efeito obtido através da conversão de produções de 2D para 3D. Já uma boa noção de proximidade é uma façanha mais difícil de ser alcançada: se o enquadramento de uma cena for feita de forma errada faz com a imagem do objeto e/ou pessoa que esteja mais próximo aos olhos do espectador extrapole os limites da tela, quebrando o encanto do filme.

Embora isso ocorra raras vezes no show, a produção de U2 3D explorou muito a bem a tecnologia, revelando ao espectador diversos detalhes presentes no evento: desde o palco com a banda, o telão gigantesco presente nas apresentações (juntamente com efeitos gráficos especiais para a projeção) e até o público, transportando quem está sentado na poltrona para o meio da plateia em delírio!

Além de uma inovadora e excelente oportunidade de entretenimento para fãs de U2 e de uma boa música, U2 3D servirá também para acostumar o espectador com uma boa qualidade de projeção em 3D e exigir um padrão mais elevado nos próximos lançamentos realizados nesse formato.





Fringe próximo ao limbo

20 11 2010

A série Fringe, que baseia sua narração no trio formado por Olivia Dunham, Peter Bishop e Walter Bishop, interpretados na ordem por Anna Torv, Joshua Jackson e John Noble, que investigam uma série de fatos intrigantes que desafiam as leis naturais da ciência. E sob a supervisão do FBI que a Divisão Fringe trata de desvendar e elucidar tais casos que convergem para uma outra realidade supreendente.

Com uma morna temporada de estreia, Fringe cresceu em consistência e qualidade narrativa nas temporadas seguintes, mantendo um empolgante terceiro ano, o atual sendo exibido no canal americano FOX.

Houve uma certa facilidade na renovação da respectiva série de seu primeiro para segundo ano. Tanta facilidade, porém, não foi vista no ano seguinte: sob muitos receios, os fãs foram brindados com uma terceira temporada. Que pode ser a última!

Se a produção mais recente de J. J. Abrams melhorou no decorrer dos anos, o mesmo não se observa nos índices de audiência conquistados pela FOX durante sua exibição – se o temor crescia na legião dos fãs acerca de um provável cancelamento – tanto que foi criada antecipadamente o movimento #SaveFringe no Twitter mais um abaixo-assinado on-line -, tal consternação ganha contornos mais perceptíveis com o anúncio da grade do canal para o início de 2011.

Com a chegada da 11ª temporada de American Idol, detentor de um público cativo imenso nos EUA, mudanças na grade da emissora precisaram ser feitas: anteriormente com transmissão nas noites de terças e quartas, dessa vez o 11º ano de American Idol será exibido às quartas e quintas, interferindo na exibição nas noites de quintas de Bones e Fringe. A primeira mantem-se em seu dia habitual, logo após o reality-show, enquanto a última ocupará as noites de sexta – reconhecida por abrigar séries fadadas ao cancelamento.

E geralmente o destino não falha nessas sextas…








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Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atual Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. É o Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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