Mostra Internacional de Cinema SP 2014 | parte 5

28 10 2014

-> Encerramos com esse post a nossa cobertura especial da 38ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Espero que tenham aproveitado essa jornada de 5 dias e 16 filmes aqui comentados!

38-mostra-cinema-sp-300x194

UM POMBO POUSOU NUM GALHO REFLETINDO SOBRE A EXISTÊNCIA (Suécia, Alemanha, Noruega, França, 2014) – Se passa num universo paralelo ao nosso povoado por pessoas excêntricas que não tem noção do quanto suas atitudes e seus comportamentos são estranhos. Essa é a única explicação plausível.

Em geral, cenas corriqueiras são retratadas aqui: vendedores e suas bugigangas, a dinâmica de do salão de atendimento de um restaurante ou lanchonete qualquer, os conflitos entre vizinhos de um condomínio… Todos representados por uma realeza igualmente estranha, que expulsa todas as mulheres de um estabelecimento para apenas tomar um copo d’água e marcha a guerra com uma tropa praticamente infinita. Tais pessoas chamam a atenção pela palidez, algo muito próximo do visto nos Observadores na finada série Fringe (mas com cabelos).

A maioria das sequências traz embutido um humor proposital (no roteiro) e involuntário (por parte dos personagens), que discutem banalidades como se fossem a verdade universal. O que ocorre até de forma elegante quando o que faz rir está ao fundo da ação principal, em segundo plano. Este filme com título de 9 palavras e 47 caracteres equilibra-se na tênue linha que separa filmes bons dos ruins. E poderia muito se estabelecer aí se não incluísse uma cena de muito mal gosto envolvendo escravos. A produção passaria muito bem sem essa, já que a dita sequência não acrescenta absolutamente nada à história.

NOTA: 2/5

DUAS IRMÃS, UMA PAIXÃO (Alemanha, Áustria, Suíça, 2014) – Um casamento forjado pelo interesse financeiro (e me diga qual casamento não o era em pleno século XVIII?) impede a concretização de um amor verdadeiro entre o escritor em origem de carreira Friedrich Schiller e a aristocrata Charlotte. Como o próprio título deixa bem claro, isso não é tudo. Schiller também se apaixona pela outra irmã, Caroline, que também é correspondido e os três estão cientes disso.

Não precisa se prolongar muito para imaginar que caminhos a história irá percorrer, certo? Não é o que acha o diretor alemão Dominik Graf que cria um novo conceito de ‘prolongamento’ de filmes. Duas Irmãs, Uma Paixão aponta sua câmera para todas as direções possíveis e (in)imagináveis, mas não no aspecto técnico e sim narrativo. Desnecessariamente. O que ele consegue com isso é criar uma história burocrática, cansativa e desinteressante com as incontáveis idas e vindas de seus personagens.

Se o filme focasse toda a sua atenção para o quê realmente importa, o longa-metragem poderia até ser um curta. Quando a história realmente acontece, o espectador já não tem mais paciência para poder ser interessar pela conclusão. Tudo o que ele mais quer na vida é que o funcionário entre logo na sala de cinema e abra a porta de saída de emergência para anunciar o fim dessa tortura.

NOTA: 1/5





ANÁLISE: Planeta dos Macacos – O Confronto

20 08 2014

Agora, a Golden Gate Bridge em São Francisco funciona como uma divisa entre dois territórios: de um lado, os símios estabelecidos em uma sociedade primitivamente constituída em meio a floresta e do outro, os homens imunes à substância AZL-113, vivendo nas ruínas de uma São Francisco de fazer inveja à Nova York sitiada vista em Eu Sou a Lenda.

Tal situação estende-se há mais de 10 anos, sendo que nos dois últimos não houve nenhuma interação direta entre humanos e macacos. O grupo liderado por Cesar (Andy Serkis, ator que é sinônimo da tecnologia de captura de movimentos no cinema, desempenhando a mesma função na trilogia de O Senhor dos Anéis e na refilmagem mais recente de King Kong) mantem o progresso cognitivo de sua espécie observada em Planeta dos Macacos – A Origem, aprimorando a comunicação entre si através da língua de sinais e aperfeiçoando gradativamente a habilidade da fala e como também aprendendo a domesticar outros animais, já que surgem em muitas vezes montados em cavalos. O diretor Matt Reeves (que também dirigiu os filmes Cloverfield: Monstro e Deixe-me Entrar) acerta em pontuar os momentos de maior intensidade dramática do filme em Cesar e suas respostas monossilábicas, algo já visto no primeiro filme de 2011.

No grupo dos humanos, muitos rostos conhecidos vindos das séries americanas: Keri Russell (Felicity e The Americans) como Ellie, Kirk Acevedo (Fringe e Oz) como Carver, além do adolescente Alexander (Kodi Smit-McPhee, de A Estrada e da animação ParaNorman), liderados tanto por Dreyfus (Gary Oldman, da trilogia O Cavaleiro das Trevas ou  o Sirius Black da cinessérie Harry Potter) quanto por Malcolm (Jason Clarke, de A Hora mais Escura e O Grande Gatsby). Todos estão prestes a ficar sem energia e a única solução plausível é uma antiga represa cuja proximidade com o território comandado por César será a causadora dos conflitos vistos nessa continuação.

Ambos os lados apresentam suas próprias razões para se oporem ao restabelecimento de contato entre as espécies: o símio Koba (criado a partir da captura dos movimentos de Toby Kebbell, de O Conselheiro do Crime e Cavalo de Guerra), por exemplo, carrega cicatrizes pelo corpo que o recordam, a todo instante, o tempo em que esteve junto com os humanos e daí a sua revolta com a liderança pacificadora promovida por Cesar. Já Carver, por sua vez, traz consigo toda a intolerância e indiferença inerentes à Humanidade no que se refere as ditas “raças inferiores”, sempre subjugando-as por meio da força e da violência. Só que dessa vez, Cesar, Koba, Maurice e companhia bela não tem mais nada de inferioridade…

Apesar do enredo bem desenvolvido e composto por inúmeras boas sequências de ação – como aquela na qual os macacos atacam o refúgio humano com um tanque de guerra ou mesmo o lado circense de Koba em enganar os homens – Planeta dos Macacos – O Confronto peca mesmo por se acomodar na resolução de seus conflitos, não inovando e decidindo-se enveredar por caminhos óbvios, já vistos fartamente em outras produções. O longa não esconde e nem disfarça as possíveis alianças e traições de um grupo e de outro que vão conduzir ao seu desfecho. Como destaque mesmo temos a sabedoria de Cesar, ciente de que os humanos não perdoarão este confronto, funcionando como um ótimo chamariz para a terceira parte dessa nova refilmagem prevista para chegar aos cinemas em 2016. Só a empolgação pela nova continuação que poderia ser maior.

NOTA: 3/5





Lição de casa: os Star’s da vida

25 06 2014

Até pouco tempo atrás não dava muita bola para as sagas Star’s do entretenimento: nem Star Wars e nem Star Trek.

Aí veio J. J. Abrams (da série Lost e do longa Super 8) e mudou completamente essa história. Primeiro, com Star Trek, de 2009, mas que vim assistir apenas no ano passado, estrelado por Chris Pine como o capitão James Kirk e Zachary Quinto como Spock. E daí pr’ótimo Além da Escuridão – Star Trek foi um pulo.

Agora com o Abrams a frente do novo episódio de Star Wars (o VII) previsto para o ano que vem, os seis primeiros filmes da franquia de George Lucas já estão na minha lista dos próximos filmes a serem vistos.

Mas quem saiu dessa lista é a série retratada pela imagem aí embaixo, a série original de Star Trek, de 1966. Nesse último fim de semana comecei a assistir (pelo Netflix) o episódio-piloto que foi ao ar em 08 de setembro de 1966 estrelado pelos excepcionais Leonard Nimoy (Spock), William Shatner (capitão James Kirk) e DeForest Kelley (doutor McCoy).

Além de descobrir como tudo começou há quase 50 anos, a produção clássica serve como um ótimo aperitivo até a chegada do terceiro filme com estreia prevista para 2016, agora sob a direção de Roberto Orci, que tem no currículo uma infinidade de projetos bacanas, seja como criador, roteirista ou até mesmo produtor executivo: as séries Alias: Codinome Perigo, Xena, Fringe, Hawaii Five-O e Sleepy Hollow e os filmes Missão Impossível 3, Transformers, Truque de Mestre e o recente O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro são alguns exemplos.

O trio parada dura da série clássica de Star Trek: Leonard Nimoy, William Shatner e DeForest Kelley

O trio parada dura da série clássica de Star Trek: Leonard Nimoy, William Shatner e DeForest Kelley





1000 Episódios

5 10 2013

NOTA: O número entre parênteses após o título da produção refere-se ao número total de episódios para séries finalizadas/canceladas e o número de episódios exibidos até a data desta postagem para aquelas que ainda estão em exibição.

Ao som da trilha sonora de Jericho (e sua deliciosa vocação country), as 9 horas da manhã deste sábado, dia 05 de outubro de 2013, chego a uma marca importante para todo serie maníaco: alcançar a marcar de 1.000 episódios assistidos.

E muita coisa boa já passou por esse primeiro milhar: Lost, suas 7 temporadas com seus 122 episódios são um bom exemplo. Outras séries, no entanto, não tiveram a mesma sorte dessa e foram canceladas no meio do caminho sem um final: Alcatraz (13 episódios), Pushing Daisies (26) e The 4400 (44 episódios, embora esteja ainda na 2ª temporada da série). Rubicon (12) não conseguiu se estabelecer na minha playlist após o episódio piloto também não conseguiu emplacar e foi sumariamente cancelada logo na temporada de estreia. O mesmo destino que The Event (22) teve.

Lost, junto com Smallville, foram as séries de porta de entrada para o meu vício!

As séries britânicas também tiveram sua pequena (literalmente) participação nessa marca. Reconhecida por suas espaçosas e curtas temporadas: a excelente Survivors (12) e a empolgante releitura feita por Sherlock (6), ainda em exibição com suas microtemporadas de 3 episódios de uma hora e meia de duração e a única, entre todas as que assisto, que estou em dia! =P

Em relação aos reality-shows, dou preferência aos musicais, pois sempre me dão a chance de encontrar uma música perdida desse nosso mundão: tem American Idol (538), mesmo que tenha conferido apenas a sua 9ª temporada; The Voice Brasil (15), única produção brasileira que figura nessa lista e eu não seja um espectador assíduo e The Glee Project (21), que tinha o propósito de encontrar atores novatos para a tchran-ran-ran, Glee (90). O que me leva a confessar: sim, vergonhosamente, admito que a produção controversa de Ryan Murphy pertença a minha playlist. Fazer o quê? Bola pra frente…

Algumas produções vieram e desisti antes que terminassem, e não voltam tão cedo: Heroes (78) e Off the Map (13). Fracas é pouco para descrevê-las. Outras, não desisti, mas apenas dei uma pausa em suas ‘exibições’ por falta de tempo, mas pretendo retornar a assistir, seja num futuro próximo ou distante: Felicity (84), Cold Case (156), Smallville (217) e True Blood (70).

Em exibição e que valem a pena conferir por pura diversão, sem nenhum outro comprometimento ou elogios rasgados são: Hemlock Grove (13) da Netflix, Revolution (22) , The Big Bang Theory (139) e The Walking Dead (35). Claro que não podemos deixar passar em branco as séries clássicas, que todo fã de seriados TEM, DEVEM e NÃO PODEM deixar de assistir: que atualmente está com esse posto é The X-File (202).

Por último, reservei as minhas favoritas, as top’s das top’s, da qual sofro de amor incondicional e irrevogável: Fringe (100), Friday Night Lights (76) e Dexter (96). Todas as três já finalizadas, mas que ainda não acabei de assistir. Ainda tem a premiada Homeland (25) e as  cerejas do bolo: Treme (31) e The Big C (40).

Para comemorar, realizarei uma maratona pelas próximas dozes horas, vendo quinze episódios de 13 séries diferentes, que culminará no milésimo episódio que será o piloto de Under the Dome (13).

Mas claro que nada para por aqui. Ainda há na fila de espera muitas outras séries só aguardando a sua chance de entrar nessa lista: Californication, Band of Brothers, Hannibal, The Americans, Then & Us, Betrayal, Almost Human, Arrow, Teen Wolf, Bates Motel e a última sensação do momento Breaking Bad.

Que venham os próximos mil episódios!

Quer acompanhar essa doidera ao vivo? Acompanhe o Twitter deste que vos escreve: http://twitter.com/Konshal

 





ANÁLISE: Star Trek – Além da Escuridão

22 06 2013

A missão que salvou o planeta Nibiru Classe M e sua densa floresta vermelha da extinção custou o comando da nave USS Enterprise para o capitão Kirk (Chris Pine, de Incontrolável e Guerra é Guerra). Ele violou uma das regras da Federação ao permitir que os nativos do planeta vissem a espaçonave (audaciosamente pousada nas águas do oceano) após a bem-sucedida missão, executada por Spock (Zachary Quinto, da série Heroes e Margin Call – O Dia Antes do Fim), de neutralizar um vulcão em atividade e evitar sua erupção, que causaria a extinção do astro. Um excelente prelúdio do que Além da Escuridão nos reservaria e uma triunfante sequência inicial até a chegada dos caracteres do título do filme, embalados pela trilha sonora original que arrepia a todo momento que ecoa pela sala de cinema.

De volta a Terra, mais especificamente em Londres, um dos integrantes da Frota Estelar é fortemente chantageado. No desespero de conseguir a cura para sua filha internada internada em um hospital, o pai, em troca, comete um atentado suicida em uma das instalações com o arquivo da Federação na capital britânica. Ciente de todo o protocolo que a Frota segue nessas ocasiões, John Harrison (Benedict Cumberbatch, de Sherlock da BBC e Cavalo de Guerra) cria assim a oportunidade ideal para atacar todos os altos comandantes em único local, declarando guerra a Frota num claro movimento planejado, mesmo falhando em seus cruéis objetivos.

Numa história muito bem construída (escrita a seis mãos por Robert Orci, Alex Kurtzman e Damon Lindelof, velhos parceiros de J. J. Abrams), aproveitando de forma inteligente e o mais abrangente possível toda a mitologia e o universo criado por Gene Roddenberry, a narração segue para o hostil planeta de Kronos, lar dos Klingons. O roteiro consegue equacionar muito bem os momentos de bom humor (funcional através do carisma de Chris Pine) com o ritmo frenético da aventura baseado num escalonamento de ação com novas situações a todo momento, sem perder ritmo e foco e destinando importantes participações dos coadjuvantes, sem deixá-los de lado.

Mesmo sendo o diretor mais bem cotado atualmente em Hollywood (afinal está sob suas mãos a próxima leva de filmes inéditos de Star Wars), J. J. Abrams (Lost, Fringe, Felicity, Missão Impossível 3, Cloverfield – O Monstro e a lista de seus trabalhos não acaba mais) peca em não saber aproveitar a profundidade oferecida pelo 3D em sua primeira produção nesse formato. Sempre nos momentos de interação entre os atores, Abrams teima em colocar um ou outro personagem em primeiro plano, prejudicando a imersão do espectador na história, embora isso não deva ocorrer nas exibições convencionais em 2D e posteriormente em casa através do DVD. Mas como primeira experiência, J.J. se sai muito bem em outros momentos: as cenas especiais, obviamente, dando forte destaque para poeira espacial deixada pelas naves em velocidade de dobra; na sequência inicial por entre as árvores vermelhas ou o emergir da Enterprise do oceano.

Com uma participação menor em relação ao primeiro filme, o surgimento de Leonard Nimoy (da série Jornada nas Estrelas clássica) em tela continua emocionante. Um delírio nostálgico para muitos fãs do trabalho original.

Para quem conseguiu cativar a atenção de alguém que jamais teve contato com o Jornada antes de Star Trek em 2009 (e visto somente este ano), J. J. Abrams apresenta mais um trabalho bem executado ao ponto de deixar essa mesma pessoa ansiosa para 2016, provável ano de lançamento do terceiro filme. Uma leve deixa foi dada. Aguardemos então!

“O Espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave

estelar Enterprise prosseguindo em sua missão de explorar

novos mundos, pesquisar novas vidas e novas civilizações.

Audaciosamente indo aonde ninguém jamais esteve!”

NOTA: 5/5





Feliz aniversário Anna Torv!

6 06 2013

De uma coisa eu tenho a mais absoluta certeza: Fringe não seria o espetáculo que foi se não fosse a presença exuberante, o carisma, o talento e o profissionalismo de Anna Torv em cada cena e em cada episódio.

Anna Torv conseguia com pequenos gestos nos emocionar com suas cenas. Sem nenhum esforço, Anna transmitia à sua personagem e à nós, espectadores, toda a emoção, tristeza e simpatia que a história exigia. Era até difícil definir se a agente Olivia Dunham foi feita para Anna Torv ou se foi a Anna Torv quem fez Olivia Dunham ser perfeita.

??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

Então, nas vésperas de comemorar os seus 35 anos de vida (15 de junho), nada mais justo que a homenagem realizada por diversos fãs espalhados pelo mundo inteiro dando as felicitações à nossa querida australiana de Melbourne num belíssimo vídeo copilado pelo pessoal da página We Want Anna Torv on TV Very Soon After Fringe no Facebook.

Happy Birthday Anna Torv!

P.S.: Não sei vocês, mas eu ainda tenho 3 episódios e uma 5ª temporada inteira de Fringe inédito pela frente! ;D





J. J. Abrams assume a direção de Star Wars VII

24 01 2013

Isso mesmo senhora e senhores!!!

A mão mágica por trás de alguns dos mais importantes e impactantes projetos audiovisuais será o grande responsável por dar continuidade a franquia de Star Wars, que desde outubro do ano passado está sob nova direção: a Disney.

A informação, de acordo com o portal UOL, foi dada pelo site especializado em entretenimento The Wrap e confirmada pelo site da revista Variety. Assim, J. J. Abrams que produziu um dos filmes mais elogiados de Star Trek, será o responsável por Star Wars VII, sucedendo assim o seu criador, George Lucas.

Abrams assume essa imensa responsabilidade depois de recriar a franquia de Star Trek (cuja continuação Star Trek Into Darkness chega em julho aos cinemas), enquanto Cloverfield – O Monstro, Missão Impossível: Protocolo Fantasma e Super 8 já estiveram em suas mãos como produtor.

Seu currículo invejável também tem espaço para memoráveis séries da televisão americana, que angariou sem dúvidas, muitos fãs ao redor do globo. Suas principais produções foram: Lost, Felicity, Alias: Codinome Perigo, a espetacular e recém finalizada Fringe e as atualmente em exibição: Person of Interest e Revolution.

A previsão de estreia de Star Wars VII está agendada para 2015!






Celebrando 5 temporadas de Fringe

3 05 2012

Algo se torna tão especial quando coisas lindas assim saem espontaneamente de seus fãs espalhados pelo mundo.

E, eu como todos eles, fico:

1) Extremamente feliz pela merecida renovação de Fringe, que ganhará em setembro próximo uma 5ª temporada com 13 episódios! (clique aqui para mais informações);

2) Orgulhoso por compartilhar essa mesma paixão com as pessoas que participaram e realizaram esse vídeo e

3) Angustiado. Mesmo com mais episódios inéditos pela frente, o fim de Fringe está próximo e será inevitável!

Mas vamos deixar a tristeza de lado porque é hora de CELEBRAR!!!





Fringe retorna para sua quinta e última temporada

27 04 2012

A emissora FOX anunciou na noite dessa quinta-feira, dia 26, que Fringe foi renovada para sua quinta temporada, onde serão exibidos os treze últimos episódios no fall season 2012/13, pronunciou  Kevin Reilly, presidente de Entretenimento da FOX Broadcasting Company.

Fringe é um marco nas séries criativas de ficção e uma das produções mais imaginativas da TV. Trazê-la para um arco final de 13 episódios nos permite criar um clima conclusivo que os fãs leais e apaixonados por essa série merecem.”, afirma Reilly. “O excelente trabalho realizado pelos produtores, roteiristas e o incrível talento demonstrado por equipe e elenco nessas últimas quatro temporadas são, literalmente, de outro mundo. Embora o anúncio desse fim seja amargo, não há dúvidas de que será uma excepcional temporada”.

J. J. Abrams, co-criador e produtor executivo da atração adicionou: “Estamos imensamente agradecidos a FOX – e aos nossos fãs – que tornaram o impossível possível: Fringe continuará com sua quinta temporada e nos permitirá concluir adequadamente a trama. Todos nós da Bad Robots estaremos eternamente em dívida com nossos espectadores e com o incrível apoio da FOX que permitirá que as aventuras da Fringe Division não só continuem, mas também se resolvam satisfatoriamente pelo caminho correto.”

“Essa renovação significa um mundo (todos eles) para nós porque amamos compartilhar essas histórias com nossos fãs entusiasmados.”, completou o showrunner e produtor-executivo Jeff Pinkner e J. H. Wyman. “Elenco e equipe aplaudem nossos fãs e a FOX por nós permitir, juntos, imaginar todas essas impossibilidades até aqui. A quinta temporada será um trilho magnífico para todos nós!”.








PALPITEIRO BRASILEIRO

Campeonato dos Palpiteiros - Temporada 2017

Blog do Renato Nalini

Secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação.

Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Site com atividades e informações sobre a associação que reúne profissionais da crítica cinematográfica de todo o Brasil

Sinfonia Paulistana

um novo olhar

%d blogueiros gostam disto: