ANÁLISE: Gravidade

23 10 2013

“A vida no espaço é impossível!” É com uma frase simples e impactante como essa que o longa de Alfonso Cuáron (diretor de Filhos da Esperança e Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban) se inicia com os tripulantes da nave Explorer – doutora Ryan, Matthew e Shariff – realizando uma série de procedimentos reparadores na parte externa do telescópio Hubble. Gravidade impressiona desde as suas primeiras cenas recriando gloriosas imagens do espaço, da Terra e do Sol como pano de fundo para o trabalho desses profissionais.

Para quebrar o silêncio absoluto desse ambiente, os diálogos entre os personagens – mais os comandos em off do profissional alocado em Houston (a voz de Ed Harris, Marcas da Violência e Uma Mente Brilhante)- constroem minimamente os perfis de cada um deles: a doutora Ryan Stone (Sandra Bullock, de Um Sonho Possível e A Casa do Lago)  é considerada “o gênio” da missão, cuja participação consiste em instalar um dos seus projetos criados em terra no famoso telescópio; Matthew Rowalsky (George Clooney, Amor sem Escalas e Os Descendentes), tagarela, se mostra mais interessado em relatar suas experiências terrenas (mesmo que repetidas vezes) e ouvir as suas músicas country’s enquanto testa um assento com propulsores acoplado ao seu traje espacial. O terceiro, Shariff (Phaldut Sharma, que já trabalhou com o diretor em Filhos da Esperança), é pouco apresentado ao espectador, funcionando apenas como uma peça avulsa na narrativa prestes a ser descartada, o que de fato ocorre.

Tudo flui normalmente até quando o responsável pelo controle da missão em Houston ordena para que os astronautas abortem a missão e retornem imediatamente a Explorer. Motivo? Uma atividade dos russos com mísseis não sai como planejado e acaba criando uma nuvem de detritos que, numa reação em cadeia, vai destruindo os satélites de comunicação e atingem uma velocidade impressionante de 80.000 km/h exatamente na mesma altitude em que eles se encontram.

Com o desenrolar da narrativa, Cuáron passa a utilizar habilmente a sua câmera para aumentar  o drama e a angústia do filme. Com a câmera solta, rodopiando em pleno espaço sideral, cria-se assim uma atmosfera extremamente verossímil para a história, onde longos planos-sequências alteram a função das lentes, de observadora a primeira pessoa sem um único corte aparente. Em uma única tomada de cena, a câmera deixa de ser observadora, sujeita aos movimentos aleatórios de quem se encontra solto no espaço, e passa a assumir o ponto de vista de dentro dos capacetes dos personagens.

Um dos grandes trunfos de Gravidade é realmente a criação e a exploração dos momentos de suspenses, fugindo dos clichês que filmes de mesma temática cometem. Algumas pistas são deixadas previamente para o espectador adiantando o que está por vir: sejam fagulhas soltas no ar indicando um futuro incêndio; pequenos fragmentos de satélite, que por estarem em órbita, voltam gradativamente a atormentar a vida espacial da doutora Ryan e até mesmo um extintor que será um importante instrumento de manobra para ela.

Mantendo-se fiel a sua realidade, Gravidade se permite impactar muito mais pelas imagens em si do que pelo som – de efeitos ou de trilhas. Embora ambos também sejam usados para essa finalidade, assim como a ausência desses em alguns momentos confere um ar ainda maior de tensão para o que se vê em tela. Também é interessante observar a inserção pontual de batimentos cardíacos ou de respiração guiando a apreensão do espectador em momentos que não temos o ponto de vista dos personagens.

Por outro lado, temos que citar o fraco desenvolvimento da personagem de Sandra Bullock, que mesmo com um passado de acontecimentos drásticos, não são fortes o suficiente para criar uma grande expectativa por sua sobrevivência. Se houve alguma preocupação, essa deve-se muito mais aos perigos e riscos enfrentados por ela num ambiente hostil. A própria interpretação de Bullock sofre alterações no decorrer da trama: sendo mais eficientes quando atua em conjunto com George Clooney na primeira metade do longa (sendo beneficiada pela ocultação que a roupa espacial oferece) e nos momentos finais, quando está prestes a reentrar na atmosfera terrestre. Nos outros momentos, onde a história depende exclusivamente dela, Sandra Bullock não atinge a carga emocional desejada para a sua personagem numa economia de atuação incompreensível. Isso é perceptível principalmente num momento crucial quando a doutora desiste de lutar pela sua sobrevivência e não concordamos e muito menos discordamos de sua atitude.

Mas nada diminui a criatividade e originalidade de Cuáron para contar sua história, sentindo-se livre para usar a câmera como bem entender, ciente de que no espaço não existe a posição correta para ela, não há definição do que é para cima ou para baixo, criando-se uma das fotografias mais desafiadoras já criadas e apresentadas pelo cinema. Nada mais natural que o encerramento de Gravidade seja feito em grande estilo com o uso inteligente dela, onde a câmera, mantendo-se no nível da água, testemunha o crescimento descomunal da doutora Ryan ao ficar de pé na areia molhada, simbolizando a sua vitória em todos os sentidos.

NOTA: 5/5

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ANÁLISE: Os Descendentes

9 02 2012

Após um grave acidente, Elizabeth King (Patricia Hastie, que teve uma pequena participação em Lost), a esposa de Matt King (papel de George Clooney, Amor sem Escalas e Tudo pelo Poder) entra em coma, que posteriormente se mostra irreversível, sem a mínima possibilidade de recuperação.

Com claros problemas conjugais, Matt passa a dedicar mais tempo a sua esposa devido a delicada situação, o que não ocorria há meses. Ao mesmo tempo em que tenta praticar a sua paternidade junto às duas filhas, o que também não vinha ocorrendo.

A caçula, Scottie (primeiro papel de Amara Miller no cinema) de gênio difícil e muito inteligente sempre coloca o pai em saia justa com sua curiosidade infantil; a mais velha, Alexandra (Shailene Woodley) com sua rebeldia acima do aceitável para sua adolescência (não é a toa que seu pai tem que buscá-la no internato após o ocorrido com a mãe dela), dificulta ainda mais essa repentina e inesperada aproximação entre pai e filhas.

Enquanto tentando (re)criar esse vínculo familiar, George ainda tem pendente em seu escritório de advocacia uma milionária transação envolvendo uma herança de sua família: um paradisíaco terreno no Havaí, ainda inexplorado pelo homem. A briga entre seus primos divide aqueles que preferem o bom retorno financeiro que a venda da propriedade pode render, daqueles que pretendem preservar esse pedaço de paraíso. Há ainda, a pressão externa da sociedade havaiana que teme os impactos que uma construção ali pode ocasionar.

Se as coisas não poderiam piorar, a revelação de Alexandra sobre um caso extraconjugal de sua esposa é a cereja no bolo de problemas que George tem que resolver de uma hora para outra. A descoberta dessa traição impactará diretamente na condução da venda da propriedade dos King.

No limite entre as piadas da comédia escrachada (baseada aqui no envolvimento de Alexandra com o ‘atordoado’ Sid, vivido por Nick Krause da série Quando Toca o Sino), e a comédia inteligente cujo humor flui naturalmente, ora do roteiro, ora da atuação dos seus personagens, Os Descendentes é essa alternância de estilos. Também se inclui na produção o batido drama familiar de um pai ausente que se vê, repentinamente, no comando de sua família num momento de grande dificuldade.

Assim, chegamos ao término do filme, não muito satisfeitos com as conclusões dadas para as tramas que o longa levanta, mas longe de se decepcionar com o tempo gasto até os créditos finais. E além da boa atuação de Clooney, Os Descendentes também nos apresenta ao pouco conhecido cenário urbano de Havaí, o que pelo menos para mim foi algo inédito e nunca abordado nas produções que já assisti como locação principal.

Excetuando-se, claro, as locações de Lost, que se passava por lá, mas retratava diferentes cidades.

NOTA: 3/5





ANÁLISE: 50%

7 02 2012

A única coisa que me preocupava nesse filme era a presença de Seth Rogen (Superbad – É Hoje, Segurando as Pontas). Tenho um certo bloqueio pessoal contra esse cidadão que não apresenta uma carreira muito versátil. Praticamente é o mesmo papel em filmes diferentes. Em 50% esse cenário não se modifica, mas se beneficia pela história depender muito pouco dele.

Já Joseph Gordon-Levitt (A Origem, (500) Dias com Ela e no ainda inédito Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge) continua apresentando o mesmo talento de sempre. Sofredor apaixonado, integrante de uma equipe que rouba sonhos, um pastor evangélico, ou alguém com câncer (como aqui), ele consegue moldar sua interpretação a cada um de seus personagens, tornando-os verossímeis.

Quem vem se destacando aos meus olhos também é Anna Kendrick (A Saga Crepúsculo, Scott Pilgrim contra o Mundo, Amor sem Escalas). Mesmo não tendo muita beleza consegue desempenhar seus papéis muito bem e se destacar ao lado de quem quer que seja: Kristen Stewart, George Clooney…

Joseph Gordon-Levitt vive Adam em 50%. Trabalhando em uma rádio juntamente com seu colega Kyle (Seth Rogen) – ou Seth Rogen (interpretado por Seth Rogen) se você preferir – e leva uma vida tipicamente de um rapaz solteiro na sua idade. Morando junto com sua namorada Rachael (Bryce Dallas Howard, Além da Vida e Histórias Cruzadas) e longe de seus pais, tudo ocorre normalmente até que uma leve dor nas costas o obriga a visitar um consultório médico.

A partir desse momento que a normalidade da vida de Adam acaba por completo. Não só pelo fato dele ser diagnosticado por um câncer na espinha, mas pelas pessoas que o cercam e deveriam lhe dar atenção. A começar pela forma natural e despreocupada com que o médico lhe informa o diagnóstico.

Seu colega Kyle tenta da sua louca maneira auxiliar o colega. Embora não seja o comediante que se acha ser, o roteiro lhe ajuda muito bem nessa tarefa, por exemplo, ao se referir ao ‘cara’ de Dexter ou Patrick Swayze que conseguiram vencer o câncer (ou não!). Isso sem contar o fato de sempre querer obter vantagem ao demonstrar preocupação com o amigo nas mais variadas situações.

Já na família os problemas são menores devido a distância. Por não estar sempre presente, Adam se livra de uma mãe que se preocupa em excesso (do ponto de vista do jovem), restando-lhe algumas dezenas de ligações não atendidas ou pequenas discussões em algumas de suas visitas, somando-se ao fato de seu pai ser portador do mal de Alzheimer.

Para fechar o ciclo pessoal: Rachael, a pintora de quadros. Mesmo escolhendo ficar ao lado do namorado, ela não tem a mínima ideia de como se comportar e de como cuidar de Adam agora. Sua aversão aos hospitais a impede de acompanha-lo em suas sessões de quimioterapia limitando-se a deixa-lo na porta do hospital e esquecer-se de buscá-lo depois. O seu nível de atenção é tão grande a ponto de achar que um cão de corrida aposentado (e feio por sinal) seja o suficiente para curar o baixo-astral de Adam. Se bem que, comparado a essas pessoas, o cachorro é o mais sensato de todos. É natural que recebemos, em determinado momento, a notícia de que ela traía Adam.

Se as coisas estão ruins, não reclame, pois pode piorar ainda mais! Esperando algum consolo, algumas sábias palavras, a ajuda de uma terapeuta profissional também não deu muito certo. Novata, ainda fazendo o seu doutorado, uma caloura, Katherine (papel de Anna Kendrick) tem em Adam o terceiro paciente de sua ainda recente carreira. E o estado de nervo que ele se encontra, aliada a sua inexperiência, complicam bastante o bom desenrolar das consultas.

Essa é a complicada situação de Adam. Com câncer e completamente desamparado, não há outra escolha a não ser cuidar de si mesmo e controlar-se da melhor maneira possível. A única tranquilidade que ele encontra é com os companheiros de quimioterapia no hospital: o retrato do futuro de Adam. É de se esperar que ele perca o controle a qualquer momento. Por tudo isso é de se impressionar com a forma que Adam passou por todas essas dificuldades e conseguiu derrotar a difícil doença que é o câncer.

NOTA: 4/5





62º Primetime Emmy Awards

29 08 2010

(AS POSTAGENS MAIS RECENTES SEGUIRÃO A ORDEM DE CIMA PARA BAIXO)

– Está aí, mais uma premiação com cobertua completa do Universo E! . Mais análises das vitórias durante essa semana. Nos vemos no próximo evento e, diariamente, em nossos posts por aqui!

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA30 Rock, Curb your Enthusiasm, Glee, Modern Family, Nursie Jackie e The Office eram os indicados. Modern Family foi a grande vencedora.

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA – Indicados: Breaking Bad, Dexter, The Good Wife, True Blood, Mad Men e Lost. Vencedor:  Mad Men.

– Vamos agora para o que mais importa para nós brasileiros – as melhres séries da temporada (comédia e drama).

MELHOR FILME PARA TVTemple Grandin. Cujo produtores recebem o prêmio muito emocionados.

MELHOR MINISSÉRIEThe Pacific.

IN MEMORIAN: Fess Parker, jimmy Dean, Roy Disney, Jean Simmons, Peter Graves, Patricia Neal, Gary Coleman, Lna Hornes, Dennis Hopper…

– Os dois prêmios de coadjuvantes nessa categoria foram para uma mesma produção: Temple Grandin.

MELHOR ATOR COADJUVANTE PARA MINISSÉRIE OU FILME PARA TV – David Stratharin.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE PARA MINISSÉRIE OU FILME PARA TV – Julie Ormand. Primeira nomeação e primeira vitória!

– A premiação se dirige para os indicados nas categorias de minissérie e filmes para TV.

– O Emmy premia e reconhece George Clooney pelo trabalho humanitário realizado por Bob Hope. Ao ser apresentado, o ator é aplaudido de pé pelo público.

– Em breve o elenco de True Blood estará no palco do 62º Primetime Emmy Awards.

MELHOR SHOW DE VARIEDADES – Vence The Daily Show with Jon Stewart.

MELHOR DIREÇÃO PARA SHOWS DE VARIEDADES – Bucky Gunts vence pelo trabalho realizado na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver.

– Rick Gervais, o arroz de festa, agora no Emmy.

– No próximo bloco, tributo aos profissionais da televisão que nos deixaram como o ator de Arnold.

MELHOR ROTEIRO PARA SHOW DE VARIEDADESAnnual Tony Awards. Concorriam também o Oscar, Bill Maher, The Kennedy Center Honors, Wanda Sykes.

– Shows de variedades. Programas, aberturas de eventos (Jogos Olímpicos e Copa do Mundo) entram nessa categoria.

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA – Kyra Sedgwick ganha o seu primeiro Emmy pelo seu trabalho em The Closer.

– Tina Fey e Matthew Morrison aguardam nos bastidores, enquanto a premiação está no intervalo.

– PARÓDIA: Um tributo musical à séries que nos deixaram: 24 horas, Law & Order, Lost.

MELHOR DIREÇÃO SÉRIE DRAMÁTICADexter

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DRAMÁTICA

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DRAMÁTICA – John Lithgow (Dexter)

– No próximo bloco teremos uma apresentação das músicas das séries que deixaram saudades em seus fãs.

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA: Apresentado por Edie Falco, Bryan Cranston de Breaking Bad desbanca Michael C. Hall (Dexter), Matthew Fox (Lost) e Hugh Laurie (House).

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA: The Good Wife consegue o seu primeiro prêmio na noite com Archia Panjabi.

– Trailer de Wall Street – Money Never Sleeps com Michael Douglas e Shia LaBeouf, o carinha de Transformers e Paranoia.

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA – Aaron Paul por Breaking Bad

MELHOR ROTEIRO DE SÉRIE DRAMÁTICAMad Men.

– Chegou a vez das séries dramáticas e o que elas nos apresentaram essa temporada: Grey’s Anatomy, a trilogia de CSI, Dexter, Law & Order e adjacência, Criminal Minds, Mad Men, House, Friday Night Lights, The Good Wife, True Blood, NCIS, 24 Horas, Damages, Breaking Bad. E não podia deixar de se encerrar essa retrospectiva com Lost.

The Event – a grande aposta da NBC para essa aposta também ganha seus trailers.

– Nos intervalos são constantes as propagandas de Amazon Kindle e IPad (sonho de consumo). Aparece bastante também as chamadas para a volta do programa da Oprah Winfrey.

MELHOR REALITY SHOW: a linda (e morena!) Keri Russel, a eterna Felicity, dá a vitória ao programa Top Chef.

– O melhor da temporada em reality shows agora!

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA – Neil Patrick Harris anuncia a vencedora: Edie Falco por Nursie Jackie.

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA – Finalmente o Emmy faz justiça. Jim Parsons abocanha a categoria por Sheldon de The Big Bang Theory.

– Eva Longoria sobe ao palco para apresentar MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

– Novas tecnologias para TV (como 3d) são apresentadas em esquetes envolvendo várias produções cômicas.

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA – Ryan Murphy (Glee)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM COMÉDIA – Neil Patrick Harris (Glee)

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM COMÉDIA – breve

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM COMÉDIA – Jane Lynch, leva a merecida estatueta. A primeira vitória de Glee essa noite.

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM COMÉDIA: Eric Stonestreet, Modern Family

– Em seguida vemos um resumo da temporada 2009/2010 nas comédias.

– No número inicial particpação do Hurley de Lost e do jurado Randy Jackson do American Idol.

– Emmy embarca no sucesso de Glee: a abertura começa com um estilo musical característico da série.

– Casal de True Blood (na ficção e na vida real) também passam pelo tapete vermelho: os recém-casados Stephen Moyer e Anna Paquinn.

– No tapete vermelho de tem Lea Michele de Glee. Mas muitos outros artistas vão passar por ali! A propósito, a estrela da série musical está fazendo hoje, no dia da premiação (29/08) 24 aninhos de vida!

– Ajustando a casa, pois já já começa nossa cobertura da maior pemiação da TV norte-americana! Aproveite e junte-se a nós para torcer pela sua série favorita!





Universo E! no MTV Movie Awards 2010 #6

6 06 2010

imageREVELAÇÃO

Só conferi Amor sem Escalas e Preciosa dos indicados aqui. E gostei de ambas. Anna Kendrick, além de contracenar com George Clonney na comédia romântica, também tem os pés fincados na saga Crepúsculo.

Mas meu voto vai Gabourey Sidibe por Preciosa.





Globo de Ouro 2010

16 01 2010

Está chegando a hora. A primeira grande premiação do cinema e da TV norte-americanos de 2010 ocorre na noite desse domingo, dia 17.

E com cobertura completa do Universo E! – quem sobe no palco, quem venceu, quem chorou, quem perdeu… No palco, centenas de estrelas. E na frente de nossa telinha, você, caro leitor, acompanhando minuto-a-minuto, a grande festa da 67ª edição do Globo de Ouro.

Amanhã, a partir das 21h30min, aqui no Universo E!

E para esquentar os holofotes, aqui vai a lista completa dos indicados ao Globo de Ouro 2010:

MELHOR FILME DE DRAMA

  • Avatar
  • Guerra ao Terror
  • Bastardos Inglórios
  • Precious
  • Amor sem Escalas

MELHOR FILME DE COMÉDIA OU MUSICAL

  • (500) Dias com Ela
  • Se Beber não Case
  • Simplesmente Complicado
  • Julie e Julia
  • Nine – O Musical

MELHOR DIRETOR

  • Jason Rietman (Amor sem Escalas)
  • James Cameron (Avatar)
  • Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios)
  • Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror)
  • Clint Eastwood (Invictus)

MELHOR ATRIZ DRAMÁTICA

  • Sandra Bullock (The Blind Side)
  • Gabire Sadibe (Precious)
  • Carey Mulligan (Educação)
  • Hellen Mirren (The Last Station)
  • Emily Blunt (The Young Victoria)

MELHOR ATOR DRAMÁTICO

  • Tobey Maguire (Entre Irmãos)
  • Colin Firth (A Single Man)
  • Jeff Bridges (Crazy Hearth)
  • George Clooney (Amor sem Escalas)
  • Morgan Freeman (Invictus)

MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA OU MUSICAL

  • Marion Cotillard (Nine – O Musical)
  • Sandra Bullock (A Proposta)
  • Meryl Streep (Julie e Julia)
  • Julia Roberts (Duplicidade)
  • Meryl Streep (Simplesmente Complicado)

MELHOR ATOR EM COMÉDIA OU MUSICAL

  • Joseph Gordon Levitt ( (500) Dias com Ela)
  • Michael Stuhlbarg (A Serious Man)
  • Daniel Day Lewis (Nine – O Musical)
  • Robert Downey Jr (Sherlock Holmes)
  • Matt Damon (O Desinformante)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

  • Christopher Waltz (Bastardos Inglórios)
  • Matt damon (Invictus)
  • Woody Harrelson (The Messenger)
  • Stanley Tucci (Um Olhar do Paraíso)
  • Christopher Plummer (The Last Station)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

  • Penelope Cruz (Nine – O Musical)
  • Julianne Moore (A Single Man)
  • Anna Kendrick (Amor sem Escalas)
  • Mo-Nique (Precious)
  • Vera Farmiga (Amor sem Escalas)

MELHOR ROTEIRO

  • Simplesmente Complicado, por Nancy Meyers
  • Distrito 9, por Neil Blomkamp e Terri Tatchell
  • Guerra ao Terror, por Mark Boal
  • Bastardos Inglórios, por Quentin Tarantino
  • Amor sem Escalas, por Jason Reitman e Sheldon Turner

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

  • Baaria, Giuseppe Tomatore ( )
  • A Fita Branca, Michael Haneke ( )
  • The Maid, Sebastián Silva ( )
  • Abraços Partidos, Pedro Almodóvar ( )
  • A Prophet, Jacques Audiard ( )

MELHOR ANIMAÇÃO

  • Up – Altas Aventuras
  • Coraline
  • O Fantástico Sr Raposo
  • A Princesa e o Sapo
  • Está Chovendo Hambúrguer

MELHOR CANÇÃO

  • I See You (Avatar)
  • The Weary Kind (The Crazy Heart)
  • Winter (Brothers)
  • I Want to Come Home (Everybody’s Fine)
  • Cinema Italiano (Nine – O Musical)

MELHOR TRILHA SONORA

  • Onde Vivem os Monstros, por Karen O. e Carter Burnwell
  • Up – Altas Aventuras, por Michael Giacchino
  • Avatar, por James Horner
  • A Single Man, por Abel Krozeniowski
  • O Dseinformante, por Marvin Hamlisch

MELHOR SÉRIE DE TV (DRAMA):

  • Big Love – Amor Imenso
  • Dexter
  • House
  • Mad Men
  • True Blood

MELHOR SÉRIE DE TV (COMÉDIA OU MUSICAL):

  • Entourage
  • Glee
  • The Office
  • Modern Family
  • 30 Rock

MELHOR PRODUÇÃO (MINISSÉRIE OU FILME) PARA TV:

  • Georgia O’Keeffe
  • Grey Gardens
  • Little Dorrit
  • Taking Chance
  • Into the Storm

MELHOR ATOR EM PRODUÇÃO PARA TV:

  • Kevin Bacon, por Taking Chance
  • Kenneth Branagh, por Wallander
  • Brendan Gleeson, por Into the Storm
  • Jeremy Irons, por Georgia O’Keeffe
  • Chiwetel Ejiofor, por Endgame

MELHOR ATRIZ EM PRODUÇÃO PARA TV:

  • Joan Allen, por Georgia O’Keeffe
  • Drew Barrymore, por Grey Gardens
  • Jessica Lange, por Grey Gardens
  • Anna Paquin, por The Courageous Heart of Irena Sendler
  • Sigourney Weaver, por Prayers for Bobby

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV (COMÉDIA OU MUSICAL):

  • Alec Baldwin, 30 Rock
  • Steve Carell, The Office
  • David Duchovny, Californication
  • Thomas Jane, Hung
  • Matthew Morrinson, Glee

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV (DRAMA):

  • Simon Baker, The Mentalist
  • Michael C. Hall, Dexter
  • Jon Hamm, Mad Men
  • Hugh Laurie, House
  • Bill Paxton, Big Love

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE TV (COMÉDIA OU MUSICAL):

  • Toni Collete, United States of Tara
  • Courteney Cox, Cougar Town
  • Edie Falco, Nurse Jackie
  • Tina Fey, 30 Rock
  • Lea Michele, Glee

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE TV (DRAMA):

  • Gleen Close, Damages
  • January Jones, Mad Men
  • Julianna Margulies, The Good Wife
  • Anna Paquin, True Blood
  • Kyra Sedgwick, The Closer

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE OU PRODUÇÃO PARA TV:

  • Michael Emerson, Lost
  • Neil Patrick Harris, How I Met Your Mother
  • William Hurt, Damages
  • John Lithgow, Dexter
  • Jeremy Piven, Entourage

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE PARA SÉRIE OU PRODUÇÃO PARA TV:

  • Rose Byrne, Damages
  • Jane Adams, Hung
  • Jane Lynch, Glee
  • Janet McTeer, Into the Storm
  • Chlöe Sevigny, Big Love




Nos Cinemas #2: Dezembro

29 11 2009

Como vão ser as estreias desse último mês de 2009? Universo E! antecipa as novidades da telona para você:

Na sexta-feira, 04 de dezembro, temos a estreia do thriller A Caixa com Cameron Diaz: o que você faria se lhe entregassem uma caixa com um único botão e que se você o apertasse te deixaria milionário, mas ao mesmo tempo tirasse a vida de alguém que você não conhece? Uma professora e seu marido, um engenheiro da NASA, formam um casal típico com um filho, moradores do subúrbio. Tudo muda quando um misterioso homem aparece com uma proposta tentadora: a tal caixa. Agora eles tem 24 horas para tomarem a fatídica escolha. E logo irão decobrir que certas escolhas estão fora de seu controle e vão muito além da fortuna.

No mesmo dia estreia a animação O Fantástico Senhor Raposo que conta com a dublagem em inglês de Owen Wilson, Bill Murray, Meryl Streep e George Clooney. Ainda dia 04, você não pode deixar de conferir mais um trabalho dos irmãos Coen (do fabuloso Onde os Fracos não Tem Vez e do detestável Queime Depois de Ler): a comédia Um Homem Sério. Além de diversas outras comedinhas requentadas, dia 04 nos reserva o tão bem comentado terror de Atividade Paranormal.

Na semana seguinte, dia 11, tem Confusões em Família com Andy Garcia. A Disney também volta a animação em 2D com a A Princesa e o Sapo, trazendo a primeira princesa negra dos contos de fada dos estúdios Disney.

Já na segunda metade de dezembro temos a estreia mais esperada e aguardada desse ano: Avatar no dia 18. Ficção científica repleta de efeitos especiais, que ocupou toda a estrutura da Weta Workshop (companhia criada por Peter Jackson para a criação das criaturas digitais da trilogia O Senhor dos Anéis). E quando o próprio Peter Jackson quis produzir Distrito 9, teve que procurar outra produtora de efeitos porque a Weta estava 100% envolvida no trabalho de Avatar. Só aqui temos uma ideia do que esperar desse trabalho de James Cameron.

Para competir com Avatar temos estreias de comédias fracas (salvo engano) de: A Mente que Mente e Encontro de Casais que provavelmente passarão despercebidas.

Na próxima sexta-feira já será Natal que, infelizmente, trará mais um (MAIS UM?!!) tele-filme de Xuxa em O Mistério da Feiurinha… Em seguida temos, quem sabe, o sucessor do canino Marley & Eu com Sempre ao Seu Lado com Richard Gere. Coseguirá ele atingir o mesmo nível de emoção e sucesso da história do pior cachorro do mundo?

Sexta-feira seguinte já será 1º de janeiro, um novo ano, o primeiro dia de 2010. Mais isso já é um assunto para outra coluna de Nos Cinemas. Até lá e bons filmes!

ATENÇÃO: PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÕES POR PARTE DAS PRODUTORAS E/OU DISTRIBUIDORAS. CONSULTE SEMPRE O CINEMA DE SUA PREFERÊNCIA







PALPITEIRO BRASILEIRO

Campeonato dos Palpiteiros - Temporada 2018

Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ex-Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. Atual Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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