ANÁLISE: Clube de Compras Dallas

14 03 2014

Difícil afirmar o que Ron Woodroof gostava mais em sua vida: os rodeios, as mulheres, as drogas ou o dinheiro. Mas esse eletricista vivia seus dias intensamente e em nenhum deles faltava esses quatros itens. Entre o consumo de cocaína, a noitada com os amigos, a presença em touradas ou fugindo de quem lhe cobrava dívidas, a tosse sempre estava presente. Um sintoma que, juntamente com a magreza e os desmaios frequentes indicavam que algo não estava bem com Ron.

Num desses desmaios, os médicos confirmam o que já se suspeitava: Ron Woodroof era portador do vírus HIV, causador da Aids. Para um homem que a todo momento  reafirmava a sua virilidade e masculinidade, esse diagnóstico não era facilmente assimilado por um cidadão típico do estado americano do Texas reconhecido pelo seu ideal conservador. Não é a toa que Ron acha inadmissível ser portador de uma doença que se julgava atingir apenas os homossexuais e sua promiscuidade, afinal estamos falando da década de 80, mais precisamente do ano de 1985.

Não bastando o grave problema de ser portador de uma doença autoimune que abala o sistema imunológico humano, anulando-o quase que totalmente, a confirmação da doença veio em um momento complicado para quem era soro positivo. Naquela época, as pesquisas na luta contra a Aids ainda engatinhavam e os coquetéis, tão comumente utilizados nos dias atuais e que garantem uma vida praticamente normal para aqueles que os utilizam, ainda não estavam cientificamente estabelecidos.

Talvez seja por seu perfil irrequieto que Ron tenha conseguido ultrapassar tantos os 30 dias restantes de vida dado à ele como previsão inicialmente. Com muita garra e num trabalho excepcional e vencedor do Oscar de melhor ator de Matthew McCounaghey (da comentada série da HBO True Detective e Magic Mike), que o eletricista, por investimento e empenhos próprios, conseguiu trazer aos EUA novos ‘tratamentos’, para não ficar dependente da pouca eficaz ‘terapia em grupo’ oferecida até então pelo governo. Felizmente, Ron Woodroof acabou moldando definitivamente a forma como a saúde pública tratava os portadores de vírus HIV.

Lutar contra o sistema governamental não foi uma tarefa fácil. As outras drogas desenvolvidas mundo a fora para tratar a doença só chegavam em suas mãos através de contrabando, ou seja, ilegalmente. A sede de viver de Ron não o permitia aguardar o lento desenvolvimento das pesquisas americanas. Com essa brecha, ele via uma oportunidade de expandir o seu tratamento particular para as outras pessoas que sofriam do mesmo mal – desde que pagassem (claro!) por isso. Ron deixava claro que não fazia e nem queria fazer caridade. Nascia assim o Clube de Compras Dallas do título.

Esse novo negócio lucrativo o aproximou do grupo que ele mais detestava: o dos homossexuais, que acabaram se tornando os seus principais (se não únicos) clientes.Para vencer o seu preconceito e atingir o público-alvo desejado, Ron contou com o auxílio da “senhorita Homem”, Rayon (Jared Leto, vocalista da banda 30 Seconds to Mars, mas que já trabalhou em outros filmes como O Senhor das Armas e Réquiem para um Sonho), transexual vivido pelo igualmente magro e com a mesma performance excepcional de Jared Leto. Um trabalho também reconhecido pelo prêmio de melhor ator coadjuvante no Oscar.

Para manter o clube de compras em plena atividade, Ron estava disposto a (quase) tudo. Se passar por um (hilário) padre para atravessar ilegalmente a fronteira entre EUA e o México; falsificar documentos para conseguir novas drogas no Japão, China, Israel ou onde quer que elas sejam feitas; enfrentar a ferocidade da receita federal por faturar em um ramo econômico ainda não regulamentado; frequentar boates GLS junto com Rayon para conseguir novos clientes. Mesmo ciente da gravidade de sua doença, Ron mantinha com a mesma prática, intensidade e frequência, os péssimos hábitos vistos no início do longa: as mulheres, o dinheiro, a trambique e as drogas. A vida desregrada continuava a mesma.

Em ao meio ao redemoinho de acontecimentos que marcaram os últimos meses de vida de Ron Woodroof desde que foi diagnosticado com Aids, a única ‘ajuda oficial’ que ele teve foi da doutora Eve (Jennifer Garner, da série Alias: Codinome Perigo e dos filmes Elektra e Juno). Embora a pesquisa dela no hospital fosse diretamente afetada pela automedicação dos pacientes que se tornavam clientes do clube de compras, a doutora via o potencial do trabalho a parte realizado por Ron e sua pesquisa desenfreada na tentativa de obter a cura, mesmo que as autoridades e os médicos americanos não o percebessem.

De 1985 (quando soube da doença) até 1992, foram 2.557 dias em que Ron conviveu com a Aids. Dias que não só prolongou a sua vida muito, mas muito além mesmo dos 30 dias previstos inicialmente, mas permitiu alterar drasticamente a forma de tratamento contra o vírus HIV. O modelo atual de tratamento das pessoas portadoras da doença é fortemente inspirado na obsessão real que Ron Woodroof teve, à sua própria maneira, de aliviar o seu prognóstico mortal há quase trinta anos atrás. Uma história verdadeira que encontrou no premiado par de atores, Matthew McCounaghey e Jared Leto, a coragem e a entrega essencial para se reconstruir essa dura trajetória.

NOTA: 5/5

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ANÁLISE: O Lobo de Wall Street

1 02 2014

Quem tem dinheiro, tem tudo, inclusive a possibilidade de financiar uma vida desvairada a base de muito sexo e drogas. A nova parceria entre Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese (uma longa parceria que desde 2002 já rendeu filmes como Gangues de Nova York, O Aviador,  Os Infiltrados e Ilha do Medo) retrata bem essa afirmação ao acompanhar a trajetória de Jordan Belfort, um cidadão trabalhador como qualquer outro, que planeja dar uma guinada no  rumo da sua vida ao entrar para o ramo financeiro exercido na Wall Street.

A primeira incursão nessa área tem como líder um excêntrico investidor, uma pequena participação de um igualmente estranho Matthew McConaughey (do inédito Clube de Compras Dallas, Magic Mike ou pode ser visto também na nova série da HBO True Detective), que surge em uma participação memorável e hilária, mesmo ocupando pouco tempo em tela. Após seis meses trabalhando como operador telefônico na agência, Jordan consegue finalmente ser promovido a corretor autorizado. Uma ascensão que vem conjuntamente com a falência da agência de investimentos.

Como o próprio Leonardo DiCaprio trata de nos explicar, já que seu personagem dirige-se diretamente para a câmera (e como o próprio filme revelara em seu início), essa falência nada mais é do que um pequeno empecilho em sua trajetória para uma fortuna invejável. Um caminho que começa a ser percorrido numa agência de investimentos amadora – quase uma sub-NASDAQ -, que consistia em vender ações de pequenas empresas tecnológicas de fundo de quintal, mas extremamente atraentes para pequenos e ignorantes investidores. Um curto período de tempo é o suficiente para acumular uma notória quantia de dólares, que aliada aos amigos desmiolados de Jordan, o ajudam a formar a Stratton Oakmont.

Diferentemente de outras empresas sérias do setor, todo o alicerce da Stratton Oakmont foi construído sobre a mais suja especulação financeira. Empresas de ramo e rumo duvidosos tinham suas ações vendidas pelo telefone através de técnicas de persuasão ensinadas a exaustão pelo seu líder no início de cada expediente. Era nesses momentos de discurso que a atuação de Leonardo DiCaprio surgia em uma inacreditável mescla de insanidade e entusiasmo, algo que poucos atores conseguiriam construir e sem dúvida um desempenho digno de Oscar.

Em muitos momentos ao longo de suas três horas de duração, O Lobo de Wall Street flerta com cenas dignas do besteirol americano, tendo-se apenas uma milionário diferença no poder aquisitivo dos personagens deste longa para aqueles presentes no combalido gênero comedista. Exagerando em certas sequências de considerável mau gosto, Scorsese tem em mãos um ótimo elenco coadjuvante para lidar com as bizarrices (no bom sentido) contidas no roteiro escrito por Terence Winter (das séries Boardwalk Empire e Família Soprano), além do ótimo timing cômico até então desconhecido de DiCaprio. Johan Hill (É O Fim e Anjos da Lei) se destaca entre os componentes da ‘gangue do hospício financeiro’ que é a Stratton Oakmont, os serviços externos operados por Jon Bernthal (o Shane de The Walking Dead) , Naomi – a nova e gostosa esposa de Jordan – interpretada por Margot Robbie (Questão de Tempo e da série Pan Am) e sua tia Emma (Joanna Lumley, A Noiva Cadáver e 007 – A Serviço de sua Majestade) e Jean Dujardin (O Artista e Caçadores de Obras-Primas), que empresta todo o seu charme e carisma ao bancário suíço Jean Jacques, além do agente do FBI Patrick Denham (Kyle Chandler, das séries Early Edition – A Edição do Amanhã e Friday Night Lights e dos filmes Argo e A Hora mais Escura), que tem a rara chance de desmantelar as falcatruas da agência financeira e desmascarar Jordan.

O recorte dinâmico entre todas essas situações não deixa O Lobo de Wall Street cair no ostracismo, mantendo vivo o interesse do espectador ao abordar o declínio do estilo de vida de Jordan, que vê as investigações do FBI o cercando cada vez mais, ao mesmo tempo que suas tentativas de suborná-los não surte o efeito desejado e os demais problemas que surgem após a tentativa de esconder sua fortuna em solo suíço. Na derrocada, Leonardo DiCaprio consegue esconder muito bem o nervosismo de seu personagem em público ou diante das autoridades, um contraponto interessante de se perceber em relação ao seu descontrole total após receber o pedido de divórcio de Naomi, que resulta numa discussão acalorada entre o casal.

A experiência (e que experiência, diga-se de passagem) de Martin Scorsese mais o talento e a competência dos elencos, principal e coadjuvante, evitam que O Lobo de Wall Street torne-se uma experiência massante para o seu espectador que tem diante de si um filme longo, mas suportável, só que com menos brilho de outras obras assinadas por Scorsese. Talvez sejam os erros cometidos na execução das filmagens que realcem tanto o excepcional desempenho de DiCaprio na pele de Jordan Belfort. Um destaque precioso e essencial para, quem sabe, a conquista de seu primeiro Oscar de sua carreira.

NOTA: 3/5





ANÁLISE: O Voo

17 02 2013

CORRIDA DE OURO – OSCAR 2013

Antes de mais nada e pelo visto aqui em O Voo, Robert Zemeckis (O Expresso Polar e Os Fantasmas de Scrooge) deveria voltar a fazer mais filmes em live-action. Nesse thriller de ação, Zemeckis não só constroi um dos melhores do gênero como também conta com um excelente elenco em mãos para fazer sua história fluir.

O roteiro, por sua vez, não perde tempo em nos apresentar o perfil de seu personagem chave, Whip Whitaker (Denzel Washington, Chamas da Vingança e Dia de Treinamento): a nudez da mulher com quem passou a noite o torna galanteador; a discussão pelo celular sobre a mensalidade escolar do filho com a ex-mulher põe um casamento fracassado anterior a esses fatos e os vícios legais (álcool) e ilegais (cocaína) revelam o drama principal da trama. Se tais hábitos já são nocivos a uma pessoa comum, o caso fica ainda mais grave quando a pessoa em questão é um piloto que assumiria, em poucas horas, o controle de um avião comercial de grande porte.

Um grave incidente com aeronave, entretanto, coloca em cheque a perícia do comandante Whitaker e Zemeckis escolhe abordar o acidente do ponto de vista interno do avião ao invés de explorar a exaustão os efeitos especiais da queda do avião pelo lado de fora, o que confere mais intensidade dramática a sequência. Mesmo salvando a grande maioria das 102 vidas a bordo (quatro passageiros e dois tripulantes vieram a falecer), o exame toxicológico pós-acidente apontara traços de álcool e cocaína no sangue do piloto. E de fato o capitão consumira, audaciosamente a bordo, ainda duas garrafinhas de vodca misturada a um suco.

Conforme vai sofrendo a pressão das acusações do tribunal, das autoridades aéreas americanas e da imprensa sensacionalista – o que intensifica ainda mais seus vícios, Whitaker ainda se envolve com a drogada em recuperação Nicole (a jovem Kelly Reilly, presente nos dois últimos Sherlock Holmes de Guy Ritchie). Embora ela funcione em contraponto a Whip em relação a luta contra a dependência química, Nicole jamais foi uma forte razão para que o mesmo abandonasse os vícios. Se a sua família (incluindo aí um filho adolescente), nem mesmo o processo em andamento movido contra ele foram motivos suficientes, não seria a força de vontade da jovem que o faria abandonar as drogas e a bebida.

Uma participação especial (nem podemos considerá-la como subtrama) que rende ótimos momentos em O Voo é a que envolve a presença de John Goodman (Curvas da Vida e O Artista). Um ator extremamente carismático, evidente por exemplo com a sua participação na série da HBO, Treme, Goodman aqui é Harling Mays, uma espécie de fornecedor (em regime de plantão) de cocaína para Whitaker.É Harling Mays quem ajuda a construir um dos momentos mais bem-humorados da trama ao gritar irritado: “Não toque na mercadoria!”. Graças a sua ‘prestação de serviços’ que o advogado de Whitaker e o representante dos sindicatos se safam de uma vergonha colossal no dia do julgamento. Logo após o auxílio de Mays, não há como segurar o riso na cena durante o elevador, quando toca ao fundo e em instrumental a música dos Beatles With Little Help From My Friends, que é justamente o que acabara de ocorrer.

Mesmo apresentando bom humor e explorando muito bem o problema dos vícios de Whitaker, a produção de Zemeckis falha em inserir o drama familiar na trama principal, perceptível pelo enfraquecimento que a narrativa sofre quando o comandante vai visitar sua ex-esposa e o filho, cujas participações são totalmente desnecessárias. O mesmo ocorre quando o roteiro de John Gatins (roteirista de Coach Carter- Treino para a Vida e Sonhadora) quer adotar uma postura série abordando a religião, desenvolvendo brandamente a história do co-piloto Ken Evans (Brian Geraghty, Guerra ao Terror e Soldado Anônimo), onde expõe, mas não conclui: se apoia ou se escracha o idealismo religioso. Por outro lado, jogar a responsabilidade em cima dos ombros de Denzel Washington nunca é demais em O Voo e o ator interpreta muito bem a dualidade do caráter do piloto diante das diversas armadilhas que trama apresenta ao seu personagem.

A concretização, assim como todo o filme, também tem seus altos e baixos. Se pelas entre-linhas da lei o piloto poderia sair impune perante a Justiça, Whitaker decide conscientemente, assumir toda a sua culpa. Mas o que seria uma finalização digna para toda a projeção até aqui, a teimosia em inserir o filho na história solitária do pai acaba apelando para um sentimentalismo piegas e desnecessário. Se O Voo não tentasse transmitir seriedade e se concentrasse mais no seu principal propósito, a diversão, seria um filme ainda melhor!

NOTA: 4/5





ANÁLISE: Argo

11 02 2013

CORRIDA DE OURO – OSCAR 2013

O terceiro longa-metragem dirigido por Ben Affleck (Atração Perigosa e Medo da Verdade foram o anteriores) inicia-se com uma retrospectiva política da região onde o império Persa prosperara e que hoje abriga a República Islâmica do Irã. Um contexto histórico importante para situar o espectador nessa narração baseada em fatos reais.

O Argo do título refere-se a produção fictícia de Hollywood concebida apenas para ajudar o governo dos EUA a resgatar um grupo de seus diplomatas em solo iraniano. A premissa do filme de ser uma ficção científica justificaria a necessidade de se usar as paisagens iranianas como pano de fundo para a sua história, sendo esse o plano de resgate dos seis diplomatas lá isolados, o único com remotas chances de sucesso. O risco de morte desses profissionais era iminente, uma vez que os EUA cedera asilo político ao religioso xiita, aiatolá Sayyid Khomeini, desencadeando uma grande onda de protestos civis dos iranianos, tendo tais funcionários da embaixada como alvo.

Toda a introdução de Argo ocorre com uma mescla de cenas próprias do filme e imagens de arquivo perceptíveis não só pela clara diferença de qualidade entre elas, mas também pelo aspecto de formato da tela que se altera entre o uso delas. Interessante observar esse contraste entre as imagens históricas e aquela de ficção onde notamos um bem-vindo preciosismo da direção de Ben Affleck, o que confere claramente uma notável verossimilhança de sua produção.

Enquanto o longa sustenta esse lado político, sua história ainda consegue flertar com o lado comercial de Hollywood fazendo críticas moderadas ao modus-operandi dos grandes estúdios, desde aquela época e se estendendo até os dias de hoje. Se há uma grande burocracia antes de dar o ponta-pé inicial das filmagens, passando pelo crivo dos grandes executivos, ainda podemos notar o lado mesquinho da imprensa especializada em criar um grande burburinho em torno de um evento qualquer para fins estritamente comerciais como algumas cifras vultuosas envolvidas. Se temos tal comportamento para promover um filme fictício em todos os seus sentidos, imagina-se o que ocorre nas reais produções hollywoodianas…

Sendo asilados na casa do embaixador canadense, os seis americanos alvos do resgate vivem continuamente o medo de serem descobertos a qualquer momento. Seja pela desconfiança dos rebeldes que, desde que invadiram a embaixada dos EUA, tentam remontar um verdadeiro quebra-cabeças dos arquivos sigilosos destruídos pelos funcionários antes da invasão; seja também pela desconfiança dos empregados do embaixador canadenses onde eles estão confinados com comentários do tipo: “parece que eles não saem nunca de lá!” ou ainda a falha na tentativa de resgatá-los, que a todo momento parece prestes a desmoronar.

Com um ritmo que não empolga em quase toda a sua duração, mesmo testemunhando um plano deveras engenhoso, Argo só assume seu perfil de thriller político a partir do momento em que a equipe cinematográfica adentra no Irã. Aí sim somos acometidos por uma angústia sem fim com o cerco se fechando sobre os diplomatas porque os rebeldes vão amarrando as pontas soltas e passam a evitar a fuga dos americanos a qualquer custo. E esse suspense só termina quando o avião em que todos embarcaram deixa o espaço aéreo iraniano.

Além de adotar a fascinante estrutura do filme dentro do filme (embora isso ocorra aqui em menor grau), Argo também abre espaço para grandes talentos das telonas e telinhas: John Goodman impecável em todos os seus trabalhos com grande destaque para a série da HBO, Treme; Alan Arkin que tem uma lista repleta de bons trabalhos – Marley & Eu, Pequena Miss Sunshine, entre outros; e o competente Kyle Chandler das séries Early Edition e Friday Night Lights e dos filmes Super 8 e do inédito A Hora mais Escura.

NOTA: 3/5





Marcado o retorno de Game of Thrones

8 01 2012

O canal americano HBO marcou a data de estreia da segunda temporada de Game of Thrones/Guerra dos Tronos.

O drama adaptado dos livros As Crônicas de Gelo e Fogo de George R. R. Martin retorna nos EUA dia 02 de abril. Considerada a melhor estreia do ano passado na TV norte-americana, o segundo ano de Game of Thrones não tem ainda uma previsão de exibição aqui no Brasil.





COBERTURA COMPLETA: Globo de Ouro 2011

16 01 2011
AS ATUALIZAÇÕES MAIS RECENTES SERÃO AS PRIMEIRAS. PORTANTO, A ORDEM DE LEITURA SERÁ DE BAIXO PARA CIMA

– Michael Douglas apresentando os indicados a melhor filme drama. E A RedEe Social ganha mais um Globo de Ouro.

– Chegou a vez de Sandra Bullock para apresentar os indicados para melhor ator drama. O vencedor é Colin Firth por O Discurso do Rei.

– Enquanto isso no Twitter… Globo de Ouro domina o trend topics mundial.

– Alice, Burlesque, Red passam batidos.  O Globo de Ouro dessa categoria para The Kids are All Right.

– A dupla dinâmica de Toy Story – Tom Hanks e TimAllen sobem ao palco para apresentarem os indicados a melhor filme comédia/musical.

– Vamos agora para as indicadas a melhor atriz defilme drama. E a ganhadora é: Natalie Portman por O Cisne Negro.

– Joseph Gordon-Levitt apresenta A Origem, que concorre a melhor filme drama. O favorito do Universo E!

– Mas o prêmio vai para Paul Giamatti por Minha Versão para o Amor.

– Halle Berry chega ao palco para apresentar os indicados a melhor ator de filme musical/comédia.  Com o Johnny Depp concorrendo por dois papéis ( O Turista e Alice).

– O Cisne Negro apresentado por Alicia Keys, concorrendo a melhor filme drama.

– Vamos para os indicados a melhor série musical/comédia: a grande vencedora é Glee, desbancando as favoritas Modern Family e The Big C.

– O caldo começa a engrossar.Os indicados para melhor direção: o grande vencedor é David Fincher por A Rede Social.

– Uma prévia de O Turista, concorrendo a melhor filme musical/comédia.

– Globo de Ouro homenageia Robert de Niro com trechos dos filmes que ele participou.

– A vez de Jeremy Irons apresentar as indicadas a melhoratriz de filme drama: vence The Fighter com Melissa Leo.

– Nada melhor para comemorar a renovação por três temporadas do que esse prêmio não?

– Os indicados a melhor ator de série musical/comédia.Apresentados por Kaley Cuoco, de The Big Bang Theory, que entrega o prêmio  para o seu colega Jim Parsons.

– O presidente dos EUA de The Event, Blair Underwood, anuncia a vencedora de melhor atriz de série musical/comédia. O prêmio sai para The Big C: Laura Linney, que não estava presente na cerimônia.

– Hellen Mirren nos apresenta um dos indicados amelhor filme drama: O Discurso do Rei.

– Robert Pattinson fica incumbido de apresentar os indicados a melhor filme estrangeiro.Dinamarca vence com In a Better World.

– Por mais que não gostem de Glee, tem que se admitir que os dois prêmios dessa noite foram merecidos.

– O Capitão América, Chris Evans, apresenta as indicadas a melhor atriz coadjuvante para séries, mini-série e filme para TV. E a honra vai para Jane Lynch de Glee. A série mantem a sua aura de sensação do momento, arrebatando prêmios ainda no seu segundo ano. E a febre Glee ainda não acabou.

– Steve Carrel e Tina Fey sobem ao palco e nos apresentam os indicados a melhor roteiro. E o Globo de Ouro vai para A Rede Social.

– Zach Efron apresenta mais um indicado para melhor filme musical/comédia:  The Kids All Right.

– Claire Danes sai vencedora por Temple Grandie.

– Depois deles, chegou a vez das indicadas para melhor atriz de filme para TV ou mini-série.

– Todos atentos para ouvir as palavras do mestre Al Pacino.

– Melhor ator de filme para TV ou mini-série. Nessas categorias somos peixes fora d’água. E o Globo de Ouro foi para Al Pacino em You don’t Know Jack.

– Nas palavras de Rick Gervais, vem aíum ícone de Hollywood: Sylvester Stalone para apresentar mais um indicado a melhor filme de drama: The Fighter.

– Robert Downey Jr, melhor ator do ano passado por Sherlock Holmes sobe ao palco para anunciar a melhor atriz de filme comédia/musical: Annete Benning por Minhas Mães e Meu Pai.

– “Vocês eram nascidos quando o primeiro Toy Story estreou?”. O produtor brinca com o cantor ao subir no palco.

– Justin Bieber sobe ao palco para apresentaros indicados a melhor animação. Meu Malvado Favorito, Como Treinar seu Dragão?, O Ilusionista, Enrolados e Toy Story 3. Vencedor:  a continuação do sucesso da Pixar – Toy Story 3.

– O Globo de Ouro de melhor trilha sonora agora. Globo de Ouro vai para A Rede Social. Injusto,  já que Hans Zimmer fez um trabalho excepcional em A Origem.

– Próximo anúncio, a de melhor canção original.E a vencedora é You haven’t seen the last of me de Burlesque.

– Rick Gervais diz que esse é o seu filme favorito.

– Andrew Garfield, que concorre por melhor atorcoadjuvante por A Rede Social, sobe ao palco para apresentar a produção da qual faz parte.

– E em seguida temos os indicados a melhor série drmática. Torcendo para The Walking Dead, mas o Globo de Ouro foi memsopara Boardwalk Empire. Mais um prêmio para a HBO.

– E na categoria de melhor ator de série dramática: Boardwalk Empire, Breaking Bad, Dexter, Mad Men e House estão no páreo. E Globo de Ouro foi para a badalada produção da HBO, Boardwalk Empire, para Steve Buscemi.

– A sumida Michele Pfeiffer vai ao palcopara nos apresentar a Alice no Paísdas Maravilhas.

– Melhor ator coadjuvante de série de TV, mini-Série ou filme para TV. E que surpresa: o prêmio vai para Glee, para Chris Colfer.- Bruce Willis no microfone agora e apresentaruma prévia de seu filme Red que concorre em melhorde comédia/musical.

– De volta dos comerciais, mais uma premiação. A de melhor filme para TV ou mini-série. A favorita The Paificé desbancada por Carlos.

– Começou! Com Rick Gervais fazendo referências a The Walking Dead, a última temporada de Lost.

– Scarlett Johansson sobe ao palco. Primeira premiação é de melhor ator coadjuvante. E o Globo de Ouro vai para o cabeludo Christian Bale por The Fighter (ainda não sei a tradução usada aqui no Brasil).

– A melhor atriz de série dramática: Katey Sagal por Sons of Anarchy.

– Os primeiros artistas já começam a desfilar pelo tapete vermelho de mais uma edição do Globo de Ouro.





Promo de 3ª temporada de True Blood

22 03 2010

O drama vampiresco da HBO, True Blood, chega ao seu terceiro ano no próximo dia 13 de junho em terras norte-americanas. O video promocional é curtinho (veja logo após o texto) e traz cenas exclusivamente de bastidores, ou seja, para você vê-la com todo o acabamento de pós-produção só em junho mesmo.

Com grande apoio do público e da crítica, True Blood aborda o relacionamento entre Sookie Stackhouse (Anna Paquin, indicada ao Globo de Ouro), garçonete telepata e o vampiro Bill Compton (interpretado por Stephen Moyer). Relação essa estabelecida após a invenção japonesa de um sangue sintético – o True Blood do título – que possibilita, aparentemente, o convívio mútuo entre vampiros e humanos.

Mas atenção, essa é, definitivamente, uma história de vampiros para adultos. Completamente diferente daquela historinha água, sangue e açúcar da saga Crepúsculo…

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Depois do sucesso dos dois anos anteriores, True Blood, criação de Alan Ball (Six Feet Under – A Sete Palmos) ganha reforços em seu elenco. A terceira temporada vai contar com atores a atrizes que já passaram por outra atrações da televisão americana como Chuck, One Tree Hill (Lances da Vida), Prison Break, Brothers and Sisters, Ugly Betty, Desperate Housewives entre outras.

E agora, para matar sua saudade…

“I   W A N N A    D O    B A D    T H I N G S    W I T H    Y O U”

INFORMAÇÕES ATRAVÉS DO SITE VÍRGULA







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Campeonato dos Palpiteiros - Temporada 2019

Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ex-Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. Atual Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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