Superman e Batman juntos, só em 2016!

18 01 2014

A Warner Bros alterou o início da produção do novo filme de Superman (Superman vs Batman) para meados de maio/junho desse ano e o lançamento do blockbuster foi espichado para 06 de maio de 2016. A data de estreia anteriormente prevista para ele (17/07/2015), agora será destinada ao filme Pan, baseado na obra original de Peter Pan, com Joe Wright na direção e, por enquanto, só com Hugh Jackman confirmado no elenco.

superman-batman-logo

Com a decisão, Superman vs Batman esvazia um calendário de 2015 recheado de grandes estreias, entre elas: o reboot de Quarteto Fantástico, Os Vingadores 2: A Era de Ultron, Terminator: Genesis, Independence Day 2, Jogos Vorazes: Esperança – Parte 2 e Star Wars: Episódio VII. De acordo com a Variety, a opção pelo adiamento ocorreu para que os produtores pudessem realizar completamente a visão complexa que possuem para o longa.

Quem está sob pressão após esse reagendamento de datas é o tão criticado Ben Affleck (cujo Argo venceu o Oscar de melhor filme no ano passado). O ator só estará disponível no final deste ano para dirigir Live by Night, que já tem data de estreia marcada para o Natal de 2015.

Superman vs Batman trará novamente o grande elenco que esteve presente em O Homem de Aço: além de Henry Cavill que vive o protagonista, retornam também Laurence Fishburne, Amy Adams e Diane Lane.

EDIT 26/01/2014 – A razão para a mudança da estreia em um ano tem um nome: Ben Affleck. Pois é grande a probabilidade do ator não vestir o uniforme negro do homem-morcego.

Tudo isso em grande parte pela recepção negativa dos fãs com o anúncio de Affleck como Batman. Por isso, além da alteração da data de estreia, possivelmente haverá no futuro um ‘desentendimento criativo’ entre o ator e o diretor Zack Snyder.

Toda uma desculpa para diminuir a importância dos fãs nessas alterações e nem deixar transparecer que um grande estúdio como a Warner Bros deixe-se influenciar tão fácil assim!





O inflado elenco do novo X-Men

3 03 2013

O novo filme baseado nos heróis das HQ’s traz renomadas estrelas em seu elenco. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido com estreia prevista para julho de 2014 tem uma lista quase infinita de astros e estrelas já escalados: Hugh Jackman (Wolverine e Os Miseráveis), Ian McKellen (trilogia O Senhor dos Anéis, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada e O Código da Vinci), Jennifer Lawrence (musa de Jogos Vorazes e O Lado Bom da Vida), Michael Fassbender (Bastardos Inglórios e Prometheus), James McAvoy (O Procurado e Desejo e Reparação), Anna Paquin (Jane Eyre – Encontro com o Amor e da série True Blood), Peter Dinklage (Morte no Funeral e a série Game of Thrones), Halle Berry (A Viagem e a A Última Ceia), Ellen Page (A Origem e Juno), Nicholas Hoult (Fúria de Titãs e Meu Namorado é um Zumbi)…

Todos os citados estarão a bordo nessa nova aventuras dos justiceiros mutantes, agora tanto com os X-Men da trilogia original quanto daqueles jovens atores vistos no recente X-Men: Primeira Classe. O diretor responsável pela produção híbrida, Bryan Singer (Superman – O Retorno e do ainda inédito Jack – O Matador de Gigantes) já anunciou em seu perfil no Twitter que outro nome em evidência recentemente nos holofotes de Hollywood também participará dos inícios das filmagens previstas para o mês que vem: o ator francês Omar Sy presente no grande sucesso de seu país, Intocáveis.

Omar Sy, estrela do sucesso francês Intocáveis, estará presente no novo X-Men.

Omar Sy, estrela do sucesso francês Intocáveis, estará presente no novo X-Men.





ANÁLISE: Os Miseráveis

23 02 2013

Hugh Jackman (o Wolverine dos X-Men e Gigantes de Aço) canta na pele de Jean Valjean, um homem de muito crimes numa França pós Revolução Francesa. O início de Os Miseráveis já revela aquilo que tem de mais emocionante: as cenas musicais cantadas em grupo ou coro e são três ou quatro músicas que possuem essa característica durante a sua projeção e, não podia ser diferente, uma dessas canções é a responsável por finalizá-lo. Muito pouco se levarmos em conta os seus 157 minutos de duração. Todos eles cantados, praticamente!

Nas diversas passagens de tempo que ocorre no longa assinado por Tom Hooper (do oscarizável O Discurso do Rei), Valjean está sempre tentando reconstruir a sua vida, sem necessariamente estar disposto a cumprir a pena que lhe foi imposta. Por isso mesmo, ele é continuamente perseguido pelo incompetente oficial Javert (papel de Russell Crowe, de Uma Mente Brilhante e Mestre dos Mares – O Lado mais Distante do Mundo) que jamais o conseguiu capturar em definitivo.

O formato escolhido para se c(a)ontar a história deixa Os Miseráveis muito fragmentado. As poucas histórias complementares que o compõem (e necessárias para o estabelecimento da trama principal) são incluídas de uma tal forma abrupta que há a sensação de pausa na transição de uma história para outra como se elas não ocorressem simultaneamente. É o caso da participação de Anne Hathaway (O Casamento de Rachel e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge) e sua personagem Fantine. Todo o seu drama envolvendo a inveja das colegas de trabalho na fábrica e o seu sofrimento nas ruas com a prostituição forçada na luta para conseguir sustentar a sua filha é abordado meio a parte da trama envolvendo Valjean, enfraquecendo o ritmo do longa.

O rápido envolvimento dos dois (motivado pela morte precoce de Fantine) desencadeia uma repentina afeição dele por Cosette (vivida inicialmente pela novata Isabelle Allen), filha de Fantine, que sofre exploração de trabalho infantil na estalagem comandada pelo casal salafrário Thénardier, interpretados pelos coadjuvantes de luxo Helena Bonham Carter (do também musical Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet e Alice no País das Maravilhas) e Sacha Baron Cohen (dos excêntricos Borat, Bruno e O Ditador), que sempre trazem algo interessante e divertido em suas interpretações cantadas.

Diferentemente do que se espera de todo filme, Os Miseráveis perde um pouco do interesse ao enfocar os adolescentes revolucionários a que pertence Marius (Eddie Redmayne, Morte Negra e Sete Dias com Marilyn) que se apaixona perdidamente pela jovem Cosette (agora interpretada por Amanda Seyfried, de O Preço do Amanhã e Mamma Mia). Um legítimo caso de paixão a primeira vista! A história já desperta certo desinteresse mesmo contando com um bom elenco jovem e talentoso em todo esse núcleo. O maior dos destaques é o ator mirim Daniel Huttlestone que no primeiro momento em que seu personagem Gavroche aparece, domina a tela como poucos atores conseguem, mesmo sendo este o seu primeiro trabalho no cinema. O modo como que o filme aborda a luta armada desses jovens a deixa extremamente tola com uma cara mais de brincadeira de rua do que uma revolução, contando pontos desfavoráveis a produção por ser parte integrante de seu desfecho e deveria se tornar o ápice do filme.

Tom Hooper por sua vez, lidando com um grande clássico da literatura e dos musicais, não ousa e faz bem a sua lição de casa cinematográfica, colocando Anne Hathaway, Hugh Jackman e Eddie Redmayne em seus momentos de maior intensidade dramática sempre no ponto forte da tela no lado direito, o chamado lado forte do Cinema, o lado em que o espectador mais observa. Isso inclusive, ele poderia tê-lo feito com um pouco mais de sutileza. Mas por tratar o ato final do filme burocraticamente, os momentos mais emocionantes em Os Miseráveis ficam atrelados as canções cantadas em coro pelo excelente elenco reunido ao invés de seu desfecho. Talvez esteja aqui um dos seus maiores defeitos!

NOTA: 3/5





61ª Primetime Emmy Awards

20 09 2009

A cerimônia está no intervalo comercial, que apresentou o retorno de The Big Bang Theory, How I Met your Mother, Two and Half Men…. Conforme a internet aqui for colaborando, vou postando aqui alguns dos resultados.

Amazing Race faturando o Emmy de melhor reality de competição. vencendo American Idol, Project Runamay.

– Resumo do ano dos filmes feitos para TV agora. Difícil palpitar, pois é algo difícil de se acompanhar por aqui.

– Internet colaborando muito… e a transmissão falhando!!!

– House of Saddam leva prêmio de melhor atriz coadjuvante de filme para TV.

– Uma pequena esquete lembrando de nós, internautas, que acompanhamos o mundo das séries através da telinha de nossos monitores. Afirma-se que o futuro do entretenimento será a internet. Brincando que na internet podemos ver nossos ‘shows’ sem intervalos e o vídeo é interrompindo por um ‘buffering’. Muito bom.

– Continua a premiação com destaque para os filmes ou minisséries feitos para TV.

– Dois grandes astros. Kiefer Sutherland (24 Horas) e Anna Torv (Fringe) anunciam Grey Garden como melhor filme feito para TV.

– Anna Torv e Kiefer Sutherland ainda anunciam a melhor minissérie para TV.

– Em variedades são lembrados shows, abertura da Olimpíadas, a posse de Obama, Oscar 2009 e vários programas de entrevista.

– Agora o trio de The Big Bang Theory entra no palco. Os indicados para melhor direção de programa de variedades que vai para American Idol.

– Agora para melhor roteiro de programa de variedades vai para The Daily Show with Jon Stewart.

– E nos comerciais um show das premieres das séries da CBS que transmite o Emmy: Cold Case, a ‘trilogia’ CSI, The Big Bang Theory e Two and Half Men.

– Melhor canção e letra originais para uma produção televisiva contando com a canção improvisada de Hugh Jackman no Oscar. Que, é a grande vencedora. Wolverine deu sorte!

– A produção do Oscar ganhando um Emmy. Que engraçado!

– The Daily Show with Jon Stewart ganha como melhor programa de variedades.

– Em breve teremos a premiação do momento mais marcante da temporada 2008/2009 que o público pode votar através da internet e que noticiamos aqui no Universo E!

– A grande hora. Os melhores momentos com a produções de drama. House, Criminal Minds, The Mentalist, 24, CSI com Laurence Fishburne, Battlestrar Gallactica, Law & Order, Grey’s Anatomy, True Blood, Lost, Mad Men, ER e muitos outros.

– O primeiro prêmio para produções de drama é para atores coadjuvantes. O grande vencedor e merecedíssimo para Michael Emerson de Lost.

– Chegou a vez da melhor atriz coadjuvante. A vencedora é para 24 horas, Cherry Jones.

– A hora da homenagem a aqueles que nos deixaram nessa temporada. In memorian: Paul newman, Michael Jackson, Patrick Swayze, Farrah Fawcett, entre produtores, escritores e colunistas.

– O melhor roteiro para série dramática, que vai para Mad Men que concorreu com vários episódios. Mas ganhou o “Meditations in a Emergency”.

– Melhor atriz em uma série dramática? Glenn Close por acaso? Um prêmio para Damages?… Sim senhor!!! Era de se esperar!

– Melhor ator em série dramática. Uma sacanagem Michael C. Hall não ser premiado por Dexter. O vencedor é Bryan Cranston em Breaking Bad.

– Chegou a hora da melhor série em comédia. E o Emmy vai para 30 Rock.

– No comercial do novo documentário de Michael Morre – Capitalism: A Love Story – tem como fundo uma música do filme “Quem Quer ser um Milionário?”.

– O Emmy de melhor série dramática vai para Mad Men. Desbanca a queridinhas Lost, House e Dexter.








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Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atual Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. É o Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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