Lição de casa: os Star’s da vida

25 06 2014

Até pouco tempo atrás não dava muita bola para as sagas Star’s do entretenimento: nem Star Wars e nem Star Trek.

Aí veio J. J. Abrams (da série Lost e do longa Super 8) e mudou completamente essa história. Primeiro, com Star Trek, de 2009, mas que vim assistir apenas no ano passado, estrelado por Chris Pine como o capitão James Kirk e Zachary Quinto como Spock. E daí pr’ótimo Além da Escuridão – Star Trek foi um pulo.

Agora com o Abrams a frente do novo episódio de Star Wars (o VII) previsto para o ano que vem, os seis primeiros filmes da franquia de George Lucas já estão na minha lista dos próximos filmes a serem vistos.

Mas quem saiu dessa lista é a série retratada pela imagem aí embaixo, a série original de Star Trek, de 1966. Nesse último fim de semana comecei a assistir (pelo Netflix) o episódio-piloto que foi ao ar em 08 de setembro de 1966 estrelado pelos excepcionais Leonard Nimoy (Spock), William Shatner (capitão James Kirk) e DeForest Kelley (doutor McCoy).

Além de descobrir como tudo começou há quase 50 anos, a produção clássica serve como um ótimo aperitivo até a chegada do terceiro filme com estreia prevista para 2016, agora sob a direção de Roberto Orci, que tem no currículo uma infinidade de projetos bacanas, seja como criador, roteirista ou até mesmo produtor executivo: as séries Alias: Codinome Perigo, Xena, Fringe, Hawaii Five-O e Sleepy Hollow e os filmes Missão Impossível 3, Transformers, Truque de Mestre e o recente O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro são alguns exemplos.

O trio parada dura da série clássica de Star Trek: Leonard Nimoy, William Shatner e DeForest Kelley

O trio parada dura da série clássica de Star Trek: Leonard Nimoy, William Shatner e DeForest Kelley

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1000 Episódios

5 10 2013

NOTA: O número entre parênteses após o título da produção refere-se ao número total de episódios para séries finalizadas/canceladas e o número de episódios exibidos até a data desta postagem para aquelas que ainda estão em exibição.

Ao som da trilha sonora de Jericho (e sua deliciosa vocação country), as 9 horas da manhã deste sábado, dia 05 de outubro de 2013, chego a uma marca importante para todo serie maníaco: alcançar a marcar de 1.000 episódios assistidos.

E muita coisa boa já passou por esse primeiro milhar: Lost, suas 7 temporadas com seus 122 episódios são um bom exemplo. Outras séries, no entanto, não tiveram a mesma sorte dessa e foram canceladas no meio do caminho sem um final: Alcatraz (13 episódios), Pushing Daisies (26) e The 4400 (44 episódios, embora esteja ainda na 2ª temporada da série). Rubicon (12) não conseguiu se estabelecer na minha playlist após o episódio piloto também não conseguiu emplacar e foi sumariamente cancelada logo na temporada de estreia. O mesmo destino que The Event (22) teve.

Lost, junto com Smallville, foram as séries de porta de entrada para o meu vício!

As séries britânicas também tiveram sua pequena (literalmente) participação nessa marca. Reconhecida por suas espaçosas e curtas temporadas: a excelente Survivors (12) e a empolgante releitura feita por Sherlock (6), ainda em exibição com suas microtemporadas de 3 episódios de uma hora e meia de duração e a única, entre todas as que assisto, que estou em dia! =P

Em relação aos reality-shows, dou preferência aos musicais, pois sempre me dão a chance de encontrar uma música perdida desse nosso mundão: tem American Idol (538), mesmo que tenha conferido apenas a sua 9ª temporada; The Voice Brasil (15), única produção brasileira que figura nessa lista e eu não seja um espectador assíduo e The Glee Project (21), que tinha o propósito de encontrar atores novatos para a tchran-ran-ran, Glee (90). O que me leva a confessar: sim, vergonhosamente, admito que a produção controversa de Ryan Murphy pertença a minha playlist. Fazer o quê? Bola pra frente…

Algumas produções vieram e desisti antes que terminassem, e não voltam tão cedo: Heroes (78) e Off the Map (13). Fracas é pouco para descrevê-las. Outras, não desisti, mas apenas dei uma pausa em suas ‘exibições’ por falta de tempo, mas pretendo retornar a assistir, seja num futuro próximo ou distante: Felicity (84), Cold Case (156), Smallville (217) e True Blood (70).

Em exibição e que valem a pena conferir por pura diversão, sem nenhum outro comprometimento ou elogios rasgados são: Hemlock Grove (13) da Netflix, Revolution (22) , The Big Bang Theory (139) e The Walking Dead (35). Claro que não podemos deixar passar em branco as séries clássicas, que todo fã de seriados TEM, DEVEM e NÃO PODEM deixar de assistir: que atualmente está com esse posto é The X-File (202).

Por último, reservei as minhas favoritas, as top’s das top’s, da qual sofro de amor incondicional e irrevogável: Fringe (100), Friday Night Lights (76) e Dexter (96). Todas as três já finalizadas, mas que ainda não acabei de assistir. Ainda tem a premiada Homeland (25) e as  cerejas do bolo: Treme (31) e The Big C (40).

Para comemorar, realizarei uma maratona pelas próximas dozes horas, vendo quinze episódios de 13 séries diferentes, que culminará no milésimo episódio que será o piloto de Under the Dome (13).

Mas claro que nada para por aqui. Ainda há na fila de espera muitas outras séries só aguardando a sua chance de entrar nessa lista: Californication, Band of Brothers, Hannibal, The Americans, Then & Us, Betrayal, Almost Human, Arrow, Teen Wolf, Bates Motel e a última sensação do momento Breaking Bad.

Que venham os próximos mil episódios!

Quer acompanhar essa doidera ao vivo? Acompanhe o Twitter deste que vos escreve: http://twitter.com/Konshal

 





ANÁLISE: Star Trek – Além da Escuridão

22 06 2013

A missão que salvou o planeta Nibiru Classe M e sua densa floresta vermelha da extinção custou o comando da nave USS Enterprise para o capitão Kirk (Chris Pine, de Incontrolável e Guerra é Guerra). Ele violou uma das regras da Federação ao permitir que os nativos do planeta vissem a espaçonave (audaciosamente pousada nas águas do oceano) após a bem-sucedida missão, executada por Spock (Zachary Quinto, da série Heroes e Margin Call – O Dia Antes do Fim), de neutralizar um vulcão em atividade e evitar sua erupção, que causaria a extinção do astro. Um excelente prelúdio do que Além da Escuridão nos reservaria e uma triunfante sequência inicial até a chegada dos caracteres do título do filme, embalados pela trilha sonora original que arrepia a todo momento que ecoa pela sala de cinema.

De volta a Terra, mais especificamente em Londres, um dos integrantes da Frota Estelar é fortemente chantageado. No desespero de conseguir a cura para sua filha internada internada em um hospital, o pai, em troca, comete um atentado suicida em uma das instalações com o arquivo da Federação na capital britânica. Ciente de todo o protocolo que a Frota segue nessas ocasiões, John Harrison (Benedict Cumberbatch, de Sherlock da BBC e Cavalo de Guerra) cria assim a oportunidade ideal para atacar todos os altos comandantes em único local, declarando guerra a Frota num claro movimento planejado, mesmo falhando em seus cruéis objetivos.

Numa história muito bem construída (escrita a seis mãos por Robert Orci, Alex Kurtzman e Damon Lindelof, velhos parceiros de J. J. Abrams), aproveitando de forma inteligente e o mais abrangente possível toda a mitologia e o universo criado por Gene Roddenberry, a narração segue para o hostil planeta de Kronos, lar dos Klingons. O roteiro consegue equacionar muito bem os momentos de bom humor (funcional através do carisma de Chris Pine) com o ritmo frenético da aventura baseado num escalonamento de ação com novas situações a todo momento, sem perder ritmo e foco e destinando importantes participações dos coadjuvantes, sem deixá-los de lado.

Mesmo sendo o diretor mais bem cotado atualmente em Hollywood (afinal está sob suas mãos a próxima leva de filmes inéditos de Star Wars), J. J. Abrams (Lost, Fringe, Felicity, Missão Impossível 3, Cloverfield – O Monstro e a lista de seus trabalhos não acaba mais) peca em não saber aproveitar a profundidade oferecida pelo 3D em sua primeira produção nesse formato. Sempre nos momentos de interação entre os atores, Abrams teima em colocar um ou outro personagem em primeiro plano, prejudicando a imersão do espectador na história, embora isso não deva ocorrer nas exibições convencionais em 2D e posteriormente em casa através do DVD. Mas como primeira experiência, J.J. se sai muito bem em outros momentos: as cenas especiais, obviamente, dando forte destaque para poeira espacial deixada pelas naves em velocidade de dobra; na sequência inicial por entre as árvores vermelhas ou o emergir da Enterprise do oceano.

Com uma participação menor em relação ao primeiro filme, o surgimento de Leonard Nimoy (da série Jornada nas Estrelas clássica) em tela continua emocionante. Um delírio nostálgico para muitos fãs do trabalho original.

Para quem conseguiu cativar a atenção de alguém que jamais teve contato com o Jornada antes de Star Trek em 2009 (e visto somente este ano), J. J. Abrams apresenta mais um trabalho bem executado ao ponto de deixar essa mesma pessoa ansiosa para 2016, provável ano de lançamento do terceiro filme. Uma leve deixa foi dada. Aguardemos então!

“O Espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave

estelar Enterprise prosseguindo em sua missão de explorar

novos mundos, pesquisar novas vidas e novas civilizações.

Audaciosamente indo aonde ninguém jamais esteve!”

NOTA: 5/5





J. J. Abrams assume a direção de Star Wars VII

24 01 2013

Isso mesmo senhora e senhores!!!

A mão mágica por trás de alguns dos mais importantes e impactantes projetos audiovisuais será o grande responsável por dar continuidade a franquia de Star Wars, que desde outubro do ano passado está sob nova direção: a Disney.

A informação, de acordo com o portal UOL, foi dada pelo site especializado em entretenimento The Wrap e confirmada pelo site da revista Variety. Assim, J. J. Abrams que produziu um dos filmes mais elogiados de Star Trek, será o responsável por Star Wars VII, sucedendo assim o seu criador, George Lucas.

Abrams assume essa imensa responsabilidade depois de recriar a franquia de Star Trek (cuja continuação Star Trek Into Darkness chega em julho aos cinemas), enquanto Cloverfield – O Monstro, Missão Impossível: Protocolo Fantasma e Super 8 já estiveram em suas mãos como produtor.

Seu currículo invejável também tem espaço para memoráveis séries da televisão americana, que angariou sem dúvidas, muitos fãs ao redor do globo. Suas principais produções foram: Lost, Felicity, Alias: Codinome Perigo, a espetacular e recém finalizada Fringe e as atualmente em exibição: Person of Interest e Revolution.

A previsão de estreia de Star Wars VII está agendada para 2015!





Missão quase impossível de Jessica Chastain

20 01 2013

Não se deixe enganar pelo impressionante trabalho apresentado em A Hora mais Escura. Jessica Chastain (Histórias Cruzadas e A Árvore da Vida), vencedora do Globo de Ouro de 2013 como melhor atriz em filme dramático, seria uma péssima agente da CIA.

E não foi durante as filmagens do filme baseado na verdadeira história da caça de Osama bin Laden, que se tornou uma das produções mais comentadas de Hollywood sem ter ao menos uma cena filmada, que Jessica percebeu isso. Mas quando a diretora vencedora do Oscar, Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror e Caçadores de Emoção), exigiu que todo o elenco assinasse um termo de confidencialidade como garantia que nada vazasse para a imprensa.

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Cartaz de A Hora mais Escura, que traz a mesma parceria de Guerra no Terror: Kathryn Bigelow (direção) e Mark Boal (roteiro).

“Sou péssima para guardar segredos”, explica Jessica. “Sou do tipo da pessoa que assim que compra um presente de Natal, já está dizendo o que comprou antes mesmo do 25 de dezembro chegar. Não sou boa nisso!”

“Quando ganhei o papel, fiquei extremamente empolgada com a personagem. Achei Maya muito inspiradora e o roteiro era incrível. Impressionante mesmo!”, exalta ela. “Mas tive que manter tudo em segredo.”

“Mesmo quando todo mundo especulava que eu seria esposa de um oficial americano realmente tive que segurar minha língua por praticamente um ano. Estou muito animada que agora todos veem o que estamos realizando, uma tentativa de mostrar esse grande momento da história o mais próximo possível da realidade!”.

Um dos obstáculos de Jessica Chastain para interpretar Maya, baseada em uma real agente da CIA, foi a impossibilidade de conhece-la pessoalmente devido as exigências feita pela agência de inteligência. Nos três meses que antecederam o início das filmagens, a atriz tirou as dúvidas sobre a personagem  com o roteirista Mark Boal (Guerra ao Terror e No Vale das Sombras). “Onde as perguntas não poderiam ser respondidas pela pesquisa, tive que usar a  minha imaginação”.

CONEXÕES – A Hora mais Escura, de Kathryn Bigelow (a primeira mulher a ganhar o Oscar de melhor direção na história por Guerra ao Terror) chega aos cinemas brasileiros dia 15 de fevereiro com um Globo de Ouro na prateleira e com cinco indicações ao Oscar (melhor filme, melhor atriz, melhor roteiro original, melhor montagem e melhor edição de som), além de contar com vários rostos conhecidos dos seriados americanos no elenco: Jason Clarke da série Brotherhood; Kyle Chandler, o técnico Eric Taylor de Friday Night Lights e Harold Perrineau de Lost estão na trama que recontará os bastidores da captura de um dos maiores terroristas da história.





O calendário das grandes franquias

15 01 2013

As grandes franquias cinematográficas que dominaram as bilheterias mundiais entre a década de 90 e a década passada, prometem movimentar mais uma vez o bilionário mercado do cinema.

Só pelos números ordinários das sequências, a gente pode ter alguma ideia do sucesso que elas trazem consigo: 5, 7, 5*, 5, 4, 2…

5 —>PIRATAS DO CARIBE 5:

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Johnny Depp (Edward Mãos de Tesoura e Alice no País das Maravilhas) vem reprisar mais uma vez o excêntrico capitão Jack Sparrow. Retorna com ele também, o produtor Jerry Bruckheimer. Enquanto o roteiro da nova aventura irá passar por uma revisão, a Disney já marcou a sua data de estreia: 10 de julho de 2015. Anotem aí!

 

 

7 —> STAR WARS 7:

star-wars-guerra-nas-estrelas-yoda-mcdonalds-zx_MLB-O-2711451588_052012Mais uma grande estreia incluída com assinatura Disney. O sétimo filme de Star Wars veio junto com anúncio da compra da Lucasfilm (até então com George Lucas como proprietário) pela Walt Disney Company por US$ 4 bilhões, colocando já em seus planos não apenas o 7º, mas mais uma nova trilogia inteira pela frente. Seguindo os planos inciais, Star Wars VII chega as telonas também em 2015, sendo sucedido por Star Wars VIII em 2017/2018 e Star Wars IX lá para 2019/2020.

 

5 —> (o apelidado carinhosamente de O Senhor dos Anéis 5) O HOBBIT – A DESOLAÇÃO DE SMAUG:

o hobbit 250Já tem data certinha nesse final de ano: 13 de dezembro (preciso lembrar da ilustre e exorbitante presença de Evangeline Lilly – da série Lost e Gigantes de Aço – aqui?) . Enquanto o início da aventura de Bilbo Bolseiro ao lado de Gandalf e mais 12 anões já ultrapassou os 600 milhões de dólares na bilheteria mundial, essa nova trilogia baseada na obra homônima de J. R. R. Tolkien já tem data para acabar: 18 de julho de 2014 com a estreia de O Hobbit: Lá e de Volta Outra Vez.

 

5 —> DURO DE MATAR – UM BOM DIA PARA MORRER:

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Com Bruce Willis (O Sexto Sentido e Moonrise Kingdom) encarnando novamente John McClane. O longa, assim como o último Missão Impossível de Tom Cruise (Top Gun – Ases Indomáveis e Minority Report – A Nova Lei), tem a Rússia como pano de fundo para o desenrolar da sua história. Entre todas as franquias listadas nesse post, esse é o filme que tem a estreia mais próxima: dia 22 do próximo mês.

 

 

4 —> JURASSIC PARK 4:

jpark 250Outro filme que só chega aos cinemas em 2014: mais precisamente em 14 de junho (ao menos nos EUA). Além da data de estreia sabe-se apenas que Steven Spielberg ocupará o cargo de produtor e que os roteiristas do bom Planeta dos Macacos – A Origem, Rick Jaffa e Amanda Silver, serão responsáveis pelo script dessa quarta aventura jurássica que chegará as telonas em três dimensões. E por falar em 3D, o terceiro Jurassic Park reestreia dia 30 de agosto de 2013 nesse formato.

 

2 —> AVATAR 2:

avatar 350O roteiro, por enquanto, está apenas na cabeça de seu criador, James Cameron. Mas assim que as palavras estiverem no papel e a FOX liberar mais essa (quem sabe, milionária) produção, Avatar 2 tem tudo para chegar aos cinemas em dezembro de 2014 e o terceiro em dezembro do ano seguinte. A exemplo do realizado na trilogia de O Hobbit, James Cameron também irá adotar a tecnologia dos HFR (high frame rated) na captação das imagens de retorno ao planeta de Pandora.





ANÁLISE: Os Descendentes

9 02 2012

Após um grave acidente, Elizabeth King (Patricia Hastie, que teve uma pequena participação em Lost), a esposa de Matt King (papel de George Clooney, Amor sem Escalas e Tudo pelo Poder) entra em coma, que posteriormente se mostra irreversível, sem a mínima possibilidade de recuperação.

Com claros problemas conjugais, Matt passa a dedicar mais tempo a sua esposa devido a delicada situação, o que não ocorria há meses. Ao mesmo tempo em que tenta praticar a sua paternidade junto às duas filhas, o que também não vinha ocorrendo.

A caçula, Scottie (primeiro papel de Amara Miller no cinema) de gênio difícil e muito inteligente sempre coloca o pai em saia justa com sua curiosidade infantil; a mais velha, Alexandra (Shailene Woodley) com sua rebeldia acima do aceitável para sua adolescência (não é a toa que seu pai tem que buscá-la no internato após o ocorrido com a mãe dela), dificulta ainda mais essa repentina e inesperada aproximação entre pai e filhas.

Enquanto tentando (re)criar esse vínculo familiar, George ainda tem pendente em seu escritório de advocacia uma milionária transação envolvendo uma herança de sua família: um paradisíaco terreno no Havaí, ainda inexplorado pelo homem. A briga entre seus primos divide aqueles que preferem o bom retorno financeiro que a venda da propriedade pode render, daqueles que pretendem preservar esse pedaço de paraíso. Há ainda, a pressão externa da sociedade havaiana que teme os impactos que uma construção ali pode ocasionar.

Se as coisas não poderiam piorar, a revelação de Alexandra sobre um caso extraconjugal de sua esposa é a cereja no bolo de problemas que George tem que resolver de uma hora para outra. A descoberta dessa traição impactará diretamente na condução da venda da propriedade dos King.

No limite entre as piadas da comédia escrachada (baseada aqui no envolvimento de Alexandra com o ‘atordoado’ Sid, vivido por Nick Krause da série Quando Toca o Sino), e a comédia inteligente cujo humor flui naturalmente, ora do roteiro, ora da atuação dos seus personagens, Os Descendentes é essa alternância de estilos. Também se inclui na produção o batido drama familiar de um pai ausente que se vê, repentinamente, no comando de sua família num momento de grande dificuldade.

Assim, chegamos ao término do filme, não muito satisfeitos com as conclusões dadas para as tramas que o longa levanta, mas longe de se decepcionar com o tempo gasto até os créditos finais. E além da boa atuação de Clooney, Os Descendentes também nos apresenta ao pouco conhecido cenário urbano de Havaí, o que pelo menos para mim foi algo inédito e nunca abordado nas produções que já assisti como locação principal.

Excetuando-se, claro, as locações de Lost, que se passava por lá, mas retratava diferentes cidades.

NOTA: 3/5





Suspeito para falar de Super 8

23 08 2011

Sou uma pessoa muito suspeita para comentar e falar sobre Super 8. Longa que reúne em seus bastidores pessoas cujo trabalho admiro e muito: Steven Spielberg, J. J. Abrams, Michael Giacchino e Kyle Chandler.

Mesmo que o filme fosse uma grande porcaria – o que felizmente não é o caso – eu estaria ali, sentando na poltrona da sala de cinema com o sorriso de uma orelha a outra só por conferir a junção da criatividade desses caras.

Mesmo que Spielberg de em vez em quando erre a mão em suas produções, ele ainda tem muitos créditos pelo que já vez no cinema.

Jeffrey Jacob Abrams não tem nem o que comentar. Só boas produções nas costas como Lost, Cloverfield e, o ponto alto de sua carreira na minha opinião, Fringe. Ignorando claro alguns deslizes como Undercovers – que como não assisti (de propósito), evitei qualquer desapontamento. E Abrams ainda prepara mais uma produção televisiva: Alcatraz.

Michael Giacchino, a mente brilhante por trás das grandes trilhas sonoras das animações Disney/Pixar e, claro, a marcante trilha de Lost.

Por fim, Kyle Chandler, que conquistou minha admiração com um único e sólido trabalho: seu personagem Eric Taylor, o técnico de futebol americano dos garotos de Friday Night Lights. Seriado que já foi encerrado, mas ainda terei o prazer de conferir as suas três últimas temporadas.

Mas está na hora de voltarmos a falar de Super 8. E mais uma vez repito que não teria a menor chance de me decepcionar se algo desse errado com o longa.

Essa diminuta possibilidade não ocorre, prevalecendo o óbvio. Tanta gente talentosa envolvida nesse projeto resulta num grande exemplar de puro e inteligente entretenimento de tirar o fôlego dos grandes entusiastas da ficção científica. Confesso que nessa parte soe mais alto a minha voz de fã!

Claro que Super 8 não é nenhuma grande obra-prima do ano da Sétima Arte, mas passa muito longe das piores porcarias que só Hollywood, as vezes, cosnegue produzir. Spielberg e Abrams, juntos, dão uma aula de como fazer um blockbuster sem insultar a inteligência de seus espectadores. E realizam aqui uma história que resgata com classe a magia dos antigos filmes de/sobre ET’s dos idos da década de 80 e 90 que tanto fascinavam a minha infância. m cada detalhe do filme temos a genialidade dos dois: seja na criatividade e invencionices de Abrams, quanto o pano de fundo humano familiar marcante de Spielberg.

Sobretudo, Super 8 deveria ser obrigatório para muitos diretores e produtores que ousarão nos próximos anos a investir nesse filão de cinema, o blockbuster: contar uma história relevante, acessível a todos os públicos e que utilize o humor organicamente em toda a produção sem forçação de barra que predominou nos últimos lançamentos voltados para a grande audiência. Pois assim, aprenderão com os mestres, e quem sabe, se tornem fãs deles assim como eu.





Evangeline Lilly entra para o elenco de O Hobbit

11 07 2011

Depois de deixar a misteriosa ilha de Lost, Evangeline Lilly que deu a vida a Kate na finada série, poderá ser vista perambulando pela Terra-média. Ela interpretará uma elfa na adaptação de O Hobbit que encontra-se em processo de filmagem.

A informação saiu na página oficial do filme no Facebook. Como já foi noticiado aqui no Universo E!, O Hobbit será levado para os cinemas em duas partes a serem lançadas em dezembro de 2012 e 2013.

Pela internet já circulam algumas fotos da produção como a de Gandalf, o Cinzento e a de alguns dos vários anões que acompanharão o hobbit Bilbo na aventura.





COBERTURA COMPLETA: Globo de Ouro 2011

16 01 2011
AS ATUALIZAÇÕES MAIS RECENTES SERÃO AS PRIMEIRAS. PORTANTO, A ORDEM DE LEITURA SERÁ DE BAIXO PARA CIMA

– Michael Douglas apresentando os indicados a melhor filme drama. E A RedEe Social ganha mais um Globo de Ouro.

– Chegou a vez de Sandra Bullock para apresentar os indicados para melhor ator drama. O vencedor é Colin Firth por O Discurso do Rei.

– Enquanto isso no Twitter… Globo de Ouro domina o trend topics mundial.

– Alice, Burlesque, Red passam batidos.  O Globo de Ouro dessa categoria para The Kids are All Right.

– A dupla dinâmica de Toy Story – Tom Hanks e TimAllen sobem ao palco para apresentarem os indicados a melhor filme comédia/musical.

– Vamos agora para as indicadas a melhor atriz defilme drama. E a ganhadora é: Natalie Portman por O Cisne Negro.

– Joseph Gordon-Levitt apresenta A Origem, que concorre a melhor filme drama. O favorito do Universo E!

– Mas o prêmio vai para Paul Giamatti por Minha Versão para o Amor.

– Halle Berry chega ao palco para apresentar os indicados a melhor ator de filme musical/comédia.  Com o Johnny Depp concorrendo por dois papéis ( O Turista e Alice).

– O Cisne Negro apresentado por Alicia Keys, concorrendo a melhor filme drama.

– Vamos para os indicados a melhor série musical/comédia: a grande vencedora é Glee, desbancando as favoritas Modern Family e The Big C.

– O caldo começa a engrossar.Os indicados para melhor direção: o grande vencedor é David Fincher por A Rede Social.

– Uma prévia de O Turista, concorrendo a melhor filme musical/comédia.

– Globo de Ouro homenageia Robert de Niro com trechos dos filmes que ele participou.

– A vez de Jeremy Irons apresentar as indicadas a melhoratriz de filme drama: vence The Fighter com Melissa Leo.

– Nada melhor para comemorar a renovação por três temporadas do que esse prêmio não?

– Os indicados a melhor ator de série musical/comédia.Apresentados por Kaley Cuoco, de The Big Bang Theory, que entrega o prêmio  para o seu colega Jim Parsons.

– O presidente dos EUA de The Event, Blair Underwood, anuncia a vencedora de melhor atriz de série musical/comédia. O prêmio sai para The Big C: Laura Linney, que não estava presente na cerimônia.

– Hellen Mirren nos apresenta um dos indicados amelhor filme drama: O Discurso do Rei.

– Robert Pattinson fica incumbido de apresentar os indicados a melhor filme estrangeiro.Dinamarca vence com In a Better World.

– Por mais que não gostem de Glee, tem que se admitir que os dois prêmios dessa noite foram merecidos.

– O Capitão América, Chris Evans, apresenta as indicadas a melhor atriz coadjuvante para séries, mini-série e filme para TV. E a honra vai para Jane Lynch de Glee. A série mantem a sua aura de sensação do momento, arrebatando prêmios ainda no seu segundo ano. E a febre Glee ainda não acabou.

– Steve Carrel e Tina Fey sobem ao palco e nos apresentam os indicados a melhor roteiro. E o Globo de Ouro vai para A Rede Social.

– Zach Efron apresenta mais um indicado para melhor filme musical/comédia:  The Kids All Right.

– Claire Danes sai vencedora por Temple Grandie.

– Depois deles, chegou a vez das indicadas para melhor atriz de filme para TV ou mini-série.

– Todos atentos para ouvir as palavras do mestre Al Pacino.

– Melhor ator de filme para TV ou mini-série. Nessas categorias somos peixes fora d’água. E o Globo de Ouro foi para Al Pacino em You don’t Know Jack.

– Nas palavras de Rick Gervais, vem aíum ícone de Hollywood: Sylvester Stalone para apresentar mais um indicado a melhor filme de drama: The Fighter.

– Robert Downey Jr, melhor ator do ano passado por Sherlock Holmes sobe ao palco para anunciar a melhor atriz de filme comédia/musical: Annete Benning por Minhas Mães e Meu Pai.

– “Vocês eram nascidos quando o primeiro Toy Story estreou?”. O produtor brinca com o cantor ao subir no palco.

– Justin Bieber sobe ao palco para apresentaros indicados a melhor animação. Meu Malvado Favorito, Como Treinar seu Dragão?, O Ilusionista, Enrolados e Toy Story 3. Vencedor:  a continuação do sucesso da Pixar – Toy Story 3.

– O Globo de Ouro de melhor trilha sonora agora. Globo de Ouro vai para A Rede Social. Injusto,  já que Hans Zimmer fez um trabalho excepcional em A Origem.

– Próximo anúncio, a de melhor canção original.E a vencedora é You haven’t seen the last of me de Burlesque.

– Rick Gervais diz que esse é o seu filme favorito.

– Andrew Garfield, que concorre por melhor atorcoadjuvante por A Rede Social, sobe ao palco para apresentar a produção da qual faz parte.

– E em seguida temos os indicados a melhor série drmática. Torcendo para The Walking Dead, mas o Globo de Ouro foi memsopara Boardwalk Empire. Mais um prêmio para a HBO.

– E na categoria de melhor ator de série dramática: Boardwalk Empire, Breaking Bad, Dexter, Mad Men e House estão no páreo. E Globo de Ouro foi para a badalada produção da HBO, Boardwalk Empire, para Steve Buscemi.

– A sumida Michele Pfeiffer vai ao palcopara nos apresentar a Alice no Paísdas Maravilhas.

– Melhor ator coadjuvante de série de TV, mini-Série ou filme para TV. E que surpresa: o prêmio vai para Glee, para Chris Colfer.- Bruce Willis no microfone agora e apresentaruma prévia de seu filme Red que concorre em melhorde comédia/musical.

– De volta dos comerciais, mais uma premiação. A de melhor filme para TV ou mini-série. A favorita The Paificé desbancada por Carlos.

– Começou! Com Rick Gervais fazendo referências a The Walking Dead, a última temporada de Lost.

– Scarlett Johansson sobe ao palco. Primeira premiação é de melhor ator coadjuvante. E o Globo de Ouro vai para o cabeludo Christian Bale por The Fighter (ainda não sei a tradução usada aqui no Brasil).

– A melhor atriz de série dramática: Katey Sagal por Sons of Anarchy.

– Os primeiros artistas já começam a desfilar pelo tapete vermelho de mais uma edição do Globo de Ouro.








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Secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação.

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