1000 Episódios

5 10 2013

NOTA: O número entre parênteses após o título da produção refere-se ao número total de episódios para séries finalizadas/canceladas e o número de episódios exibidos até a data desta postagem para aquelas que ainda estão em exibição.

Ao som da trilha sonora de Jericho (e sua deliciosa vocação country), as 9 horas da manhã deste sábado, dia 05 de outubro de 2013, chego a uma marca importante para todo serie maníaco: alcançar a marcar de 1.000 episódios assistidos.

E muita coisa boa já passou por esse primeiro milhar: Lost, suas 7 temporadas com seus 122 episódios são um bom exemplo. Outras séries, no entanto, não tiveram a mesma sorte dessa e foram canceladas no meio do caminho sem um final: Alcatraz (13 episódios), Pushing Daisies (26) e The 4400 (44 episódios, embora esteja ainda na 2ª temporada da série). Rubicon (12) não conseguiu se estabelecer na minha playlist após o episódio piloto também não conseguiu emplacar e foi sumariamente cancelada logo na temporada de estreia. O mesmo destino que The Event (22) teve.

Lost, junto com Smallville, foram as séries de porta de entrada para o meu vício!

As séries britânicas também tiveram sua pequena (literalmente) participação nessa marca. Reconhecida por suas espaçosas e curtas temporadas: a excelente Survivors (12) e a empolgante releitura feita por Sherlock (6), ainda em exibição com suas microtemporadas de 3 episódios de uma hora e meia de duração e a única, entre todas as que assisto, que estou em dia! =P

Em relação aos reality-shows, dou preferência aos musicais, pois sempre me dão a chance de encontrar uma música perdida desse nosso mundão: tem American Idol (538), mesmo que tenha conferido apenas a sua 9ª temporada; The Voice Brasil (15), única produção brasileira que figura nessa lista e eu não seja um espectador assíduo e The Glee Project (21), que tinha o propósito de encontrar atores novatos para a tchran-ran-ran, Glee (90). O que me leva a confessar: sim, vergonhosamente, admito que a produção controversa de Ryan Murphy pertença a minha playlist. Fazer o quê? Bola pra frente…

Algumas produções vieram e desisti antes que terminassem, e não voltam tão cedo: Heroes (78) e Off the Map (13). Fracas é pouco para descrevê-las. Outras, não desisti, mas apenas dei uma pausa em suas ‘exibições’ por falta de tempo, mas pretendo retornar a assistir, seja num futuro próximo ou distante: Felicity (84), Cold Case (156), Smallville (217) e True Blood (70).

Em exibição e que valem a pena conferir por pura diversão, sem nenhum outro comprometimento ou elogios rasgados são: Hemlock Grove (13) da Netflix, Revolution (22) , The Big Bang Theory (139) e The Walking Dead (35). Claro que não podemos deixar passar em branco as séries clássicas, que todo fã de seriados TEM, DEVEM e NÃO PODEM deixar de assistir: que atualmente está com esse posto é The X-File (202).

Por último, reservei as minhas favoritas, as top’s das top’s, da qual sofro de amor incondicional e irrevogável: Fringe (100), Friday Night Lights (76) e Dexter (96). Todas as três já finalizadas, mas que ainda não acabei de assistir. Ainda tem a premiada Homeland (25) e as  cerejas do bolo: Treme (31) e The Big C (40).

Para comemorar, realizarei uma maratona pelas próximas dozes horas, vendo quinze episódios de 13 séries diferentes, que culminará no milésimo episódio que será o piloto de Under the Dome (13).

Mas claro que nada para por aqui. Ainda há na fila de espera muitas outras séries só aguardando a sua chance de entrar nessa lista: Californication, Band of Brothers, Hannibal, The Americans, Then & Us, Betrayal, Almost Human, Arrow, Teen Wolf, Bates Motel e a última sensação do momento Breaking Bad.

Que venham os próximos mil episódios!

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The Walking Dead S01E01

7 11 2010

ARTIGO REPLETO DE SPOILERS! SE AINDA NÃO ASSISTIU O EPISÓDIO ACIMA RELACIONADO, DESACONSELHO SUA LEITURA!

The Walking Dead estreou na televisão americana em 31 de outubro, dia das Bruxas, para preencher uma lacuna no coração dos fãs de séries pós-apocalípticas que ficaram órfãos depois dos cancelamentos precoces de Jericho e da inglesa Survivors.

E para os amantes desse gênero foi uma satisfação imensa conferir o episódio piloto da nova atração do canal AMC. Uma única palavra que poderia muito bem resumir esse episódio é: angústia.

Essa sensação de sufocamento do espectador começa já na sequência inicial, quando o policial Rick Grimes se depara com uma garota zumbi. Depois da abertura, a angústia só tende a aumentar.

Um dos pontos máximos que a trama atingiu nesse primeiro episódio foi conferirmos a passagem do tempo em que Rick esteve internado no hospital – depois da lembrança da visita de um colega de profissão, vemos de um modo sutil, através das pétalas mortas das flores que alguma coisa estava errada e há muito tempo que Rick não recebia visitas no seu quarto.

Na busca de entender o que aconteceu, a série busca com excelência aflingir o espectador: seja com mensagens tipo “NÃO ABRA! MORTOS DENTRO!” ou um mar de corpos aos arredores do hospital ou a evidência de uma catástrofe descomunal devido a presença de helicópteros e tanques de guerra nas ruas, aumentando gradualmente o nível de tensão da narrativa.

Efeitos especiais também são um show a parte: seja no rosto de um zumbi infantil, de um morto-vivo pela metade ou de um grupo repleto deles.

Em busca de suposto abrigo construídoem Atlanta, Rick parte para a cidade na espeança de reencontrar sua família, pois evidências deixadas na casa da família sugerem que sua mulher e filho estão vivos. Na cidade, Rick torna-se literalmente uma isca para os mortos-vivos e para sobreviver a ferocidade desses seres, o policial procura abrigo em um tanque de guerra. Enquanto isso, acampanhados junto com um grupo de sobreviventes aos arredores de Atlanta estão a mulher e o filho do policial.

Com a exibição do segundo episódio nesse domingo (dia 07), The Walking Dead tem a possibilidade de se firmar de vez na lista de qualquer fanático por série. O que pouco provável que isso não venha ocorrer.





Prévia da série The Walking Dead

26 08 2010

Uau! Foi o que consegui pronunciar depois de ver o primeiro trailer da série The Walking Dead do nanico canal americano AMC. O trailer…

INFORMAÇÕES DO TRAILER: The Walking Dead, uma produção de Frank Darabont, diretor de Um Sonho de Liberdade e Á Espera de um Milagre e Gale Anne Hurd, produtora de O Exterminador do Futuro e Alien, O Resgate. No elenco, um rosto conhecido: o de Lennie James, o controverso Robert Hawkins de Jericho.

Que aflição ver a última cena do trailer!

Vamos aguardar o dia das bruxas então. Estou empolgado desde já. Sou vidrado em produções que retratem dessa, ou de outras formas, o isolamento humano. Entram nesse hall, Eu sou a Lenda, Survivors (BBC), a já citada Jericho, Extermínio, Lost








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Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atual Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. É o Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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