1000 Episódios

5 10 2013

NOTA: O número entre parênteses após o título da produção refere-se ao número total de episódios para séries finalizadas/canceladas e o número de episódios exibidos até a data desta postagem para aquelas que ainda estão em exibição.

Ao som da trilha sonora de Jericho (e sua deliciosa vocação country), as 9 horas da manhã deste sábado, dia 05 de outubro de 2013, chego a uma marca importante para todo serie maníaco: alcançar a marcar de 1.000 episódios assistidos.

E muita coisa boa já passou por esse primeiro milhar: Lost, suas 7 temporadas com seus 122 episódios são um bom exemplo. Outras séries, no entanto, não tiveram a mesma sorte dessa e foram canceladas no meio do caminho sem um final: Alcatraz (13 episódios), Pushing Daisies (26) e The 4400 (44 episódios, embora esteja ainda na 2ª temporada da série). Rubicon (12) não conseguiu se estabelecer na minha playlist após o episódio piloto também não conseguiu emplacar e foi sumariamente cancelada logo na temporada de estreia. O mesmo destino que The Event (22) teve.

Lost, junto com Smallville, foram as séries de porta de entrada para o meu vício!

As séries britânicas também tiveram sua pequena (literalmente) participação nessa marca. Reconhecida por suas espaçosas e curtas temporadas: a excelente Survivors (12) e a empolgante releitura feita por Sherlock (6), ainda em exibição com suas microtemporadas de 3 episódios de uma hora e meia de duração e a única, entre todas as que assisto, que estou em dia! =P

Em relação aos reality-shows, dou preferência aos musicais, pois sempre me dão a chance de encontrar uma música perdida desse nosso mundão: tem American Idol (538), mesmo que tenha conferido apenas a sua 9ª temporada; The Voice Brasil (15), única produção brasileira que figura nessa lista e eu não seja um espectador assíduo e The Glee Project (21), que tinha o propósito de encontrar atores novatos para a tchran-ran-ran, Glee (90). O que me leva a confessar: sim, vergonhosamente, admito que a produção controversa de Ryan Murphy pertença a minha playlist. Fazer o quê? Bola pra frente…

Algumas produções vieram e desisti antes que terminassem, e não voltam tão cedo: Heroes (78) e Off the Map (13). Fracas é pouco para descrevê-las. Outras, não desisti, mas apenas dei uma pausa em suas ‘exibições’ por falta de tempo, mas pretendo retornar a assistir, seja num futuro próximo ou distante: Felicity (84), Cold Case (156), Smallville (217) e True Blood (70).

Em exibição e que valem a pena conferir por pura diversão, sem nenhum outro comprometimento ou elogios rasgados são: Hemlock Grove (13) da Netflix, Revolution (22) , The Big Bang Theory (139) e The Walking Dead (35). Claro que não podemos deixar passar em branco as séries clássicas, que todo fã de seriados TEM, DEVEM e NÃO PODEM deixar de assistir: que atualmente está com esse posto é The X-File (202).

Por último, reservei as minhas favoritas, as top’s das top’s, da qual sofro de amor incondicional e irrevogável: Fringe (100), Friday Night Lights (76) e Dexter (96). Todas as três já finalizadas, mas que ainda não acabei de assistir. Ainda tem a premiada Homeland (25) e as  cerejas do bolo: Treme (31) e The Big C (40).

Para comemorar, realizarei uma maratona pelas próximas dozes horas, vendo quinze episódios de 13 séries diferentes, que culminará no milésimo episódio que será o piloto de Under the Dome (13).

Mas claro que nada para por aqui. Ainda há na fila de espera muitas outras séries só aguardando a sua chance de entrar nessa lista: Californication, Band of Brothers, Hannibal, The Americans, Then & Us, Betrayal, Almost Human, Arrow, Teen Wolf, Bates Motel e a última sensação do momento Breaking Bad.

Que venham os próximos mil episódios!

Quer acompanhar essa doidera ao vivo? Acompanhe o Twitter deste que vos escreve: http://twitter.com/Konshal

 

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ANÁLISE: O Voo

17 02 2013

CORRIDA DE OURO – OSCAR 2013

Antes de mais nada e pelo visto aqui em O Voo, Robert Zemeckis (O Expresso Polar e Os Fantasmas de Scrooge) deveria voltar a fazer mais filmes em live-action. Nesse thriller de ação, Zemeckis não só constroi um dos melhores do gênero como também conta com um excelente elenco em mãos para fazer sua história fluir.

O roteiro, por sua vez, não perde tempo em nos apresentar o perfil de seu personagem chave, Whip Whitaker (Denzel Washington, Chamas da Vingança e Dia de Treinamento): a nudez da mulher com quem passou a noite o torna galanteador; a discussão pelo celular sobre a mensalidade escolar do filho com a ex-mulher põe um casamento fracassado anterior a esses fatos e os vícios legais (álcool) e ilegais (cocaína) revelam o drama principal da trama. Se tais hábitos já são nocivos a uma pessoa comum, o caso fica ainda mais grave quando a pessoa em questão é um piloto que assumiria, em poucas horas, o controle de um avião comercial de grande porte.

Um grave incidente com aeronave, entretanto, coloca em cheque a perícia do comandante Whitaker e Zemeckis escolhe abordar o acidente do ponto de vista interno do avião ao invés de explorar a exaustão os efeitos especiais da queda do avião pelo lado de fora, o que confere mais intensidade dramática a sequência. Mesmo salvando a grande maioria das 102 vidas a bordo (quatro passageiros e dois tripulantes vieram a falecer), o exame toxicológico pós-acidente apontara traços de álcool e cocaína no sangue do piloto. E de fato o capitão consumira, audaciosamente a bordo, ainda duas garrafinhas de vodca misturada a um suco.

Conforme vai sofrendo a pressão das acusações do tribunal, das autoridades aéreas americanas e da imprensa sensacionalista – o que intensifica ainda mais seus vícios, Whitaker ainda se envolve com a drogada em recuperação Nicole (a jovem Kelly Reilly, presente nos dois últimos Sherlock Holmes de Guy Ritchie). Embora ela funcione em contraponto a Whip em relação a luta contra a dependência química, Nicole jamais foi uma forte razão para que o mesmo abandonasse os vícios. Se a sua família (incluindo aí um filho adolescente), nem mesmo o processo em andamento movido contra ele foram motivos suficientes, não seria a força de vontade da jovem que o faria abandonar as drogas e a bebida.

Uma participação especial (nem podemos considerá-la como subtrama) que rende ótimos momentos em O Voo é a que envolve a presença de John Goodman (Curvas da Vida e O Artista). Um ator extremamente carismático, evidente por exemplo com a sua participação na série da HBO, Treme, Goodman aqui é Harling Mays, uma espécie de fornecedor (em regime de plantão) de cocaína para Whitaker.É Harling Mays quem ajuda a construir um dos momentos mais bem-humorados da trama ao gritar irritado: “Não toque na mercadoria!”. Graças a sua ‘prestação de serviços’ que o advogado de Whitaker e o representante dos sindicatos se safam de uma vergonha colossal no dia do julgamento. Logo após o auxílio de Mays, não há como segurar o riso na cena durante o elevador, quando toca ao fundo e em instrumental a música dos Beatles With Little Help From My Friends, que é justamente o que acabara de ocorrer.

Mesmo apresentando bom humor e explorando muito bem o problema dos vícios de Whitaker, a produção de Zemeckis falha em inserir o drama familiar na trama principal, perceptível pelo enfraquecimento que a narrativa sofre quando o comandante vai visitar sua ex-esposa e o filho, cujas participações são totalmente desnecessárias. O mesmo ocorre quando o roteiro de John Gatins (roteirista de Coach Carter- Treino para a Vida e Sonhadora) quer adotar uma postura série abordando a religião, desenvolvendo brandamente a história do co-piloto Ken Evans (Brian Geraghty, Guerra ao Terror e Soldado Anônimo), onde expõe, mas não conclui: se apoia ou se escracha o idealismo religioso. Por outro lado, jogar a responsabilidade em cima dos ombros de Denzel Washington nunca é demais em O Voo e o ator interpreta muito bem a dualidade do caráter do piloto diante das diversas armadilhas que trama apresenta ao seu personagem.

A concretização, assim como todo o filme, também tem seus altos e baixos. Se pelas entre-linhas da lei o piloto poderia sair impune perante a Justiça, Whitaker decide conscientemente, assumir toda a sua culpa. Mas o que seria uma finalização digna para toda a projeção até aqui, a teimosia em inserir o filho na história solitária do pai acaba apelando para um sentimentalismo piegas e desnecessário. Se O Voo não tentasse transmitir seriedade e se concentrasse mais no seu principal propósito, a diversão, seria um filme ainda melhor!

NOTA: 4/5





ANÁLISE: Argo

11 02 2013

CORRIDA DE OURO – OSCAR 2013

O terceiro longa-metragem dirigido por Ben Affleck (Atração Perigosa e Medo da Verdade foram o anteriores) inicia-se com uma retrospectiva política da região onde o império Persa prosperara e que hoje abriga a República Islâmica do Irã. Um contexto histórico importante para situar o espectador nessa narração baseada em fatos reais.

O Argo do título refere-se a produção fictícia de Hollywood concebida apenas para ajudar o governo dos EUA a resgatar um grupo de seus diplomatas em solo iraniano. A premissa do filme de ser uma ficção científica justificaria a necessidade de se usar as paisagens iranianas como pano de fundo para a sua história, sendo esse o plano de resgate dos seis diplomatas lá isolados, o único com remotas chances de sucesso. O risco de morte desses profissionais era iminente, uma vez que os EUA cedera asilo político ao religioso xiita, aiatolá Sayyid Khomeini, desencadeando uma grande onda de protestos civis dos iranianos, tendo tais funcionários da embaixada como alvo.

Toda a introdução de Argo ocorre com uma mescla de cenas próprias do filme e imagens de arquivo perceptíveis não só pela clara diferença de qualidade entre elas, mas também pelo aspecto de formato da tela que se altera entre o uso delas. Interessante observar esse contraste entre as imagens históricas e aquela de ficção onde notamos um bem-vindo preciosismo da direção de Ben Affleck, o que confere claramente uma notável verossimilhança de sua produção.

Enquanto o longa sustenta esse lado político, sua história ainda consegue flertar com o lado comercial de Hollywood fazendo críticas moderadas ao modus-operandi dos grandes estúdios, desde aquela época e se estendendo até os dias de hoje. Se há uma grande burocracia antes de dar o ponta-pé inicial das filmagens, passando pelo crivo dos grandes executivos, ainda podemos notar o lado mesquinho da imprensa especializada em criar um grande burburinho em torno de um evento qualquer para fins estritamente comerciais como algumas cifras vultuosas envolvidas. Se temos tal comportamento para promover um filme fictício em todos os seus sentidos, imagina-se o que ocorre nas reais produções hollywoodianas…

Sendo asilados na casa do embaixador canadense, os seis americanos alvos do resgate vivem continuamente o medo de serem descobertos a qualquer momento. Seja pela desconfiança dos rebeldes que, desde que invadiram a embaixada dos EUA, tentam remontar um verdadeiro quebra-cabeças dos arquivos sigilosos destruídos pelos funcionários antes da invasão; seja também pela desconfiança dos empregados do embaixador canadenses onde eles estão confinados com comentários do tipo: “parece que eles não saem nunca de lá!” ou ainda a falha na tentativa de resgatá-los, que a todo momento parece prestes a desmoronar.

Com um ritmo que não empolga em quase toda a sua duração, mesmo testemunhando um plano deveras engenhoso, Argo só assume seu perfil de thriller político a partir do momento em que a equipe cinematográfica adentra no Irã. Aí sim somos acometidos por uma angústia sem fim com o cerco se fechando sobre os diplomatas porque os rebeldes vão amarrando as pontas soltas e passam a evitar a fuga dos americanos a qualquer custo. E esse suspense só termina quando o avião em que todos embarcaram deixa o espaço aéreo iraniano.

Além de adotar a fascinante estrutura do filme dentro do filme (embora isso ocorra aqui em menor grau), Argo também abre espaço para grandes talentos das telonas e telinhas: John Goodman impecável em todos os seus trabalhos com grande destaque para a série da HBO, Treme; Alan Arkin que tem uma lista repleta de bons trabalhos – Marley & Eu, Pequena Miss Sunshine, entre outros; e o competente Kyle Chandler das séries Early Edition e Friday Night Lights e dos filmes Super 8 e do inédito A Hora mais Escura.

NOTA: 3/5





A Rede pelo Twitter #7: Rouge

1 10 2012

E não é que é?

Nas poucas oportunidades recentemente que a rede social Twitter teve de ser uma ferramenta útil e informativa (já que vem perdendo e muito essa sua característica quando o passarinho azul ainda era novidade… mas isso é assunto para outro tópico), lá estava em seu Trending Topics, os assuntos mais comentados do momento: Rouge.

O que poderia ser? Um novo estabelecimento comercial inaugurando? Estaria passando o filme Moulin Rouge em algum canal da TV paga? O pessoal está falando sobre a série Treme? Não! Era a volta (ok, possível volta) da primeira girl band brasileira: Rouge!!!

Não é mesmo?

Esse retorno dos que já foram é, segundo as fontes noticiosas, uma celebração de dez anos de formação do grupo oriundo, por sua vez, do Popstars exibido no SBT, um embrião dos realities competitivos musicais em abundâncias nas TV’s de hoje. Não se esqueça, muito…

Aserehe ra de re, de hebe tu de hebere
Seibiunouba mahabi, an de bugui an de buididipi

… pra você!

Em meio a tudo isso, claro, vislumbra-se um futuro pavoroso. Exatamente agora, com fãs xiitas e suas ‘famílias’ espalhadas pelo Brasil, enchendo as redes sociais com a mais pura e sublime cultura inútil, vem aí as rougettes:

Uma coisa que me enche de esperança é a existência de pessoas SENSATAS:

Abri a internet hoje com o mesmo propósito de Lucas Sampaio:

Mas não há como discordar da menina talita né gente…

Mas já existia um velho ditado, cujo o mundo do entretenimento segue a risca e adota como sua luz guia: “Nada se cria. Tudo se copia!” Com a velocidade, com a cara-de-pau e com a quantidade de cópias, adaptações, etc, etc, etc, que isso vem ocorrendo, realmente, é o anúncio do fim dos tempos!!! Ou do fim da nossa PACIÊNCIA!!!

Depois desse bafafá todo, só podemos tirar duas conclusões: há quem comemore pelo retorno de sua velha infância, como já diziam Os Tribalhistas

… e há quem se preocupe com o aumento de competitividade no concorrido mercado fonográfico brasileiro:

Antes de encerrarmos mais essa edição de A Rede pelo Twitter, que apareceu aqui no Universo E! quando a Luiza foi pro Canadá e fecharmos com chave-de-ouro esse retorno, não poderíamos de anexar aqui, of course, o clipe de Ragatanga!

Um agradecimento muito especial a Rick Bonadio por nos proporcionar tamanha alegria!

ATÉ A PRÓXIMA!





ANÁLISE: O Vencedor

20 02 2011

Nem sempre o apoio da família é o melhor caminho para o sucesso. Essa é a lição que Micky Ward (Mark Wahlberg, de Um Olhar do Paraíso e Os Inflitrados) aprende durante a difícil fase inicial de sua carreira como lutador de boxe.

Seu treinamento tem a ajuda inconstante de seu meio-irmão, Dick Eklund (Christian Bale, da franquia Batman e Inimigos Públicos), ex-lutador que teve sua chance de fazer história no esporte, mas a perdeu devido ao seu vício no crack e a sua mãe, Alice Ward (a polêmica do Oscar 2011 Melissa Leo, de 21 Gramas e da série Treme) como ‘agenciadora’ de lutas, sua empresária.

A grande dificuldade que Micky encontra nessa fase, já que perde todas as suas lutas e apanha muito de seus oponentes, deve-se ao fato de sua família estar mais preocupada em receber o dinheiro ganho com as partidas do que qualquer outra coisa. Em qualquer oportunidade que aparecer colocam Micky no ringue sem preocupação alguma.

Após uma derrota acachapante em uma luta arranjada de última hora, Micky acaba desistindo da carreira e tornando-se uma vergonha pública em sua cidade natal. Mesmo com tantos resultados negativos, há gente disposta a investir e acreditar no talento dele, mas a influência da família o faz não aceitar esse tipo de proposta. Se era o que realmente faltava, Dick se propõe a financiar o treinamento do irmão nem que precisasse roubar para isso.

Nesse meio tempo, Micky começa um relacionamento com Charlene Fleming (a ruiva Amy Adams, de Encantada e Prenda-me se for Capaz). Indiferente aos resultados da luta do rapaz, a garota cobra uma promessa dele, feita antes da última luta, de sair com ela, mesmo com o rosto todo machucado e cheio de curativos.

A guinada na história ocorre depois dos dois irmãos serem espancados e presos pela polícia da cidade. Fugindo dos policiais após ser pego em flagrante aplicando golpes para arrecadar dinheiro para investir no treino do irmão, Dick tenta se esconder em um bar onde sua família estava reunida, mas é impedido pelos seguranças do local. Micky, informado sobre o que acontece do lado de fora com seu irmão, sai do bar para tirar satisfações, mas também acaba sendo agredido. Resultado: após julgamento Micky é libertado com a mão direita fraturada e Dick vai para a cadeia.

Sem a presença do irmão, Micky vai aos poucos retomando sua carreira no boxe. Com auxílio de um senhor colega policial e com o investimento de um empresário local, ele volta aos ringues e consegue bons resultados. Claro que tudo isso com uma única condição: sem interferência da família.

Essa condição foi facilmente respeitada enquanto Dick encontrava-se preso. A partir do momento em que ele foi solto e embora ele não fosse o melhor apoio e o melhor para um esportista, o sentimento fraterno de Micky falou mais alto e acabou aceitando o retorno de Dick à academia de treinamento, desagradando sua namorada, o novo treiandor e o empresário. Tudo isso às vésperas de mais importante luta de sua carreira: a disputa pelo título mundial da categoria pesos-médio.

Esse novo conflito nos bastidores da carreira de Micky e próximo de uma luta tão importante é resolvido pela pessoa que menos esperávamos que fosse amenizar uma situação como essa: o próprio irmão dele. Dick, num lampejo de raro de consciência, corre atrás de cada daqueles que desistiram de apoiar o seu irmão por sua causa e os convence a voltar a torcer pelo seu irmão e aceitar a sua presença e o da família no ringue junto com Micky.

O Vencedor assim desenrola-se para o seu ato final e a conquista do título mundial por Micky. Falho nos momentos iniciais, em grande parte pela dificuldade de inserir paralelamente a história principal, a produção de um documentário sobre o ‘retorno de Dick Eklund aos ringues’ e que, na hora de exibição pela TV, tratava-se de outra coisa completamente diferente. E válido apenas até a metade da exibição, engessa um pouco o início do longa, divergindo do principal que é a história de superação de Micky. Quando O Vencedor passa a se focar somente na trajetória dele, o longa melhora sensivelmente.

Nas atuações, o filme tem o talento acima da média do quase irreconhecível Christian Bale, que vive Dick de uma forma muito intensa e espetacular ao se expressar, com tiques e tudo, como um viciado em crack. Mark Wahlberg tem um trabalho apagado aqui, uma atuação monótona, mas boa suficiente justamente por seu papel de Micky Ward não exigir muita energia, dando a sensação que ele é realmente assim apagado. E Melissa Leo, polêmica do Oscar 2011 por se auto-propagandear para a sua indicação de melhor atriz coadjuvante, interpreta a mãe deles (uma mulher com a incrível capacidade de gerar mulheres feias. Quanta filha baranga!) fazendo um bom trabalho, mas não tão bom o suficiente para ser reconhecido com uma premiação.

NOTA: 4/5





Jerry 2010 – a opinião dos brasileiros

13 08 2010

Hoje, sem dúvida nenhuma, os maiores especialistas brasileiros em séries e reality shows americanos são encontrados na internet. É nela que encontramos as legendas de episódios que acabaram de ir ao ar em solo americano; nela encontramos review’s, críticas das séries em exibição; nela ficamos informados pelas novas atrações da próxima temporada; é nela que aprendemos termos como mid season, fall season, season finale, series finale

Tudo isso não é construído pelos tradicionais veículos de comunicação como jornais ou televisão não. E sim em blog’s que vamos ter todas essas e muitas outras notícias a respeito da TV norte-americana. (O qual o Universo E! tem uma tímida contribuição)

Mas, o que será que eles pensam das atuais atrações? Quem se destaca nas produções? E a atuação?

Bem, todas essas respostas serão resumidas no Jerry 2010, premiação organizada pela Sociedade dos Blogs de Séries, que reúne atualmente 24 membros ativos, que discutem e se dedicam principal ou exclusivamente ao mundo das séries e formam a nata da crítica especializada na internet brasileira.

O Universo E! traz agora as 28 categorias da premiação, cujos vencedores serão eleitos a partir dos votos dos membros da sociedade e formará um panorama do que há de melhor em exibição atualmente. Os indicados são esses:

SÉRIE DRAMÁTICA

  • Breaking Bad
  • Dexter
  • Fringe
  • Lost
  • Mad Men
  • True Blood

SÉRIE DE COMÉDIA

  • Community
  • Chuck
  • Glee
  • Modern Family
  • Parks e Recreation
  • The Big Bang Theory

ELENCO EM SÉRIE DRAMÁTICA

  • Breaking Bad
  • Damages
  • Lost
  • Mad Men
  • The Good Wife

ELENCO EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Community
  • Glee
  • Modern Family
  • Parks and Recreation
  • 30 Rock

SÉRIE REVELAÇÃO

  • Community
  • Glee
  • Modern Family
  • The Good Wife
  • Treme

INTÉRPRETE REVELAÇÃO

  • Danny Pudi, por Community
  • Eric Stonestreet, por Modern Family
  • Joel McHale, por Community
  • Lea Michele, por Glee
  • Rico Rodriguez, por Modern Family
  • Sofia Vergara, por Modern Family

ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA

  • Bryan Cranston, por Breaking Bad
  • Hugh Laurie, por House
  • Matthew Fox, por Lost
  • Michael C. Hall, por Dexter
  • Jon Hamm, por Mad Men
  • Kyle Chandler, por Friday Light Nights

ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA

  • Anna Gunn, por Breaking Bad
  • Connie Britton, por Friday Night Lights
  • Glenn Close, por Damages
  • Julianna Marguiles, por The Good Wife
  • Kyra Sedgwick, por The Closer

ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Alec Baldwin, por 30 Rock
  • Jim Parsons, por The Big Bang Theory
  • Joel McHale, por Community
  • Steve Carell, por The Office
  • Ty Burrell, por Modern Family
  • Zachary Levi, por Chuck

ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Amy Poehler, por Parks and Recreation
  • Edie Falco, por Nursie Jackie
  • Julie Bowen, por Modern Family
  • Lea Michelle, por Glee
  • Tina fey, por 30 Rock
  • Toni Collete, por United States of Tara

ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA

  • Aaron Paul, por Breaking Bad
  • John Noble, por Fringe
  • Martin Short, por Damages
  • Michael Emerson, por Lost
  • Terry O’Quinn, por Lost

ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA

  • Cherry Jones, por 24 Horas
  • Christina Hendricks, por Mad Men
  • Christine Baranski, por The Good Wife
  • Elisabeth Moss, por Mad Men
  • Olivia Willians, por Dollhouse
  • Sandrah Oh, por Grey’s Anatomy

ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Chevy Chase, por Community
  • Danny Pudi, por Community
  • Ed O’Neil, por Modern Family
  • Eric Stonestreet, por Modern Family
  • Neil Patrick Harris, por How I Met your Mother
  • Nick Offerman, por Parks and Recreation

ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Allison Brie, por Community
  • Jane Krakowski, por 30 Rock
  • Jane Lynch, por Glee
  • Sofia Vergara, por Modern Family
  • Yvonne Strahovski, por Chuck

PATICIPAÇÃO ESPECIAL EM SÉRIE DRAMÁTICA

  • Gregory Itzin, em 24 Horas
  • John Lithgow, por Dexter
  • Mary McDonnell, por The Closer
  • Ted Danson, por Damages
  • Zach Gliford, por Friday Night Lights

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Christine Baranski, por The Big Bang Theory
  • Jon Hamm, por 30 Rock
  • Julianne Moore, por 30 Rock
  • Kristin Chenoweth, por Glee
  • Michael Sheen, por 30 Rock
  • Neil Patrick Harris, por Glee

ROTEIRO

  • Carlton Cuse e Damon Lindelof, por Lost
  • Emily Cutler, por Community
  • Matthew Weiner, por Mad Men
  • Shonda Rhimes, por Grey’s Anatomy
  • Vince Gilligan, por Breaking Bad

DIREÇÃO

  • Jack Bender, por Lost
  • Justin Lin, por Community
  • Lesli Linka Glatter, por Mad Men
  • Michelle MacLaren, por Breaking Bad
  • Vince Gilligan, por Breaking Bad

EDIÇÃO

  • Breaking Bad
  • Dollhouse
  • Community
  • Friday Night Lights
  • Lost
  • 24 Horas

TRILHA SONORA

  • Glee
  • Grey’s Anatomy
  • Lost
  • Treme
  • True Blood

FOTOGRAFIA

  • Breaking Bad
  • Lost
  • Friday Night Lights
  • Mad Men
  • Fringe

DESENHO DE PRODUÇÃO

  • Dollhouse
  • Glee
  • Lost
  • Mad Men
  • True Blood

PROGRAMA DE VAIEDADES

  • Jimmy Kimmel Live
  • Late Show with David Letterman
  • Saturday Night Live
  • The Daily Show with Jon Stewart
  • The Tonight Show with Conan O’Brien

REALITY/GAME SHOW

  • American Idol
  • So You Think You Can Dance
  • Survivor
  • The Amazing Race
  • Top Chef

PROGRAMA BRASILEIRO

  • A Grande Família
  • Central da Copa
  • CQC – Custe o que Custar
  • Furo MTV
  • Som e Fúria

APRESENTADOR DE PROGRAMA DE VARIEDADES

  • Bill Maher, por Real Time with Bill Maher
  • Conan O’Brien, por The Tonight Show with Conan O’Brien
  • David Letterman, por Late Show with David Letterman
  • Jimmy Kemmel, por Jimmy Kemmel Live
  • Jon Stewart, por The Daily Show with Jon Stewart

APRESENTADOR DE REALITY/GAME SHOW

  • Cat Deeley, por So You Think You Can Dance
  • Jeff Probst, por Survivor
  • Padma Lakshmi, por Top Chef
  • Phil Keoghan, por the Amazing Race
  • Ryan Seacrest, por American Idol

MICO DO ANO

  • FlashForward
  • Legendários
  • NBC e Tonight Show
  • Spoilers de Lost na Globo
  • Warner cancela Gossip Girl







PALPITEIRO BRASILEIRO

Campeonato dos Palpiteiros - Temporada 2019

Blog do Renato Nalini

Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ex-Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. Atual Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Site com atividades e informações sobre a associação que reúne profissionais da crítica cinematográfica de todo o Brasil

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