Festival Varilux de Cinema Francês | parte 05

20 05 2014

Finalmente, antes tarde do que nunca, aqui estão os últimos comentários do Universo E! sobre o Festival Varilux de Cinema Francês de 2014. Pela terceira vez presente no festival, esta é a primeira vez que conseguimos falar sobre praticamente todos os filmes vistos: das 16 produções integrantes da programação, assistimos 15 e escrevemos (incluo esse post) sobre 13 deles. Um feito inédito!

Esperamos que tenham curtido! E que venham mais ótimos filmes pela frente!

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UMA VIAGEM EXTRAORDINÁRIA (França, 2013) – Sua realização por si só já é uma viagem extraordinária. Uma coprodução franco-canadense conta a história de TS Spivet (Kyle Catlett, da série The Following), que vive junto com sua família num rancho isolado no oeste americano. A mãe Clair, Helena Bonham Carter (Os Miseráveis, a cinessérie Harry Potter e Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet), colecionava insetos; o pai era um típico cowboy; a irmã sonhava em participar do concurso de miss dos EUA e o seu irmão gêmeo seguia os passos rústicos do pai, adorando manusear armas desde pequeno.

Gêmeos, a única coisa em comum entre TS e Layton mesmo era a data de nascimento. Layton (Jakob Davies, de O Homem das Sombras e Guerra é Guerra!) não possuía nenhuma fração da genialidade e engenhosidade do irmão com seus cálculos e análises científicas. Uma tragédia, no entanto, acaba levando Layton a óbito.

A perda do irmão desperta em TS um sentimento de desprezo por parte da família, especialmente sua mãe. Deslocado em seu próprio ambiente familiar, ele vê na Baird Awards (organização que premia os grandes projetos científicos) uma oportunidade de ter a sua inteligência reconhecida, ao mesmo tempo que terá a chance de se afastar de seus familiares. Mesmo que momentaneamente.

Cruzar o território americano a bordo (clandestinamente) de um trem que atravessa o território de oeste a leste não é nenhuma ideia original. Encontrar os mais diferentes tipos de pessoas nesse caminho também não. E são exatamente estes momentos que Uma Viagem Extraordinária não oferta nada de novo. O ator-mirim que vive o protagonista também não se sai bem nos momentos da trama que lhe exigem mais emoção, o que certamente garantiria uma imersão maior do espectador.

O que resta mesmo são os momentos divertidos que o roteiro apresenta ao explorar a dualidade entre a genialidade TS e a vida comum de pessoas nem tão inteligentes assim. Também não é monótona acompanhar a reconciliação entre os membros da família nessa trajetória, que conta com ótimas trilha sonora e fotografia. Uma viagem nem tão extraordinária assim, mas certamente divertida.

NOTA: 3/5

UM AMOR EM PARIS (França, 2013) – Brigitte (Isabelle Huppert, Amor e Uma Relação Delicada) e o marido vivem nos arredores de Paris onde cuidam de cabeças de gado de alto pedigree para participar de exposições competitivas de bois.

Uma vida pacata e sem sobressaltos, típica de casais com muito tempo de união e com os filhos já criados. Só de tempos em tempos que o sossego é quebrado quando jovens vindos da capital francesa organizam festas na chácara vizinha.

Em uma dessas festas, Brigitte conhece Stan (Pio Marmaï, Um Evento Feliz e Alyah), um rapaz que não está muito a vontade na festa e acaba (assim como as organizadoras da festa pedindo favores a todo momento) indo parar na porta dos vizinhos.

Interessante analisar como essa safra de filmes franceses traz a crise dos casamentos de longa data para a tela. Brigitte não está infeliz no seu matrimônio, mas está insatisfeita em como ele está girando apenas na atividade de criação de gados, algo que agrada apenas ao seu marido.

É em Paris, portanto, que ela vai em busca de sua própria felicidade, tendo como pretexto uma consulta médica. Mas não será a cidade-luz que a afastará das decepções da vida, assim como homens maduros e economicamente bem estabelecidos não serão garantia  de felicidade plena.

NOTA: 2/5

GRANDES GAROTOS (França, 2012) – Dificilmente filmes conseguem construir habilmente uma construção de personagens em um curto espaço de tempo e com cortes tão rápidos. Um exemplo clássico e insuperável até hoje é aquele elaborado na animação Up – Altas Aventuras abordando o relacionamento entre Carl Fredricksen e Ellie. Grandes Garotos utiliza-se do mesmo artifício apara estabelecer rapidamente a relação entre Lola (Mélanie Bernier, A Delicadeza do Amor e A Datilógrafa) e Thomas (Max Boublil, de Aconteceu em Saint-Tropez) uma vez que o seu grande motim será a amizade que se estabelecerá entre Thomas e seu sogro Gilbert (Alain Chabat, Uma Noite no Museu 2 e A Espuma dos Dias) .

Gilbert é o exemplo de tudo que Thomas não quer em sua vida futura: um homem infeliz, descontente no casamento e que vê sua mulher Suzanne (Sabrine Kiberlain, de Uma Juíza Sem Juízo e Políssia) envolvida apenas na caridade. Mas ao mesmo tempo, Gilbert por experiência própria, valoriza e incentiva o sonho de Thomas, que sempre é menosprezado pela namorada dele: a música.

Essa repentina amizade abordada em Grande Garotos entre genro e sogro também apresenta uma dualidade e um choque entre gerações. E o título se refere a absoluta falta de maturidade existente nas ações deles, quando passam a dividir momentos juntos, em detrimento ao relacionamento destes com suas respectivas esposa/namorada.

Apenas quando uma rápida incursão no mundo fonográfico torna-se uma grande frustação (principalmente quando se rendem às vontades e traquejos de uma cantora-mirim irritante) que Thomas e Gilbert percebem o quão importante eram suas vidas anteriores à essa jornada – mesmo que isso não se traduzisse em todos os seus desejos realizados. Só que há um único problema: agora eles terão que reconquistar suas amadas que já estavam se acertando com outros companheiros. E isso pode não ser tão fácil quanto parece.

O grande destaque aqui fica por conta de uma das cenas finais, quando Thomas resolve invadir uma conferência internacional para declarar (mais uma vez) o seu amor por Lola, utilizando-se de uma gag recorrente no filme.

NOTA: 3/5





Festival Varilux de Cinema Francês | parte 03

19 04 2014

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OS INCOMPREENDIDOS (França, 1959) – Não tem como começar a falar de Os Incompreendidos sem citar sua cena inicial, que percorre as ruas centrais de Paris com a câmera sempre apontada para a Torre Eiffel. Uma das maiores demonstrações de amor à França já realizada pelo cinema.

Da mesma forma, temos que reconhecer os benefícios que a projeção digital traz aos filmes, principalmente os antigos. Os Incompreendidos, de François Truffaut filmado em 1959, ganha uma versão restaurada no novo formato, que realça ainda mais toda a beleza de sua fotografia em preto-e-branco.

Para sua época, Os Incompreendidos traz uma família extremamente moderna. A figura materna que cabe a atriz Claire Maurier (O Fabuloso Destino de Amélie Poulain e Minhas Tardes com Margueritte) é extremamente independente, trabalhando fora para auxiliar no sustento da casa juntamente com o pai. O filho, Antoine (Jean-Pierre Léaud, Beijos Proibidos e Masculino-Feminino), também tem uma educação diferenciada e igualmente independente pois está ciente de seus afazeres domésticos e escolares.

A educação, no entanto, não acompanha a mesma modernidade do círculo familiar. Escolas separadas por sexo e professores severos com seus sistemas primitivos de punição aos alunos irrequietos. Um ambiente não recomendável para Antoine que (assim como a maioria das crianças na sua idade) gostava de desafiar as regras.

De lá para cá pouca coisa mudou na vida dos alunos (pré)adolescentes. O que mudou radicalmente, sim, foram os motivos que levavam os estudantes a burlar as aulas. As contravenções eram baseadas no compartilhamento de calendários de borracharia (e suas mulheres semi-nuas) ou os cinemas de rua da época ou, ainda, uma versão inicial do que seria hoje os parques de diversão. Tudo para, em seguida, a ausência do dia anterior ser justificada pela morte de algum membro familiar.

Nada que o protagonista temesse, nem mesmo a ameaça de ser transferido para um internato militar (muito mais severo que a sociedade externa em que vivia), o que fatalmente ocorreria. Sinal de que a rebeldia juvenil não é nenhuma novidade e nem  um comportamento recente, como já dizia Elis Regina: ”vivemos como nossos pais”.

NOTA: 5/5

LULU, NUA E CRUA (França, 2013) – Lucie (Karin Viard, Delicatessen e Políssia), mas pode chamar de Lulu, é uma mulher casada e com filhos que vive a crise da meia idade, não satisfeita com os rumos que sua vida tomou. Grande parte da responsabilidade por esses infortúnios é gerada pelo seu marido, um cara extremamente desrespeitoso com ela. Nem é preciso conhecê-lo para sabermos disso, uma simples ligação e a rispidez de sua voz já nos é suficiente.

Lulu demorou muito para lidar com toda essa situação até que decide, em certo ponto de sua vida, procurar um novo emprego longe de sua cidade. Nem há necessidade de mencionar a total ausência de apoio por parte da família. A desilusão dela é tanta que chega a entrar no banheiro masculino sem perceber.

Acostumada a ser submissa e desvalorizada a todo instante como pessoa, os percalços enfrentados quando decide dar uma guinada em sua vida não a incomodam nem um pouco. Com muita naturalidade que Lulu perde o seu trem de volta, não se aborrece quando tem o cartão do banco retido pelo caixa eletrônico e não tem dinheiro nem para se hospedar e muito menos para comer. Nada a abala.

Ela, porém, não enfrentará essas mudanças sozinhas. Outras pessoas a auxiliarão a se reencontrar consigo mesma e assim tornar-se alguém com mais amor próprio. Inclui-se aí Charles (Bouli Lanners, Ferrugem e Osso, A Grande Volta e Uma Juíza sem Juízo), exemplo clássico de praticidade e simplicidade (vide a cena do celular na praia) e seus dois irmão desajustados; Marthe (Claude Gensac, Ela Vai e 22 Balas), uma senhora cheia de energia apesar da idade, que ensinará que nunca é tarde para recomeçar; e reconhecerá aspectos muito semelhantes de sua vida em uma garçonete que é ridicularizada pela dona do restaurante em que trabalha.

Misturando a dramédia com situações típicas de obras de auto-ajuda, Lulu, Nua e Crua tem lá a sua mensagem positiva, mas sofre um pouco com o ritmo da narrativa, não ultrapassando a linha limite dos filmes razoáveis, aceitáveis, mas que rapidamente cairão no esquecimento.

NOTA: 3/5

UM BELO DOMINGO (França, 2013) – Já presente em nosso terceiro festival Varilux, é interessante observar o modo como o olhar contemporâneo do cinema francês recai sobre as questões contemporâneas da sociedade atual. Um tema bastante recorrente na cinematografia francófona retratando pessoas e/ou famílias em busca de seus sonhos. Um Belo Domingo é mais um excelente dessa constatação.

Baptiste (Pierre Rochefort, Adeus Minha Rainha e O Sequestro de um Heroi) desempenha sua função de professor substituto (naquele que seria o nosso ensino fundamental) com certa satisfação, lidando com muita facilidade com seus alunos. Nada fora do usual até que as aulas de sexta-feira acabem.

O jovem professor percebe que um de seus alunos, Mathias (o novato Mathias Brezot), ainda se encontra na porta da escola muito tempo depois de todos já terem ido embora. Baptiste, então, oferece uma carona até a casa do menino onde encontra o pai bon vivant, mais preocupado com seu carro luxuoso, com a beldade de sua namorada e na viagem deles para Mônaco do que com aquele fardo que acabara de chegar, também conhecido como ‘seu filho’. Ciente da situação constrangedora que se encontra e não visualizando nenhuma alternativa, Baptiste se voluntaria (mais uma vez) a ficar com o garoto durante o final de semana.

Assim, Mathias tem a oportunidade de viajar com o professor (em uma sugestão sua) para o litoral, local onde sua mãe, Sandra (Louise Bourgoin, Um Evento Feliz e A Religiosa), trabalha num quiosque de requinte à beira-mar. Conhecendo-a, Baptiste entra em mais um novo conflito, já que Sandra vem sendo cobrada constantemente de um empréstimo que fez recentemente.

Numa sucessão de problemas a serem resolvidos (algo também bastante comum no cinema da França), Baptiste terá que desenterrar o seu passado para conseguir auxiliá-la. Um passado que não queria desenterrar tão cedo.

NOTA: 5/5





Festival Varilux de Cinema Francês | parte 01

12 04 2014

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UMA JUÍZA SEM JUÍZO (França, 2012) O nome (pelo menos o traduzido) não despertava a maior das curiosidades. O início do filme também não, quando optava por escolhas típicas da comédia besteirol ao forçar o riso com caretas, gestos bruscos e o velho clichê de utilizar a gagueira em um advogado que precisa discursar em defesa de seu cliente. Mas, para o seu bem, a trama se desenvolve e o nível de seu humor melhora.

Ariane Felder (Sabrine Kiberlain, O Pequeno Nicolau e Políssia) é uma workaholic assumida. Trabalha de 15 a 16 horas no Supremo tribunal francês. Muito trabalho, pouca diversão e uma solteirona convicta. Aí vem o Réveillon de 2013 e muda a história da doutora Felder que, seis meses depois, descobre estar grávida. Algo inacreditável, inconcebível!

A busca pelo pai da criança (que a bebida da noite da virada não a permitia lembrar) a aproxima de Bob Nolan (Albert Dupontel, de Irreversível e Bernie, mas que também dirige o longa), um sujeito tão desajeitado quanto ela e que é acusado de um crime bárbaro do qual não é culpado. E o álibi perfeito é exatamente a juíza, pois quando o crime ocorreu, os dois estavam juntos.

Entre deixar o pai de seu filho ser preso injustamente e testemunhar a favor dele e perder a sua promoção à Corte de Apelação, a doutora Felder ainda encontrará muitas pessoas excêntricas pelo caminho. Melhor para Uma Juíza Sem Juízo em sua metade final que deixa de enveredar pelo humor óbvio (mesmo restando alguns resquícios desse aqui e ali) e adota um humor mais discreto e indireto, utilizando-se mais das situações e do roteiro em si.

Destaque para a participação especial de Jean Dujardin (O Artista e O Lobo de Wall Street) como intérprete de sinais no filme.

NOTA: 3/5

ANTES DO INVERNO (França, 2012) O senhor Paul Natkinson (Daniel Auteuil, A Filha do Pai e Atirador de Elite) é um neurocirurgião com uma carreira profissional já estabelecida. Ele divide uma bela mansão com a esposa Lucie (a bela Kristin Scott Thomas, O Paciente Inglês e Assassinato em Gosford Park) e os momentos alegres de família reunida ocorrem aos finais de semana nos parques da cidade ao lado do filho, da nora e do neto.

Nada poderia abalar esse cotidiano familiar muito bem constituído. Uma certeza abalada apenas quando a jovem Lou (Leila Bekhti, Satã e Paris, Te Amo) surge na vida do médico. Alegando ter sido operada por ele quando criança, a garçonete/universitária/prostituta Lou passa a cruzar, frequentemente, o caminho do neurocirurgião. Fato esse sucedido por buquês de rosas que passam a aparecer no hospital onde ele trabalha, no consultório em que atende seus clientes particulares e até no portão de sua casa.

Intrigado e desconfiado, ele logo associa essas estranhas ocorrências à Lou, que consegue se explicar satisfatoriamente toda vez em que é acusada pelo doutor. Entre idas e vindas conturbadas e um afastamento involuntário de Paul de seu exercício profissional, os dois acabam se aproximando. Um inesperado relacionamento (não amoroso por parte dele) que distancia o doutor Natkinson da família e principalmente de sua esposa. Lucie, que por sua vez, sempre agiu fielmente e sempre foi uma grande admiradora do marido.

Tais acontecimentos são uma excelente oportunidade para Paul refletir sobre tudo o que levou a ser o excelente profissional que é e a forma com vinha lidando com sua família. Ao admitir que não sonhara com nada daquilo que conquistara, percebemos o quanto sua vida vinha sendo vivida no piloto automático. Um exemplo que sucesso nem sempre vem acompanhado de felicidade.

Mas suas atuais escolhas, que julgava serem sinceras, acabam o levando para um caminho perigoso. Lou, sempre presente de repente desaparece. E em busca de seu paradeiro, doutor Natkinson se vê vítima de uma trama que jamais imaginaria estar envolvido. Um choque que talvez o auxilie a melhorar o relacionamento com os seus familiares e, quem sabe, ser mais grato com tudo o que conseguiu construir.

NOTA: 5/5





Festival Varilux de Cinema Francês 2014

30 03 2014

Considerado o berço do cinema, afinal foi na França que os irmãos Auguste e Louis Lumière desenvolveram a câmera e realizaram a primeira projeção pública de um filme, a cinematografia francesa é uma das mais agradáveis e contagiantes de se acompanhar, sempre produzindo bons e inesquecíveis filmes.

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Se tais obras não possuem o apelo comercial necessário para figurar entre as sessões de nossas milhares de salas de cinema, o Festival Varilux de Cinema Francês traz a nata da produção do cinema da França para as terras tupiniquins. Em 2014 o festival ocorrerá em todo o Brasil entre os dias 09 e 16 de abril. Confirmado até agora (porque a programação oficial ainda não saiu) está Campinas, que a exemplo dos anos anteriores, terá dois espaços destinados ao festival: o Topázio Cinemas no Shopping Prado e o Cineflix, no Galleria Shopping.

Ao todo, serão 15 filmes em exibição:

  • Um Amor em Paris
  • O Amor é um Crime Perfeito
  • Antes do Inverno
  • Um Belo Domingo
  • Eu, Mamãe e os Meninos
  • A Grande Volta
  • Grandes Garotos
  • Os Incompreendidos – Homenagem a Truffaut
  • Uma Juíza sem Juízo
  • Lulu, Nua e Crua
  • O Passado
  • Um Plano Perfeito
  • Uma Relação Delicada
  • Suzanne
  • Uma Viagem Extraordinária

 

EDIT 03/04/2014: Para quem nos lê de Campinas, nossa página no Facebook traz a programação completa da cidade nos dois endereços onde o  Festival ocorre! Aproveite e curta-nos por lá!

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Ex-Secretário de Estado da Educação e Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atual Presidente e Imortal da Academia Paulista de Letras. Membro da Academia Brasileira de Educação. É o Reitor da UniRegistral. Palestrante e conferencista. Professor Universitário. Autor de dezenas de Livros: “Ética da Magistratura”, “A Rebelião da Toga”, “Ética Ambiental”, entre outros títulos.

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